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Coordenador do Combio/Fiesp participa de Festival Internacional de Tecnologia, na Holanda

Eduardo Giacomazzi apresentará palestra sobre perspectivas de energia alternativa a baixo custo e economia de base biológica brasileira.

Dulce Moraes, Agência Indusnet Fiesp

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Eduardo Giacomazzi no Bordersessions 2013. Foto: Divulgação

“Do Sol aos Sons”. Com esse tema o coordenador do Comitê da Cadeia Produtiva de Biotecnologia (Combio) da Fiesp, Eduardo Giacomazzi, apresentou nesta quinta-feira (14/11) em Haia, na Holanda, uma palestra em que demonstrou como a energia do sol interage em várias dimensões nos sistemas produtivos naturais e gerar, por exemplo, um inusitado instrumento musical, como uma guitarra feita com fibras de bambu.

A palestra aconteceu durante o Border Sessions – festival internacional de tecnologias de fronteira que reúne cientistas e profissionais que trabalham nas áreas de tecnologia, ciência e arte.

Ao lado de outros 24 especialistas internacionais, Giacomazzi apresentou não apenas os acordes da guitarra de bambu, e todo potencial desta planta para fomentar a cadeia de inovação em biotecnologia, mas também o potencial de tecnologias sociais na geração de energia solar no Brasil.

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Eduardo Giacomazzi no Bordersessions 2013. Foto: Divulgação

“O sol é o responsável por toda energia para produção da biomassa e vida no planeta. O bambu, com toda sua versatilidade é uma biomassa do futuro na chamada bioeconomia”, afirmou Giacomazzi ao site da Fiesp dias antes da apresentação.

Segundo ele, a China, com US$ 1 bilhão em exportação de produtos de bambu, é líder na industrialização e uso de novas tecnologias. “Provenientes do sol, são gerados diversos produtos industriais. E aqui no Brasil fizemos a primeira guitarra de bambu do mundo.”

Para o coordenador do Combio/Fiesp, quando se trata de biotecnologia e novas formas de energia, o Brasil é uma das fronteiras e daí a importância da participação neste festival internacional. Em sua palestra ele também apresentou o ASBC (sistema de aquecimento solar de baixo custo, que desde 1992 vem sendo implantado no país, pela organização não-governamental Sociedade do Sol), além de projetos similares, e que estão relacionados à saúde, meio ambiente e tecnologias sustentáveis genuinamente nacionais.