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Para estimular prevenção ao câncer de próstata, Sesi-SP apoia campanha ‘Novembro Azul’

Agência Indusnet Fiesp

A exemplo do mês passado, quando promoveu o “Outubro Rosa“, o Serviço Social da Indústria de São Paulo (Sesi-SP) está apoiando o “Novembro Azul”, movimento internacional que estimula a prevenção contra o câncer de próstata.

Uma das primeiras ações com repercussão na mídia foi no sábado (02/11), quando o líbero Serginho, do time de vôlei do Sesi-SP, atuou com uma camiseta customizada, na cor azul, simbolizando a adesão à campanha. O jogo válido pela Superliga masculina teve transmissão ao vivo do canal Sportv.

Na sexta (01/11), as fanpages do Sesi-SP no Facebook passaram a exibir como avatar o laço azul, ícone da campanha.

Serginho, ao centro, de azul em nome da prevenção ao câncer de próstata. Foto: Lucas Dantas/Fiesp

O líbero Serginho, ao centro, de azul em nome da prevenção ao câncer de próstata. Foto: Lucas Dantas/Fiesp


Uma série de ações está programada ao longo do mês: a distribuição de pulseiras e flyers para alunos das escolas do Sesi-SP; a panfletagem na Avenida Paulista, em data a ser definida; ações de comunicação interna; atividades para colaboradores das entidades; distribuição de flyers aos Centros de Atividades do Sesi-SP e estímulo ao desenvolvimento de ações locais, entre outras.

A iniciativa é da Divisão de Esporte e Qualidade de Vida do Sesi-SP.

O câncer de próstata

A próstata é uma glândula que só o homem possui e que se localiza na parte baixa do abdômen. Quando as células deste órgão começam a se multiplicar de forma desordenada, ocorre o câncer. A próstata fica, então, mais endurecida e a doença é facilmente descoberta no exame de toque retal.

O câncer de próstata é mais incidente que o câncer de mama, de acordo com o Instituto Nacional do Câncer (Inca), que em sua estimativa 2012/2013 apontou 60.180 novos casos de câncer de próstata e 52.680 de mama. Esse tipo de câncer é o sexto tipo mais comum no mundo, ainda de acordo com dados do Inca.

Pesquisa realizada pelo instituto Datafolha para a Sociedade Brasileira de Urologia (SBU), em 2009, constatou que o preconceito com o exame de toque retal ainda é forte no Brasil. Apenas 32% dos homens brasileiros declararam já ter feito o exame. Foram ouvidos 1.061 homens com idades entre 40 e 70 anos, de 10 capitais brasileiras (Belo Horizonte, Belém, Cuiabá, Curitiba, Fortaleza, Manaus, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro e São Paulo).