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Retrospectiva 2014 – Combate à pirataria e Copa foram as frentes na área de Segurança

Alice Assunção, Agência Indusnet Fiesp

Imagem relacionada a matéria - Id: 1606291862Além de liderar missões internacionais a Israel e à cidade de Atlanta (EUA), o Departamento de Segurança (Deseg) da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) discutiu amplamente sobre os legados da Copa do Mundo 2014 para o setor de segurança do Brasil.

Também promoveu uma ampla discussão sobre o combate à ilegalidade da pirataria no Brasil.


NOTÍCIAS DE DESTAQUE EM 2014



NOVEMBRO

Nesse mês, o Deseg/Fiesp encabeçou uma missão para Israel, em uma agenda de visitas técnicas aos mais importantes sistemas de infraestrutura para observar uma demonstração de novas tecnologias e metodologias utilizadas na região.

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Ricardo Lerner: “A pirataria afeta toda a cadeia produtiva. E sem dúvida que os pequenos produtores sentem mais”. Foto: Tâmna Waqued/Fiesp

Em entrevista ao site da Fiesp, o vice-presidente e diretor titular do Deseg/Fiesp, Ricardo Lerner, afirma que é preciso uma integração maior entre os poderes para combate à pirataria e à ilegalidade. “São emaranhados de leis tão complicadas que a aplicação delas fica prejudicada. Em alguns casos só a prefeitura pode atuar e, em outros, só o governo estadual ou a Polícia Federal. O que precisamos é uma somatória de ações, dentre elas, juros internacionalmente competitivos para formar capital de giro nas empresas.” >> Leia mais

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Especialistas debatem o combate à pirataria e rastreabilidade de produtos originais. Foto: Tâmna Waqued/Fiesp

OUTUBRO

O Deseg/Fiesp organizou o seminário “A Ilegalidade e seu Impacto na Competitividade da Indústria Brasileira”, que reuniu atores do setor para discutir métodos de combate à pirataria e impacto dessa prática ilegal em todos os elos da indústria.

Na abertura do seminário, o diretor titular do Deseg/Fiesp, Ricardo Lerner, disse que os prejuízos para empresas e governos, estimados em mais de R$ 30 bilhões, exigem uma solução do mesmo tamanho. “A pirataria é como um câncer, come pelas bordas, é silenciosa. E, quando menos espera, toma o mercado. E tomando o mercado, os empregos da indústria de transformação acabam e vão para outro país”, afirmou Lerner. >> Leia mais 

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Rodolpho Ramazzini, da ABCF: “Brasil perde muito dinheiro com a sonegação de impostos”. Foto: Tâmna Waqued/Fiesp

No evento, o diretor da Associação Brasileira de Combate à Falsificação (ABCF), Rodolpho Ramazzini, disse que o Brasil perde R$ 100 bilhões por ano em impostos que deixam de serem cobrados por conta da prática comercial de produtos piratas.  Dados do Fórum Nacional Contra a Pirataria e a Ilegalidade (FNCP) mostram que a economia subterrânea movimentou mais de R$ 782 bilhões no ano passado. A cifra supera o Produto Interno Bruto (PIB) da Colômbia e fica abaixo apenas do PIB do Brasil, México e Argentina. >> Leia mais 

No encerramento do seminário, o especialista em segurança de documentos e gerente nacional de vendas da RR Donnelley, Antonio Rebouças de França Filho, destacou que a operação de rastreabilidade de processos e origens pode ajudar o país a estancar “a sangria que é a ilegalidade”. >> Leia mais

SETEMBRO

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Delegação conheceu estratégias de segurança utilizadas em locais de infraestruturas críticas. Foto: Divulgação

Desde o final de setembro até o início de outubro, um outro grupo coordenado pelo Deseg/Fiesp realizou uma missão internacional e visitou instalações em Atlanta, nos Estados Unidos, como as do aeroporto Hartsfiled-Jackson, com mais de 635 mil metros quadrados e 94 milhões de passageiros por ano, as do estádio de beisebol Turner Field, que foi palco dos Jogos Olímpicos de 1996, e as do centro de comando e controle da Polícia de Atlanta, onde 92% das ligações são atendidas em até 10 segundos.  >> Leia mais 

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Evento debateu a interligação entre as diversas áreas de segurança pública do país. Foto: Helcio Nagamine/Fiesp

O Deseg/Fiesp organizou o seminário “Copa do Mundo Fifa 2014 – Resultados e Legados para a Segurança Pública do Brasil”. No encontro, especialistas, autoridades e empresários fizeram um balanço dos desafios enfrentados nas estratégias de segurança desempenhadas durante um dos principais eventos de esporte do mundo. >> Leia mais

O secretário da Secretaria Extraordinária de Segurança para Grandes Eventos (Sesge), Andrei Augusto Passos Rodrigues, declarou na ocasião do encontro que o evento atendeu todos os itens de uma proposta encaminhada pela Fiesp no que diz respeito a legislação, tecnologia, gestão e integração de ações. “O modelo empregado na Copa 2014, que foi do Estado Brasileiro e não de governo o partido, funcionou. E o Brasil pode ser considerado, hoje, exemplo de organização de grandes eventos”, avaliou. >> Leia mais

MARÇO

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Ricardo Lerner e Selma Migliori na Exposec. Foto: Everton Amaro/Fiesp

Os diretores do Deseg/Fiesp também participaram, em março deste ano, da International Security Fair 2014, a Exposec. A feira é uma das principais vitrines tecnológicas do setor na América Latina.

Na ocasião, Ricardo Lerner afirmou que “a indústria da segurança eletrônica brasileira compete atualmente com a de qualquer outro país do mundo”. >> Leia mais


FEVEREIRO

O Deseg/Fiesp realizou o segundo “Seminário Geral de Segurança para a Copa do Mundo Fifa 2014”, uma oportunidade para debates, entre autoridades e especialistas, sobre a preparação do país para o Mundial no que se refere à segurança. >> Leia mais

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A solenidade de abertura do seminário sobre segurança na Copa do Mundo no Brasil. Foto: Everton Amaro/Fiesp

Também diretor do Deseg, Ricardo Franco Coelho, afirmou na ocasião que as políticas de operações de segurança estabelecidas demandariam “um grande desafio de governança, exigindo forte integração entre todos os participantes”. >> Leia mais