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Em Franca, Skaf anuncia novo centro educacional do Sesi-SP

Além desse investimento, que totaliza R$ 10 milhões, cidade ganhará um centro empresarial que abrigará sede própria do Ciesp

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Paulo Skaf: investimento de R$ 10 milhões na construção de novo prédio do Sesi

Em visita na última sexta-feira (8) a Franca – onde inaugurou o Centro Senai de Tecnologia e Design do Couro e Calçados –, o presidente da Fiesp/Ciesp, Paulo Skaf, anunciou o investimento de R$ 10 milhões na construção de um novo prédio para o Sesi. O empreendimento substituirá instalações de centro educacional no município.

A obra poderá ser executada em área ofertada pela Prefeitura, de 20 mil metros quadrados, ou ainda dentro do Centro de Atividades Osvaldo Pastore, que comporta ampliações. “Com a vantagem de oferecer a todos os alunos do Sesi a mesma infraestrutura para atividades esportivas e culturais, além do ensino em regime integral, em dois períodos”, ressaltou o dirigente industrial.


Nova sede do Ciesp



Mais tarde, em encontro com o prefeito local, Sidnei Franco da Rocha, Skaf confirmou outro investimento importante para a região: um centro empresarial que abrigará a sede própria do Ciesp de Franca 

A iniciativa faz parte do projeto de ampliação dos serviços oferecidos pela entidade a seus associados no interior. “Vamos criar condições para que as regionais do Ciesp em todo o estado sejam cada vez mais eficientes na prestação de serviços”, declarou Skaf.


Cenário pós-crise

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Sesi Franca: fachada do

novo núcleo de Design

Apesar das boas novas, o cenário sombrio da economia, com oscilações do dólar e crescimento do desemprego, tomou espaço nos debates com as lideranças empresariais.

“Infelizmente, não se pode garantir que o pior tenha passado. O certo é que o País terá crescimento negativo, em torno de 1,5%, e a produção industrial deve retrair 4% ou 5% neste ano”, estimou Skaf. “O desemprego também deverá aumentar. E esse é o efeito mais perverso de toda a crise.”

Segundo o presidente da Fiesp/Ciesp, as medidas do governo para evitar a recessão estão no caminho certo, mas é preciso mais celeridade, “principalmente nas reduções da taxa básica de juro, hoje fixada em 10,25% ao ano, e que já deveriam estar no patamar de 7% ou 8%”, frisou.

Os debates incluíram ainda a questão da cobrança pelo uso da água na bacia do Grande e Sapucaí Mirim e desonerações nas cadeias produtivas do couro e calçado.

O diferimento total de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) na aquisição de máquinas, medida já adotada pelo governo do Rio Grande do Sul, foi um dos pleitos levantados pelos industriais presentes.