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“Sempre fui apaixonada pelas micro e pequenas empresas”, diz Luiza Trajano

Empresária falou sobre a importância de conhecer o perfil do consumidor, priorizar o atendimento ao cliente e investir na gestão de pessoas

Rosângela Bezerra, Agência Indusnet Fiesp

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Luiza Trajano, presidente do Magazine Luiza, encerrou o VI Congresso da Micro e Pequena Indústria da Fiesp

“Na Europa é assim: PPP – Pense Primeiro nas Pequenas, porque no mundo elas são responsáveis pela geração de empregos. Eu sempre fui muito apaixonada pelas pequenas e micro empresas”, disse a empresária Luiza Helena Trajano, durante a palestra de encerramento do VI Congresso da Micro e Pequena Indústria, promovido nesta terça-feira (18) pela Fiesp.

A presidente do Magazine Luiza lembrou que o consumidor adora comprar e que as indústrias têm investido muito para entender como ele se comporta. E ressaltou a importância de as empresas conhecerem a cultura regional brasileira para saber quais são as preferências de cada população, bem como o perfil desses consumidores, a fim de priorizar o atendimento ao cliente.

“Tenho uma linha direta com o cliente. Sou ligada no consumidor 24 horas por dia, pois é ele quem paga as minhas contas. Telefono para o meu cliente e peço desculpas pelas falhas ocorridas”, afirmou a empresária que também integra o Conselho Superior Estratégico da Fiesp, o que, segundo ela, tem contribuído bastante para aprimorar seu perfil. “Antes eu era muito focada no varejo. Neste Conselho, convivo com pessoas de outras áreas e isso me ajuda a entender melhor como a indústria funciona.”

Luiza Trajano aconselhou os empresários das micro e pequenas empresas a estarem atentos para aprender com seus colaboradores, e ressaltou a importância da capacidade de inspirar as pessoas a desempenharem suas funções cada vez melhor.

Ao avaliar o cenário econômico internacional, a empresária observou que o País está mais bem preparado para enfrentar a atual crise mundial do que em 2008. “Hoje toda crise global respinga aqui, mas muito menos no Brasil do que em outros países. O País tem reservas. Nós temos consumo interno”, finalizou.