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Benjamin Steinbruch na Folha: “terrorismo fiscal não pode acovardar o país”

No jornal Folha de S.Paulo, o vice-presidente da Fiesp fala da importância das desonerações tributárias haver crescimento econômico

Agência Indusnet Fiesp

Em artigo no jornal Folha de S. Paulo desta terça-feira (19/11), o primeiro vice-presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Benjamin Steinbruch, critica as vozes que julgam necessária a interrupção dos programas de desoneração fiscal no país.

“Deverá o próximo Governo manter os incentivos a setores da indústria com vocação para o crescimento e a internacionalização?”, questiona.

Para Steinbruch a resposta é sim.  Segundo ele, apesar dos desmandos recentes, as desonerações são necessárias justamente para impulsionar a economia. “Qualquer raciocínio lógico indica que esse incentivo faz sentido. Pode-se divergir quanto a setores, a volume de crédito e outros benefícios que cada um pode receber. Mas soa incoerente argumentar que eles não devem ser incentivados ou que os eventuais estímulos devam atingir a todos os setores de forma igualitária”.

O primeiro vice-presidente da Fiesp comenta que a piora da situação fiscal no país decorreu não só de desonerações, que reduzem as receitas, mas, principalmente, do aumento dos gastos públicos, a maior parte em programas de transferência de renda. “As despesas do Tesouro cresceram 13,5% de janeiro a setembro, taxa bem superior à inflação do período”, afirma.

Ele destaca que, apesar do aumento dos gastos do governo, o país não está à beira de um desastre fiscal e que é preciso avaliar o desempenho no contexto global.

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