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Iniciativas Sustentáveis: Reserva – foco nos impactos positivos


Primeira marca de moda brasileira a assinar a Fashion Industry Charter, compromisso com a ONU para neutralização das emissões de gases de efeito estufa

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Por Karen Pegorari Silveira

Nos últimos anos, é perceptível a mudança de pensamento dos consumidores, que estão adotando hábitos mais conscientes e sustentáveis, principalmente ao escolher as roupas e acessórios que vão usar.

Atenta a essas questões, a Reserva é uma das empresas que há anos tem modificado sua produção e visão para acompanhar esse movimento.

Por meio das suas campanhas com temas como liberdade individual e coletiva, relações humanas, liberdade de expressão e preconceito social, e importância da família na construção do indivíduo, a empresa tem demonstrado sua preocupação com as causas sociais, além de trazer 95% de sua produção para o Brasil, valorizando o mercado local.

Para fortalecer essa visão, a Reserva incorporou formalmente a estratégia ESG à estratégia da companhia.

Dentro dos Pilares Estratégicos da empresa foi adicionada uma frente exclusivamente para ESG, com projetos, objetivos, metas, OKRs e planos de ação para cada iniciativa.

Mensalmente há uma reunião com as principais lideranças que estão diretamente envolvidas nos projetos para alinhamento, identificação de gargalos, riscos e oportunidades. Também mensalmente, há uma agenda com a alta gestão para report de todo o atual status da estratégia ESG.

O especialista em Sustentabilidade da empresa, Alan Abreu, diz que “basicamente, trata-se de uma constante análise de como o nosso negócio deve mitigar os seus impactos negativos e como ele pode gerar impactos positivos para a sociedade e para o planeta”, relata.

Abreu conta ainda que toda essa conscientização os levou a mapear o impacto e a propor iniciativas para trilhar uma jornada cada vez mais sustentável, desde a escolha da matéria-prima dos produtos até a produção com relações de trabalho justas e o entendimento sobre como atuar na etapa de pós-consumo das peças.

A Reserva foi a primeira marca de moda brasileira a assinar a Fashion Industry Charter, compromisso com a ONU para neutralização das emissões de gases de efeito estufa, e assinaram também o Net Zero, compromisso para redução de 50% das emissões de gases de efeito estufa até 2030, alcançando a neutralização até 2050.

Em 2020, a empresa também conquistou a certificação do Sistema B, movimento global que reconhece empresas preocupadas com o bem-estar da sociedade e do planeta. Neste ano, foram reconhecidos ainda como uma ótima empresa para se trabalhar (GPTW) e, em parceria com a Abrapa, lançaram o primeiro projeto de rastreabilidade do algodão por blockchain do Brasil.

Em 2016, a Reserva criou ainda o projeto 1P=5P (1 peça = 5 pratos), em que, a cada peça vendida pela marca, 5 pratos de comida são viabilizados para pessoas em insegurança alimentar no Brasil. Desde então, mais de 50 milhões de refeições já foram viabilizadas em parceria com a ONG Banco de Alimentos e o Projeto Mesa Brasil.

Recentemente, promoveram o Corre da Reserva®, uma corrida contra a fome. Cada kit vendido viabilizou 10 refeições e a cada quilômetro percorrido pelo participante, mais uma refeição foi doada.

Outro projeto social foi o lançamento da coleção Adapt&: com peças adaptadas para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, contando com modelagens e aviamentos para facilitar a vida dessas pessoas na hora de se vestirem. Esse projeto colocou a marca no ranking de empresa inovadora, da Fast Company, e por dois anos consecutivos foi considerada uma das empresas mais humanizadas do Brasil, segundo a Pesquisa Empresas Humanizadas.

Para complementar todo esse trabalho, a empresa conta ainda com o departamento da Felicidade – que atua diretamente com propósito, engajamento e reconhecimento, prazer e emoções positivas, e o Programa Cara ou Coroa para inclusão de profissionais 50+.

Sobre a Reserva

Marca carioca, criada em 2006, com mais de 80 lojas espalhadas pelo Brasil e uma rede de 1,5 mil multimarcas. Em 2019 seu faturamento passou de R$ 400 milhões.