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Editorial do Estadão cita estudo da Fiesp sobre reindustrialização

Edição desta segunda-feira (02/09) traz texto que destaca o fato de que “falta muito para atingirmos a etapa pós-industrial”

Agência Indusnet Fiesp

O editorial “Desidratação da indústria”, publicado na edição desta segunda-feira (02/09) do jornal O Estado de S. Paulo, cita estudo da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) sobre reindustrialização para mostrar os problemas enfrentados pelo setor.

Segundo o texto, um “estudo da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) mostra que a participação da indústria de transformação na formação do Produto Interno Bruto (PIB) foi de 13,3% em 2012. Esse nível é semelhante ao de 1955 – um ano antes do lançamento do Plano de Metas, com o qual o presidente Juscelino Kubitschek pretendia acelerar a industrialização do País, então considerado subdesenvolvido. A Fiesp alerta ainda que a participação poderá recuar para 9,3% em 2029”.

Em outro trecho, a Fiesp é novamente citada: “A Fiesp considera que o País já está desindustrializado – tanto é que o título de seu estudo é Por que reindustrializar o Brasil? -, mas essa conclusão é discutível. Falta muito ainda para atingirmos a etapa pós-industrial, em que o setor manufatureiro não seja mais o esteio do emprego e da renda, como acontece nos países ricos. O problema da indústria brasileira é de estagnação, em razão da falta de competitividade e da baixa produtividade”.

O editorial termina com a reflexão de que “para reverter esse quadro, urge que governo e empresários revisem suas estratégias, a começar do básico: em lugar de erráticas políticas de incentivo, que só favorecem alguns setores privilegiados, é preciso investir em inovação e qualidade, reduzir custos e diversificar as fontes de financiamento”.

Para ler o texto na íntegra, só conferir abaixo ou clicar aqui.

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