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Bastidores de ‘A Madrinha Embriagada’ misturam bom humor, dedicação e profissionalismo

Atores e equipe técnica acertam últimos detalhes antes da grande estreia

Ariett Gouveia, Agência Indusnet Fiesp 

Na reta final para a estreia, programada para o dia 17/08, no Teatro do Sesi São Paulo, os ensaios para o musical “A Madrinha Embriagada” já estão acontecendo no seu palco oficial. O clima nos bastidores é agitado, com atores experimentando peças do figurino e equipe técnica acertando os últimos detalhes.

No palco, um dos cenários está montado e, aos poucos, o elenco chega para mais um ensaio. Alguns chegam cantando trechos de suas canções na peça, outros conversam com seus parceiros de cena para ensaiar partes da coreografia. E começam a assumir seus personagens.

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Elenco de 'A Madrinha Embriagada' ensaia no palco do Teatro do Sesi São Paulo. Foto: Ayrton Vignola/Fiesp


Edgar Bustamante “encarna” o mordomo Agildo, divertido no modo de andar e na forma bem-humorada com que se comunica com outros atores. Antes mesmo de subir ao palco, Saulo Vasconcellos usa o charuto, marca registrada do seu Feldzieg, e fica com ele durante todo o ensaio. Até a equipe troca os nomes: Stella Miranda é chamada de “madrinha” e Sara Sarres passa a ser “Jane”.

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Elenco de 'A Madrinha Embriagada' durante ensaio no palco do Teatro do Sesi São Paulo. Foto: Ayrton Vignola/Fiesp


Da plateia, o maestro Carlos Bauzys comanda a passagem de som, individualmente. Além de Bustamante e Stella, Fred Reuter, Rafael Machado e Fernando Rocha fazem suas cenas, até que o som saia perfeito para o público e também para os atores. “Eu falo muita besteira nessa peça e quero me ouvir”, diz  a protagonista Stella Miranda, que termina a cena elogiando o som.

A última a testar – e aprovar – o som é Ivanna Domenyco, que faz uma das suas divertidas cenas musicais, a versão de “Fancy Dress”. Nos intervalos, cada ator aproveita do seu jeito: alongamento, aquecimento da voz, repassam movimentos ou brincam com colegas de palco, como Stella, Saulo e Kiara Sasso, que simulam um tapa na cara – um “tapa na cara técnico”.

Em seguida chega o momento de juntar grande parte do elenco no palco para testar o coro e a orquestra. Mesmo sem figurino, plateia e efeitos técnicos, é difícil não se emocionar enquanto as atores dançam, interpretam e cantam, como se já estivessem na estreia. Mas o maestro, perfeccionista, percebe detalhes a corrigir. E a cena se repete uma, duas, três vezes.

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Ensaio técnico de ´A Madrinha Embriagada', já com figurino, cenário e iluminação. Foto: Helcio Nagamine/Fiesp


Entre as cenas musicais ensaiadas, os atores encenaram “Surpresa Fatal”, “É o Jorge”, “Sou Dora”, “Eu quero voar” e “Vamos todos cair”. E o entusiasmo permanece, mesmo depois de sucessivas repetições. As coreografias são feitas com precisão, as vozes alcançam as notas mais altas e é grande a harmonia entre os atores. Faltam detalhes, poucos detalhes, para o começo de uma temporada de sucesso.