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Instituto Escolhas apresenta estudo sobre custos das fontes de geração elétrica no Brasil

Estudo foi destaque da reunião de diretora de energia do Departamento de Infraestrutura da Federação das Indústrias de São Paulo

Mayara Moraes, Agência Indusnet Fiesp

Durante a 1ª Reunião Ordinária da Diretoria de Energia, aberta por Carlos Cavalcanti, Diretor Titular do Departamento de Infraestrutura (Deinfra), os convidados Sérgio Leitão e Natália Ferreira, do Instituto Escolhas, e Luiz Barroso, presidente da PSR- Soluções e Consultoria em Energia, apresentaram o estudo “Quais os reais custos e benefícios das fontes de geração elétrica no Brasil“.

Elaborado com o objetivo de propor um debate qualificado sobre o planejamento de uma eficiente composição da matriz elétrica brasileira, o estudo lança mão de uma metodologia que calcula os custos reais das fontes de geração elétrica e proporciona uma análise sobre a forma como é feita a alocação de custos entre os agentes envolvidos no setor elétrico do país.

“Energia elétrica é, de fato, um componente importante de custo para a indústria e, por consequência, é um fator essencial da competitividade da economia brasileira, e com o intuito de fazer uma contribuição para a discussão, o Instituto Escolhas contratou a consultoria PSR para fazer essa conta e trazer para a sociedade esse debate sobre como montar um planejamento energético que contrate fontes que realmente agreguem os serviços que o país precisa, ao menor custo possível”, explica Barroso.

Graças à pesquisa, foi possível enfatizar que o Brasil pode aumentar a participação de fontes renováveis em sua matriz elétrica até 2026, sem gerar custos consideráveis para a operação do sistema elétrico, e aumentar em 68% a participação de energia eólica, solar e biomassa até 2035, sem comprometer a competitividade e a atratividade dos megawatt-hora (MWh) dessas fontes para os consumidores.

“É importante mostrar para a sociedade, o governo e a indústria brasileira, qual é a composição exata dos custos das fontes de energia e, dessa forma, permitir que eles tomem decisões a partir de informações científicas e completamente abalizadas”, acrescenta Leitão.

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Diretor Titular do Deinfra, Carlos Cavalcanti, recebe estudo das mãos de Sérgio Leitão. Foto: Karim Kahn