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Para conselheiros da Fiesp, somente ambiente seguro trará de volta o público para as atividades culturais

Alex de Souza, Agência Indusnet Fiesp

O apoio ao setor foi o principal tema do Conselho Superior da Indústria Criativa da Fiesp (Cosic), que reuniu para o debate na tarde de sexta-feira (23/4) o seu presidente, André Sturm, conselheiros e outros participantes do setor cultural.

Um dos debates, em torno da Lei Rouanet, versou sobre as dificuldades para aprovação de projetos que estão em análise, o que inviabiliza a continuidade de trabalhos sequenciais. Contudo, de acordo com a avaliação do grupo, a não publicação de projetos já aprovados é preocupante. “A lei Rouanet não está paralisada, mas existe uma paralisia de mecanismo dentro do governo, o que precisa mudar”, explicou Sturm.

O grupo também se mostrou sensível à questão do desemprego, que afeta boa parte dos trabalhadores envolvidos no âmbito cultural, especialmente aqueles que não estão ligados diretamente à produção dos espetáculos, mas que também dependem da retomada do setor para voltar a ter possibilidades de reinserção.

A expectativa dos conselheiros é de que, no segundo semestre, o mundo esteja relativamente melhor, para que as pessoas possam querer voltar aos lugares, mas antes ela precisam se sentir seguras, sendo a vacinação essencial para que isso ocorra, avaliaram os membros do Cosic.

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Lei Rouanet orientou debate dos conselheiros do Cosic. Foto: Ayrton Vignola/Fiesp