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Subsídio a moradia deve ser programa de Estado, diz diretor da Fiesp a jornal

Carlos Eduardo Pedrosa Auricchio é um dos entrevistados em reportagem do Brasil Econômico sobre o programa Minha Casa, Minha Vida

Agência Indusnet Fiesp

No estado de São Paulo, as contratações do programa Minha Casa, Minha Vida cresceram abaixo da média nacional em 2013. Os recursos contratados cresceram 26,9% no país, mais de dez pontos percentuais acima da observada na mais populosa unidade da federação.

Os números fazem parte de um estudo de Departamento da Indústria da Construção (Deconcic) da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).

Na opinião do diretor Carlos Eduardo Pedrosa Auricchio, titular do Deconcic, o subsídio à construção de moradias para a população de baixa renda deveria ser um programa de Estado, não necessariamente vinculado a um governo.

“Dessa forma poderá seguir independentemente da orientação política dos governantes do país.”