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Programa de esporte do Sesi pode ajudar Brasil nas Olimpíadas, diz ministro

Segundo Orlando Silva, SESI-SPesporte pode render frutos ao oferecer infraestrutura em 20 modalidades de alto rendimento a novos atletas

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Orlando Silva Jr. entrega a Paulo Skaf Cartilha da Lei de Incentivo ao Esporte

O Programa Esporte de Rendimento do Serviço Social da Indústria de São Paulo, o SESI-SP Esporte, lançado nesta segunda-feira (27), no Teatro do Sesi São Paulo, pode auxiliar o Brasil a melhorar seu desempenho futuro nas Olimpíadas.

A avaliação foi feita pelo ministro dos Esportes, Orlando Silva de Jesus Júnior, na presença de esportistas do primeiro escalão nacional, como o nadador Gustavo Borges, os jogadores de vôlei Montanaro e Pampa, o tenista Jaime Oncins e o velocista André Domingo – que participam de debate sobre a descoberta e formação de talentos para as Olimpíadas de Londres (2012) e, possivelmente, Brasil (2016).

“Este programa corresponde ao peso e importância da indústria do estado de São Paulo”, afirmou o ministro sobre a iniciativa que vai oferecer condições para o treinamento dos cerca de 240 mil alunos da rede educacional do Sesi-SP, entre 6 e 17 anos, espalhados por 53 Centros de Atividades (CATs) e 178 escolas no estado.

“O esporte saberá reconhecer não só os resultados, mas a iniciativa do Sesi e de seu presidente, Paulo Skaf”, elogiou Silva.

O ministro destacou que a iniciativa poder render frutos por priorizar atividades competitivas, além de demonstrar a importância do engajamento de entidades de classe no incentivo ao esporte.

“É muito fácil esperar que somente o governo faça a sua parte. Creio que é fundamental o empenho do governo e da sociedade civil no compromisso com o esporte no País”, cobrou.


Formar campeões

SESI-SPesporte vai incentivar novos atletas em 20 modalidades olímpicas. “Temos que ter o lazer [nas escolas Sesi] e priorizar modalidades competitivas, porque precisamos nos preparar para as Olimpíadas”, sinalizou o presidente do conselho regional da entidade, Paulo Skaf.

Segundo Skaf, o programa formaliza a orientação pedagógica do Sesi, de combinar desempenho escolar e atividade física.

“Nós priorizamos a educação em tempo integral e estamos construindo 100 novas escolas para educar as crianças com artes, cultura, saúde e esportes”, frisou. “O esporte será muito bom não só nesta fase [infância], mas para a vida, a formação das crianças como seres humanos”, avaliou.

De acordo com o superintendente do Sesi-SP, Walter Vicioni, “o projeto pretende ser um celeiro de esportistas” ao oferecer infraestrutura para crianças e adolescentes.

“Esse projeto privilegia a educação como forma de tratar as crianças como parte do organismo social e concretiza o sonho do sistema produtivo brasileiro, que também se preocupa com a representação do país nos esportes olímpicos”, declarou.