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Para o Estado de S. Paulo, Ometto fala sobre a necessidade de impedir ‘evasão da ética’

Segundo vice-presidente da Fiesp comenta dado da Global Financial Integrity, que estima em mais de US$ 30 bilhões anuais a evasão, no Brasil, de dinheiro ligado ao crime, à corrupção e à sonegação de impostos

Agência Indusnet Fiesp

No artigo “Evasão da ética”, publicado no sábado (18/10) pelo jornal Estado de S.Paulo, o 2º vice-presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), João Guilherme Sabino Ometto, comenta ser constrangedor para o povo e prejudicial ao ambiente de negócios a informação de que mais de US$ 30 bilhões em dinheiro ligado ao crime, à corrupção e à sonegação de impostos saem do Brasil a cada ano.

“O dado, divulgado pela Global Financial Integrity (GFI), grupo de pesquisa sediado em Washington (EUA) e defensor da transparência financeira, impõe reflexão sobre o que queremos para o presente e para o futuro, porque é premente combater esse mal”.

Ometto recorda que, em 2010, o Departamento de Competitividade e Tecnologia da Fiesp produziu o estudo “Relatório Corrupção: custos econômicos e propostas de combate”, com base no modelo de Transparência Internacional.

“Em valores de 2010, o custo anual médio da improbidade corresponde a R$ 60,7 bilhões, algo muito próximo do agora pautado pela GFI, referendando a gravidade do problema”, calcula o 2º vice-presidente da Fiesp.

“Temos, no Brasil, instituições sólidas, Estado organizado de acordo com padrões avançados da democracia, empresários e trabalhadores com grande capacidade laboral e pautados pela correção de conduta, bem como governantes e parlamentares eleitos pelo voto direto. Contamos, assim, com os elementos necessários para impedir que a minoria desonesta promova a evasão da ética no setor público e na iniciativa privada, pulverizando recursos gerados pelo trabalho de nossa gente”, conclui Ometto.

>> Leia o artigo na íntegra no site do Estado de S. Paulo