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Inadimplência não justifica spread alto, mostra levantamento da Fiesp

Pesquisa foi usada como base de reportagem do jornal O Estado de S. Paulo

Agência Indusnet Fiesp

Estudo do Departamento de Competitividade e Tecnologia da Fiesp (Decomtec) sobre a evolução do spread bancário (diferença entre taxa de captação e empréstimo) e as ações em relação a ele anunciadas pelo Banco Central são tema de reportagem publicada nesta terça-feira (21 de março) pelo jornal O Estado de S. Paulo.

O levantamento mostra que a taxa de spread bancário no Brasil é a mais alta do mundo. Em 2015, o spread médio brasileiro foi de 31,3 pontos percentuais (p.p.), contra 1,9 p.p, em média, de países comparáveis. O spread brasileiro é 16,4 vezes maior.

Além de destacar o nível de spread, a pesquisa desmonta os argumentos de que ele se deve principalmente à inadimplência e ao crédito direcionado.

Clique aqui para ter acesso ao estudo completo sobre o spread bancário no Brasil.