Workshop de Inovação Tecnológica: Finep, Desenvolve SP e FAPESP celebram Dia Nacional da Inovação na FIESP

Foi realizado no último dia 19 de outubro na FIESP o Workshop de Inovação Tecnológica na FIESP   A Finep, a Desenvolve SP e a FAPESP trouxeram suas equipes de especialistas à Fiesp que apresentaram as linhas de ação e programas a empresas paulistas interessadas em construir Planos Estratégicos de Inovação.

O objetivo do evento foi celebrar o Dia Nacional da Inovação na Fiesp com o setor industrial e fortalecer ainda mais o Sistema Paulista de Inovação além de impulsionar investimentos privados em Pesquisa & Desenvolvimento (P&D) neste momento em que a economia brasileira começa a dar sinais de retomada do crescimento. A Finep possui recursos de R$ 7 bilhões disponíveis para projetos privados na área.

Neste encontro foi apresentado o recém-lançado programa Finep Conecta vai além: o prazo de retorno do empréstimo chega a 16 anos. Ao todo, esta iniciativa vai disponibilizar R$ 500 milhões para projetos desenvolvidos em parceria entre empresas e Instituições de Pesquisa Científica e Tecnológica (ICTs). Ocorreu também a Assinatura do acordo de cooperação FINEP e FAPESP O presente Acordo destina-se a estabelecer a cooperação técnica entre os partícipes para promover a atuação conjunta destas instituições com vistas ao desenvolvimento tecnológico, científico e socioeconômico do Estado de São Paulo e do país

Além das linhas de financiamento correntes a FINEP ainda apresentou três novas ações, que serão detalhadas durante o evento: o Finep Startup (cuja primeira chamada vai destinar até R$ 50 milhões a 50 empresas em estágio inicial), o novo programa de telecomunicações (linha de financiamento exclusiva para aquisição de equipamentos de 100% nacionais) e o seguro garantia financeira (alternativa menos custosa para operações de crédito: até 60% inferior ao custo da fiança bancária).

Veja as apresentações Abaixo:

caf fiesp leonardo roriz

decomtec roriz

fapesp_19out2017_pacheco

finep – diretor ronaldo

finep – diretoria de inovacao 2

finep – diretoria inovacao 1

finep conecta – marcos cintra

 

23º PRÊMIO FIESP DE MÉRITO AMBIENTAL – MENÇÕES HONROSAS

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A edição 2017 do prêmio promovido pelo Departamento de Meio Ambiente da Fiesp recebeu 52 cases. Os finalistas premiados com Menção Honrosa receberam o diploma de Mérito Ambiental.

Saiba mais sobre os cases vencedores das menções honrosas nos links abaixo:

Empresas de médio e grande porte:

Ambev

CP KELCO Brasil

Eaton – Unidade Mogi Mirim

Novelis do Brasil


Empresas de micro e pequeno porte:

Commerciale Equipamentos Elétricos

* Eccaplan  Desenvolvimento Sustentável

GEDi – Desenvolvimento e Inovação

SP Pesquisa e Tecnologia


Fiesp avança na discussão sobre novo conselho nacional de ciência, tecnologia e inovação

Graciliano Toni, Agência Indusnet Fiesp

A reunião desta sexta-feira (1/4) do Conselho Superior de Inovação e Competividade da Fiesp (Conic) retomou a discussão sobre a estrutura de estímulo à pesquisa no Brasil. O tema “Co-criação de uma proposta de institucionalidade, com capacidade real de decisão quanto a definição de prioridades e resolução de conflitos, na esfera da CT&I no Brasil” começou a ser debatido no encontro anterior do conselho, em 11 de março.

Novamente a apresentação inicial ficou a cargo do conselheiro Mauricio Mendonça, que relatou ter participado de novas reuniões para discutir o assunto e propôs um brainstorm, para, com foco num nível mais amplo da institucionalidade, criar um documento a respeito de um novo Conselho Nacional de Ciência e Tecnologia, já pensando em termos, por exemplo, de escopo e composição.

O presidente do Conic, Rodrigo Loures, propôs a discussão sobre a conveniência de pensar a questão da institucionalidade em termos de Brasil e de São Paulo. Também defendeu a aceleração do trabalho, para que seja feito um desenho rápido de uma nova institucionalidade para se ocupar da inovação e do empreendedorismo, que considera que deva estar muito presente na proposta. Na opinião de Loures, apoiada por diversos conselheiros, a Presidência da República deveria ver a questão da inovação e do empreendedorismo como imperativo, e talvez isso ocorra a partir de 2019, com o novo Governo, ou antes, a partir de uma mudança política.

Competências

Em sua apresentação, Mendonça listou diversos pontos que acha importantes para a discussão, entre eles a lista de competências que um conselho deve conter, enquanto sistema de governança. Uma delas, central, é a capacidade de dialogar com outras políticas e instituições não diretamente dentro do sistema de tecnologia. Outra é conseguir comunicar uma visão de longo prazo e alinhá-las aos diversos atores.

Também defende a criação de conhecimento básico apropriado e a capacidade de desenvolver políticas horizontais (mas com coerência com as verticais). Outra questão a ser considerada é como o sistema aprende consigo mesmo e melhora sua capacidade de governança. E é preciso desenvolver interfaces pragmáticas entre o setor público e o privado.

Na mesa da reunião do Conic estavam também os conselheiros Roberto do Rio Branco e Paulo Bornhausen.

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Mauricio Mendonça listou na reunião do Conic pontos para a discussão. Foto: Helcio Nagamine/Fiesp

Diretor da Fiesp propõe que Brasil seja base para lançadores de satélites do Japão

Katya Manira e Graciliano Toni, Agência Indusnet Fiesp

José Augusto Corrêa, diretor titular adjunto do Departamento de Relações Internacionais e Comércio Exterior da Fiesp (Derex) apresentou nesta segunda-feira (22/2) uma proposta surpreendente durante o seminário Intercâmbio Brasil-Japão em Perspectiva. Corrêa sugeriu que o Japão faça no Brasil o lançamento de seus foguetes de transporte de satélites. É um acordo em que todos ganham, disse, lembrando que a enorme extensão (3.000 km) de território na linha do Equador torna o Brasil ótimo local para o lançamento. O Japão, com um dos programas aeroespaciais mais avançados do mundo, ganharia com o corte de custos. Ter base no Brasil permitiria ao Japão economizar 30% de combustível no lançamento, ou levar 30% mais carga, explicou Corrêa. Atualmente a China se encarrega do lançamento dos satélites brasileiros.

O seminário

Na abertura do evento, promovido pela Fiesp em parceria com o Centro de Estudos Nipo-Brasileiros e o Consulado Geral do Japão em São Paulo, o diretor titular do Derex, Thomaz Zanotto, destacou a importância de olhar para o Japão neste momento em que o Brasil está “numa fase clara de transição de um ciclo político econômico para outro”, uma vez que os nipônicos são conhecidos por sua visão a longo prazo e projetos que miram o futuro. O apoio japonês no início dos anos 80, ele diz, foi um exemplo dessa percepção aguçada. O Brasil estava sem reservas, com hiperinflação e mesmo assim empresas japonesas acreditaram no país, fazendo investimentos na mina de Carajás e no setor de papel e celulose.

“Isto é algo que falta ao Brasil: perspectiva de longo prazo. Quando vemos os projetos do Japão em que houve participação japonesa, são sempre projetos grandes e de sucesso”, lembrou Zanotto. “Não podemos mais pensar no máximo na próxima eleição ou no orçamento deste ano, apenas. Temos que pensar no longo prazo, e o Japão, nesse sentido, é um forte exemplo para nós.”

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Abertura do seminário Intercâmbio Brasil-Japão em Perspectiva, realizado na sede da Fiesp. Foto: Ayrton Vignola/Fiesp


O presidente do Centro de Estudos Nipo-Brasileiro, Shozo Motoyama, também falou sobre parcerias passadas de sucesso, como por exemplo o aproveitamento do cerrado para a extração de celulose. “Temos muito que aprender com esse passado, que deve servir de inspiração para os novos. E chamo a atenção para as duas variáveis que devem ser pensadas: cooperação técnico científica e o fortalecimento da comunidade nikkei. Tenho certeza que as discussões tratadas nesse seminário dignificarão nosso passado e inspirarão nosso futuro.”

Já o cônsul geral do Japão no Brasil, Takahiro Nakamae, lembrou que a visita do primeiro-ministro de seu país ao Brasil, em 2014, foi de extrema importância para as relações bilaterais. Nessa mesma visita, ambos os países acordaram uma estratégia global de posicionamento na questão do clima, por exemplo, além de concordarem em impulsionar alguns setores específicos, como agrícola, infraestrutura, saúde e capacitação em recursos humanos. “Já na área econômica, assinamos o memorando de facilitação de visto de múltiplas entradas para curta permanência, estamos preparando a instalação da Japan House em São Paulo e esperamos contribuir cada vez mais.”

Brasil e Japão na COP 21

Abrindo o primeiro painel do seminário, “COP 21 e Cooperação Nipo-Brasileira em Meio-Ambiente, o presidente do Tribunal de Contas do Município de São Paulo, Edson Emanoel Simões, ressaltou que os dois países possuem vários aspectos que se complementam. “O Japão é a terra da tecnologia avançada, dos computadores. Já o Brasil dispõe de recursos naturais em abundância, criatividade e expertise inovadora para soluções cotidianas. Por isso acredito que a parceria [bilateral] seria exitosa em todos os temas.”

Por sua vez, o presidente da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), José Goldemberg, fez um relato histórico da participação de ambas as nações em diversas edições da Conferência do Clima (COP).

“O Brasil representa 2,6% das emissões mundiais de gases de efeito estufa, o Japão 2,9%. No entanto, este segundo vem há tempos reduzindo suas emissões. Já a situação do Brasil é radicalmente diferente, as emissões estão crescendo”, compara. Contudo, ele acredita em uma cooperação mútua significativa nesta área entre os dois países.  “Podemos contribuir fazendo com que eles [japoneses] reconheçam a utilização dos biocombustíveis e eles podem nos auxiliar ensinando às industrias a operarem, efetivamente, com maior eficiência energética.”

Mundo em mudança

No segundo painel do seminário, José Augusto Corrêa, diretor titular adjunto do Derex, destacou a transformação das relações internacionais. “Existe uma mudança completa, que inclui o ambiente de comércio internacional. É como se estivéssemos jogando futebol e, de repente, dissessem que agora se pode jogar com as mãos. Temos que mudar”, disse, para ressaltar a importância do Tratado Transpacífico (TPP na sigla em inglês), que une EUA e Japão.”

Corrêa lembrou que a Fiesp defende a análise de se integrar ao acordo, que deve ditar o padrão dos futuros pactos norte-americanos. E está em gestação o Tratado Transatlântico (TPIP), que vai incluir Estados Unidos e União Europeia, no que pode ser o maior acordo de livre comércio do mundo. “Ou a gente negocia agora, ou no futuro só vamos poder aderir.”

Paulo Eduardo Rocha Brant, diretor presidente da Cenibra -Celulose Nipo-Brasileira S/A, disse que uma das faces mais funestas da crise atual do país é o seu quase isolamento do ponto de vista das relações econômicas internacionais. “Infelizmente o Brasil está ficando à margem” da atual revolução tecnológica.

A Cenibra completou 40 anos em 2013 e atualmente tem capital 100% japonês. Trabalha a 101% da capacidade de produção e planeja expansão, tendo como maior entrave um decreto do Governo Federal que obriga à criação de um projeto a ser enviado ao Incra para cada fazenda que quiser comprar. Brant diz que depois de um ano de envio do primeiro projeto, a Cenibra não teve resposta. Para dobrar a produção, a Cenibra precisaria de 100.000 hectares a mais de florestas plantadas. Isso, ressaltou , para viabilizar um investimento de US$ 3 bilhões em área em que Brasil é muito competitivo, graças a, entre outras coisas, “ciência da boa”.

Frisou a enorme complementariedade entre Brasil e Japão. O Japão poupa mais do que investe, porque já tem infraestrutura pronta, ao passo que o Brasil ainda precisa de muita coisa. “Trabalhar no aprofundamento e na ampliação das relações entre os dois países é crucial.” Disse que a Cenibra e seus acionistas estão muito satisfeitos com a parceria com o Brasil. “Queremos ampliá-la, se deixarem.” A declaração foi comemorada por Ruy Martins Altenfelder Silva, presidente do Conselho Superior de Estudos Avançados da Fiesp (Consea), coordenador da mesa redonda. Ele convidou Brant a participar do grupo da Fiesp dedicado às discussões sobre remoção dos entraves ao investimento.

Passado e futuro

Akihiro Ikeda, que foi presidente da Alunorte (1977-1978), citou o modelo, com incentivos fiscais e parceria com o governo, que permitiu por exemplo o surgimento da Cenibra. Exibiu gráfico que mostra a evolução da corrente de comércio entre Brasil e Japão em relação ao comércio mundial do Brasil, que teve pico entre 1971 e 1975 (8,3%). “Murchou, não é desprezível, mas caiu para 3,1%” entre 2011 e 2015. Explicou que o Japão estava em expansão na década de 79, e o Brasil precisava exportar. Foram criadas condições (inclusive a implantação de indústrias) para o comércio. Crises posteriores, no Brasil e no Japão, prejudicaram o fluxo. Além de fábricas de celulose e alumínio, a agricultura do cerrado ficou como herança da época, frisou.

Nos investimentos, o pico ocorreu entre 71 e 80 (11,4% do capital estrangeiro no Brasil era japonês). Depois de cair a 0,9% entre 91 e 2000, chegou a 6,5% entre 2011 e 2014.

“E agora?”, perguntou. O Japão tem sérios problemas, como o demográfico, que limita a demanda e lhe tira a energia para o futuro. O Brasil deve sair da crise em talvez dois anos, mas depois tem baixa chance de crescer mais que 3% ao ano. Também começa a enfrentar problema demográfico. Não se sustenta crescimento baseado apenas em aumento da produtividade da mão de obra. O Brasil tem mercado, com 200 milhões de pessoas, com demanda em transformação, e o Japão tem tecnologia. Há espaço para aumentar muito as trocas.

Akira Homma, assessor científico e tecnológico sênior da Bio-Manguinhos/Fundação Oswaldo Cruz, ressaltou a interação de longa data na área biomédica entre Brasil e Japão. Destacou memorando de cooperação entre Brasil e Japão assinado em agosto de 2014, com foco em populações em envelhecimento, estímulo à qualidade de vida e prevenção de doenças.

Apesar de seu avançado sistema de saúde, o Japão tem alta incidência de doenças imunopreveníveis – e até “exporta” vírus. Homma apresentou proposta de intercâmbio entre Brasil e Japão na prevenção de doenças. O Brasil usaria o conhecimento acumulado com o Programa Nacional de Imunizações (PNI), e o Japão forneceria expertise na medicina preventiva e assistencial. Outra área de grande potencial é a capacitação científica e tecnológica em vacinas, em que o Japão é forte, e o Brasil ainda tem carência. O intercâmbio na área de produção de vacinas traria ganho no desenvolvimento comum de vacinas – por exemplo, contra dengue, zika e chikungunya.

Ao encerrar o painel, Ruy Altenfelder destacou entre os objetivos do seminário a revisão do sucesso dos projetos conjuntos, para, com base naqueles bem-sucedidos, pensar no futuro. Creditou à tecnologia trazida pelo Japão parte do sucesso no cerrado. Entre os desafios atuais, mencionou as doenças viróticas e o aedes aegypti. Também citou a complementariedade entre os cientistas japoneses e os brasileiros como algo a ser seriamente considerado em relação ao Sistema Único de Saúde.

MCTI apresenta na Fiesp programa de estímulo a startups

Patrícia Ribeiro, Agência Indusnet Fiesp

Na reunião do Conselho Superior de Inovação e Competitividade (Conic) da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) desta sexta-feira (19/6), Vera Costa, gerente do Projeto iTec do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), explicou o funcionamento do programa. “Trata-se de uma ação estruturada, com conceito de inovação aberta para reunir parcerias entre startups e fomentar negócios tecnológicos”, afirmou.

Segundo ela, a plataforma é democrática, e não importa o tamanho da startup para participar do programa. “Entrando no site, o empreendedor escolhe a solução que atenda a suas necessidades. Parcerias não são feitas da noite para o dia, mas o iTec faz o primeiro encontro”, disse.

Apresentação do Projeto iTec, do MCTI, durante reunião do Conic da Fiesp. Foto: Helcio Nagamine/Fiesp

Apresentação do Projeto iTec, do MCTI, durante reunião do Conic da Fiesp. Foto: Helcio Nagamine/Fiesp


Outro convidado, Gerson Valença Pinto, vice-presidente de Inovação da Natura e diretor da Associação Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento das Empresas Inovadoras (Anpei), dividiu algumas reflexões realizadas pela entidade. “É importante criarmos ambientes para o empreendedorismo e novos negócios. Mudar a cultura e se espelhar no que vemos lá fora, pois a inovação só acontece de fato quando chega ao mercado”, enfatizou.

Marcos Schlemm, pesquisador na área organizacional e desenvolvimento humano e professor da PUC-PR, mostrou durante a reunião um estudo comparativo entre o que chamou de ecossistema da inovação do Vale do Silício e as condições brasileiras para a inovação. Ele abordou estratégias e métricas de inovação no Vale do Silício.

“Percebemos que no Vale a inovação é espontânea ou randômica. Ao contrário do que dizem, que os EUA não estão crescendo, a prova é que o Vale do Silício sempre se destaca, já que cresce cada dia mais por conta do nível alto de inovação. Lá os professores universitários incentivam o aluno na criação de novos negócios. Aqui no Brasil, lamentavelmente, temos 1,8% de inovação. Falta um ingrediente fundamental: velocidade”, concluiu.

Hannover Messe: o Senai-SP e a indústria 4.0

Isabela Barros

Bem vindos à era da indústria 4.0. Ao tempo em que as ferramentas digitais integram todas as etapas da produção nas fábricas, permitindo a automação e a integração dos processos de modo nunca visto antes. Foi com esse mundo novo que três representantes do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial de São Paulo (Senai-SP) tiveram contato no último mês de abril, quando visitaram a Hannover Messe, considerada a mais importante feira do setor manufatureiro. Realizado em Hannover, na Alemanha, o evento apresentou soluções e produtos os mais variados, apontando tendências para o presente e para o futuro.

“A indústria 4.0 é aquela na qual sistemas inteligentes de manufaturas integram o chão de fábrica e os bancos de dados de todas as plantas industriais, com qualquer informação sendo acessada a qualquer hora, de qualquer ponto”, explica o gerente de Inovação e Tecnologia do Senai-SP Osvaldo Maia.

Um dos gerentes da instituição que visitaram a feira, Maia destaca também o monitoramento interno das máquinas feito com sensores, outra tendência apresentada em Hannover. “Assim, é possível saber, de outro país, informações completas a respeito do desempenho de uma máquina específica, inclusive a tempo de prevenir eventuais danos, evitando que o equipamento pare de funcionar”.

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A Hannover Messe: sistemas inteligentes de manufaturas integram o chão de fábrica e os bancos de dados de todas as plantas industriais. Foto: Osvaldo Maia


Para o gerente regional do Senai-SP José Carlos Dalfré, também presente no evento, o aumento da eficácia das linhas de produção está no centro do debate a respeito do futuro da indústria. “O objetivo é reduzir custos e falhas humanas”, explica.

Nesse cenário, a internet está disponível até mesmo nos objetos. “São máquinas que ‘conversam’ com outras máquinas por meio de internet sem fio, por exemplo”, diz Maia.

Novas energias, materiais e tecnologias

Outro ponto de debates na feira, segundo Dalfré, foi o uso de energias renováveis. “A discussão envolve até a possibilidade de armazenamento de energia para uso futuro”, diz. “Tudo pensado para um mundo no qual faltará petróleo um dia”.

Entre essas inovações, materiais diferenciados também ganham espaço. Como o polímero que, capaz de se distender, controla a umidade e a quantidade de raios ultra violeta que entram numa estufa, por exemplo. “O material se estica ou se fecha para permitir a maior entrada de luz, tudo controlado por sensores”, explica Maia.

A chamada super condutividade foi outra novidade apresentada, com peças de aço que se movem flutuando no ar a partir do controle de campos magnéticos. “Isso ainda permite a colocação dessas peças no ponto certo, com toda a precisão”, diz Dalfré.

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O equipamento no qual peças de aço flutuam no ar a partir do controle de campos magnéticos. Foto: Osvaldo Maia


Outra tendência tecnológica importante, o uso das impressoras 3D veio para ficar. E ajuda a indústria a reduzir custos na medida em que não há descarte de materiais no processo de produção. “Cerca de 30% do Boeing 787 já é feito com impressão em 3D”, afirma Maia.

Motor de mudanças

Diante dessas tendências, diz Maia, o Senai-SP tem a missão de ser motor de tantas mudanças. “Queremos que o Senai-SP seja indutor dessas modificações”, diz. “Precisamos estar prontos para preparar mão de obra para essa indústria de vanguarda, levar essas tecnologias para os nossos cursos e para os serviços que prestamos”.

Nesse ponto, a Hannover Messe teve um setor exclusivo para a aprendizagem industrial, discutindo como as empresas, internamente, preparam as suas equipes. “A formação técnica é reconhecida, respeitada na Alemanha, na Europa”, explica Maia.

Com tantas novidades na bagagem de volta ao Brasil, o Senai-SP não terá outro caminho a seguir que não o de ser referência para a manufatura nacional. “Vem muita evolução por aí”, diz Dalfré.

Iniciativas Sustentáveis: Cisco – Mais mulheres na TI

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Por Karen Pegorari Silveira

Cerca de 50% da população mundial é composta por mulheres, mas este número nem sempre se reflete na indústria de Tecnologia da Informação e Telecomunicações (TIC). Embora o setor continue em expansão, com constante demanda de emprego e mão-de-obra qualificada, este dinamismo não é expresso de forma igualitária entre os gêneros. Foi pensando nisso que a União Internacional de Telecomunicações (UIT) idealizou o Girls in ICT Day (“Dia das garotas de TIC”), um esforço global de sensibilização para capacitar e incentivar jovens mulheres a considerarem o ingresso nesta carreira. O evento acontece anualmente na última quinta-feira do mês de abril, conforme estabelecido pelos membros da UIT. A Cisco celebrou nos últimos três anos o Girls in ICT Day com eventos e atividades no Brasil e em todo o mundo.

Na Cisco do Brasil, a ideia é convidar as adolescentes para um dia diferente nos escritórios da companhia. O objetivo é apresentar melhor o setor e as oportunidades que a área pode gerar para elas no futuro. A agenda do evento conta com tours pelos escritórios da empresa em São Paulo e pelo Centro de Inovação do Rio de Janeiro, com apresentações, palestras e atividades práticas. O Girls in ICT Day da Cisco, que aconteceu ano passado, contou com a presença do presidente da companhia do Brasil, Rodrigo Dienstmann, e da diretora de Iniciativas de Transformação e Investimentos Estratégicos para o país, Nina Lualdi, além de sessões de executivas da companhia que falaram sobre suas trajetórias profissionais. O evento também contou com a participação de outros países da América Latina via telepresença – tecnologia de videoconferência em alta definição.

Podem participar deste evento qualquer mulher jovem que esteja no processo da tomada de decisão de sua carreira de estudos. A convocatória é coordenada através das instituições educativas que oferecem o programa Networking Academy, o programa global de educação da Cisco em parceria com instituições de ensino. E as instituições, por sua vez, escolhem as meninas que irão participar. Apesar de todas as jovens serem alunas do NetAcad, o evento não é restrito apenas a elas. Na edição de 2014 do Girls in ICT Day, a companhia também recebeu 27 meninas vindas de quatro escolas: Associação Comunitária Despertar, Centro Paula Souza, CIEE e Senac São Paulo.  No Rio, o evento aconteceu no Centro de Inovação IoE da Cisco Rio de Janeiro com o mesmo número de participantes das seguintes academias: Secretaria de Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro, Instituto Federal do Rio de Janeiro e Senac Rio de Janeiro. A faixa etária é de 15 a 20 anos.

O Girls in ICT Day da Cisco contou com a participação de 170 jovens em 2013, em 10 escritórios da companhia na América Latina. Já em 2014, o número de participantes subiu para 250 garotas em 12 escritórios distribuídos pela América Latina e Caribe. Ao todo, nos últimos dois anos, a Cisco contou com a participação de 420 jovens da América Latina durante o Girls in ICT Day. Este ano pretendemos ter mais de 350 meninas em 14 escritórios da Cisco pela América Latina.

Ana Makhlouf, responsável pelo “Girls Day in ICT” e pelo Marketing e Responsabilidade Social Corporativa, da Cisco para a América Latina, diz que a cada ano participam mais garotas nos eventos da América Latina. “A retroalimentação das meninas é positiva e por várias ocasiões elas já comentaram que a experiência foi inspiradora para decidir entrar na carreira de tecnologia. Após o evento, elas puderam compreender a dimensão e a importância que a TI exerce nas diversas áreas profissionais, além de presumir os caminhos, sonhos e conclusões adquiridas pelas gestoras da Cisco, que compartilharam suas experiências profissionais ao alcançar a posição que almejavam”, comenta Ana.

Ao promover e conectar as profissionais mulheres em TIC, a Cisco tem buscado equiparar a razão de 50% entre os homens e mulheres no mercado de trabalho e proporcionar maior igualdade de gêneros nesta indústria.

Sobre a Cisco

A Cisco é uma indústria de Tecnologia da Informação, com sede em San José, CA, Estados Unidos. Conta com 75 mil colaboradores globais (500 apenas no Brasil) e cerca de um quarto de todos os funcionários são mulheres. Seu faturamento anual é de US$ 12,25 bilhões.

Últimos dias do Festival Internacional de Linguagem Eletrônica

Agência Indusnet Fiesp

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Visitantes do FILE podem ouvir os sons da floresta na instalação The Mamori Expedition. Foto: Divulgação


O público tem só até domingo (05/10) para conferir a 15ª edição do Festival Internacional de Linguagem Eletrônica (FILE) no Centro Cultural Fiesp.

Principal encontro da América Latina sobre arte digital, incluindo instalações interativas, games, animações, video-arte e esculturas, marcou a reabertura da Galeria de Arte do Sesi-SP, que passou por uma reforma para modernização do espaço, melhorias na infraestrutura e inauguração de loja.

Sobre o FILE

O FILE é um festival brasileiro de arte e tecnologia que mostra inovações na interconexão entre arte, ciência e tecnologia. Há 15 anos o FILE realiza mostras anuais em São Paulo e no Rio de Janeiro e já realizou edições em várias cidades do Brasil e do mundo. O FILE trouxe pela primeira vez para o Brasil, Estados Unidos e Japão a tecnologia 4K, projeção de filmes em altíssima definição, e a primeira transmissão em tempo real de um filme 4K. Foi responsável ainda pela visita inédita ao Brasil, em 2005, do pesquisador americano Ted Nelson, criador do nome e da ideia de hipertexto e hipermídia.


Serviço

FILE – Festival Internacional de Linguagem Eletrônica Local: Centro Cultural Fiesp – Ruth Cardoso – Avenida Paulista, 1.313 (Metrô Trianon-Masp)
Informações: (11) 3146-7405/ 7406
Classificação indicativa: L – Livre para todos os públicos
Entrada gratuita Exposição (Galeria de Arte do Sesi-SP)
Datas e horários: De 26 de agosto a 5 de outubro de 2014 (diariamente, das 10h às 20h)


Novas tecnologias para grandes eventos é tema de seminário na Fiesp

Agência Indusnet Fiesp

Especialistas em TI, software e comunicação responsáveis pela operação os Jogos Olímpicos de Londres-2012 têm presença confirmada no seminário “Tecnologia de Grandes Eventos”,  evento que acontece na quarta-feira (04/12), em uma realização do UK Trade & Investment/Consulado Britânico em parceria com a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).

O seminárioapresenta a experiência britânica no setor e os principais desafios tecnológicos e operacionais na ocasião. O objetivo é de auxiliar o Brasil no planejamento para a Copa do Mundo de 2014 e Olimpíadas de 2016.

O seminário na Fiesp vai contar com participação do consultor em tecnologia do UKTI Nitin Dahad, que tem como tema as soluções desenvolvidas pelos britânicos na organização da comunicação em grandes eventos. Segundo Dahad, estimativas indicam que o tráfego de dados – via a transmissão de e-mails, mensagens de texto, fotos e vídeos – apenas no jogo de abertura da Copa no Estádio do Maracanã será maior que o tráfego total de uma cidade média como Campinas, com 2 milhões de habitantes.

Além da transmissão de informações atualizadas à imprensa, inovações constantes são aplicadas à cronometragem do tempo dos atletas, à medição do desempenho nas provas e ao envio de placares atualizados, a todo segundo, para espectadores do mundo inteiro.

A produção de conteúdo digital para eventos esportivos, o gerenciamento da privacidade e segurança dos usuários e a organização de um sistema de internet wireless serão alguns dos temas discutidos pelos palestrantes. As empresas britânicas representadas no seminário na Fiesp incluem a British Telecom, a Cambridge Broadband Networks, Intercede, Knowledge Now, Amino Communications e Axell Wireless.

Os Jogos Olímpicos de Londres-2012 são apontados como a primeira edição realmente digital, com transmissão ao vivo pela internet, e acompanhada pelas redes sociais. O site London2012.com teve uma visitação recorde de 431 milhões, com 15 milhões de downloads de aplicativos e 4.73 bilhões de visualizações.

Serviço

Seminário de Tecnologia de Grandes Eventos
8h45 – Registro
9h15 – Abertura
Diretor Titular Adjunto do Departamento de Relações Internacionais e Comércio Exterior da Fiesp ,Thomaz Zanotto
Cônsul-Geral Britânico, John Doddrell
9h45 – Apresentação dos temas
Nitin Dahad, Consultor em Tecnologia, UKTI
10h – USP – Desafios da tecnologia em grandes eventos: relatório da USP
Marcelo Zuffo, Professor Titular, Escola Politécnica da USP
10h30 – BT – Planejamento para Eventos Esportivos de Escala Mundial: Lições dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de Londres 2012
Alex Inglês, COO da BT América Latina
11h – A experiência do Reino Unido
Infraestrutura Wireless: backhaul instantânea com tecnologia ponto-multiponto; cobertura wireless interna durante Londres 2012.
Identidade digital e gerenciamento de espectadores: segurança e identidade em grandes eventos; entendendo a sua audiência.
Conteúdo digital: o como e o porquê da “Digital Signage” e do “Infotainment” por IP
Dr. John Naylon, CTO, Cambridge Broadband Networks
Hebert Sedas, Diretor Comercial, Axell Wireless
Jon Payne, Diretor Comercial, Intercede
Dr. Rodrigo F. Carvalho, CTO, Knowledge Now
Donald McGarva, CEO, Amino Communications
12h30 Perguntas e Encerramento







Delegação da Suécia debate relações com o Brasil em visita à Fiesp; Skaf propõe intercâmbio na área educacional

Ariett Gouveia, Agência Indusnet Fiesp

A Federação e o Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp e Ciesp) recebeu nesta segunda-feira (11/11) a visita da Academia Real Sueca de Ciências e Engenharia. O patrono da academia, o rei da Suécia Carl XVI Gustaf, esteve presente no encontro. Além de participar de debates sobre inovação e competitividade nas relações entre o Brasil e a Suécia, a delegação se reuniu com a diretoria e com o presidente da Fiesp, Paulo Skaf.

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Ao lado do rei da Suécia Carl XVI Gustaf (à direita na foto), Paulo Skaf disse que o Brasil precisa de muitos parceiros. “Tenho certeza que a Suécia pode ser um grande parceiro brasileiro.” Foto: Ayrton Vignola/Fiesp


Skaf agradeceu a presença da delegação, em nome de todos os setores produtivos brasileiros, e reforçou a importância de aumentar os negócios entre os dois países.

“A corrente de comércio da Suécia em 2012 foi de US$ 340 bilhões. A brasileira ficou em torno de US$ 500 bilhões. Isso nos estimula a procurar as razões pelas quais a nossa troca de comércio é tão modesta. Deveríamos estar comprando muito mais da Suécia e também vendendo mais para eles, assim como deveria ser maior o investimento de um país para o outro”, afirmou o presidente da Fiesp.“O Brasil tem um grande potencial e precisa de muitos parceiros. E tenho certeza que a Suécia pode ser um grande parceiro brasileiro.”

Ao falar dos investimentos da indústria paulista em educação, o presidente da Fiesp aproveitou a oportunidade para propor um intercâmbio entre as universidades da Suécia com as entidades da indústria como o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial de São Paulo (Senai-SP) e o Serviço Social da Indústria de São Paulo (Sesi-SP).

O presidente do Conselho da Academia e líder da delegação, Leif Johansson, disse que a Suécia tem muito interesse no Brasil. “Nossa meta é fazer a imersão profunda em coisas brasileiras, comparar o Brasil e a Suécia e avaliar como os países podem se desenvolver de forma independente e também em conjunto”, declarou. “Temos muito interesse em participar na economia crescente do Brasil, promovendo a ciência em áreas como estrutura energética, inovação, empreendedorismo e sustentabilidade. Sem dúvida, a Fiesp é uma organização importante para chegar a esse objetivo.”

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Leif Johansson (2º da esquerda para a direita): “Temos muito interesse em participar na economia crescente do Brasil”. Foto: Ayrton Vignola/Fiesp


Perguntas

Os principais temas questionados pelos membros da delegação sueca foram competitividade, infraestrutura, pré-sal e investimentos do país em educação.

Sobre a competitividade, o diretor-titular do Departamento de Competitividade e Tecnologia (Decomtec), José Ricardo Roriz Coelho, citou alguns dos entraves que o Brasil precisa enfrentar nessa questão. “Um dos problemas é o câmbio, porque durante um tempo tivemos o real sobrevalorizado, o que desorganizou os preços relativos no Brasil e perdemos a competitividade para exportar e no mercado interno. Também temos o custo de produzir no Brasil, que é muito caro”, explicou Roriz, que incluiu nesse custo as questões da infraestrutura e da baixa qualidade dos serviços públicos.

Roriz falou ainda que o Brasil precisa fazer um grande trabalho na área de inovação e tecnologia, para melhorar sua competitividade, além de fazer as reformas – tributária, jurídica e política.

O impacto dos investimentos do pré-sal para o Estado de São Paulo também foi tema de uma pergunta da delegação sueca. “De 2012 a 2016, o investimento do estado na área de petróleo e gás vai ficar na casa de R$ 175 bilhões. Em termos de serviços e produtos, São Paulo é responsável por 50% de tudo que se faz nessa área, mas, hoje, representa só 2% da produção. Esse número vai crescer para cerca de 20%, depois de desenvolvidos os campos do pré-sal”, disse Roriz, que avalia o pré-sal como uma grande oportunidade para São Paulo.

O diretor do Decomtec falou ainda sobre a questão da infraestrutura. “Embora o Brasil tenha imensos desafios pela frente, também é um país de grandes oportunidades. E pode trabalhar em conjunto com a Suécia para desenvolver esse potencial.”

Apresentações do Seminário “São Paulo: Cidade da Inovação”

O seminário “São Paulo: Cidade da Inovação”, que aconteceu segunda-feira (21/10), na sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), teve como tema “Parques Tecnológicos e Incubadoras”.

O evento contou com a participação de especialistas de diversas instituições. As apresentações dos participantes estão disponíveis para consulta.

Para visualizar ou salvar apresentações da Palestra, acesse o menu ao lado.

Robótica, tecnologia e interatividade são os destaques da 14ª edição do File

Ariett Gouveia, Agência Indusnet Fiesp

Incentivar a inovação e a criatividade na arte e tecnologia é a proposta do Festival Internacional de Linguagem Eletrônica, o File, aberto nesta segunda-feira (22/07) para convidados, no Centro Cultural Fiesp – Ruth Cardoso. É a 14ª edição do evento, o maior da arte digital do Brasil e um dos mais importantes do mundo. A abertura oficial para o público acontece nesta terça-feira (23/07).

O File reúne projetos de instalações, animações, games, aplicativos e música eletrônica, vindos de diversos países. Na abertura do evento, o grupo francês 1024 Arquitetura, apresentou a performance “Crise”, em que os dois integrantes usaram instrumentos musicais, luzes, música eletrônica e um cenário de papelão.

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O grupo francês 1024 Arquitetura apresentou a performance "Crise" na abertura do File. Foto: Mauren Ercolani

Obras e artistas

Cerca de 400 obras estão expostas nos vários espaços do Centro Cultural Fiesp – Ruth Cardoso, além da Galeria Digital e a estação do metrô Trianon-Masp. Como já aconteceu em outras edições, a interatividade é a característica mais marcante do File, que também traz, a cada ano, tecnologias de ponta como ferramenta para a expressão artística.

A obra “Heart Pillow”, de Bernardo Schorr, é um sensor que capta e reproduz os batimentos cardíacos por meio da leitura do dedo de uma pessoa e transmite para um travesseiro. “A obra surgiu da busca de formas de fazer interações afetivas e comunicar coisas que não podem ser ditas, tem que ser sentidas, como amor e amizade”, explicou o artista. “O sensor e o travesseiro estão na mesma sala, mas poderia estar um no Brasil e outro na China, ou qualquer outra distância.”

Como artista,  Schorr participa pela primeira vez do File, mas há 10 anos acompanha o evento como visitante. “Tinha 16 anos quando conheci o File. A exposição, os artistas, a curadoria, tudo é de altíssima qualidade. É muita sorte termos uma exposição como essa no Brasil e de graça”, diz o designer que atualmente mora em Nova York.

“Fala” é a instalação de Rejane Cantoni e Leonardo Crescenti. Formada por 40 aparelhos celular que falam 20 idiomas diferentes, a obra tem um microfone que faz a interface entre o público e as máquinas, que criam uma conversa. “Nosso trabalho veio de uma pergunta: quando as máquinas começarem a falar, qual será a língua delas? Como trazer a linguagem das máquinas para a escala humana?”, contou Rejane.

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"Martela", uma das obras do File 2013. Foto: Mauren Ercolani


Outra obra que chamou muita atenção dos visitantes é “Martela”, de Ricardo Barreto e Maria Hsu. Em formato de cama, é formada por 27 motores. Cada um deles é uma unidade tátil, que tocam o corpo de quem deita de várias formas e intensidades. “Queremos que a pessoa tenha uma fruição estética por meio do tato, na contra-mão da hegemonia da visão e da audição na arte”, disse Maria.

Essas e outras obras estarão em exposição até o dia 1º de setembro. Para ver a programação completa do File em todos os espaços, consulte o site do Sesi-SP Cultura.

Serviço
Festival Internacional de Linguagem Eletrônica (File 2013)

Período: De 23 de julho a 1º de setembro
Local: Centro Cultural Fiesp – Ruth Cardoso (Avenida Paulista, 1313)
Programação: http://www.sesisp.org.br/cultura/exposicao/file-14-edicao.html

Biomecânica a serviço da equipe de natação do Sesi-SP

Guilherme Abati, Agência Indusnet Fiesp

A equipe de natação do Serviço Social da Indústria do Estado de São Paulo (Sesi-SP) conta agora com a experiência e o conhecimento técnico de Paulo César Marinho, biomecânico da seleção brasileira. Trata-se do início de uma parceria para trabalhar diretamente com os principais nomes da equipe, mas isso utilizando tecnologia e softwares de ponta para melhorar ainda mais o desempenho dos atletas. Tudo para rechear a sala de troféus da instituição com ainda mais medalhas de ouro.

Marinho, que começou o trabalho ao lado da equipe de natação do Sesi-SP na semana passada, conta que desenvolve o método de análise biomecânica há mais de dez anos. “O método permite a correção de erros dos atletas analisados e a criação também de um banco de dados com informações técnicas”, conta.

Marinho explica que os atletas são filmados com cinco câmeras de alta velocidade, sendo duas submarinas. “Recolhemos informações visuais de todos os movimentos do atleta. Depois das filmagens, levamos esses dados e informações para um estudo minucioso, para depois criarmos um método de correção, atuando ao lado do treinador para que o atleta realize a movimentação de maneira plena”.

Imagens do desempenho dos atletas são analisadas com o auxílio de softwares específicos. Foto: Guilherme Abati/Fiesp

Imagens do desempenho dos atletas são analisadas com o auxílio de softwares. Foto: Guilherme Abati/Fiesp


Segundo Marinho, com a análise são levantados os dados sobre a velocidade média atingida pelos nadadores, além da amplitude e frequência de braçadas. “Com isso, buscamos o nado ideal para cada atleta.” A tendência é a melhora gradual do tempo de prova e do rendimento. “Não há medalha sem uma análise técnica minuciosa.”.

Com o apoio dos atletas

Técnico da equipe de natação do Sesi-SP, Fernando Vanzella aprova a iniciativa. “O Paulo César já trabalha há dez anos com a biomecânica e tem um banco de dados muito grande, com informações detalhadas, inclusive sobre os nossos adversários”, conta.

Vanzella explica o trabalho do biomecânico. “O biomecânico atua em vários níveis. Ele busca os detalhes de maneira clínica, sempre tendo como objetivo a excelência no nado. Depois da análise feita a partir das inúmeras imagens criadas, ele trabalha individualmente com o atleta, corrigindo detalhes observados durante o nado”.

Marinho: “Não há medalha sem uma análise técnica minuciosa”. Foto: Guilherme Abati/Fiesp

Marinho: “Não há medalha sem uma análise técnica minuciosa”. Foto: Guilherme Abati/Fiesp

O técnico diz que, desde novembro de 2012, data em que iniciou seus trabalhos dentro do Sesi-SP, existe a busca pela construção de uma equipe de alto rendimento e multidisciplinar. Além de um time com preparadores físicos, psicólogos e técnicos, Vanzella afirma que “uma equipe de natação de ponta exige a participação de um biomecânico”.

Ele explica que Marinho também trabalhará durante a principal competição deste ano, acompanhando diretamente com os atletas durante o Mundial de Barcelona, a ser realizado entre 19 de julho a 4 de agosto. “O acompanhamento durante a competição é vital. Já que com as análises é possível ganhar alguns centésimos entre uma prova e outra”, afirma.

“É um olhar clínico que pode mudar a cor da medalha”, conta a nadadora Jessica Cavalheiro. Para ela, o trabalho que começa a ser desenvolvido é essencial para alcançar resultados significativos e “corrigir pequenos detalhes do nosso trabalho”. “A natação, hoje, é um esporte integrado”, concluiu.

Também nadadora da equipe, Etienne de Medeiros comemorou a parceria e prevê ótimos resultados com a utilização da tecnologia. “É um trabalho bastante importante, que atua especificamente na correção dos defeitos de cada atleta. Fui surpreendida logo no inicio do meu contato com o método. Acho que já em Barcelona poderei nadar melhor”, disse.

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Fispal Tecnologia tem o apoio da Fiesp em São Paulo

Isabela Barros, Agência Indusnet Fiesp

A 29ª Feira Internacional de Embalagens, Processos e Logística para as Indústrias de Alimentos e Bebidas (Fispal Tecnologia), maior evento do setor em toda a América Latina, será realizada entre os próximos dias 25 e 28 de junho, no Pavilhão de Exposições do Anhembi, em São Paulo. A feira ocupará uma área de 80 mil m² e tem apoio institucional da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).

A nova edição da Fispal vai ser realizada com um aumento de 30% em sua área de exposição e de 10% no número de marcas expositoras desde 2010. O setor de embalagens registrou, ao final de dezembro de 2012, um crescimento de 1,6%, em parte por conta de medidas como a desoneração tributária e a ampliação do crédito.

Serviço

Fispal Tecnologia – 29ª Feira Internacional de Embalagens, Processos e Logística para as Indústrias de Alimentos e Bebidas
Data: de 25 a 28 de junho de 2013
Horário: das 13h às 21h
Local: Pavilhão do Anhembi, Av. Olavo Fontoura 1.209, Santana, São Paulo

Produção científica brasileira é a que mais cresce no mundo, diz presidente do CNPq

Guilherme Abati, Agência Indusnet Fiesp

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Oliva falou sobre os desafios e oportunidades para a inovação no país (Foto: Helcio Nagamine)

A produção científica brasileira é a que mais cresce no mundo, segundo Glaucius Oliva, presidente do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

O professor – titular do Instituto de Física de São Carlos e com doutorado pela Universidade de Londres – esteve nesta sexta-feira (17/05) na sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) para reunião do Conselho Superior de Inovação e Competitividade (Conic) da entidade.

Oliva falou sobre os desafios e oportunidades para a inovação no país e também sobre a atual situação da produção científica nacional.

O dirigente afirmou que houve grandes avanços na pesquisa científica nas últimas décadas. “Na década de 1950, tínhamos pouquíssimos cientistas e pesquisadores no Brasil. Em 2010, formamos 40 mil mestres e 12 mil doutores – 2,7% da produção científica do mundo nascem no Brasil”, disse Oliva.

“É a que mais cresce no mundo”, garantiu.

Oliva afirmou que o país conta com recursos humanos qualificados em todas as áreas de conhecimento e em todas as regiões do país. O docente também apontou a inovação como principal caminho para o Brasil ser um país cada vez menos pobre.

Conhecimento e Inovação

“Nós já temos no Brasil os exemplos de sucesso de como transformar inovação e conhecimento em riqueza”, disse Oliva, lembrando a Petrobras, líder mundial em prospecção de óleo e gás em águas profundas, e a Embraer, que, segundo destacou, “desde que investiu em inovação, tornou-se uma das maiores fabricantes de aeronaves”.

Para o presidente do CNPq, ciência, tecnologia e inovação são os eixos estruturantes do desenvolvimento nacional.  “Desde que a Embrapa criou parcerias com grandes escolas de Agronomia, o Brasil é líder mundial em pesquisa e desenvolvimento em agropecuária tropical.”

Oliva também abordou os principais desafios da área. “Avançar em direção à economia do conhecimento e também transitar para a economia de baixo carbono e sustentável são os atuais obstáculos que enfrentamos”, opinou.

‘Ciência sem Fronteiras’

Durante sua participação no conselho, o presidente do CNPq falou sobre o programa “Ciência Sem Fronteiras”, que deverá oferecer 100 mil bolsas para estudantes brasileiros no exterior.

“Com o programa queremos aumentar a presença de estudantes e pesquisadores brasileiros em instituições de excelência no exterior e fortalecer a internacionalização das universidades brasileiras”, disse Oliva.

“Empresas como a Petrobras e a Vale já estão aderindo ao programa, o que mostra sua importância”, encerrou.

Painel debate obstáculos e oportunidades para aumentar competitividade brasileira

Ariett Gouveia, Agência Indusnet Fiesp

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José Ricardo Roriz Coelho, vice-presidente da Fiesp e diretor-titular do Decomtec. Foto: Luís Benedito/Fiesp

Infraestrutura, qualificação da mão de obra e tecnologia foram alguns dos temas presentes no debate “Competitividade, um fator-chave para o crescimento”, realizado na manhã desta segunda-feira (13/05) durante o Encontro Econômico Brasil-Alemanha (EEBA) 2013.

O vice-presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e diretor-titular do Departamento de Competitividade da entidade (Decomtec/Fiesp), José Ricardo Roriz Coelho, afirmou que, apesar de avanços no ano passado, o Brasil tem que melhorar em competitividade com mais rapidez.

“Ano passado, o governo tocou em pontos importantes para a competitividade brasileira. Mas no Brasil nossa carga tributária é imensa – especialmente para a indústria – e temos uma deficiência muito grande na nossa infraestrutura. Temos problemas sérios com relação à burocracia. Enfim, um conjunto de fatores que torna caro produzir no Brasil”, disse Roriz, que citou um estudo recente da Fiesp. “Em uma avaliação com os 15 principais parceiros comerciais, verificamos que produzir no Brasil é 32,4% mais caro que a média desses países.”

Infraestrutura e tecnologia

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David Kupfer, assessor da presidência do BNDES. Foto: Luís Benedito/Fiesp

Davi Kupfer, assessor da presidência do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico (BNDES), afirmou que a falta de infraestrutura é um grande problema brasileiro, mas também deve ser visto como oportunidade. “O hiato de infraestrutura que se acumulou no Brasil é muito extenso porque os investimentos foram praticamente nulos em um período de desorganização econômica. Mas, perdurando essa robustez nas contas públicas e da capacidade de investimento e com o aprendizado jurídico, será possível ganhar velocidade nas ações necessárias para o avanço no país”, disse Kupfer.

“A infraestrutura é um problema, mas também é um conjunto de oportunidades de investimentos e de desenvolvimento tecnológico. Temos que aproveitar para construir uma infraestrutura altamente eficiente, pensando nos parâmetros de sustentabilidade, em uma expansão com mais planejamento e matrizes energéticas e de transporte mais racionais, com efeitos positivos para o futuro”, completou o representante do BNDES.

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Roberto Rodrigues, membro do Conselho Empresarial da América Latina. Foto: Luís Benedito/Fiesp

Na opinião de Roberto Rodrigues, membro do Conselho Empresarial da América Latina (Ceal), o investimento em tecnologia é um dos pontos importantes para garantir a competitividade.

“O crescimento da agricultura nacional, por exemplo, tem como base o investimento em tecnologia, que deu origem a um padrão tecnológico tropical inigualável no mundo. Nos últimos 20 anos, a área plantada com grãos cresceu 41%, enquanto a produção aumentou 217%, o que mostra o aumento da produtividade.”

Qualificação profissional

Mas não basta tecnologia sem mão de obra qualificada, alertou Holger Apel, vice-presidente da KfW IPEX-Bank GmbH. “Quem gera inovação não são as máquinas, mas as cabeças”, disse ele.

Os participantes alemães deram ênfase à importância do sistema de formação dual, em que o profissional é treinado diretamente na empresa com investimento feito pelo próprio empresário.

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Thomas Schmall, presidente da AHK e da Volkswagen do Brasil. Foto: Luís Benedito/Fiesp

“É bom para o funcionário e para a empresa, mas há dois parâmetros decisivos para que o sistema funcione”, explicou Apel. “O primeiro é a consciência das empresas, da necessidade de investir em algo que não vai trazer lucro em dois e três anos. No entanto, saber que está formando pessoas que vão definir o futuro de suas empresas. A outra é o apoio do governo.”

Roriz, vice-presidente da Fiesp, destacou que a formação profissional é uma das possibilidades de intercâmbio entre a Alemanha e o Brasil. “O investimento em educação no Brasil cresceu em quantidade, mas não em qualidade. Há setores, como o de petróleo e gás, que passam por dificuldade para encontrar pessoas qualificadas para trabalhar. Acredito que existe aí um espaço para uma cooperação maior entre Brasil e Alemanha.”

Como exemplo de uma iniciativa brasileira no caminho de criar um sistema dual, Kupfer, do BNDES, citou o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai). “É um programa de grande porte, envolvendo recursos volumosos, em parceria com entidades empresariais como o Senai, que esperamos que colabore para um salto de qualidade na mão de obra para as tecnologias contemporâneas.”

Investimento em inovação foi outro tema debatido no painel. Para Thomas Schmall, presidente da Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Alemanha (AHK) e presidente da Volkswagen do Brasil, “o Brasil hoje é um dos mercados mais inovadores e o consumidor brasileiro exige os produtos mais modernos que existe”. Por isso, as empresas vão ter que acompanhar esse mercado e dar um salto de inovação.

Fiesp e empresários franceses avaliam criação conjunta de centros de tecnologia no Brasil

Alice Assunção, Agência Indusnet Fiesp

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Embaixador francês, Bruno Delaye, e presidente da Fiesp, Paulo Skaf. Foto: Everton Amaro/Fiesp

O presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, recebeu nesta quinta-feira (09/05) o embaixador da França no Brasil, Bruno Delaye, e um grupo de empresários da França. Entre os assuntos da pauta foi discutida a criação conjunta de centros de tecnologia no Brasil e o apoio à formação de engenheiros brasileiros em universidades francesas.

Durante o encontro, Skaf falou sobre projetos de investimento em centros de tecnologia do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial de São Paulo (Senai-SP) para os setores de aviação e ferroviário, também conhecidos pelo embaixador Delaye.

“Assim como vamos fazer o Centro Senai de Tecnologias Aeronáuticas em São José dos Campos, nós vamos fazer para o setor ferroviário um centro de tecnologia”, disse Skaf sem mencionar a cidade. “Temos uma previsão de investimento de R$220 milhões para os dois centros, o ferroviário e o aeronáutico”, acrescentou.

Em matéria de formação, o embaixador Delaye citou o “Ciências Sem Fronteiras”, programa dos Ministérios da Ciência Tecnologia e Inovação e da Educação que oferece bolsas de estudo no exterior a estudantes brasileiros no nível superior.

Segundo Delaye, mais de três mil engenheiros brasileiros são formados em universidades francesas todos os anos.

“Nosso compromisso é capacitar 10 mil engenheiros brasileiros até 2015 nas universidades francesas. Isso é dentro e fora do programa ‘Ciências Sem Fronteiras’ porque já temos um programa anterior em vigor”, explicou.

Campus Party: CJE/Fiesp terá estande com programação exclusiva

Agência Indusnet Fiesp

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O Comitê de Jovens Empreendedores (CJE) da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) participa da Campus Party 2013 – considerado o maior evento de inovação tecnológica, Internet e entretenimento eletrônico em rede do mundo.

Nesta segunda-feira (28/01), o diretor do CJE/Fiesp, Sylvio Gomide, participa da solenidade de abertura do evento.

Ao longo desta semana, o CJE terá atividades gratuitas em seu estande no evento, localizado na Zona Expo, ao lado do Espaço Inclusão Digital.

As apresentações começam no horário da tarde e vão até o horário da noite, com uma hora de duração, em formato livre: Talk Show, bate-papo, palestra, entre outros. A iniciativa conta com o apoio do Núcleo de Jovens Empreendedores do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp).

A Campus Party vai até sábado (02/02) no Pavilhão do Anhembi (Av. Olavo Fontoura, 1 – São Paulo). Mais informações sobre a feira no link www.campus-party.com.br/2013/index.html

Veja a programação do estande do CJE

29 de janeiro (terça-feira)
15h – Ivan Azouri Bermudes: O impacto da tecnologia no convívio condominial – Case CondLink
16h – Felipe Baeta, Victor Maluhy e Adriana Cury: Branding para startup
17h – Cristiano Miano: Case Agência Digi
18h – Pedro – Case DigiPronto.
19h – Edson Borelli: BlackDoor – Segurança da informação na indústria.
20h – Otávio Yamanaka: A mobilidade na indústria E-lemento.
21h – Marco Lopes – Projeto Sonhar.


30 de janeiro (quarta-feira)
16h – Rafael Art – Sustentabilidade Dimensão e Evolução.
17h – Ricardo Sodre: Empreendedorismo no Vale do Silício.
18h – Bruno Ghizoni: Investimento anjo.
19h – Roosevelt: UOL – Inovação e modelos de negócio.
20h – Augusto Gomes: Crowdsourcing.
21h – Guilherme de Mauro Favaron – Inovação.

31 de janeiro (quinta-feira)

17h – Claudia Cuffa: Rede Cufa Brasil Internet.
18h – Paola Caiuby e Manuela Colombo: Projeto Conexão Cultural – Como conectar os brasileiros com a nossa cultura.
19h – Wagner Marcelo: Empreendedorismo universitário.
20h – Nathália Britto: Aspectos jurídicos das startups.
21h – Daniel Egger e Marina Miranda: Novas lógicas de negócios – visões de futuro.

1 de fevereiro

17h – Marcella Barros e Juliana Ramalho: Empreendedorismo Endeavor.
18h – Marcus Vinicius: Aprendendo a investir – Terra Nova Investimento.
18h30 – Joni Galvão: Case SOAP.
19h – Daniel Gatti – PUC-SP: Cooperação mútua Indústria-Universidade.
20h – Alexandre Ribeiro de Sá: Vortex Studios – Oportunidades e panoramas da indústria de games.
21h – Gisela Kassoy – Como Vender Inovações.


2 de fevereiro

15h – Marcos Lorenzani: Case Lorenzani – Atitude empreendedora, criação e gestão de uma pequena empresa.
18h – Lucas Foster – Incubadoras para Empreendedores da Economia Criativa: Transformando suas ideias em realidade.
19h – Daniela Moreira: A importância da imprensa no mercado de startups.
20h – Deborah Magnani: PictoCity – Criatividade e indústria – Inovações em comunicação multimídia.

Vicioni: Olimpíada do Conhecimento une tradição e progresso

Alice Assunção e Flávia Dias, Agência Indusnet Fiesp

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Vicioni: expectativa é de vitórias do Senai-SP na competição. Foto: Junior Ruiz

A 7ª Olimpíada do Conhecimento, que começa esta semana, em São Paulo, deve desfazer um mito: o do antagonismo entre a tecnologia e os conceitos clássicos do ensino profissionalizante. A avaliação é do diretor regional do Senai São Paulo, Walter Vicioni, durante cerimônia de abertura do evento, na tarde desta segunda-feira (12/11).

A sétima edição do principal torneio de estudantes do ensino profissionalizante, vai testar conhecimentos de 640 alunos em 54 profissões que vão desde a manutenção aeronáutica até joalheria.

“Tradição e progresso não são inimigos. Eles andam junto. A tradição dos valores e da cultura e o progresso por responder às inquietações e avanços tecnológicos da indústria brasileira. São coisas que se associam e é isso que nós queremos mostrar nesta Olimpíada, que é possível conviver com o progresso e a tradição”, afirmou Vicioni.

De acordo com Vicioni, a expectativa é de vitórias do Senai-SP na etapa nacional desta Olimpíada.

“São Paulo vai ter um bom desempenho. E é natural, porque [o Senai-SP] é uma entidade que cuida bem do seu processo educacional e que usa bem a sua tecnologia. Evidentemente vamos colher os resultados deste processo”, completou.

Petróleo e Gás: Senai-SP promove transferência de tecnologia e inovação para indústrias

Flávia Dias, Agência Indusnet Fiesp

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Nivaldo de Freitas, do Ditec/Senai transferência de tecnologia. Foto: Everton Amaro.

As indústrias interessadas em aderir ao Programa do Núcleo de Apoio à Gestão da Inovação na Cadeia de Petróleo e Gás (NAGI PG) têm um importante pilar de apoio nos cursos e serviços oferecidos pelo no Serviço de Aprendizagem Industrial (Senai-SP), destacou o representante da Diretoria Técnica (Ditec) do Senai-SP, Nivaldo de Freitas.

Ao participar do evento de lançamento da iniciativa, realizado nesta quinta-feira (25/10), na sede da Federação e do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp e Ciesp), parceiros no NAGI PG, Freitas disse que o Senai-SP tem o papel de promover a transferência de tecnologia e inovação para empresas dos mais variados segmentos indústrias.

“Ganha a empresa, com este novo produto inovador, e ganha o Senai, com o desenvolvimento deste novo conhecimento”, afirmou Freitas,

O NAGI PG é uma parceria entre a Fiesp, Ciesp  e USP para capacitar as indústrias paulista da cadeia produtiva de Petróleo e Gás e identificar oportunidades  e desafios tecnológicos que afetam a competitividade do setor. O projeto beneficiará cerca de 400 empresas em 10 regiões do Estado de São Paulo.

Durante sua explanação, Freitas apresentou o portfólio de produtos e serviços especializados oferecidos pela instituição, como laboratórios e assessorias técnicas.

Além disso, o representante do Ditec sugeriu que os empresários participem do edital Sesi Senai Inovação, iniciativa do Senai Nacional, que oferece apoio financeiro aos projetos de pesquisas aplicados em empresas do setor industrial, com ênfase em inovação tecnológica e social.

Conheça mais sobre os serviços oferecidos pelo Senai-SP no site http://www.sp.senai.br/senaisp/