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No Brasil Econômico, vice-presidente da Fiesp analisa crescente integração do Brasil com África

João Guilherme Sabino Ometto avalia que açúcar e álcool, energias renováveis e petroquímica estão entre os setores mais atrativos para o Brasil integrar com a África

Agência Indusnet Fiesp

É oportuno intensificar a integração entre Brasil e África, afirma o segundo vice-presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), João Guilherme Sabino Ometto, em artigo publicado pelo Brasil Econômico nesta quinta-feira (13/09).

No texto, Ometto lembra que organizações brasileiras já oferecem cursos de aprimoramento para africanos, e compartilha uma “simpática definição” que ouve de chefes de Estado africanos que visitam a Fiesp: “O Brasil é a África que deu certo.”

De acordo com o segundo vice-presidente da Fiesp, a produção de biocombustíveis de energia renovável é um dos setores mais atrativos no continente. “As obras energéticas têm custo estimado de US$ 40 bilhões e o programa de transportes, US$ 22 bilhões”, informa o executivo citando números do Banco Africano de Desenvolvimento. “Faz muito sentido intensificar a integração brasileiro-africana.”

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