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Fiesp repudia a criação de novos tributos

A sociedade brasileira não precisa de mais impostos. Precisamos, sim, de mais qualidade na gestão pública, defende a federação

Nota oficial

A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), assim como a maioria esmagadora da sociedade brasileira, é absolutamente contrária à criação de novos impostos ou contribuições, que oneram ainda mais os setores produtivos, os trabalhadores e as famílias do País.

Os números da arrecadação do governo federal demonstram de forma inequívoca que não há nenhuma necessidade de criação de novos tributos. As receitas vêm crescendo anualmente, tendo passado de 619 bilhões de reais em 2007 (ano com CPMF) para mais de 1,1 trilhão em 2011* (sem CPMF), um crescimento de 77%. Apesar desse salto na arrecadação, não se verificou um aumento equivalente nos gastos com a saúde. No mesmo período, os gastos com saúde do governo federal cresceram 52%. Ou seja, os investimentos na saúde não acompanharam a evolução da carga tributária.

A sociedade brasileira não precisa de mais impostos. Precisamos, sim, de mais qualidade na gestão pública, com a devida atenção à saúde, à educação, à habitação, ao emprego, à mobilidade urbana, à logística, à infraestrutura e à competitividade. Neste momento, a propósito, a Fiesp realiza uma campanha para reduzir a conta de luz de todos os brasileiros, por meio da realização de leilões para as concessões do setor elétrico que vencem a partir de 2015.

Assim, diante dos números e do atual cenário econômico doméstico e internacional, resta claro que o Brasil precisa de qualidade e eficiência na gestão pública, e não de mais impostos que roubam a nossa competitividade. A Fiesp não vai aceitar a criação de nenhum tipo de tributo ou contribuição e tem a certeza de que a população está ao seu lado nessa posição.

*Projeção Fiesp com dados do Tesouro Nacional.

Clique no link para ver o estudo da Fiesp: Impacto da CPMF na Economia.

Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp)