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Brasil quer aumentar doação de órgãos e tecidos

Mais de 500 médicos especializados se reunirão terça-feira (01/09), na Fiesp, para discutir o potencial e as novas práticas de transplante

Agência Indusnet Fiesp

O número de doação de órgãos e tecidos vem aumentando consideravelmente por conta da capacitação profissional, e o Estado de São Paulo responde atualmente por 50% das atividades de doações e transplantes no País. Entretanto, é consenso entre os médicos que o Brasil tem um bom potencial a ser desenvolvido.

Para ampliar este debate, a Santa Casa de São Paulo e o Comitê da Cadeia Produtiva da Saúde (Comsaude) da Fiesp realizam nesta terça-feira (1º/9), às 8h30, o 3º Simpósio Internacional de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplantes.

O coordenador do Comsaude, Ruy Baumer, disse que para aumentar estes números é necessário maior e constante mobilização dos médicos: “Os profissionais da saúde são os principais atores neste processo”.

Neste sentido, o encontro vai discutir temas para capacitar os profissionais, como a identificação e manutenção de potenciais doadores, contra-indicações, ética e doação, e os novos procedimentos para diagnóstico de morte encefálica.

“A cadeia produtiva da Saúde está empenhada em participar do processo para aumentar o número de doadores e de transplantes no Brasil”, completou Baumer.

O bem-sucedido modelo espanhol será trazido de La Coruña pelo coordenador de transplantes do Hospital Juan Canalejo, Antón Fernandez. Além dele, estão confirmadas as presenças do coordenador da Secretaria de Estado da Saúde, Luiz Augusto Pereira; do diretor da Santa Casa de São Paulo, Antonio Carlos Forte; do coordenador do Serviço de Captação de Órgãos de São Paulo, Reginaldo Carlos Boni e a coordenadora da divisão de Profissionais da Medicina do Comsaude, Yvone Capuano.