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Iniciativas Sustentáveis: Vivo – ESG como prioridade


Conjunto de iniciativas de ESG dessa indústria de telecomunicações garantiu inclusão entre as top 10 do novo índice de Sustentabilidade S&P/B3 Brasil ESG

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Por Karen Pegorari Silveira

Segundo a Global Sustainable Investment Alliance, o segmento de investimento responsável já chega a US$ 31 trilhões no mundo, o que representa 36% dos ativos financeiros totais sob gestão no mundo. No Brasil, os dados da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima) mostram que, em junho deste ano, aplicado em fundos de ações sustentáveis havia R$ 543,4 milhões, crescimento de 29% em relação ao mesmo mês de 2019.

Esses números refletem uma consciência crescente – entre empresas, investidores e stakeholders de que, para permanecer viáveis, as empresas devem pensar e gerenciar seu impacto no planeta de novas maneiras.

Para a Vivo, o sucesso das empresas hoje depende também do valor compartilhado com a sociedade e o planeta, por isso a sustentabilidade é um tema transversal e prioritário.

De acordo com a executiva de Sustentabilidade da Vivo, Joanes Ribas, “ESG mostra como nos relacionamos com o mercado de uma forma transparente em relação aos temas de interesse da sociedade nos pilares ambiental, social e de governança.  Ele é um importante balizador que responde às expectativas de todos os públicos que dependem, diretamente ou não, da nossa companhia”, declara.

A Vivo vem construindo uma trajetória em ESG já há algum tempo e procuram manter a governança corporativa para reforçar a transparência nas relações com os 33 mil colaboradores, investidores, clientes, comunidade e governo.

Desde 2016 existe um Comitê Global de Sustentabilidade e Qualidade, que se reporta ao Conselho do Grupo Telefônica, em Madri.  E desde 2018, há um Comitê de Sustentabilidade ligado ao CEO, além de um Comitê de Qualidade e Sustentabilidade, que reporta ao Conselho de Administração da empresa.

Joanes conta que a empresa mantém um Plano de Negócio Responsável (PNR), aprovado pelo Conselho, baseado em 6 pilares, para atuar sobre as principais expectativas dos stakeholders: Experiência do Cliente, Ética e Transparência, Responsabilidade Social Corporativa, Gestão Ambiental e Mudanças Climáticas, Sustentabilidade na Cadeia de Valor e Diversidade e Talentos.

Do mesmo modo, o pilar Responsabilidade está inserido no Planejamento Estratégico Global do Grupo Telefônica.  Ambos atuam sobre os temas ESG mais relevantes, não somente na operação, mas em toda cadeia de valor. “A gestão de riscos corporativos também comtempla o mapeamento, priorização e monitoramento de riscos ESG como adaptação às mudanças climáticas e direitos humanos”, complementa Joanes.

A Vivo também mantém metas não financeiras, de Sustentabilidade, atreladas ao pool de bônus dos executivos desde 2019, nos aspectos ambientais e de diversidade.

A executiva nos conta detalhadamente sobre a atuação da Companhia. No pilar Ambiental, as ações para a economia de baixo carbono tiveram início em 2015 com metas de redução de emissões de CO2 e consumo de energia renovável. Desde então, já reduziram em 70% as emissões de CO2.  Em 2018, foram a primeira empresa do setor a utilizar energia 100% renovável.  E em 2020, se tornaram a primeira empresa neutra em carbono de segmento. Também expandiram o projeto de geração distribuída, produzindo a própria energia, de fontes solar, hídrica e de biogás, com mais de 70 usinas implantadas em todo o país.

Há ainda o programa de logística reversa, reciclando 96% dos resíduos de operação e o estímulo ao consumo consciente junto aos clientes, que desde que foi implantado em lojas, em 2006, já recolheu 5 milhões de itens e 118 toneladas de resíduos eletrônicos. A Vivo também foi pioneira em trazer para o Brasil o selo Ecorating, que avalia mais de 100 critérios socioambientais no ciclo de vida dos smartphones.  E recentemente, lançou um portal com informações sobre as mudanças climáticas, onde o consumidor pode calcular sua pegada de carbono e entender como pode evitar suas emissões.

Segundo Joanes, a atuação ambiental da companhia é pautada em metas globais: reduzir em 90% o consumo de energia por unidade de tráfego até 2025, na comparação com 2015; seguir usando 100% de eletricidade gerada a partir de fontes renováveis; ser uma empresa Net Zero – alcançando zero emissões líquidas até 2025; reduzir as emissões de CO2 na cadeia de valor em 39% também até 2025; atingir zero emissões líquidas até 2040; e contribuir para que consumidores evitem, com suas soluções Eco Smart, a emissão de 5 milhões de toneladas de CO2 anuais.

No aspecto social, a executiva conta que durante o período de pandemia a empresa impulsionou o propósito de ‘Digitalizar para Aproximar’. Desde o início da pandemia, aderiram ao movimento ‘Não Demita’ e colocaram a maioria dos colaboradores para atuar de suas casas, incluindo a totalidade do call center. O home office já fazia parte da cultura da empresa. Nas 1600 lojas mudaram o atendimento durante o fechamento dos estabelecimentos e passaram a oferecer produtos e serviços por meio do WhatsApp, drive-thru e conversa com hora marcada em lojas físicas.

Por meio da Fundação Telefônica Vivo investiram 512 milhões de reais nos últimos 10 anos em ações voltadas à educação. A FTV atende diretamente cerca de 1079 escolas e 209 mil alunos em projetos como o Escola Digital, Escola Conectada e Pense Grande, além de diferentes iniciativas direcionadas ao voluntariado empresarial. O projeto Escolas Conectadas, que estimula o ensino a distância para educadores, recebeu em 2020 o Prêmio UNESCO-Hamdan Bin Rashid Al-Maktoum de Melhores Práticas e Desempenho no Aprimoramento da Eficácia de Professores.

Sobre Diversidade, Joanes conta que 42% do quadro de colaboradores da empresa é composto por mulheres, sendo 25% diretoras e 33% em nível gerencial. No Conselho de Administração 25% são mulheres. Também ampliaram a contratação de profissionais negros e a última edição do Programa de Trainee teve 43% das vagas preenchidas por eles, superando a meta, de 30%. A empresa tem ainda 25 profissionais transgêneros e também incluíram vagas para profissionais trans no Programa de Jovem Aprendiz. Alteraram ainda a licença paternidade para licença parental, incluindo mães não gestantes, e a ampliaram para 30 dias.

Para finalizar, Joanes declara que a jornada de Sustentabilidade na Vivo, com este conjunto de iniciativas, vem contribuindo para estar presente nos principais índices de Sustentabilidade e Governança Corporativa. “No ano passado, fomos uma das 10 empresas de destaque no novo índice de Sustentabilidade, o S&P/B3 Brasil ESG. Pela 9ª vez consecutiva, integramos a carteira do Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE B3) e somos a empresa do setor com a melhor posição da América Latina no ranking Dow Jones Sustainability Index (DJSI), que reconhece as melhores práticas sustentáveis das empresas listadas na bolsa. E mais recentemente, o S&P Sustainability Yearbook 2021, elaborado pela S&P Global ESG, que apontou a Vivo como a empresa motor do seu setor. A Vivo também ocupa a 33ª posição no Ranking Merco de Reputação, crescendo 13 posições no último ano”, conta.

Sobre a Vivo

No Brasil desde 1998, quando a Telesp – companhia estatal de telecomunicações do Sistema Telebrás – foi privatizada e adquirida pela Telefónica, da Espanha, formando a Telefônica Brasil, inicialmente ofereciam telefonia fixa no estado de São Paulo. Atualmente, oferecem internet, telefonia móvel e fixa e TV por assinatura para todo o Brasil.