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Em artigo, Benjamin Steinbruch afirma que o pessimismo de especialistas é nocivo à economia brasileira

O primeiro vice-presidente da Fiesp comenta que a atividade econômica está aquém do desejável, mas o Brasil não segue uma rota inevitável de recessão

Agência Indusnet Fiesp

O otimismo e fé – marca registrada dos brasileiros – parece não ser muito o esporte preferido de alguns analistas econômicos, de acordo com o primeiro vice-presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Benjamin Steinbruch.

No artigo “Xô pessimismo!”, publicado nesta terça-feira (30/07) no jornal Folha de S.Paulo, Steinbruch critica a tendência negativa de alguns especialistas econômicos. O empresário comenta ainda que, pelo discurso de alguns analistas, o país estaria “à beira de uma hecatombe”.

Steinbruch pontua alguns sinais negativos conjunturais, como a atividade econômica fraca, as indústrias nacionais prejudicadas pelas importações, gastos preocupantes do governo e a corrupção que, segundo ele, “é uma epidemia no país há muito tempo”. Por outro lado, ele menciona motivos para comemorar: crescimento dos investimentos diretos e, a despeito do quadro de crise internacional desde 2008, a contínua geração de emprego –  a previsão para este ano é de 1,4 milhão de novas vagas.

Por esses e outros aspectos, ele conclui: “Nem otimismo ingênuo, nem pessimismo doentio. Essa seria uma boa norma de conduta para todos os que torcem pelo Brasil e batalham pela melhoria de vida dos brasileiros”.

Para ler o artigo na íntegra, veja abaixo ou acesse o portal do jornal Folha de S.Paulo (acesso restrito para cadastrados ou assinantes):


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