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Comdefesa/Fiesp e Saab realizam seminário e rodada de relacionamentos

Empresa aponta necessidades às indústrias de defesa para angariar parcerias e negócios futuros com empresas do Brasil

Edgar Marcel, Agência Indusnet Fiesp

Interessados em estabelecer parcerias e negócios futuros com indústrias brasileiras, executivos da empresa sueca de tecnologia Saab estiveram nesta quinta-feira (08/11), na sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), para apresentar suas necessidades a empresários e autoridades do governo e das Forças Armadas, durante um seminário realizado em parceria com o Departamento de Indústria de Defesa (Comdefesa) da entidade.

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Bruno Rondani, chefe executivo do Escritório CISB; Dan Jangblad, vice-presidente sênior e chefe do Escritório de Estratégia da Saab; Jairo Cândido, diretor-titular do Comdefesa/Fiesp; Magnus Robach, embaixador da Suécia no Brasil; e coronel Lemos. Foto: Everton Amaro

“A Suécia tem uma forte presença na Fiesp. O nível de investimento do capital sueco em empresas residentes em território paulista que, de alguma forma, são representadas por meio dos sindicatos que compõem esta casa, estão aqui representados”, afirmou Jairo Cândido, na abertura do evento.

Estiveram presentes o vice-presidente sênior e chefe de Escritório de Estratégia da Saab,  Dan Jangblad; o diretor da empresa no Brasil, Bengt Janer; o chefe executivo do Centro de Pesquisa e Inovação Sueco-Brasileiro (Cisb), Bruno Rondani; e o embaixador da Suécia no Brasil, Magnus Robach.

Bengt Janer afirmou que a importância da empresa em saber integrar sistemas é tradicional. “Queremos compartilhar tecnologia com o Brasil. Estamos procurando colaboração em áreas como suporte e manutenção, fornecimento de soluções e serviços, integração de sistemas e de controle terrestre.”

O diretor deu detalhes do Gripen – nova geração de caças multiemprego, capaz de executar missões ar-ar, ar-superfície e reconhecimento que emprega o mais moderno armamento. “É uma aeronave de sucesso, vendida para países como África do Sul, Hungria, República Checa, Inglaterra e Tailândia”, apresentou.

Uma das razões do Gripen ser do interesse de muitas forças aéreas, segundo Bengt Janer, é o seu custo operacional, “que equivale ao custo de uma aeronave executiva, por termos desenvolvido de forma horizontal, ou seja, com os melhores fornecedores do mercado para a composição da aeronave”, explicou.

Ele afirmou ainda que a Saab oferece ao Brasil um custo operacional muito baixo, com possibilidade de desenvolver juntamente com o país uma nova geração de aeronaves. Ao longo do dia, haverá rodadas de relacionamentos com área de interesse da Saab.