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Paulo Skaf é o entrevistado da jornalista Maria Lydia, na TV Gazeta, nesta quarta-feira

Paulo Skaf debateu o atual cenário político-econômico do país e pregou diálogo com o governo federal e o Congresso Nacional. "É preciso acreditar no Brasil", afirmou

Agência Indusnet Fiesp

O presidente da Federação e do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp/Ciesp), Paulo Skaf, foi o entrevistado, nesta quarta-feira (17/4), da jornalista Maria Lydia, em seu programa na TV Gazeta. Em pauta, os primeiros 100 dias do governo do presidente Jair Bolsonaro. No Jornal da Gazeta, a análise do atual cenário político-econômico do Brasil, a expectativa em torno da reforma da Previdência, e os impactos para a indústria.

Questionado pela jornalista sobre o aumento anunciado no preço do diesel, pela Petrobras, o presidente da Fiesp defendeu a privatização, pois “não se pode ter monopólio do refino. É importante para o mercado funcionar, se regular.  É preciso privatizar rapidamente as refinarias para se alcançar um comportamento de mercado e existir concorrência”, defendeu, ao frisar que o atual sistema pesa nas costas dos brasileiros e dos empresários. Paulo Skaf enfatizou que todos querem a privatização: a Petrobras, a sociedade, o setor empresarial.

Skaf defendeu o diálogo com o governo federal no comando há apenas três meses e com o Congresso, há dois, que registrou 50% de renovação dos seus parlamentares. “É preciso tempo para a acomodação”, disse, confiante na aprovação da reforma da Previdência ainda neste primeiro semestre, na Câmara dos Deputados.

O representante do setor industrial lembrou que hoje 52% do orçamento da União vai para a Previdência. “Em 15 anos irá 100%, se nada for feito e não sobrará nada, nem para a segurança e nem para a educação. É preciso aprovar uma reforma com impacto que ajude o país”.

Na entrevista, Skaf também defendeu a retomada do crescimento econômico, do desenvolvimento e da industria nacional. Para avançar é preciso superar as ‘pautas velhas’, frisou, como as reformas da Previdência e Tributária, e focar na indústria 4.0, na realidade virtual e Inteligência Artificial e no cenário das novas profissões que irão surgir.

“É preciso acreditar no Brasil”, afirmou Paulo Skaf, ao refletir a confiança que continua por parte do empresariado quanto aos investimentos e à volta da geração de empregos. Imagem relacionada a matéria - Id: 1558959874