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Benjamin Steinbruch comenta sobre violência e as recentes manifestações populares

O presidente da Fiesp defende o direito de livre manifestação pacífica, desde que não se viole o direito de ir e vir dos demais cidadãos

Agência Indusnet Fiesp

Nesta terça-feira (03/06), o presidenteda Federação das Indústrias do Estado de São Paulo, Benjamin Steinbruch, no artigo “Violência e Direitos” publicado no jornal Folha de S. Paulo, propõe uma reflexão sobre a recente greve no transporte público na cidade de São Paulo, traçando um paralelo com os protestos de junho de 2013.

Um ponto em comum, segundo ele, é que ambos movimentos não tiveram lideranças marcantes. No entanto, tornaram claro,  que, “para o bem ou para o mal”, a ação de um único indivíduo pode deflagrar movimentos sociais de grandes repercussões.

Steinbruch defende que é preciso aprender a lidar com esses novos tempos modernos (em que movimentos diversos surgem quase como por geração espontânea), mas que a incitação ao crime e à violência jamais devem ser aceitas. “Já temos violência demais e não se pode admitir que ela cresça pelo impacto de novas tecnologias – a o contrário, temos a obrigação de usar essas tecnologias para contê-la”, afirma.

O presidente da Fiesp destaca o crescente aumento da criminalidade e considera o tema “segurança pública” como um dos tópicos obrigatórios dos programas de governo dos Presidenciáveis. “Além de tratar do plano econômico, da reforma política e dos programas sociais, os candidatos têm a obrigação de apresentar propostas para a área da segurança”, declarou.

O empresário ainda deixa em seus artigo reflexões importantes:

“A violência é uma doença que se espalha numa sociedade, como outras epidemias, sempre que o processo não é interrompido pela identificação de focos geradores desse comportamento.”

“O direito de livre manifestação pacífica deve ser preservado, desde que não viole o direito de ir e vir dos demais cidadãos. A violência, porém, não pode ser tolerada pela sociedade, nem na Copa nem em nenhum outro momento.”

Veja o artigo na íntegra no jornal Folha de S.Paulo ou acesse portal UOL.