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Benjamin Steinbruch: elevar juros significa colocar o país na contramão

O primeiro vice-presidente da Fiesp afirma que há forte pressão do mercado financeiro para arrancar do BC pelo menos uma elevação mínima, de 0,25 ponto percentual na taxa Selic

Agência Indusnet Fiesp

Nesta terça-feira (12/03), o primeiro vice-presidente da Fiesp, Benjamin Steinbruch, publicou o artigo “Elevar o juro é andar na contramão” no jornal Folha de S.Paulo, em que afirma que para o Brasil continuar a crescer, aumentando a competitividade de suas empresas e gerando emprego e renda, poderá manter juros baixos.

Ele considera que o Brasil não pode nadar contra a corrente do mundo, citando o fato de outros países manterem  crescimento econômico inclusive com juros negativos.

“Depois de muitos anos de favorecimento do rendimento financeiro, pela primeira vez o País tem a chance de dar importância maior à atividade produtiva. A cada dia, desde que o BC colocou a taxa de juros em nível próximo do civilizado, os meios empresariais se dão conta que, para preservar e ampliar seu capital, devem colocá-lo a serviço da produção. (…) Elevar juros, neste momento, é iniciativa inócua. No mundo todo, procura-se crescimento econômico e aumento do emprego, produção e consumo a qualquer preço, com juros muitas vezes negativos. Por que querem levar o Brasil à contramão?”

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