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Presidente do Seconci: ‘Mão de obra na construção também enfrenta gargalo’

Em reunião do Consic da Fiesp, Antônio Carlos Salgueiro de Araújo sugere estratégias para atrair e reter trabalhadores no mercado

Alice Assunção, Agência Indusnet Fiesp

A falta de treinamento é uma das causas da escassez de mão de obra enfrentada hoje pelo setor construção, na avaliação do Antônio Carlos Salgueiro de Araújo, presidente do Serviço Social da Construção Civil do Estado de São Paulo (Seconci). Outro agravante, segundo ele, é a falha do mercado em garantir o bem estar do empregado e um trabalho produtivo.

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Na mesa da reunião do Consic, da esquerda para a direita: Antonio Carlos Salgueiro de Araujo, Juan Quirós, José Carlos de Oliveira, Renato José Giusti, Afonso Celso Bueno Monteiro Marcelo Vespoli Takaoka. Foto: Everton Amaro/Fiesp

“Existe o gargalo da mão de obra. Quando se fala em construir, precisa ter mão de obra. E ela anda meio escassa”, salientou Araújo, nesta terça-feira (05/03), ao avaliar o cenário do setor e os obstáculos ao seu crescimento, durante reunião do Conselho Superior da Indústria da Construção (Consic) da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).

O presidente do Seconci acredita que melhorar o atendimento à saúde do trabalhador e sua capacitação são estratégias que podem atrair e reter trabalhadores no mercado. “Nós temos que cuidar dessa mão de obra e dar condições a ela para trabalhar de uma forma produtiva”, concluiu.

Importância do setor da construção

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Presidente do Consic: 'transformação do Brasil depende em muito da construção'. Foto: Everton Amaro/Fiesp

O presidente do Consic, José Carlos de Oliveira Lima, reiterou a influência do setor de construção no momento da economia brasileira.

“Nós somos muito importantes dentro deste cenário. O Brasil passa por uma transformação muito grande, e essa transformação em muito depende de nós”, disse Oliveira Lima.