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Para Benjamin Steinbruch, presidenciáveis deveriam focar no que é urgente no Brasil

Para o Presidente da Fiesp, se os candidatos apresentassem propostas de mudanças no sistema político, tributário e trabalhista, com ajuda de um plebiscito, demonstraria uma real possibilidade de governo de “cara nova”

Agência Indusnet Fiesp

Imagem relacionada a matéria - Id: 1620691767Em artigo no jornal Folha de S.Paulo desta terça-feira (07/10), o presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Benjamin Steinbruch, faz sua análise do que se deveria esperar para o segundo turno das Eleições Presidenciais.

Pensar no país deveria ser a missão mais importante dos brasileiros nas próximas duas semanas, pontua Benjamin. E para os dois candidatos que vão concorrer no segundo turno ele recomenda que se concentrem em mostrar o que pretendem mudar no país. “Não estou pedindo que ambos divulguem um calhamaço de mil páginas, com propostas que poucos terão tempo e paciência para ler. Basta fechar o foco no que é importante e urgente no Brasil de hoje: reformas estruturais”, sugere.

Steinbruch também destaca que a falta de confiança que impera no país não é exclusiva dos empresários. “É também daqueles que compram: estão inseguros para continuar comprando e com isso fazem a economia andar para trás”, afirma.

Na avaliação do presidente da Fiesp, qualquer que seja o eleito, o novo presidente precisará ter um compromisso com as reformas e com a maior urgência. “Cada vez mais me convenço de que essas reformas precisam ser feitas à jato, no início de mandato, para aproveitar o capital político adquirido nas urnas, ainda que a implementação ocorra de forma gradual”.

Steinbruch pontua as três reformas, difíceis de implementar, porém necessárias: a reforma  política, a reforma tributária e a reforma trabalhista.

“Que tal se os candidatos, nas próximas duas semanas, apresentassem suas propostas para essas três reformas básicas? Faríamos então uma espécie de plebiscito, cujo resultado não poderia ser contestado”, sugere. Na visão de Steinbruch, uma decisão como essa faria o governo começar de cara nova.

Para ler o artigo na íntegra, acesse o site do jornal Folha de S.Paulo.