“The Economist” destaca Agenda de Integração Externa da Fiesp em reportagem

Agência Indusnet Fiesp

Em sua última edição, a revista semanal The Economist citou a Agenda de Integração da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) na reportagem Paciência Estratégica Esgotada, sobre o impasse nas negociações de um acordo comercial do Mercosul com a União Europeia.

Segundo a reportagem, “mesmo a Fiesp, que tem promovido a industrialização por meio de elevadas tarifas e grandes subsídios, agora está mudando seu tom” em relação à agenda de integração da América do Sul com a Europa.

A publicação destacou a Agenda de Integração Externa, elaborada pelo Departamento de Relações Internacionais e Comércio Exterior (Derex) da federação e divulgada em junho deste ano.

O documento propõe ações que devem ser tomadas para que o Brasil alcance uma maior inserção econômica e comercial no plano internacional, sejam no âmbito da integração extrarregional, parcerias econômicas ou negociações multilaterais.

Ainda de acordo com a reportagem, o ex-embaixador Rubens Barbosa,  presidente do Conselho Superior de Comércio Exterior (Coscex)  da entidade, reforçou que “a indústria brasileira poderá competir em meio a condições igualitárias se o governo combater o duradouro elevado Custo Brasil” .

Durante um encontro realizado pela Fiesp com o presidente da França, François Hollande, no dia 13 de dezembro, a presidente Dilma Rousseff afirmou esperar que a troca de ofertas entre os blocos econômicos Mercosul e União Europeia aconteça em janeiro de 2014.

Clique aqui para ler a matéria da The Economist na íntegra.

Fiesp é citada em reportagem da revista The Economist

Agência Indusnet Fiesp

Em reportagem de capa sobre o Brasil, a revista britânica The Economist com data entre 28 de setembro e 4 de outubro cita a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). Isso além do uso de informações de dois estudos feitos por departamentos da federação. A Fiesp foi a única entidade de classe brasileira a ser mencionada pela publicação.

Ao todo, são 14 páginas, mais o editoral, discutindo temas como indústria, infraestrutura, política e competitividade, entre outros assuntos. A capa da revista trouxe como título um questionamento: “Has Brazil blown it?” (ou “será que o Brasil estragou tudo?”, numa tradução livre), com a imagem do Cristo Redentor, no Rio de Janeiro, como um foguete em queda. Trata-se de uma referência a uma outra capa, de 2009, com a chamada “Brasil takes off” (“Brasil decola”), sobre as boas perspectivas para o país naquele momento, dessa vez com o Cristo decolando.

A Fiesp foi citada na página 6 da publicação: “Fiesp, São Paulo’s association of industrialists, says firm’s financing costs make up 5% of the end price of manufactured goods”. Ou “a Fiesp, a associação dos industriais de São Paulo, afirma que os custos de financiamento respondem por 5% do preço final dos produtos manufaturados” (em livre tradução).

Os estudos da Fiesp cujas informações foram citadas pela The Economist foram o “Custo Brasil e Taxa de Câmbio na Competitividade da Indústria de Transformação Brasileira Conforme Intensidade Tecnológica”, do Departamento de Competitividade e Tecnologia (Decomtec) e o “Índice Comparado de Desempenho da Infraestrutura de Transporte”, do Departamento de Infraestrutura (Deinfra).

Para ler a reportagem da revista britânica, só clicar aqui (sujeito à paywall).