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Paulo Skaf defende: é reformar ou reformar a Previdência, em artigo publicado no Valor Econômico

É reformar ou reformar a Previdência, reafirma o presidente da Fiesp/Ciesp, Paulo Skaf, em seu artigo. Outras reformas terão de ser feitas, para destravar o crédito, reduzir os juros e diminuir a burocracia

Agência Indusnet Fiesp

Em artigo publicado no jornal Valor Econômico, na edição de 6-8 de julho, Paulo Skaf reforça que se não houver reforma não vai sobrar dinheiro para saúde, educação, segurança e demais setores. A mudança é o primeiro passo para começar a reverter a situação de paralisia na economia.

De acordo com dados do IBGE, no ano 2000 a proporção de idosos no Brasil era de 8,5%; hoje, já é de 13,8% e, em 2033 este contingente chegará a 20% da população. É uma variação muito grande, em um período relativamente curto. “Um percentual maior de idosos na população implica mais necessidade de gastos públicos com saúde e previdência, por exemplo, e precisamos pensar desde já em formas de garantir os meios para suprir essas novas demandas, defende Paulo Skaf, presidente da Fiesp e do Ciesp, em seu artigo.

“Hoje, os gastos com aposentadorias e pensões já absorvem mais da metade de todo o orçamento do governo. Se nada for feito, essa parcela continuará aumentando e dentro de 15 anos consumirá 100% do orçamento”, observa o empresário. “Por isso, reformar a Previdência não é uma questão política, nem ideológica. É pura matemática. Precisamos adequar a Previdência nacional às novas dinâmicas populacionais, justamente para garantir que ela continue existindo. É reformar ou reformar”.


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