Espetáculo ‘Lampião e Lancelote’, que fez parte da programação do Sesi-SP em 2013, é premiado pela APCA

Agência Indusnet Fiesp

O espetáculo “Lampião e Lancelote”, que ficou em cartaz no Teatro Sesi-SP no primeiro semestre de 2013, foi premiado pela Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA). A peça foi escolhida como melhor espetáculo para jovens, na lista divulgada nesta segunda-feira (10/12) pela Associação.

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Espetáculo Lampião e Lancelote que esteve em cartaz no Teatro do Sesi-SP. Foto Julia Moraes

Adaptação da obra homônima de Fernando Vilela, a peça “Lampião e Lancelote” tem direção de Débora Dubois e trilha de Zeca Baleiro. A narração, feita por Cássio Scapin, retrata o embate entre dois heróis da literatura: o cavaleiro medieval Lancelote (Leonardo Miggiorin) e o cangaceiro Lampião (Daniel Infantini).

A disputa, no entanto, não busca eleger o melhor guerreiro, mas o melhor repentista, e acaba mostrando as sutis semelhanças entre dois universos que parecem a princípio muito distantes.

Concertos de Natal na esplanada do prédio da Fiesp começam nesta segunda-feira (09/12)

Agência Indusnet Fiesp

O Serviço Social da Indústria de São Paulo (Sesi-SP)  começa, nesta segunda-feira  (09/12), o projeto Concertos Natalinos, na esplanada do edifício-sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), na Avenida Paulista, 1313. De 9 a 20 de dezembro serão dez concertos natalinos, de segunda à sexta, sempre às 18h.

Além disso, a Galeria de Arte Digital do Sesi (na fachada do prédio) estará com uma programação especial de Natal e Ano Novo de 9 de dezembro a 2 de janeiro.

Cada concerto será feito por um grupo musical diferente apresentando clássicos natalinos. Todos os dias, às 18h, haverá um show novo. Serão duetos, sextetos e corais, entre outras formações. Uma ótima pedida para dar um tempo na correria de final de ano e se emocionar um pouco.

Para conferir a programação completa de Natal do Sesi-SP na Avenida Paulista, só clicar aqui.

‘A Madrinha Embriagada’: musical em cartaz no Centro Cultural Fiesp é elogiado em crítica da Folha de S. Paulo

Agência Indusnet Fiesp

O jornal Folha de S. Paulo, publicou, nesta quinta-feira (05/12), no caderno Ilustrada, crítica elogiosa ao musical “A Madrinha Embriagada”, em cartaz no Teatro do Sesi-SP, na capital paulista, e financiado pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e pelo Serviço Social da Indústria de São Paulo (Sesi-SP). A peça foi adaptada e dirigida por Miguel Falabella a partir do espetáculo canadense “The Drowsy Chaperone”.

Em seu texto, o crítico Marcio Aquiles destaca o tom de paródia da trama e afirma que “Falabella se sai bem ao transpor a história para São Paulo. Adapta nomes e lugares, brinca com sotaques paulistas e regionaliza o enredo sem fazê-lo perder o charme”.

Os figurinos, assinados pelo estilista Fause Haten, também mereceram elogios: “O belo figurino de Fause Haten tem trajes femininos com silhuetas tubulares e cós baixo, fidedignos ao vestuário do final da década de 1920”.

Cena de “A Madrinha Embriagada”: peças leves e femininas, que lembram lingerie. Foto: Everton Amaro/Fiesp

Cena de “A Madrinha Embriagada”: peças leves e femininas, típicas dos anos 1920. Foto: Everton Amaro/Fiesp


E isso não foi tudo: o elenco também foi destacado. “Além de técnica vocal, o elenco tem versatilidade. Frederico Reuter canta, dança, sapateia e anda de patins. Cleto Baccic destaca-se com uma interpretação hilária para Aldolpho, conquistador argentino cheio de trejeitos.”

Para ler a crítica completa, só clicar aqui.

“A Madrinha Embriagada” é um musical sobre o amor aos musicais, sendo conduzido pelo “Homem da Poltrona”, o narrador da história. A trama se passa os anos 1920, com todo o charme da época.

Ficou com vontade de ver? Pois saiba que o espetáculo é gratuito. A reserva on-line deve ser feita no site do Sesi-SP pelo link http://www.sesisp.org.br/meu-sesi

Os ingressos para o mês seguinte são sempre disponibilizados a partir do dia 20 do mês anterior. O sistema será utilizado ao longo das 325 apresentações agendadas para a temporada. A última apresentação está programada para 29 de junho de 2014.

Além disso, há sempre 50 ingressos disponíveis para quem quiser retirar na hora. Entradas não retiradas até 15 minutos antes do espetáculo também são liberadas para quem estiver na fila.

Serviço

‘A Madrinha Embriagada’
Dias e Horários: Quartas, quintas e sextas, às 21h. Sábados às 16h e 21h. Domingos às 21h.
Local: Teatro do Sesi-SP – Avenida Paulista 1313, São Paulo.
Telefone: (11) 3146-7405
Reservas pelo site: http://www.sesisp.org.br/meu-sesi
Grátis

‘Homem que é homem cuida de si’, diz oncologista em palestra para colaboradores da Fiesp e do Sesi-SP

Isabela Barros, Agência Indusnet Fiesp

“Homem que é homem cuida de si, não acha que o toque retal vai afetar a sua masculinidade”. Foi com esse alerta que o oncologista Fernando Maluf, chefe do Centro Avançado de Oncologia Clínica do Hospital São José, de São Paulo, abriu a sua palestra sobre o câncer de próstata para os colaboradores da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e do Serviço Social da Indústria de São Paulo (Sesi-SP), na manhã desta terça-feira (26/11), no Teatro do Sesi-SP, na Avenida Paulista.

O evento fez parte das atividades da campanha Novembro Azul, de prevenção à doença. Com direito à plateia lotada. “O cuidado com a saúde deve ir além do mês de novembro e durar os 12 meses do ano”, afirmou Maluf. “O Brasil é um país marcado pelo preconceito em relação à prevenção do câncer de próstata”, disse. “É na hora da doença, no hospital, que o paciente reflete por que não foi homem consigo mesmo e com a sua família, por que não se fez o exame preventivo”.

Dessa forma, o médico lembrou que 50% dos homens brasileiros nunca procuraram um urologista. “Para cada homem que procura assistência médica sem sintomas, oito mulheres fazem a mesma coisa”, afirmou. “É por isso que os homens vivem, em média, sete anos menos que as mulheres no país”.

Maluf explicou aos participantes que a próstata é um órgão do tamanho de uma noz localizado na região da pelve. Sua função no corpo? Produzir uma parte do sêmen, o líquido que contém os espermatozoides e é liberado no ato sexual.

Maluf, à esquerda, e Skaf: campanha em nome da prevenção que salva vidas. Foto: Ayrton Vignola/Fiesp

Maluf, à esquerda, e Skaf: campanha em nome da prevenção que salva vidas. Foto: Ayrton Vignola/Fiesp


De acordo com o oncologista, surgem, todos os anos, 1 milhão de casos novos de câncer de próstata em todo o mundo. A cada seis homens, um tem chances de desenvolver a enfermidade, proporção que aumenta de um a cada três entre aqueles com parentes próximos que tiveram a doença, os de raça negra (que têm os tumores mais agressivos) e os obesos.

A boa notícia é que as chances de cura são grandes. “Entre 80% e 95% dos casos o câncer de próstata é curável”, explicou o médico. “Mas tudo fica mais difícil quando os sintomas levam o médico ao paciente, por isso a prevenção é tão importante”.

Prevenir é preciso

Por falar em prevenção, o oncologista lembrou que, para pacientes sem parentes próximos com a doença, não obesos e não negros, é preciso realizar exames anuais a partir dos 50 anos. Para os que têm mais chance de desenvolver a doença, os exames devem ser feitos a partir dos 40 anos.

Que exames são esses? O PSA, um exame de sangue que mede os níveis da enzima de mesmo nome produzida pelas células da próstata e o toque retal. Mas o médico avisou: “Há tumores que não se expressam bem pelo PSA”.

Segundo Maluf, o câncer de próstata tem como característica a grande variedade dos tumores. “A sua doença não é igual a do seu amigo”, afirmou. “Há pacientes com tumores que não se desenvolvem há 30 anos e outros morrem com um ano de tratamento, por isso é preciso avaliar bem cada caso”.

O tratamento da doença é feito basicamente por cirurgia, radioterapia ou observação continuada. “A nossa vontade é curar todos os pacientes, de preferência com tratamentos simples, baratos e com poucos efeitos colaterais”, disse Maluf.

Ao final da palestra,  o presidente da Fiesp e do Sesi-SP, Paulo Skaf, subiu ao palco para agradecer pela apresentação do médico, a quem pediu aplausos. “O câncer de próstata, assim como o de mama, é de grande risco, mas, diagnosticado a tempo, pode salvar vidas”, afirmou.

Vicioni Gonçalves: fim dos “preconceitos arraigados” em nome da qualidade de vida. Foto: Ayrton Vignola/Fiesp

Vicioni Gonçalves: fim dos “preconceitos arraigados” em nome da felicidade. Foto: Ayrton Vignola/Fiesp

Também presente ao evento, o superintendente do Sesi-SP e diretor regional do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial de São Paulo (Senai-SP), Walter Vicioni Gonçalves, é preciso substituir os “preconceitos arraigados” por uma “atitude preventiva em benefício da vida com qualidade”. “Vamos ser todos nós felizes”.



Iniciativa da Fiesp e do Sesi-SP forma primeira turma de MBA em gestão empreendedora

Ariett Gouveia e Giovanna Maradei, Agência Indusnet Fiesp

Nesta segunda-feira (25/11), foi realizada, no Teatro do Sesi-SP, a formatura da primeira turma do curso de MBA em gestão empreendedora promovido pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e pelo Serviço Social da Indústria de São Paulo (Sesi-SP).

Desenvolvido em parceria com a Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan) e pelos governos dos estados de São Paulo e do Rio de Janeiro, o MBA formou 120 alunos, dos quais 65 trabalham em unidades escolares do Sesi-SP ou em escolas parceiras e 55 fazem parte da rede estadual de ensino. Com duração de 18 meses, o curso de 360 horas é desenvolvido em três módulos: Empreendedorismo, Gestão e Educação, com 15 disciplinas ao todo. O certificado é expedido pela Universidade Federal Fluminense (UFF) e as aulas presenciais ocorrem uma vez ao mês, em unidades do Sesi-SP e do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial de São Paulo (Senai-SP).

Na ocasião, o superintendente do Sesi-SP e diretor regional do Senai-SP, Walter Vicioni Gonçalves, falou sobre a importância da melhoria da escola pública. “Acredito fortemente na educação brasileira e de São Paulo”, disse. “Se cada um de nós tiver esse desejo de fazer bem feito, de fazer com diligência o que precisa ser feito, vamos poder fazer uma escola de qualidade para todos”, afirmou. “Se o interesse for a melhoria da escola pública, o Sesi-SP estará sempre junto nesse processo.”

“Aproveitem essa oportunidade que lhes foi dada e realizem ações inovadoras, capazes de possibilitar avanços na educação brasileira”, recomendou o professor e diretor de Cultura e Educação do Sesi-SP, Fernando de Carvalho, que fez o primeiro discurso do dia em homenagem aos formandos do MBA.

Carvalho na formatura do MBA nesta segunda-feira (25/11): “Aproveitem essa oportunidade”. Foto: Tâmna Waqued/Fiesp

Carvalho na formatura do MBA: “Aproveitem essa oportunidade”. Foto: Tâmna Waqued/Fiesp


“Sem vocês não adiantaria ter escolas, salas de aula ou laboratórios, vocês são realmente pessoas especiais e fazem a diferença” afirmou Paulo Skaf, presidente da  Fiesp e do Sesi-SP, no vídeo  em que parabenizou e agradeceu a primeira turma a concluir o curso de MBA em gestão empreendedora.

Em nome de todos os alunos, o formando e orador da turma Ricardo Antonio de Barros homenageou o professor Robson Moreira Cunha e agradeceu não só aos seus tutores, mas também ao Sesi-SP e à Secretaria de Educação do Estado de São Paulo, que proporcionaram a realização  do curso. “Foi muito bom aprender a teoria daquilo que já era uma prática em nossas unidades escolares, afinal, teoria e prática deveriam caminhar juntas, sempre”, disse Barros.

Depois da entrega dos 120 diplomas, três alunos do curso foram homenageados com uma placa por mérito acadêmico: Assunta Terezinha Perizollo Donadel, Heliana Battaglia Beltrame e Fátima Aparecida Laranjeira de Oliveira.

Para encerrar a cerimônia, o maestro e músico João Carlos Martins, acompanhando pelo tenor Jean William, apresentou duas músicas no piano: “Melodia”, de Villa-Lobos, e “My Way”, de Frank Sinatra.

Jean William e o maestro João Carlos Martins ao piano: música para os formandos do MBA. Foto: Tâmna Waqued/Fiesp

Jean William e o maestro João Carlos Martins ao piano: música para os formandos. Foto: Tâmna Waqued/Fiesp


Os formandos

Entre os formandos, a diretora de escola Andrea Aparecida Tomazia terminou o curso muito satisfeita com o que aprendeu. “Eu adorei porque tive acesso a mais informações e professores muito competentes. Encontrei o que eu buscava para a minha escola”. Ela está colocando seus novos conhecimentos em prática e conta que o projeto desenvolvido a partir do curso de MBA já foi aprovado pelo Ministério da Educação para ser aplicado em sala de aula.

O diretor da escola estadual Casimiro de Abreu, de São Paulo, Jorge Luiz Muniz Santos, também contou que já colocou em prática o que aprendeu durante o MBA. “O curso permitiu uma reformulação na forma de pensar e na organização da escola, já que eu passei a olhar a escola como uma empresa, que tem que demandar processos. Passei a repensar toda a estrutura, desde a questão de espaços até a potencialidade das pessoas”, contou. “Desde a primeira aula, já comecei a tentar trazer as experiências em aulas para o cotidiano da escola. A escola que eu recebi como diretor já é totalmente diferente da escola que eu tenho hoje.”

Santos também ressaltou a gratuidade do curso. “É uma grande oportunidade que o Sesi-SP nos oferece, porque eu não conseguiria fazer um curso como esse por conta própria”.

Andrea Bertolani, diretora do Sesi-SP em Brotas, também elogiou a estrutura do curso. “Foi um aprendizado muito grande, foram 18 meses de intenso estudo e crescimento. A gente pode aplicar muita coisa na escola, de forma prática”, disse. “Foi um privilégio poder fazer esse curso, sem custo e com muitos resultados.”


Novidades no sistema de reserva on-line para ‘A Madrinha Embriagada’

Agência Indusnet Fiesp

Notícia importante para os interessados em garantir seus ingressos para o espetáculo “A Madrinha Embriagada”, em cartaz no Teatro do Sesi-SP. No dia 20 de setembro, o Serviço Social da Indústria de São Paulo (Sesi-SP)  reabre o sistema de reserva on-line – desta vez para as apresentações de outubro – com uma mudança: as reservas poderão ser feitas a partir das 8h diretamente no site do Sesi-SP, no link Meu Sesi.

Dois dias antes da data reservada, o Sesi-SP encaminha um e-mail para lembrar o usuário sobre a apresentação. Caso não possa comparecer no dia reservado, é importante que o usuário cancele a reserva no próprio sistema. Assim, o ingresso poderá ser disponibilizado para outra pessoa.

Se o usuário fizer a reserva por duas vezes e não retirar os ingressos, seu CPF ficará bloqueado para novas reservas.

Os ingressos reservados que não forem retirados são distribuídos 15 minutos antes do início do musical. Além destes, o Sesi-SP mantém uma cota de 50 ingressos por sessão, que são disponibilizados ao público a partir da abertura das bilheterias, nos dias de espetáculo (quarta a sábado às 13h e domingo às 11h).

>> Acesse o site do Sesi-SP  | Meu Sesi

Espetáculo exibido no Centro Cultural Fiesp recebe três prêmios Bibi Ferreira

Agência Indusnet Fiesp

O espetáculo músico-teatral “Lampião e Lancelote”, que ficou em cartaz entre 14 de março e 30 de junho no Teatro do Sesi-SP, no Centro Cultural Fiesp, foi premiado na noite desta segunda-feira (09/09) com três prêmios Bibi Ferreira, nas categorias “Melhor Musical”, “Ator revelação em Teatro Musical” [Daniel Infantini] e “Melhor Figurino” [Márcio Vinicius]. O objetivo do prêmio é valorizar talentos do chamado teatro musical, transformando-se em selo de qualidade e excelência dos espetáculos do gênero em São Paulo.

Adaptação da obra homônima de Fernando Vilela, a montagem tem direção de Débora Dubois e trilha de Zeca Baleiro. A narração, feita por Cássio Scapin, retrata o encontro inusitado entre o cavaleiro medieval Lancelote (Leonardo Miggiorin) e o cangaceiro Lampião (Daniel Infantini).

A diretora de "Lampião e Lancelote", Débora Dubois recebe o prêmio de Melhor Musical. Foto: Naira Messa

A diretora de "Lampião e Lancelote", Débora Dubois recebe o prêmio de Melhor Musical. Foto: Naira Messa


Além dos três prêmios, o espetáculo também recebeu indicações em mais cinco categorias: “Melhor musical por voto popular”, “Melhor musical brasileiro”, “Melhor diretor [Debora Dubois]” e Melhor cenário [Duda Arruk]”.

As indicações em 15 categorias foram definidas por um comitê formado por cinco jurados: Rubens Ewald Filho, Ricardo Monteiro, Edna Ligieri, Michel Fernandes e Jamil Dias, em processo de seleção iniciado em julho de 2012.

Mais informações sobre o prêmio Bibi Ferreira no site: www.facebook.com/PremioBibiFerreira

Quarteto Nó na Madeira se apresenta no Teatro do Sesi-SP neste domingo (25/08)

Agência Indusnet Fiesp

O projeto Música em Cena do Serviço Social da Indústria de São Paulo (Sesi-SP) oferece gratuitamente, aos domingos, às 12h, no Centro Cultural Fiesp – Ruth Cardoso, sempre uma apresentação musical que vai do gênero popular ao erudito. Neste domingo, dia 25 de agosto, está confirmada a apresentação do Quarteto Nó na Madeira.

O Quarteto Nó na Madeira foi o vencedor da edição 2012 do concurso Pré-Estreia da TV Cultura, na categoria Conjuntos. O quarteto de instrumentistas apresenta no espetáculo Clarinetes em Cores e Sons o universo popular, do erudito e também da Música Popular Brasileira, em 60 minutos de apresentação.

Serviço

Música em Cena 2013
Show: Quarteto Nó na Madeira

25 de agosto – Domingo, 12h

Local: Teatro do Sesi-SP – Av. Paulista, 1.313, metrô Trianon-Masp

Capacidade: 456 lugares
Duração: 60 minutos
Entrada franca – A distribuição dos ingressos tem início a partir das 11 horas, horário de abertura da bilheteria. Serão distribuídos dois ingressos por pessoa
Informações: (11) 3146-7405 / 7406

No Teatro do Sesi-SP, britânico diz que ‘senso de mudança’ não é opcional para gestor de ensino

Alice Assunção e Guilherme Abati, Agência Indusnet Fiesp

O trabalho de um diretor de escola implica o uso de um conjunto de estratégias para promover mudanças na forma de aprendizagem dos alunos de sua escola e, justamente por ser a segunda influência mais importante no ensino, o diretor precisa ter “um reservatório de esperança”.

A afirmação é do professor e especialista em ensino Christopher Day, docente da Escola de Educação da Universidade de Nottingham, na Inglaterra, no Teatro do Sesi-SP , em aula magna nesta segunda-feira (19/08) para alunos da quarta e quinta turma do curso de MBA em “Gestão Empreendedora” – iniciativa da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e da Federação das Indústrias do Estado de Rio de Janeiro (Firjan) em parceria com os governos dos respectivos estados, visando o aprimoramento de profissionais da educação da rede em pública em ambos estados.

>> Sesi-SP abre novas turmas do MBA em ‘Gestão Empreendedora’ para profissionais do ensino da rede pública

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Christopher Day: ensinar não é apenas questão profissional, mas também pessoal. Foto: Everton Amaro/Fiesp

“Apesar de perdas, dos esforços, a mudança não é uma opção para vocês”, afirmou Day. “Vocês vão sempre ter de mudar porque sempre há o que melhorar, mas não existe fórmula mágica para o sucesso”, disse ele.

Ele ainda fez um apelo aos mais de 400 professores e gestores da rede pública presentes: “Por favor, não sejam apenas gerentes sentados em uma mesa preenchendo formulários porque, dessa maneira, vocês vão comprometer a capacidade de a escola alcançar um bom padrão de ensino”.

Segundo o especialista, também líder do grupo de pesquisa Teacher Work and Lives and School Leadership Reserach, os meios para se chegar a uma direção eficiente de uma escola são liderar estrategicamente, com organização, e também exercer liderança sobre as pessoas e, na medida do possível, na comunidade na qual a escola se encontra.

“Quanto tempo você gasta ouvindo os pais? E como você responde às demandas”, questionou Day. No caso do relacionamento com os professores, o especialista aconselha o gestor a compreender os momentos de maior e menor produtividade de seus professores.

“Há uma volatilidade do nível de comprometimento e paixão dos professores. Isso é normal. Nosso trabalho é identificar esses momentos. E, para isso, precisamos conhecer bem nossos professores”, disse.  “Ensinar não é apenas questão profissional, mas também pessoal”, complementou.

Day apresentou dados de uma pesquisa canadense que apontou uma liderança efetiva para melhorar a eficiência do e a igualdade de qualidade do ensino no mundo.  “Não existe um único documento que ateste uma trajetória de sucesso no ensino de uma escola sem uma liderança talentosa”, afirmou.

Segundo ele, 93% das escolas na Inglaterra atingiram bom padrão de ensino. “Sem boa liderança, os resultados de aprendizado dos estudantes não vão progredir”, concluiu.

Plateia se emociona e aplaude de pé o musical ‘A Madrinha Embriagada’

Ariett Gouveia, Agência Indusnet Fiesp

Com lotação máxima, o musical “A Madrinha Embriagada” abriu oficialmente, neste sábado (17/08), a temporada de 11 meses no Teatro do Serviço Social da Indústria de São Paulo (Sesi-SP). Foi a primeira das 325 apresentações que serão realizadas gratuitamente.

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'A Madrinha Embriagada': espetáculo tem exibições inteiramente gratuitas para o público em geral. Foto: Everton Amaro/Fiesp

Durante o espetáculo, o público riu com as cenas da comédia, interagiu com o narrador, o Homem da Poltrona, personagem interpretado por Ivan Parente, e aplaudiu com entusiasmo todos os números musicais.

“Foi o melhor musical que eu vi em minha vida”, declarou o advogado Cicero Vieira, de 64 anos. “Montagem, atuação, figurino, cenário, um show de nível internacional. Estou extremamente feliz.”

O casal Mariana Rodrigo de Macedo e Renato Stucchi, ambos fãs de musicais, elogiou a iniciativa do Sesi-SP de promover um espetáculo gratuito. “Pela montagem e pela quantidade de atores e profissionais envolvidos, musicais são sempre caros. ‘A Madrinha Embriagada’ é divertida, tem uma produção de qualidade, e o melhor de tudo: é de graça.”

“O musical é espetacular! Gostei de tudo, é muito bem-feito. Com direção do Falabella, não podia ser diferente”, completou a nutricionista, que soube das apresentações de “A Madrinha Embriagada” por meio do Facebook do Sesi-SP. “Eu curti o perfil para ficar por dentro das novidades, porque depois que vi ‘Lampião e Lancelote’ não perco mais nada.”

Os atores Fábio Augusto Barreiro, de 33 anos, e Julia Duarte, de 28, também prestigiaram a estreia do musical. “O espetáculo é muito legal e explica um pouco do mundo dos musicais. Diversão do início ao fim”, comentou Barreiro.

“O espetáculo é incrível. Fala de um jeito lúdico da nossa vida real, das angústias, de estar sozinho, de buscar alguma coisa que te anime”, disse Julia, que também falou sobre o projeto de Teatro Musical do Sesi-SP. “Desejo só coisas boas, que o projeto floresça e frutifique para que a gente tenha lugar para estudar e se especializar.”


Convidados especiais

A crítica teatral Ilka Marinho Zanotto saiu encantada do teatro. “O espetáculo é fantástico! Gostei muito da participação do narrador, que vai nos contando a vida dele, e a gente passa a entender os motivos da depressão e da ansiedade do personagem. E o musical vem salvá-lo. É isso que comove e emociona.”

Acompanhada pelos netos, pela filha e pelo marido, Ilka disse que a opinião da família foi unânime. “Todos amaram!”, declarou a ex-presidente da Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA). “Se ainda pudesse, daria o prêmio do ano para ‘A Madrinha Embriagada’.”

Ator, palhaço e criador dos Doutores da Alegria, Wellington Nogueira também esteve na estreia deste sábado. “Adorei ‘A Madrinha Embriagada’! Que orgulho dá ver um espetáculo desse porte, produzido e adaptado para a nossa cultura, com as nossas histórias”, afirmou.

“Estou emocionado e feliz por ver a peça, porque me lembro do dia do lançamento do projeto de Teatro Musical do Sesi-SP, em maio. Sou da época das peças ‘O poeta da Vila e seus amores’ e ‘Chiquinha Gonzaga’, espetáculos que ficaram anos em cartaz, gratuitamente, sempre com filas para entrar. Eu saio daqui hoje na certeza que esse musical vai trazer tudo isso de volta, essa paixão do público pelo teatro, pela alegria, pela diversão.”

Criadores do musical que deu origem a ‘A Madrinha Embriagada’ elogiam versão brasileira

Guilherme Abati, Agência Indusnet Fiesp

Criadores de “The Drowsy Chaperone”, Don McKellar e Lisa Lambert, assistiram, na noite desta quarta-feira (14/08), “A Madrinha Embriagada”, versão brasileira da peça dirigida por Miguel Falabella.

“O espetáculo é muito bem feito e foi adaptado de um jeito tão inteligente para o público brasileiro pelo Miguel [Falabella]”, conta Lisa Lambert, que, ao lado de Greg Morrison, criou as músicas e letras de “The Drowsy Chaperone”.

“E com um elenco e um figurino maravilhosos. É uma honra ver seu trabalho adaptado de um jeito tão competente”, diz. “O espetáculo tem uma cara própria. Os atores criaram coisas originais. Adorei o que vi”, explicou a americana.

Lisa também falou sobre o projeto do Serviço Social da Indústria de São Paulo (Sesi-SP) e da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), que tornará os espetáculos musicais, geralmente eventos com alto custo para o público, acessíveis, gratuitos.

“Saber que esse musical faz parte de um projeto tão importante e que fará muita gente ter contato pela primeira vez com o gênero musical traz muita responsabilidade”, concluiu.

Dom McKeller, criador do texto original, também assistiu à peça e falou sobre as diferenças entre a versão brasileira e a original. “Muitas piadas que não funcionaram na nossa versão acabaram funcionando nessa”, disse.

Dom (o primeiro à esquerda) e Lisa: boa adaptação das piadas e do humor do musical. Foto: Everton Amaro/Fiesp

McKellar (primeiro à esquerda) e Lisa: versão brasileira da peça tem "cara própria". Foto: Everton Amaro/Fiesp


McKeller conta que ficou bastante animado e surpreso enquanto assistia a peça. “Essa versão é cheia de surpresas e novidades. É tão incrível saber que muitas pessoas verão ‘A Madrinha Embriagada’ e que a peça será a primeira experiência de muita gente com musicais”, concluiu.

“A Madrinha Embriagada” estreia no dia 17 de agosto para o público no Teatro do Sesi-SP. Trata-se de um espetáculo conhecido em todo o mundo e que estreou em 1988, em Toronto, no Canadá, chegando à Broadway em maio de 2006. De lá para cá, além do Canadá e dos Estados Unidos, foram várias montagens em países como a Inglaterra e o Japão.

Passada em 1928, a comédia musical é conduzida pelo “homem da poltrona”. O narrador em questão é um fã de musicais que, numa noite, decide parar para ouvir um de seus discos prediletos, chamado “A Madrinha Embriagada”. Dessa forma, os personagens das canções terminam invadindo a sua casa. E tem início a trama que tem tudo para encantar o público em sua temporada no Teatro do Sesi-SP.

Ingressos

Os ingressos para “A Madrinha Embriagada” são disponibilizados de forma inteiramente gratuita para reserva on-line no site do Sesi-SP pelo linkhttp://www.sesisp.org.br/meu-sesi.

Para as apresentações em agosto, os ingressos já estão esgotados.

Os ingressos para os próximos meses da temporada serão disponibilizados a partir do dia 20 do mês anterior.

O sistema será utilizado ao longo das 325 apresentações agendadas para a temporada – a última apresentação está programada para  29 de junho de 2014.

Espetáculo exibido no Centro Cultural Fiesp recebe oito indicações no Prêmio Bibi Ferreira

Agência Indusnet Fiesp

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Lancelote (Leonardo Miggiorin) e a bruxa Morgana (Vanessa Prieto) no palco do Sesi-SP. Foto: João Caldas/Divulgação

O espetáculo músico-teatral “Lampião e Lancelote”, que ficou em cartaz entre 14 de março e 30 de junho no Teatro do Sesi-SP, no Centro Cultural Fiesp, recebeu oito indicações para o Prêmio Bibi Ferreira, iniciativa que valorizar talentos do chamado teatro musical, transformando-se em selo de qualidade e excelência dos espetáculos do gênero em São Paulo.

As indicações foram nas seguintes categorias: “Melhor musical por voto popular”, “Melhor musical”, “Melhor musical brasileiro”, “Melhor Atriz [Luciana Carnieli]”, “Ator revelação em teatro musical [Daniel Infantini]”, “Melhor diretor [Debora Dubois]”, Melhor cenário [Duda Arruk]” e “Melhor figurino [Marcio Márcio Vinicius]”.

Adaptação da obra homônima de Fernando Vilela, a montagem tem direção de Débora Dubois e trilha de Zeca Baleiro. A narração, feita por Cássio Scapin, retrata o encontro inusitado entre o cavaleiro medieval Lancelote (Leonardo Miggiorin) e o cangaceiro Lampião (Daniel Infantini).

A cerimônia de premiação está marcada para o dia 9 de setembro, com entrega das estatuetas e a exibição de números musicais pela mestre de cerimônias, Alessandra Maestrini, e por estrelas do teatro musical, acompanhados pela Orquestra Jazz Sinfônica do Estado de São Paulo.

O prêmio faz uma reverência a uma diva do teatro musical brasileiro, Abigail Izquierdo Ferreira, mais conhecida como Bibi Ferreira, que vai receber uma homenagem na categoria “Premiação de Honra”.

As indicações em 15 categorias foram definidas por um comitê formado por cinco jurados: Rubens Ewald Filho, Ricardo Monteiro, Edna Ligieri, Michel Fernandes e Jamil Dias, em processo de seleção iniciado em julho de 2012.

A entrega dos prêmios será feita pelo “Comitê de Nomeação” do ano 2012/2013, formado por 25 profissionais de diversas áreas do Teatro Musical.

Mais informações: www.facebook.com/PremioBibiFerreira

Atores de ‘A Madrinha Embriagada’ falam sobre a peça e seus personagens

Ariett Gouveia, Agência Indusnet Fiesp

Ansiosos para a estreia, marcada para sábado (17/08), no Teatro do Sesi-SP, os atores da comédia musical “A Madrinha Embriagada” participaram nesta terça-feira (13/08) de uma coletiva de imprensa para apresentar o espetáculo, uma realização do Serviço Social da Indústria de São Paulo (Sesi-SP) e da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).

No encontro com jornalistas, o elenco falou sobre os ensaios e a construção dos personagens.


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Na foto, da esquerda para a direita: Saulo Vasconcelos, Kiara Sasso, Paula Capovilla, Stella Miranda, Ivan Parente, Sara Sarres, Fred Reuter e Cleto Baccic. Foto: Everton Amaro/Fiesp


Antes de assumir o papel de Jane Valadão, a atriz Sara Sarres estava em cartaz com o musical “Shrek”. Ela foi questionada sobre o motivo que a levou a trocar uma produção por outra.

“O ‘Shrek’ foi uma produção muito gostosa, além de ter sido meu primeiro contato com a comédia”, contou. “Mas a paixão por esse texto e por tudo que está acontecendo por trás dessa história que o Sesi-SP está ajudando a construir no teatro musical, não me deixou dúvidas. Eu me entreguei no primeiro segundo e estou imensamente feliz e orgulhosa por fazer parte desse projeto.”

Para Ivan Parente, o desafio foi fazer parte do elenco de um musical sem ter que cantar, já que ele faz o Homem da Poltrona, narrador da história. “Quando li as primeiras páginas da adaptação do Miguel [Falabella], eu me apaixonei, mesmo sabendo que meu personagem não iria cantar. Porque quando o narrador conta a história, que é também a história dele, ele acaba cantando por dentro”, disse o ator, emocionado.

“Da mesma forma que o narrador se identifica com os personagens, o mesmo vai acontecer com público. E, no palco, nós também vamos nos identificar com a plateia. É nesse momento é que há troca, que há teatro.

Kiara Sasso disse que precisou treinar o físico para dar conta dos ensaios do espetáculo. “A posição vocal que eu uso para a Eva nem exige tanto da minha voz. Então me preocupei mais com a dança, algo que eu não fazia tão intensamente há muito tempo. Nos ensaios, ou eu cantava ou dançava, não conseguia fazer os dois e aos poucos criei físico para conseguir fazer isso de novo”, confessou a atriz, que revelou estar apaixonada pela personagem. “Eva é hilária, só fala besteira e tem tiradas incríveis. Por causa dela, estou casando com o Saulo Vasconcelos pela quinta vez nos palcos”, brincou Kiara.

Intérprete da “madrinha embriagada”, Stella Miranda viu a produção original, mas fez questão de afirmar que sua personagem é 100% brasileira. “Claro que é imprescindível assistir o original, até pela base estrutural. Mas o teatro é uma coisa efêmera, que só acontece ao vivo. Eu sentiria até dificuldade se tivesse que fazer algo igualzinho ao original. Como não é o caso nessa peça, eu me inspirei e fiz a nossa ‘madrinha embriagada’. E confesso que quando vejo o nosso espetáculo, gosto mais dele do que o original, que me perdoem os autores!”

‘Fiesp e Sesi-SP se dedicaram de corpo e alma a esse projeto’, afirma diretor da Fiesp sobre ‘A Madrinha Embriagada’

Ariett Gouveia, Agência Indusnet Fiesp

Com tudo pronto para a grande estreia, foi realizada nesta terça-feira (13/08) a coletiva de imprensa com os responsáveis pelo espetáculo musical “A Madrinha Embriagada”.

Participaram do encontro com os jornalistas representantes da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), do Serviço Social da Indústria de São Paulo (Sesi-SP), diretores e equipe técnica, autores da peça original e o elenco.

“Nós não podíamos estar mais contentes”, declarou o diretor titular do Departamento de Infraestrutura da Fiesp (Deinfra), Carlos Cavalcanti, ao falar da grande procura pelos ingressos do espetáculo. Os ingressos para as apresentações de agosto esgotaram em 36 horas depois de serem disponibilizados para reserva on-line.

“Nosso objetivo está sendo cumprido que é o de oferecer um espetáculo de primeira qualidade para atingir um público que seja tocado por essa experiência e alimente a indústria de teatro musical. A Fiesp e o Sesi-SP se dedicaram de corpo e alma a esse projeto.”

O superintendente operacional do Sesi-SP, Walter Vicioni Gonçalves, citou o espetáculo como um típico caso da chamada “pedagogia do exemplo”, conceito seguido pela instituição.

“Para começar nosso projeto educacional em teatro musical, precisávamos de uma peça como essa, um exemplo de atores, diretores, músicos e todas as manifestações artísticas”. Ele também falou sobre as outras atividades do projeto: workshops de teatro musical nas escolas do Sesi-SP e o curso de formação de atores.

Criação e adaptação

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A coletiva de imprensa do musical no Teatro do Sesi-SP: dedicação total ao projeto. Foto: Everton Amaro/Fiesp


Responsável pela adaptação da peça original e diretor do espetáculo, Miguel Falabella reforçou sua emoção por fazer parte do projeto do Sesi-SP. “Quantas pessoas, que nunca foram ao teatro, virão e assistirão um musical pela primeira vez?”

O diretor também falou sobre a ideia de adaptar a peça original “The Drowsy Chaperone” para a realidade brasileira. “O musical é uma homenagem à revista musical e aos atores e profissionais de comédia musical. Como a peça se passa em 1928 e estamos na avenida Paulista, em frente ao Masp, não faria sentido fazer esse espetáculo sem mostrar o modernismo que explodiu nos anos 20 na cidade de São Paulo.”

Falabella também falou sobra a facilidade de trabalhar com o experiente e talentoso elenco do espetáculo. “Temos a nata do musical brasileiro no palco. Trabalhar com essas pessoas é como jogar futebol com profissionais. A bola vem no pé, já vem pronto para fazer o gol. Com essas pessoas desse nível e o bom material dramático que temos, tudo funciona.”

Para o autor do texto original, Don McKellar, ver a peça encenada no Brasil é a conquista de um sonho. “Os musicais dos anos 20 sempre terminavam no Brasil, porque nessa época a música brasileira começou a chegar e conquistar as pessoas nos Estados Unidos e na Europa. Para mim, estar no Brasil com esse texto é o encerramento perfeito do ciclo de ‘The Drowsy Chaperone’.”

A autora das canções originais, Lisa Lambert, disse estar ansiosa para ver a versão brasileira. “Vi duas cenas do musical e achei maravilhosas. Estou muito feliz por fazer parte desse projeto. Ainda não vi tudo, mas confesso que prefiro a tradução ‘Surpresa Fatal’ do que a versão original, ‘Toledo Surprise’.”

Musical que inspirou ‘A Madrinha Embriagada’ foi o mais premiado da Broadway em 2006

Agência Indusnet Fiesp

“A Madrinha Embriagada”, espetáculo que vai estrear no dia 17 de agosto para o público no Teatro do Sesi-SP, é uma adaptação do musical mais premiado da Broadway em 2006, com cinco prêmios entre as 13 indicações recebidas: “The Drowsy Chaperone”, de Bob Martin e Don McKellar. Dirigido por Miguel Falabella, “A Madrinha Embriagada” é fruto da iniciativa do Serviço Social da Indústria de São Paulo (Sesi-SP) e da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).

O espetáculo é conhecido em todo o mundo e estreou em 1988, em Toronto, no Canadá, chegando à Broadway em maio de 2006. De lá para cá, além do Canadá e dos Estados Unidos, foram várias montagens em países como a Inglaterra e o Japão.

Atores durante ensaio de "A Madrinha Embriagada": montagem brasileira tem direção de Miguel Falabella. Foto: Ayrton Vignola/Fiesp

Atores durante ensaio de "A Madrinha Embriagada": direção de Miguel Falabella. Foto: Ayrton Vignola/Fiesp


Os cinco Tony Awards recebidos por “The Drowsy Chaperone” em 2006 representam o principal reconhecimento que a obra poderia receber na área, na cena norte-americana.

Ambientada nos anos 1920, mais exatamente em 1928, a comédia musical traz, além do charme daquela época, um narrador nada convencional: o “homem da poltrona”. De quem se trata? De um fã de musicais que, uma determinada noite, decide parar para ouvir um de seus discos prediletos, chamado “A Madrinha Embriagada”. Dessa forma, os personagens das canções terminam invadindo a sua casa. E tem início a trama.

Na montagem brasileira, o “homem da poltrona” será interpretado por Ivan Parente, conhecido, entre outros trabalhos, pela sua participação em “Alô Dolly”, “Pinóquio” e “O Mágico de Oz”. Parente não é a única estrela do espetáculo, formado por um time de 25 estrelas conhecidas de musicais, como Stella Miranda (a madrinha embriagada), Saulo Vasconcelos (Feldzieg) e Kiara Sasso (Kitty), apenas para citar alguns nomes.

Mesmo permanecendo fiel à essência irreverente do original, Miguel Falabella se encarregou de dar um toque brasileiro à obra. Brasileiro e paulistano, mais exatamente. Tudo para que o público se reconheça na São Paulo dos anos 1920 apresentada no palco.

As músicas e letras são de Lisa Lambert e Greg Morrison, com figurinos de Fause Haten.

Frederico Reuter: Falabella foi genial ao adaptar ‘A Madrinha Embriagada’ para a realidade de São Paulo

Dulce Moraes e Talita Camargo, Agência Indusnet Fiesp

Conhecido pela atuação na novela “Aquele Beijo”, na Rede Globo, Frederico Reuter está ansioso para interpretar Roberto, o noivo de Jane (Sara Sarres), em “A Madrinha Embriagada”. Mas garante não ter tensão pré-estreia. Afinal, o ator acumula experiência em musicais como “Os Produtores”, “Hairspray” e o recente “Alô Dolly”.

Em entrevista durante a primeira fase de ensaios, ainda em um estúdio no bairro da Vila Madalena, Reuter revela que um dos pontos altos do espetáculo, que entra em cartaz no dia 17 de agosto, no Teatro do Sesi-SP,  é a adaptação feita pelo diretor Miguel Falabella de “The Drowsy Chaperone”, obra de Bob Martin e Don McKellar.

“O Miguel [Falabella] foi genial na adaptação do texto porque trouxe a peça para São Paulo, o que foi uma forma de homenagear a cidade, onde a peça ficará em cartaz. Há muitas referências daqui”, diz Reuter.

Reuter: experiência em musicais e nada de tensão pré-estreia. Foto: Ayrton Vignola/Fiesp

Reuter: experiência e nada de tensão pré-estreia para 'A Madrinha Embrigada' . Foto: Ayrton Vignola/Fiesp


O ator conta ainda a sensação de trabalhar simultaneamente para dois musicais – em meio aos ensaios, estava em cartaz com “Alô, Dolly”

A seguir, leia trechos da entrevista de Frederico Reuter.

Ansiedade

“A gente sempre fica um pouquinho ansioso para a estreia, mas acho que todo mundo aqui já fez muitos musicais. É claro que tem a expectativa, mas não tem o pânico e o nervosismo porque já passamos por isso várias vezes.”

Fôlego de dois espetáculos

“Eu estava em cartaz com o ‘Alô Dolly’ e nunca tinha feito isso antes, de ensaiar um musical estando em cartaz com outro. Essa é uma rotina muito puxada. Mas agora que o ‘Dolly’ acabou, já dá para dar uma descansada, até vocalmente. Era esforço demais. Por exemplo, no sábado eu acordava às 8h, ensaiava das 9h às 16h, saía daqui direto para o teatro e fazia duas sessões seguidas de ‘Dolly’. Então, eu chegava em casa quase morto.”

O cuidado com a voz

“Quando você estuda canto, aprende a usar sua voz mesmo nos agudos, aos gritos, ou nos graves. Você usa de uma maneira que não se machuca. Então, eu não fico rouco e nem tenho nenhum problema grave em função da técnica. Mas que você fica cansado, isso fica. É um esforço maior cantar algo simples. Mas agora que acabou ‘Dolly’, está mais tranquilo.”

Temporada no Sesi-SP

“A carga horária de ‘A Madrinha Embriagada’ é mais pesada, com oito apresentações semanais. Isso é novo para mim. Por mais que o espetáculo seja mais curto que os outros musicais, que têm em média três horas de duração, ainda assim vai ser puxado. Mas para quem gosta de palco e de musical… A gente reclama, mas adora! (risos).”

Sonho de consumo para qualquer ator

“A proposta do Sesi-SP em trazer esse novo público para o musical é maravilhoso. Eu moro no Rio e o primeiro musical que eu fiz foi o “Império”, com a Stella Miranda, inclusive. Era no Teatro Municipal e, na época, havia uma lei no Rio – não sei se ainda tem – que, todo primeiro domingo de cada mês, era entrada franca. E é outro público. É maravilhoso porque eles vão para gostar, eles vibram, são mais espontâneos, eles aplaudem cena aberta o tempo inteiro. Então, ter uma temporada de um ano com um público assim é o sonho de consumo de qualquer ator. ”

Miguel Falabella

 “O Miguel [Falabella] instaura um clima de muita amizade, de cordialidade. Ele brinca bastante e esculacha com humor. Então, você não se sente mal. Ele também cria essa coisa da união, todo mundo junto e não separa quem é protagonista e bailarino: é todo mundo junto e muito divertido. E mais da metade desse elenco já tinha trabalhado em outros musicais. É meio um ‘familhão’, né? ”

Musical com a cara de São Paulo

O Miguel [Falabella] foi genial na adaptação do texto, porque ele trouxe a peça para São Paulo, o que foi uma forma de homenagear a cidade, onde a peça ficará em cartaz. Há muitas referências daqui, como o encanador, que na versão original é chinês, mas aqui será do bairro da Mooca, com um sotaque bem forte. E o público vai se identificar de cara com isso. O Miguel foi genial nessa adaptação, porque aproximou o público da realidade, sem perder as características do original.”

Sara Sarres: projeto do Sesi-SP em teatro musical é ‘realização de um sonho’

Dulce Moraes e Talita Camargo, Agência Indusnet Fiesp

A atriz Sara Sarres é uma jovem veterana dos musicais. Investiu em sua vocação desde cedo, quando tinha seis ou sete anos e começou a estudar na Escola de Música de Brasília. Estreou nos palcos aos 15 e, com apenas 33, já participou de montagens de “O Fantasma da Ópera”, “Les Miserables”, “Cats”, “Shrek” e “Família Addams”.

Seu desafio, agora, é interpretar Jane Valadão, personagem de “A Madrinha Embriagada”, espetáculo que entra em cartaz no dia 17 de agosto, no Teatro do Sesi-SP, em iniciativa que tem realização do Serviço Social da Indústria de São Paulo (Sesi-SP) e da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).

Sara: orgulho de interpretar Jane Valadão no musical do Sesi-SP. Foto: Ayrton Vignola/Fiesp

Sara: desafio e orgulho de interpretar Jane Valadão no musical do Sesi-SP. Foto: Ayrton Vignola/Fiesp


Do alto dessa experiência, Sara não poupa elogios ao projeto educacional em teatro musical do Sesi-SP, que, além do espetáculo gratuito, inclui oficinas de vivência em teatro musical para alunos do Sesi-SP e a abertura de um curso de formação, em 2014, de atores para esse segmento.

“Queria eu que, na minha época, quando eu estava começando, tivesse tido a oportunidade de ver essa peça – porque eu não tinha condições – e de poder voltar e assistir novamente, e de poder estudar em algum lugar, porque não existia essa possibilidade. Para mim, é um sonho se realizando”, diz ela em entrevista.

Leia a seguir os principais trechos da entrevista de Sara Sarres.

Ansiedade para a estreia

“A expectativa é a maior possível. Nessa fase, ficamos muito animados, é lógico, mas também bastante preocupados em deixar tudo pronto. É muita informação, aprendemos muita coisa, cantamos, dançamos, tudo junto. É uma euforia nesse período.”

Dores físicas fazem parte da profissão

“Nessa fase, os ensaios são bem puxados. De terça a sábado, das 9h às 18h. No teatro, fica ainda mais puxado, com uma rotina de 12 horas diárias de ensaios técnicos, com figurinos, cenário, iluminaçãoe e etecetera, sem folga. É uma rotina de muito esforço e o corpo sofre um pouquinho porque temos muita repetição. Agora, nosso corpo fica em atividade por oito horas seguidas, sem parar. Sentimos dores, mas faz parte do trabalho e da nossa profissão.”

Cuidados com a voz e com o corpo

“Não existe um preparo vocal para o espetáculo. O que acontece são ensaios musicais. Cada ator é responsável pela qualidade e técnica de sua própria voz. Eu faço ‘vocalize’ (técnica de aquecimento vocal) antes de vir para os ensaios e, como comecei a estudar canto aos onze anos, eu já uso automaticamente minha técnica sem forçar muito a voz durante o dia todo. Mas é lógico que, nesse período de ensaios, há uma preocupação maior: dormir bem, beber muita água, falar pouco – não dá para sair e ficar conversando com música alta, ficar fofocando e nem brigar com o namorado (risos). Temos que dosar para a voz render as oito horas diárias de ensaios. ”

Velhos conhecidos de palco

“A maioria do elenco já trabalhou junto em algum momento. Nós começamos juntos e é muito bacana ver que os anos passaram e cada um se consagrou em um determinado momento, todo mundo com a carreira consolidada. E nos encontrarmos agora, para fazer esse projeto lindo, deixa todo mundo muito feliz”.

Sobre o diretor

“O Miguel [Falabella] é um amor. É hilariante trabalhar com ele, você fica hipnotizada. Ele faz rir, consegue arrancar o melhor de cada ator e é um diretor muito generoso. ‘A Madrinha Embriagada’ tem um ótimo padrinho.”

Espetáculo para o público

“Nós somos pioneiros em fazer um espetáculo desse tamanho em que existe a preocupação com o público. E fazer parte de um espetáculo como o ‘A Madrinha Embriagada’, que integra um projeto como o do Sesi-SP, é um orgulho sem igual. É maravilhoso ver esse público que nunca pode ter acesso a um musical da Broadway, como deve ser, com atores cantando, dançando e interpretando, tudo ao mesmo tempo. Toda essa integração com o público, que vai poder ver durante onze meses essa peça, gratuitamente, e desses alunos, que vão ingressar nesse projeto educacional para se formar, me deixa radiante.”

Realização de um sonho

“Vai ser ótimo para os alunos que estão ingressando agora no projeto educacional. Eles podem ver que têm que dominar as três áreas (canto, dança e interpretação), o que não existia até então. Será um curso de formação preparatório para cantar, dançar e interpretar ao mesmo tempo. Queria eu que na minha época, quando eu estava começando, tivesse tido essa oportunidade de ver essa peça – porque eu não tinha condições – e de poder voltar e assistir novamente, e de poder estudar em algum lugar, porque não existia. Para mim, é um sonho se realizando.”

Fio condutor em ‘A Madrinha Embriagada’, Ivan Parente fala sobre andamento dos ensaios antes da estreia

Dulce Moraes e Talita Camargo, Agência Indusnet Fiesp

Em “The Drowsy Chaperone”, musical de Bob Martin e Don McKellar, um personagem – “The Man in the Chair” – é o fio condutor da narrativa vista no palco. Em “A Madrinha Embriagada”, montagem brasileira do espetáculo, com estreia marcada para o dia 17 de agosto, no Teatro do Sesi-SP, o “Homem da Poltrona” já tem dono.

É o ator Ivan Parente, cujo currículo ostenta musicais como “Alô Dolly”, “Pinóquio” e “O Mágico de Oz”. “Tenho que estar o tempo todo nos ensaios para saber o que eles estão fazendo e ver como posso interagir”, revela Parente.

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Ivan Parente: o "homem da poltrona" a todo vapor nos ensaios do musical. Foto: Ayrton Vignola/Fiesp


Em entrevista durante os ensaios, ele fala sobre como está o andamento dos trabalhos com o diretor Miguel Falabella e os colegas do elenco – formado por nomes como Stella Miranda (“South American Way”) e Paula Capovilla (“A Família Addams”), entre muitos outros.

O ator comenta ainda o desafio de encenar a peça oito vezes por semana, conforme prevê a programação do espetáculo – uma realização do Serviço Social da Indústria de São Paulo (Sesi-SP) e da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), em projeto educacional que, além de formar plateias, inclui oficinas de vivência em teatro musical para alunos do Sesi-SP e um curso de formação de atores para esse segmento.

Leia abaixo os principais trechos da entrevista de Ivan Parente.

O ritmo dos ensaios

“Estamos num ritmo enlouquecido de ensaios, das 9h às 18h, de terça a sábado. É bem puxado, tem muita coreografia, tem muito texto e o Miguel [Falabella] está com a gente quase todos os dias. Para mim está sendo cansativo porque eu estava no elenco de “Alô Dolly” [musical também dirigido por Falabella, que ficou em cartaz até 14/07, em São Paulo]. Mas é ótimo!”

Interação dos personagens

“Quando chegamos [ao local de ensaios], aquecemos a voz e o corpo e já vamos para a parte de coreografia. Na verdade, eu não tenho muita coreografia porque interpreto o “Homem da Poltrona” e fico bastante tempo sentado. Mas estou sempre interagindo com o elenco. Então, tenho que estar o tempo todo nos ensaios para saber o que eles estão fazendo. Temos que estar super focados e com o texto na ponta da língua. Tenho textos de uns 40 minutos falando sem parar, contando essas histórias deliciosas dos personagens de “A Madrinha Embriagada”, que está ambientada em 1928. Está sendo cansativo. Temos que preservar a voz e não conseguimos sair à noite, mas é uma delícia!”

Uma temporada ‘intensa’

“Estamos acostumados a fazer de cinco a seis espetáculos por semana. Mas “A Madrinha Embriagada” terá oito apresentações semanais. E, realmente, teremos que estar bem descansados, bem preparados, muito focados e muito tonificados porque não vai ser fácil. Duas horas de espetáculo é um tempo curto perto de outros musicais, mas como o espetáculo é uma fantasia da cabeça do “homem da poltrona”, tudo tem muita intensidade, pois é como um sonho. Tudo é três vezes maior. Os personagens têm três vezes mais energia.”

O elenco

“O Miguel [Falabella] escolheu um elenco delicioso. E é um privilégio estar com eles. Todo mundo faz musical há anos, mas mesmo assim temos que nos cuidar porque a experiência não significa que estamos acostumados.”

Ponto alto 

“Para o “Homem da Poltrona” há vários momentos muito emocionantes na peça. De certa forma, parece que é um pouco da vida dele em cada momento do espetáculo, mesmo que pareça aquela maluquice que todo mundo vai ver. Mas acho que o momento mais emocionante é quando ele fala de relacionamento. Ele é uma pessoa muito sozinha. É muito difícil para ele se relacionar. Então, ele fica dentro do apartamento, escutando seus discos, não sai muito. Assim, quando fala em relacionamento – seja com homem ou mulher –, ele fica muito tocado. Acho que esse é o momento mais emocionante dele na peça. E o final, que não dá para contar (risos), também é muito emocionante.”

Saiba mais sobre o projeto educacional do Sesi-SP em teatro musical: www.sesisp.org.br/Cultura/teatro-musical-espetaculo.htm

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Foto: Paulo Skaf acompanha ensaio do elenco de ‘A Madrinha Embriagada’

Agência Indusnet Fiesp

O presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e do Serviço Social da Indústria de São Paulo (Sesi-SP), Paulo Skaf, fez uma rápida visita na semana passada (02/07) aos ensaios do elenco de “A Madrinha Embriagada”, em São Paulo. Skaf esteve com o diretor do espetáculo, Miguel Fallabella, e com a atriz Stella Miranda, entre outras estrelas do gênero.

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Presidente da Fiesp e do Sesi-SP entre Stella Miranda e Miguel Fallabella. Foto: Ayrton Vignola/Fiesp


A peça, que integra o Projeto do Sesi-SP em Teatro Musical, tem estreia programada para o dia 14 de agosto, no Teatro do Sesi São Paulo, no Centro Cultural Fiesp – Ruth Cardoso. O musical fica em cartaz por 11 meses, em um total de 325 apresentações (oito sessões por semana, sendo duas exclusivas para agendamentos de instituições de ensino públicas e privadas).

Além de montar uma peça, a iniciativa inclui oficinas de vivência em teatro musical para alunos do Sesi-SP, com inscrições em andamento; e o início de um curso de formação, em 2014, de atores para esse segmento.

Na semana passada, a Folha de S. Paulo dedicou a primeira página do caderno Ilustrada à produção de “A Madrinha Embriagada” – clique aqui para ler a matéria no site do jornal (sujeito ao sistema paywall).