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Em Congresso, Fiesp pede pela regulamentação do Estatuto da Segurança Privada

Seminário organizado pelo Deseg, em parceria com a Abese, debate assuntos sobre segurança empresarial, riscos corporativos e tecnologia em segurança

Alice Assunção, Agência Indusnet Fiesp

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Ricardo Franco Coelho: nova legislação para a indústria de segurança pode trazer avanços em planejamento estratégico. Foto: Ayrton Vignola/Fiesp

No primeiro Congresso Fiesp de Segurança Privada, o diretor do Departamento de Segurança (Deseg) da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Ricardo Franco Coelho, chamou atenção para urgência da aprovação do Estatuto da Segurança Privada, mecanismo legal que garante novos critérios para o setor.

“Nós, infelizmente, não temos a presença aqui hoje [de um representante] do Ministério da Justiça para nos contar como as coisas estão acontecendo, quais são as expectativas, estimativa de prazo, qual está sendo o andamento”, afirmou Coelho.

Segundo o diretor, a nova legislação para a indústria de segurança pode trazer avanços em planejamento estratégico.

“Para fazer planejamento precisa de muita integração interna. Então, esse seria um avanço importante na legislação: obrigar a elaboração de planos e a responsabilidade sobre os esses planos”, defendeu.

Se aprovado, o Estatuto da Segurança Privada, em discussão no Ministério da Justiça, deve regular a atividade de ao menos duas mil empresas e 700 mil vigilantes em atuação no país.

Na avaliação do vice-presidente da Fiesp e diretor titular do Deseg, Ricardo Lerner, a aprovação do estatuto é fundamental  “para uma legislação coerente”.


Primeiro Congresso da Fiesp

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Ricardo Lerner: aprovação do estatuto é fundamental. Foto: Ayrton Vignola/Fiesp

Com apoio da Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança (Abese), a Fiesp promove até esta quinta-feira (28/11) o primeiro Congresso de Segurança Empresarial.

No evento, empresários e especialistas em segurança devem discutir sobre temas atuais ligados à segurança empresarial, riscos corporativos e tecnologia em segurança.

Para Selma Migliori, presidente da Abese e diretora do Deseg, o encontro contribui para o futuro do setor

“É de extrema importância apresentar o pensamento do Deseg sobre alguns pontos que irão determinar o futuro dos empresários da segurança privada”, afirmou.