Skaf visita Escola Sesi de Suzano e assina com o município convênio do Programa Atleta do Futuro

Agência Indusnet Fiesp

O presidente da Fiesp e do Sesi-SP, Paulo Skaf, visitou nesta sexta-feira (11 de maio) a Escola Sesi de Suzano. Na ocasião Skaf assinou o convênio do Programa Atleta do Futuro, que beneficiará 2.120 alunos de Suzano com a prática de futebol e futebol society.  O moderno prédio vertical da escola, localizado dentro do Centro de Atividades Sesi Max Feffer, recebeu investimento de R$ 43,3 milhões e atende 1.898 alunos nos ensinos Fundamental e Médio.

Na cerimônia, a atleta paraolímpica Evelyn entregou a Skaf uma bola de bocha, como agradecimento pelo investimento no esporte paraolímpico, que promove a inclusão.

O prefeito de Suzano, Rodrigo Ashiuchi, destacou o investimento feito pelas entidades da indústria paulista – Fiesp, Sesi-SP e Senai-SP – na cidade.

Paulo Skaf no Sesi de Suzano, que recebeu investimento de R$ 43,3 milhões. Foto: Ayrton Vignola/Fiesp

Em todo o Estado de São Paulo são mais de 100.000 alunos beneficiados pelo Programa Atleta do Futuro, que envolve 187 prefeituras conveniadas. Desde 2008, o programa tem estimulado a prática esportiva e a cidadania de crianças e adolescentes. Além de introduzir a prática esportiva aos participantes, os alunos recebem orientação em temas transversais como saúde, trabalho, consumo consciente, meio ambiente e pluralidade cultural, dentre outros.

Depois da assinatura do convênio, os alunos do programa participaram de bate-papo com o ex-jogador de futebol Luizão, seguido por um bate-bola na quadra de futebol society.

Um dos maiores atacantes das décadas de 1990 e 2000, Luiz Carlos Bombonato Goulart, mais conhecido como Luizão, é natural de Rubineia-SP. Mas foi em Campinas que o jovem centroavante começou a despontar para o sucesso, quando defendeu o Guarani.

Depois colecionou passagens vitoriosas por vários clubes do futebol brasileiro. Campeão paulista em 1996 (Palmeiras), campeão carioca e da Taça Libertadores em 1998 (Vasco), campeão paulista e brasileiro de 1999 e mundial de clubes em 2000, e mais um título paulista em 2001 (Corinthians). Também integrou a Seleção Brasileira que se sagrou pentacampeã do mundo (2002) e foi campeão paulista e da Libertadores em 2005 (São Paulo). O atacante é o maior artilheiro brasileiro da Libertadores, tendo marcado 29 gols.

Novo Sesi de Suzano

A nova escola fica em moderno prédio vertical, composto por 40 salas de aula, biblioteca escola com acervo atualizado, dois laboratórios de ciência e tecnologia, dois laboratórios de informática, laboratório de ciências físicas, químicas e biológicas e o moderno FabLab Sesi-SP. Completam a estrutura salas multidisciplinares, de vivência teatral, vivência musical

O FabLab Sesi-SP (FabLab, abreviação do termo em inglês fabrication laboratory) é uma plataforma de prototipagem rápida de objetos físicos e está inserida em uma rede mundial de quase oito centenas de laboratórios. Tem como base o conceito da participação colaborativa do aluno e da comunidade local, que trocam informações para a execução de um projeto e contam com o apoio de uma rede internacional.

O objetivo destes laboratórios é ser um ponto de encontro e conexão de ideias, as quais são materializadas através da fabricação digital, eletrônica e programação. O FabLab Sesi-SP tem equipamentos modernos para que o aluno seja estimulado a aprender fazendo. São compostos por Impressora 3D, Cortadora a Laser, Fresadora, Cortadora de Vinil, Prensa Térmica e Bancada Eletrônica.

‘A vida que a gente quer depende do que a gente faz’, diz David Feffer em palestra no Congresso do CJE

Isabela Barros, Agência Indusnet Fiesp

Errar é um caminho para acertar. Não deixar de ter sempre um olho no peixe e outro no gato. De investir nas pessoas e nas relações estabelecidas entre elas. Tudo isso sem perder o foco nos valores, nos propósitos para seguir adiante. Essas foram apenas algumas das reflexões apresentadas pelo presidente do Grupo Suzano, David Feffer, na manhã desta terça-feira (01/11), em palestra no Congresso do Comitê de Jovens Empreendedores (CJE) da Fiesp: “Reinvenção agora: Crie, ouse, compartilhe”. O evento segue até o final do dia na sede da federação, na Avenida Paulista, em São Paulo.

Grato pelo convite para participar do congresso e destacando que “a Fiesp é a mais importante federação das indústrias do país” ao lado do diretor titular do CJE, Luiz Hoffman, Feffer falou sobre a sua trajetória de empreendedor. “Cada um de nós tem uma memória de infância”, lembrou. “A minha é de máquinas, de indústria: ia para a fábrica aos sábados, com o meu pai, Max Feffer”.

Assim, começou a trabalhar aos 14 anos, na área de transportes na empresa. “Usávamos transporte terceirizado e, na época da safra da batata, não tínhamos transporte suficiente”, contou. “Sugeri ao meu pai que criássemos uma empresa de transportes e ele me disse para cuidar disso”, explicou. “Foi uma das primeiras lições de empreendedorismo que eu tive: nunca me saiu da memória a noção de ter uma ideia e acreditar nela”.

Também no campo das lições, Feffer lembrou a compra da Bahia Sul Celulose pela Suzano em 2001, “por valor maior do que havia sido autorizado”, após uma longa negociação. “Estava morrendo de medo de contar ao meu pai que havia passado do valor”, disse. “Pois ele me deu os parabéns e disse que, se o negócio é bom por 100, por 105 será bom também”, contou. “Ele me ouviu, confiou em mim. Aprendi a ouvir e a confiar nos times, nos jovens”.

Para Feffer, a inteligência artificial vai revolucionar a sociedade, numa mudança só comparada à revolução industrial. “Daqui a dez anos, nenhum processo industrial será igual ao que é feito hoje”, disse. “Temos esse desafio nas nossas empresas, essa mudança é feita com cabeças que pensam diferente”.

Estimular quem erra

Assim, em sua saga de empreendedor, Feffer diz que aprendeu que “o erro é o melhor caminho para o acerto”. “No passado, era comum punir que errava”, disse. “Hoje a gente tem que estimular quem erra e não taxar de incompetente quem cometeu a falha: há sempre ganho de experiência”.

Outra lição importante: “administrar as empresas com um olho no peixe e outro no gato”. “Cuidar do hoje para que os nossos negócios sejam os mais rentáveis. É assim que se constrói o caminho do futuro”.

Feffer, à direita, ao lado de Luiz Hoffman: lições de empreendedorismo. Foto: Ayrton Vignola/Fiesp

 

Diante disso, não dá para perder de vista os valores. “Não existe empresa bem sucedida sem valores e propósitos”, afirmou. “Não conheço nenhuma empresa sem propósito que deu certo”. E qual o propósito da Suzano? “Ser forte e gentil”, disse. “Somos fortes porque temos que fazer tudo de modo eficiente e gentis para agregar um grande número de pessoas às nossas ações”.

Ainda sobre pessoas, Feffer reforçou a importância de ter profissionais “de alta performance, competentes, alinhados e motivados” nas empresas. “Além disso, é preciso investir em relações de qualidade. O ambiente de trabalho não pode ser desagradável, pesado”, afirmou.  “Temos que ter relações leves, de qualidade, que persistem apesar de todos os percalços do caminho”, disse. “As relações de qualidade são maiores do que todos os problemas”.

Mais duas lições? “Se preparar para o pior e esperar o melhor. Em geral, o melhor acaba acontecendo”, disse. “Aprendi com o meu pai que a vida que a gente quer depende do que a gente faz”.

 

 

Conhecimento e capacidade de entendimento são fundamentais para a sustentabilidade

Ariett Gouveia, Agência Indusnet Fiesp

Foi realizada nesta quarta-feira (28/05), a reunião do Conselho Superior de Meio Ambiente (Cosema) da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). O principal assunto do encontro foi a palestra do engenheiro florestal Paulo Groke com o tema “A gestão das reservas florestais como estratégia socioambiental e valorização institucional”.

Diretor do Instituto Ecofuturo, que conta com apoio do grupo Suzano, o especialista falou sobre a importância de investir também em educação para beneficiar o meio ambiente. Para ele, a sustentabilidade vai além da gestão de áreas ambientais e da conservação da diversidade,  passando também pela educação fundamental e pela difusão do conhecimento.

Groke: sustentabilidade vai além das ações de conservação ambiental. Foto: Helcio Nagamine/Fiesp

Groke: sustentabilidade vai além das ações de conservação ambiental. Foto: Helcio Nagamine/Fiesp

“A educação para sustentabilidade, que é o nosso mote, não é feita nas bases da conservação ambiental”, explicou. “Se você não tiver uma população capaz de interpretar as informações e se comunicar pela leitura e escrita, dificilmente vai trilhar no caminho da sustentabilidade.”

Parque das Neblinas 

Mas o instituto também investe na preservação de reservas ambientais, por meio do projeto Parque das Neblinas, uma área de remanescente de Mata Atlântica localizada no limite dos municípios de Mogi das Cruzes e Bertioga. Administrado e protegido pelo Ecofuturo, o parque também trabalha com as comunidades locais, gerando renda.

“Quando o proprietário rural do entorno e a comunidade local veem que podem ter algum lucro com a mata, ajudam mais eficazmente na sua conservação, o que cria uma malha de proteção”, afirmou.

Groke defende que projetos de gestão de reservas não são uma preocupação a mais para a empresa, mas trabalham a favor da mesma. “O negócio pode casar totalmente com as questões de conservação da biodiversidade, esses não são pontos excludentes”, disse o engenheiro, que concluiu a palestra mostrando imagens do Rio Itatinga. “Um dia, eu vi esse rio barrento, mas hoje ele tem uma água de qualidade, fruto da estratégia chamada manejo florestal, que não tem segredo. Basta ter boa vontade e visão de futuro.”

A reunião do Cosema: sustentabilidade e agronegócio em debate. Foto: Helcio Nagamine/Fiesp

A reunião do Cosema: sustentabilidade e agronegócio em debate. Foto: Helcio Nagamine/Fiesp

 

Agrishow

Na mesma reunião, o conselheiro Maurílio Biagi fez um breve balanço sobre a realização da Agrishow 2014, evento no que é presidente.

“O objetivo do evento é aproximar o pequeno e médio agricultor de todo Brasil, para que eles possam ter contato com as novidades, saber o que as companhias de máquinas e implementos produzem, além das trocas entre eles e também com o mundo científico.”

Biagi ouviu as sugestões do conselho sobre a iniciativa e finalizou sua apresentação agradecendo pela colaboração. “Com as ideias trazidas por esse conselho, acredito que podemos tornar a Agrishow uma referência também na área ambiental”.

 

Presidente da Fiesp e do Sesi-SP visita obras do Sesi em Suzano

Ariett Gouveia, Agência Indusnet Fiesp, de Suzano

O presidente do Serviço Social da Indústria de São Paulo (Sesi-SP) e da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, visitou, nesta sexta-feira (21/02), as obras do Centro de Atividades Max Feffer, na cidade de Suzano. Ao lado das instalações esportivas, está sendo construída uma nova escola, que vai reunir os alunos das três unidades que funcionam atualmente no município. O investimento foi de R$ 34,1 milhões e a previsão é de que a inauguração aconteça em setembro de 2015.

Skaf visita as obras do Sesi-SP em Suzano: alicerce da educação para as crianças. Foto: Everton Amaro/Fiesp

Skaf visita as obras do Sesi-SP em Suzano: alicerce da educação para as crianças. Foto: Everton Amaro/Fiesp

Além de ser um prédio moderno, equipado com ar condicionado, a nova escola é mais uma ação do Sesi-SP para atingir o objetivo de oferecer ensino integral em todas as suas unidades até 2015.

“Em setembro do ano que vem, vamos inaugurar uma belíssima escola em Suzano, que vai ter a escola mais moderna do mundo de ensino fundamental em período integral. Aqui as crianças vão ter o alicerce da educação, a base do conhecimento”, afirmou Skaf. “Essa obra é a representação material de tudo que pregamos no Sesi-SP e no Senai-SP.”

Skaf lembrou que a unidade de Suzano foi a primeira a ser inaugurada por ele. “Quando assumi o Sesi-SP, a primeira inauguração que eu fiz foi a escola de Suzano. Depois disso, construímos as quadras cobertas, os campos de futebol, aquecemos a piscina e agora estamos construindo esse prédio”, lembrou. “Se olhar uma foto de antes e depois, no lugar de um terreno vazio, temos um templo sagrado de educação completa, que vai dar oportunidade para as pessoas.”

Lição de vida

A unidade do Sesi-SP em Suzano é a sede das modalidades paraolímpicas da instituição. Nesta sexta-feira (21/02), durante a visita do presidente da instituição, a equipe de Bocha Paralímpica realizava uma vivência com um grupo de alunos do 6º ano do Sesi-SP.

No encontro, os atletas começaram contando suas histórias de vida, explicando quais eram suas deficiência e como elas surgiram. Depois, os alunos foram divididos em grupos para que os atletas pudessem ensiná-los a jogar bocha paralímpica. Essa prática faz parte da pedagogia do exemplo, um dos objetivos dos investimentos do Sesi-SP em atletas de alto rendimento, olímpicos e paraolímpicos: dar às crianças e jovens exemplos de superação, trabalho e dedicação.

Sesi-SP lança mais uma modalidade do programa ‘Atleta do Futuro’: hóquei sobre a grama

Ariett Gouveia, Agência Indusnet Fiesp

No mesmo evento que prestou homenagem a Adriano de Andrade Silva, atleta paralímpico do Sesi-SP campeão mundial de bocha, durante a inauguração de uma quadra poliesportiva na unidade do Serviço Social da Indústria de São Paulo (Sesi-SP) em Suzano, na manhã deste sábado (23/11), foi feito o lançamento oficial de mais uma modalidade olímpica do Sesi-SP: hóquei sobre a grama.

As atividades já foram iniciadas em Suzano e em Mogi das Cruzes, com aulas para cerca de 80 alunos.

Crianças fazem treino de hóquei. Foto: Tâmna WaquedFiesp

 

“Dentro do programa ‘Atleta do Futuro’, que o hóquei faz parte, o objetivo não é apenas criar um atleta, mas sim um cidadão. Por isso, trabalhamos com vários aspectos extracampo”, explicou o coordenador da nova modalidade, Augusto França. “Ano que vem, pretendemos começar uma equipe de treinamento, com pessoas selecionadas para representar o Sesi-SP em competições.”

Atleta da seleção brasileira de hóquei sobre a grama, França afirma que o projeto do esporte no Sesi-SP é a realização de um sonho. “Comecei a jogar hóquei com 15 anos em um projeto parecido com o do Sesi-SP. Em três meses, eu, que nunca tinha saído de São Paulo, já comecei a viajar para competir. Agora, tudo de bom que o hóquei me proporcionou, eu posso passar para os alunos, tanto de conhecimento da modalidade, como valores como pessoa.”

Atividades também incluem times femininos. Foto Tâmna WaquedFiesp

Rogerio de Oliveira Zanini Ruylukes, de 15 anos, é um dos alunos de hóquei do Sesi-SP. “No dia em que começaram as aulas de hóquei, fui com os meus amigos ver como era e gostei. Nunca tinha visto esse esporte, só conhecia o hóquei no gelo. É um esporte muito diferente dos outros”, disse o aluno, que pretende continuar no esporte e chegar às categorias competitivas.

O evento contou com a presença do presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e do Sesi-SP, Paulo Skaf, e do superintendente do Sesi-SP, Walter Vicioni Gonçalves.

Atleta paralímpico é nomeado patrono da nova quadra poliesportiva do Sesi-SP em Suzano; Paulo Skaf destaca capacidade de superação dos atletas

Ariett Gouveia, Agência Indusnet Fiesp, de Suzano

A emoção marcou a inauguração de uma quadra poliesportiva na unidade do Serviço Social da Indústria de São Paulo (Sesi-SP) em Suzano, na manhã deste sábado (23/11). Pela primeira vez, foi escolhido como patrono da quadra um atleta paralímpico: Adriano de Andrade Silva, campeão paulista, brasileiro e mundial de bocha.

Paulo Skaf e Adriano de Andrade Silva. Foto: Tâmna Waqued/Fiesp

 

Com a plateia formada por atletas de várias modalidades paraolímpicas, o presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e do Sesi-SP, Paulo Skaf, destacou a força e a superação de todos. “De coração, quero agradecer e parabenizar demais cada um de vocês. Vocês são o grande orgulho do Brasil. Pela luta, pela garra, pela determinação, pela fé, pelo esforço e pelo trabalho.”

“Um evento como esse é emocionante. Todos nós, muitas vezes, reclamamos da vida. Essas pessoas, com as dificuldades que têm, estão superando, ganhando medalhas, dando exemplo, sorrindo e ensinando aos outros”, afirmou o presidente.

Paulo Skaf parabenizou paratletas: “Vocês são o grande orgulho do Brasil.” Foto: Tâmna Waqued/Fiesp

Emocionado, Adriano de Andrade Silva, afirmou estar honrado pela homenagem, mas que ela não era apenas para ele, mas sim para todos os atletas paralímpicos. “Está batendo forte o coração, está a mais de mil por hora”, declarou o atleta. “Agradeço ao Paulo Skaf por não nos olhar como pessoas com deficiência, mas como pessoas capazes de realizar grandes coisas e buscar um futuro melhor. Não medirei esforços para continuar levando o nome do Sesi-SP para os lugares mais altos do pódio.”

A mãe de Adriano, Lindalva, também deu seu depoimento, sem esconder as lágrimas. “Meu filho era uma pessoa sem alegria, com uma vida sofrida. Quando ele veio para o Sesi-SP, a vida dele se transformou. Como mãe, eu me sinto feliz por ver o meu filho fazendo parte dessa equipe.”

Skaf aproveitou a oportunidade e chamou ao palco um representante de cada modalidade paralímpica do Sesi-SP, para que eles pudessem dar seus depoimentos. Atletas de goalball, futebol de sete, atletismo e vôlei sentado falaram de suas trajetórias.

“Mais do que vitórias na quadra, o vôlei nos traz conquistas pessoais. Além da reabilitação física, conseguimos, por meio do esporte, a reabilitação emocional e social. Eu era atleta antes do meu acidente e tenho um prazer imenso de poder dizer, novamente, que eu sou atleta”, declarou Ana Paula de Araújo Alves, atleta do vôlei sentado.

Paulo Skaf e Walter Vicioni com atletas de esportes paralímpicos. Foto Tâmna WaquedFiesp

O superintendente do Sesi-SP, Walter Vicioni Gonçalves ressaltou a importância do exemplo que os atletas paraolímpicos dão para a sociedade. “Nada mais justo que indicar a figura do Adriano de Andrade Silva como exemplo de superação e luta para a conquista de um lugar legítimo de dignidade e reconhecimento social”, disse.

“O trabalho que é feito no esporte paralímpico em Suzano é um exemplo a ser seguido. Faz com que a gente queira ir mais longe para conseguir construir uma nação em que todos possam ser inclusas e brilhar.”

O evento teve ainda o lançamento oficial de mais uma modalidade olímpica do programa “Atleta do Futuro” do Sesi-SP: o hóquei sobre a grama. Com atividades já iniciadas em Suzano e em Mogi das Cruzes, as aulas do esporte já têm cerca de 80 alunos.

Campeão da bocha, paratleta do Sesi-SP tem história de superação

Guilherme Abati, Agência Indusnet Fiesp

Com pouco mais de três anos como paratleta do Serviço Social da Indústria de São Paulo (Sesi-SP), Adriano Andrade Silva já coleciona diversos títulos. No sábado (23/11) chega mais um momento marcante para a trajetória de superação do o jogador de bocha. Nessa data, Silva recebe homenagem do presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e do Sesi-SP, Paulo Skaf, e empresta seu nome para a nova quadra coberta da unidade de Suzano.

Cadeirante há uma década, o atleta de 37 anos afirma que a homenagem é resultado de muita luta e do bom trabalho que realiza ao lado dos profissionais com quem convive. “Será um dia emocionante. Comecei no esporte acreditando que poderia fazer a diferença e vencer. A homenagem representa uma vitória muito grande para mim. Nunca aconteceu algo assim na minha vida”, diz, emocionado.

Adriano Andrade Silva: “Já tive que vender balas em farol. Mas hoje tenho uma renda, graças ao Sesi-SP”. Foto: Everton Amaro/Fiesp

Para Silva, a ocasião serve também como motivação para todos os atletas cadeirantes do Brasil, “gente batalhadora, que sofre muito, mas que, no fim, sempre supera os obstáculos”.

Aprendizado e evolução

A trajetória de Silva no esporte é meteórica. De vendedor de balas nos semáforos da região de Suzano até se tornar um atleta multipremiado foram apenas alguns anos.

Seu aprendizado e evolução foram notáveis: apenas dois meses depois de começar a praticar o esporte, Silva já conquistava a segunda colocação no campeonato brasileiro, disputado em 2002, na cidade de Uberlândia (MG). E justamente na categoria BC4, considerada a mais competitiva dentro da bocha.

Em 2007, depois de dois anos longe do esporte por questões médicas, Silva foi convocado pela primeira vez pela seleção brasileira e participou da Copa do Mundo, realizada na cidade canadense de Vancouver. Apesar de não conquistar um grande resultado na ocasião, a experiência serviu-lhe muito bem. Lá, em sua primeira viagem internacional, teve a oportunidade de travar contato com o elevado nível dos atletas estrangeiros.

Já na Copa do Mundo seguinte, em 2011, Silva alcançava a quinta colocação geral na categoria individual. Uma incrível evolução que não parou por aí.

No ano seguinte, diante do “jogador mais temido do esporte”, o bicampeão olímpico Dirceu Pinto, Silva contrariou todas as previsões e conseguiu superar o rival pelo placar de 9 a 2. A vitória ainda hoje é celebrada. “Foi um jogo especial para mim”, lembra.

Atleta do Sesi-SP desde 2010, Silva se considera um vencedor não apenas no esporte.“Hoje, dos meus oito irmãos, sou o único com casa própria. Sinto-me um realizado e feliz, um verdadeiro vencedor”, conta.

“Já tive que vender balas em farol. Mas hoje tenho uma renda, graças ao Sesi-SP”, comemora.

A instituição tem um lugar de destaque no coração do campeão. “O Sesi-SP me deu qualidade de vida. Retribuo honrando o nome da instituição de todas as formas que posso.”

Para o futuro, as metas já estão traçadas. “Atualmente treino seis horas por dia. De segunda a sexta-feira”, revela.

O ritmo pesado tem razão de ser. Segundo ele, seu maior objetivo não é apenas disputar a Paralimpiada de 2016, no Rio de Janeiro – é, sim, ganhá-la. “Tenho qualidade para, pelo menos, ficar entre os três melhores.”

Além da homenagem a Silva, no dia 23 de novembro, no Centro de Atividades do Sesi (CAT) Max Feffer, em Suzano, haverá também o lançamento da nova modalidade do Sesi-SP, o Hóquei na Grama.

Confira abaixo todos os títulos conquistados pelo atleta desde que se tornou atleta do Sesi-SP.

2010

– Campeão Paulista da Classe Individual BC4
– Campeão Mundial (Lisboa) – Classe Pares BC4

2011

– Vice-campeão Regional Sudeste individual BC4
– Campeão Brasileiro Classe Pares BC4
– Vice-campeão Paulista Classe Individual BC4
– Vice-campeão Paulista Classe Pares BC4

2012

– Campeão Paulista Classe Individual BC4
– Vice-campeão Paulista Classe Pares BC4
– Campeão Brasileiro Classe Individual BC4
– Campeão Brasileiro Classe Pares BC4

2013

– Vice-campeão Regional Sudeste classe individual BC4
– Campeão Brasileiro Classe Pares BC4

Bocha: saiba mais sobre a modalidade

Competem na bocha paralímpica paralisados cerebrais severos que utilizem cadeira de rodas. O objetivo do jogo é lançar bolas coloridas o mais perto possível de uma bola branca chamada de jack (conhecida no Brasil como bolim). É permitido o uso das mãos, dos pés ou de instrumentos de auxílio para atletas com grande comprometimento nos membros superiores e inferiores. Há três maneiras de se praticar o esporte: individual, duplas ou equipes.

Antes de começar a partida, o árbitro tira na moeda (cara ou coroa) o direito de escolher se quer competir com as bolas de couro vermelhas ou azuis. O lado que escolhe as vermelhas inicia a disputa, jogando primeiro o jack e uma bola vermelha. Depois, é a vez da bola azul entrar em ação. A partir de então, os adversários se revezam a cada lance para ver quem consegue posicionar as bolas o mais perto possível do jack. As partidas ocorrem em quadras cobertas, planas e com demarcações no piso. A área do jogo mede 6m de largura por 12,5m de comprimento.

Para ganhar um ponto, o atleta tem de jogar a bola o mais próximo do jack. Caso este mesmo jogador tenha colocado outras esferas mais próximas do alvo, cada uma delas também vale um ponto. Se duas bolas de cores diferentes ficam à mesma distância da esfera branca, os dois lados recebem um ponto. Vence quem acumula a maior pontuação.

As partidas são divididas em ends, que só terminam após todas as bolas serem lançadas. Um limite de tempo é estabelecido por end, de acordo com o tipo de disputa. A contagem começa quando o árbitro indica quem fará o lance até quando a bola para. Nas competições individuais, são quatro ends e os atletas jogam seis esferas em cada um deles. Nas duplas, os confrontos têm quatro partes e cada atleta tem direito a três bolas por período. Quando a disputa é por trios, seis ends compõem as partidas. Neste caso, todos os jogadores têm direito a duas esferas por parte do jogo.

Jogadores com paralisia cerebral são classificados como CP1 ou CP2, bem como atletas com outras deficiências severas (como distrofia muscular), que também são elegíveis para competir na bocha. Os jogadores podem ser incluídos em quatro classes a depender da classificação funcional.

BC1: Tanto para arremessadores CP1 como para jogadores CP2. Atletas podem competir com o auxílio de ajudantes, que devem permanecer fora da área de jogo do atleta. O assistente pode apenas estabilizar ou ajustar a cadeira do jogador e entregar a bola a pedido.

BC2: Para todos os arremessadores CP2. Os jogadores não podem receber assistência.

BC3: Para jogadores com deficiências muito severas. Os jogadores usam um dispositivo auxiliar e podem ser ajudados por uma pessoa, que deve permanecer na área de jogo do atleta mas deve se manter de costas para os juízes e evitar olhar para o jogo.

BC4: Para jogadores com outras deficiências severas, mas que não podem receber auxílio.

As informações são do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB).

Alunos do Senai-SP sonham com Jogos Paralímpicos do Rio de Janeiro

Guilherme Abati, Agência Indusnet Fiesp

Não é apenas a formação profissional de milhares de jovens alunos e o atendimento a centenas de empresas que movimentam as unidades do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial de São Paulo (Senai-SP) e do Serviço Social da Indústria de São Paulo (Sesi-SP). As duas instituições também realizam, desde 2009, um trabalho pioneiro no esporte.

Uma das missões do Senai-SP e do Sesi-SP é promover a inclusão social de pessoas com deficiência por meio do esporte. Para alcançar o objetivo, a primeira modalidade a ser criada pelo projeto foi o voleibol sentado masculino e feminino, na cidade de Suzano. Depois disso, as instituições começaram a desenvolver a bocha paralímpica, também em Suzano, e o atletismo, na unidade de Santo André.

Com resultados positivos, o projeto foi ampliado em 2013, e, neste ano, novas modalidades foram implantadas: o futebol para paralisados cerebrais e o atletismo para cadeirantes, também na cidade de Suzano. Na unidade de Mogi das Cruzes, a novidade foi o golbol, jogo para deficientes visuais.

“O objetivo do projeto pioneiro é incentivar a prática de esportes paralímpicos desde a formação ao rendimento esportivo, revelando novos talentos para contribuir com o resultado paralímpico brasileiro, disseminando os valores do esporte com foco na inclusão”, afirma Ronaldo de Oliveira, orientador de Esportes e Lazer do CAT Max Feffer, de Suzano.

Paralimpíadas de Londres

Prova do sucesso do projeto pioneiro foi vista durante as Paralímpiadas de Londres. Para a competição, o Sesi-SP levou dez atletas, sendo seis do voleibol sentado feminino, um de voleibol sentado masculino, um de bocha e dois de atletismo. Dessa forma, houve representantes de todas as modalidades contempladas pelo serviço durante o maior evento esportivo para deficientes do mundo.

Atualmente, a equipe é composta por 90 atletas, divididos em cinco modalidades paraolímpicas: goalball, vôlei sentado (feminino e masculino), futebol para paralisados, bocha e atletismo.

Próxima parada: Rio de Janeiro

Muitos desses atletas de sucesso nascem para o esporte nas próprias escolas do Sesi-SP e do Senai-SP.

Na última semana, durante os Jogos Regionais de Barueri, Sara Silva, atleta e aluna da Escola Ítalo Bologna, de Itu, conquistou três medalhas de ouro nas três modalidades que disputou: lançamento de peso, disco e dardo.

Sara no pódio em um dos torneios dos quais já participou: bom desempenho na carreira e no esporte. Foto: Arquivo Pessoal

Sara (à direita) no pódio em um dos torneios dos quais já participou: destaque no esporte. Foto: Arquivo Pessoal

 

Além das aulas e cursos de aprendizagem industrial, que permitiram que Sara também obtivesse sucesso em sua carreira (hoje ela trabalha em uma empresa de grande porte no interior paulista), a unidade de Itu também disponibiliza aulas de educação física.

“Esporte também é foco para o Senai-SP. Conheci diversas modalidades esportivas na unidade. Depois de experimentar várias, optei pelas quais eu me encaixava melhor”, lembra a atleta.

Os bons resultados conquistados fazem Sara sonhar alto e almejar seguir o exemplo de outros atletas patrocinados pela indústria.  “Minha meta é evoluir, passo a passo. Tenho várias competições pela frente e espero ir galgando espaço com o tempo, conquistando os índices necessários”, conta.

A meta principal da atleta já está traçada: a Paralimpíada de 2016, a ser realizada na cidade do Rio de Janeiro.  “É o meu grande objetivo, em dúvida”.

O colecionador de títulos

Outro aluno do Senai-SP que vem escrevendo uma história vencedora dentro do esporte é Fabrício da Silva Pinto, de 19 anos.

Estudante do Sesi de Santos de 2010 a 2011, onde realizava o curso de redes de computador, Pinto foi convidado para se transferir para a unidade do Senai-SP de Suzano, para a prática do vôlei sentado.

Fabrício (camisa número 7) e equipe do vôlei sentado. Foto: Arquivo Pessoal

Fabrício (camisa número 7) com a equipe do vôlei sentado do Sesi-SP: incentivo ao esporte. Foto: Arquivo Pessoal

 

A partir de então, o jovem, que atua como ponta-passador, vem colecionando títulos dentro do esporte. Em 2011 e 2012, conquistou pela equipe do Senai-SP, a medalha de prata na competição nacional da modalidade.

Em 2013, o ápice de sua ainda curta carreira: a convocação para a seleção brasileira.

“O trabalho do Senai e do Sesi-SP  me ajudou bastante. Recebi muito apoio dos diretores e professores. Sou muito grato pelo trabalho deles”, conta Fabrício, direto de um hotel na região do Ibirapuera, em São Paulo, onde se concentra com a seleção para uma competição na Alemanha. Será a primeira viagem internacional de sua vida.

Assim como Sara, Fabrício também sonha com uma participação nos Jogos Paraolímpicos do Rio de Janeiro, em 2016. “A deficiência não é um obstáculo que não possa ser superado”.

Sesi-SP abre inscrições para programa de educação de jovens e adultos

Rosângela Gallardo, Agência Indusnet Fiesp

As unidades do Sesi-SP em Suzano, Poá e Ferraz de Vasconcelos estão com inscrições abertas para os programas de educação de jovens e adultos oferecidos pela entidade e seus parceiros.

Os cursos são gratuitos e dirigidos às pessoas que desejam dar continuidade ao ensino fundamental, ao ensino médio ou aos primeiros anos de escolaridade. No caso das duas primeiras opções, a metodologia utilizada é a do Novo Telecurso. Haverá turmas nos períodos da manhã, tarde ou noite, dependendo da disponibilidade de cada unidade.

Novo Telecurso

O programa é o resultado da parceria entre a Fundação Roberto Marinho, a Fiesp, o Sesi-SP e o Senai-SP. Os alunos podem participar dos grupos de estudos em salas de aula em horário determinado, com mediação diária do professor orientador. Nos grupos de estudo, os alunos assistem aos DVDs das aulas, discutem os textos e interagem com diferentes mídias e linguagens.

Programa de Alfabetização Intensiva

Destina-se a jovens e adultos que não puderam concluir seus estudos na idade própria, possibilitando a elevação da escolaridade por meio da ampliação de conhecimentos que permitem aos alunos utilizá-los em diferentes relações pessoais e de trabalho.

A metodologia utilizada é específica do Sesi-SP e baseia-se na experiência de vida dos próprios alunos, promovendo situações desafiadoras que permitam atingir um nível de desenvolvimento mais elaborado. O programa tem como objetivo promover a formação de leitores e de produtores autônomos de textos, a aprendizagem de cálculos aritméticos, a promoção do resgate da autoestima e a maior participação da sociedade.

Os interessados nos programas devem procurar as seguintes unidades:

Em Suzano:

  • Centro de Atividades do Sesi (CAT) “Max Feffer” – Jardim Imperador – tel. (11) 4741-1661
  • Escola Sesi de Suzano/Jardim Monte Cristo – tel. (11) 4746-1995
  • Escola Sesi de Suzano /Jardim Colorado – tel. (11) 4747- 4143
  • Escola Sesi de Suzano /Jardim Natal – tel. (11) 47464244

Em Poá

Escola Sesi de Poá – Vila Perracini – tel. (11) 4638-2540

 Em Ferraz de Vasconcelos

  • Escola Sesi de Ferraz de Vasconcelos – Jardim Juliana – tel. (11) 4676-4042

 

 

Sesi-SP e Senai-SP investirão 142 milhões de reais na região do Alto Tietê

Flávia Dias, Agência Indusnet Fiesp

Presidente Paulo Skaf, na escola Senai de Suzano: investimento em educação e formação profissional

Em visita a cidade de Suzano, localizada na grande São Paulo, o presidente da Fiesp e do Senai-SP, Paulo Skaf, anunciou nesta sexta-feira (30) investimentos na ordem de 142 milhões na promoção à educação na região do Alto Tietê, com a construção de novas escolas do Sesi-SP nas cidade de Ferraz de Vasconcelos, Itaquaquecetuba, Mogi das Cruzes e Poá, além da modernização da escola Senai Luís Eulálio de Bueno Vidigal Filho, na cidade de Suzano.

“A competitividade da indústria brasileira depende da formação profissional oferecida aos jovens e adultos que desejam ingressar no mercado de trabalho. Por isso os investimentos na área de educação são fundamentais para o desenvolvimento econômico e social do nosso País”, afirmou.

Em 2011, a indústria paulista investiu cerca de R$ 12 mil na modernização da escola do Senai Suzano, beneficiando mais de 11 mil alunos, que são atendidos anualmente pela instituição. Como Suzana Souza Gonçalves Pereira, 17 anos, estudante do curso de Mecânica de Usinagem: “A escola é excelente. Estudando aqui a gente sempre sai na frente das outras pessoas. Nós temos a oportunidade de nos tornamos melhores cidadãos”, garantiu Pereira.

A escola oferece 64 cursos, com destaque para as áreas de tecnologia de Eletroeletrônica, Mecânica de Usinagem, Caldeiraria, Alimentos, Informática e Automotiva, contribuindo com a capacitação e o aperfeiçoamento profissional de jovens e adultos da região.

Durante o encontro, Paulo Skaf visitou o centro de ensino e conversou com os alunos, que fizeram algumas solicitações que foram prontamente atendidas pelo presidente das entidades. Para o próximo ano, Skaf anunciou a criação dos cursos técnicos de solda industrial, eletroeletrônica e mecânica, que será ministrado no período noturno.

De acordo com o superintendente operacional do Sesi-SP e diretor regional do Senai-SP, Walter Vicioni, nos últimos anos a indústria paulista ampliou os investimentos na área de formação profissional, com a modernização dos laboratórios e aberturas de cursos que atendam a demanda do mercado de trabalho.

“O ensino profissional não pode ser divorciado do desenvolvimento econômico. A educação deve ser vista por todos como uma ferramenta valiosa para formação de cidadãos conscientes que realizarão melhorias sociais para o nosso País”.

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