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Sesi-SP apresenta iniciativas de atendimento à população vulnerável, durante a pandemia, e apoio aos estudantes da rede

Em encontro do Comtextil, superintendente do Sesi-SP elenca ações tomadas na crise sanitária e também tratou do legado na gestão Paulo Skaf 

Clarissa Viana, Agência Indusnet Fiesp 

Nessa terça-feira (27/ 7), o superintendente do Sesi-SP, Alexandre Pflug, conversou com os membros do Comitê da Cadeia Produtiva da Indústria Têxtil, Confecções e Vestuário da Fiesp (Comtextil) sobre as ações adotadas pelo Sesi-SP durante a pandemia, o panorama atual da educação e os principais legados da gestão Paulo Skaf, que se encerra em dezembro.

“Como entidade responsável também pela questão social da indústria, temos a tarefa de atender aos industriários e à comunidade, e por isso, trabalhamos muito para fornecer os melhores serviços a esses públicos. Ao longo da gestão do presidente Paulo Skaf, nosso trabalho foi de melhorar a qualidade das escolas e das instalações esportivas até o desenvolvimento do nosso próprio método educacional e à formação dos nossos professores com base nos melhores currículos”, resumiu Alexandre Pflug. Ele também demonstrou como o Sesi-SP manteve o planejamento educacional desde o início da pandemia: o ensino híbrido (parcialmente on-line e parcialmente presencial), o desconto para todos os alunos – além dos descontos para alunos cujos pais tiveram redução ou perda de renda; os empréstimos de computadores e modem para que os estudantes acompanhassem as aulas em casa; a plataforma Conexão Digital, com o conteúdo letivo.

Durante a reunião, os membros do Comtextil conheceram as iniciativas do Sesi de apoio a grupos vulneráveis, mais atingidos pelas ações de distanciamento social adotadas para diminuir a circulação do coronavírus, como o guia de apoio às indústrias, com a testagem em domicílio dos colaboradores, o centro de acolhimento pós-covid para tratar possíveis sequelas, a produção de 9 milhões de refeições nas cozinhas das escolas para as populações vulneráveis e campanhas de arrecadação de alimentos e agasalhos. Todas essas ações tiveram muito impacto para as comunidades do Sesi-SP, além da satisfação pessoal, segundo Pflug.

“Ninguém consegue, na iniciativa privada ou na administração pública, entregar educação com a qualidade e nos moldes que o Sesi-SP entrega, em São Paulo e no Brasil”, afirmou Luiz Tozi, diretor da Fatec de São José dos Campos e membro do Comitê, parabenizando o superintendente pelo trabalho ao longo da pandemia do novo coronavírus.

A capilaridade do método de ensino do Sesi-SP – utilizado por prefeituras de cidades que não contam com uma escola da rede – também rendeu elogios do diretor titular do Comtextil, Elias Miguel Haddad: “Como parte da atuação social para a indústria, vocês fizeram um excelente trabalho durante toda a gestão do presidente Paulo Skaf”, concluiu.

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