Sesi-SP vence primeiro set, mas sofre a virada na final da Superliga

Lucas Dantas, Agência Indusnet Fiesp

Equipe vice-campeã da Superliga Masculina de Vôlei 2014-2015 acompanhada do presidente do Sesi-SP, Paulo Skaf. Foto: Everton Amaro/Fiesp

O time de vôlei masculino do Serviço Social da Indústria de São Paulo (Sesi-SP) ficou com o vice-campeonato da Superliga Masculina 2014-2015, neste domingo (12/4), ao ser derrotado pelo Sada Cruzeiro na final por 3 sets a 1 (21/25, 25/19, 27/25 e 25/19), no Ginásio do Mineirinho, em Belo Horizonte. Foi a terceira final do Sesi-SP, campeão em 2011, em sua primeira decisão. Com 20 pontos, Theo foi o principal pontuador da partida. Ao final, Riad recebeu o prêmio de melhor bloqueador da Superliga, única premiação individual conquistada pelo Sesi-SP na temporada.

O Sesi-SP começou bem a partida. Escalado com Marcelinho, Théo, Murilo, Lucarelli, Riad, Lucão e o líbero Serginho, o time imprimiu um ritmo que pressionou o Cruzeiro e calou o ginásio. Lucão e Riad bloqueavam praticamente tudo, enquanto Murilo e Serginho defendiam bem as bolas, anulando o saque cruzeirense. Theo era a principal opção ofensiva do time paulista e correspondeu. O técnico Marcos Pacheco sequer precisou pedir tempo e viu sua equipe dominar até fechar com Lucão em 25/21.

Mas, a partir do segundo set, a máquina emperrou e o time da casa cresceu. Leal e Wallace passaram a virar todas as bolas que recebiam, enquanto William distribuía o jogo à vontade. Do lado do Sesi-SP, os erros de saque apareceram mais do que o costume, dando pontos de graça para os rivais. E foi Leal, o destaque da partida, que fechou em 25/19, empatando a final.

O Sesi-SP teve o terceiro set na mão e poderia ter definido o rumo da final. Mas como diz Pacheco, “voleibol é feito de oportunidades”. E com o domínio completo na etapa, tudo parecia convergir para mais uma vitória, principalmente quando o time abriu 24/21 diante de um descrente ginásio com mais de 20 mil pessoas. Porém, Lucão atacou três vezes no bloqueio mineiro e Lucarelli jogou para fora o ponto final, dando o set para o Cruzeiro em 27/25.

Abalados, os jogadores do Sesi-SP de possíveis protagonistas passaram a ser coadjuvantes no quarto set, enquanto o Cruzeiro dominava. Tudo dava certo para o time da casa, que foi ampliando a vantagem em proporção de 3 pontos para cada um dos visitantes, até fechar com Winters em 25/19 e ficar com o título.

De promessa a realidade, a vez de Lucarelli

Lucas Dantas, Agência Indusnet Fiesp

Na temporada passada, Lucarelli já era reconhecido como um dos melhores atacantes brasileiros, disputava titularidade na Seleção e tinha a atenção dos rivais. Mas a final da Superliga Masculina, contra o Sada Cruzeiro, não acabou como o jogador queria.

Agora, Lucarelli é uma realidade. Segundo maior pontuador da atual edição da Superliga, titular absoluto da Seleção Brasileira e eleito melhor ponteiro do mundo na Liga e no Campeonato Mundial de Vôlei, o jovem de apenas 23 anos é uma das principais armas do time masculino de vôlei do Serviço Social da Indústria de São Paulo (Sesi-SP) para a final deste domingo (12/4) contra o Sada Cruzeiro, às 10h, no ginásio do Mineirinho, em Belo Horizonte.

Lucarelli é um dos remanescentes da final da temporada anterior, quando os mineiros levaram a melhor por três sets a zero. O jogador não teve uma atuação de destaque, marcando apenas sete pontos, e viu o que seria seu primeiro título escapar dentro de seu estado natal. Mas o camisa 18 do Sesi-SP terá uma segunda chance de escrever essa história no domingo.

Lucarelli: "Queremos, sim, fazer uma final diferente do ano passado". Foto: Lucas Dantas/Fiesp

 

“Minha cabeça está muito boa e esperando esse jogo. E também estou confiando muito no time, que cresceu bem nas quartas de final e agora está jogando um ótimo voleibol. Estamos empolgados e queremos, sim, fazer uma final diferente do ano passado”, disse o ponteiro que tem 388 pontos, segundo colocado nas estatísticas da Confederação Brasileira de Voleibol (CBV).

Com 45 pontos atrás de Escobar, do Minas, se Lucarelli quiser ser o primeiro precisa atuar no próximo jogo para entrar para a história da Superliga, e do vôlei mundial. Mas o atacante deixa isso de lado e só pensa em jogar e ajudar o time. Para Lucarelli, a final de 2014 deixou um gosto amargo.

“Com certeza saímos frustrados da quadra, porque podíamos ter jogado melhor. Foi uma final diferente, onde só o primeiro set foi equilibrado. Depois, o Cruzeiro acabou com o jogo. Mas passou, o que importa agora é o novo duelo e temos que pensar nisso para sair com o título. O time cresceu, encaixou seu jogo, está bem mais entrosado e preparado para a decisão”.

Quem aproveita a ótima fase do atacante é o técnico Marcos Pacheco. Peça fundamental nesse desenvolvimento de Lucarelli, Pacheco ressalta a pouca idade do jogador.

“O Lucarelli é um garoto ainda, está em formação. A responsabilidade de decidir, o tempo vai trazer. Que bom que ele evoluiu e tem um grupo que o ajuda nisso. O vôlei é um esporte coletivo. E ele trabalha muito no dia a dia. É um dos jogadores mais talentosos e trabalhadores que temos, e hoje eu acredito que ele está muito mais preparado para a final. Claro, passou um ano, uma Liga Mundial, um Mundial, uma Superliga e isso dá um ganho muito grande”, disse o técnico.

Sesi-SP e Sada Cruzeiro decidem a Superliga domingo com transmissão da TV Globo direto do Mineirinho. Na Superliga, as duas equipes se enfrentaram duas vezes, com duas vitórias paulistas. No primeiro turno, três setes a dois na Vila Leopoldina. No segundo turno, três setes a um em Contagem, mas o Sada jogou com uma equipe primordialmente reserva, poupando seus principais jogadores. Em finais de Superliga, empate com um título para cada lado.

Sesi sedia Troféu Brasil de Polo e quer o título

Lucas Dantas, Agência Indusnet Fiesp

A piscina do Sesi da Vila Leopoldina será palco da primeira competição de polo aquático da temporada de 2015. A partir desta quinta-feira (9/04) até domingo (12/04), oito das principais forças do polo brasileiro medirão seus times no Troféu Brasil Masculino, com novidades em praticamente todas as equipes.

Os donos da casa já apresentaram Bernardo Braga e Paulo Salemi, que se unem com Tony Azevedo, Rudá Franco, Gustavo Grummy e Marcelo Chagas para tentar o título que escapou em 2014 para o Fluminense. E os atuais campeões também ganharam reforço com a chegada dos sérvios Zvan Rachav e Nikola Tomasevic. O Flamengo também buscou na Sérvia o marcador de centro Nikola Bogdanovic, e o montenegrino Nikola Mijanovic. A Associação Bauruense de Desportos Aquáticos (ABDA), o Botafogo e o Paulistano também reforçaram suas equipes com jogadores estrangeiros.

A equipe do Sesi-SP tentará o troféu em casa. Mas com muitas convocações para a Seleção Brasileira, o técnico André Avallone ficou sem boa parte do time para treinar e fez apenas um jogo oficial, no Campeonato Paulista, contra o Paineiras (vitória por 17×8). Para Avallone, isso pode pesar na competição.

“É a primeira vez na minha carreira que eu chego num campeonato sem um time 100% taticamente. Durante o troféu, teremos uns dois, três jogos para atingir o alto nível. É tiro curto e não pode errar. Mas estamos todos no mesmo nível”, disse o treinador, que apontou os principais rivais no torneio.

“Pinheiros e Paulistano são os dois rivais, pelo que conheço dos times. O Botafogo trouxe um argentino e um colombiano, e Fluminense contratou dois sérvios. Mas realmente não sei como vão jogar, até porque até agora eles não atuaram na temporada. São jogos no escuro”.

O Troféu Brasil terá seus times divididos entre os grupos A (Paulistano, Botafogo e Paineiras) e B (Pinheiros, Fluminense, Flamengo e ABDA).

Os dois clubes mais bem colocados de cada chave disputam a semifinal em cruzamento olímpico. Os outros, também se cruzam para definir colocações.

Tabela da competição
Quinta-feira – 9/04

9h – Pinheiros x ABDA
10h30 – Sesi x Paineiras
16h30 – Pinheiros x Fluminense
17h45 – ABDA x Flamengo
19h – Paineiras x Paulistano
20h15 – Sesi x Botafogo

Sexta-feira -10/4
9h – ABDA x Fluminense
10h30 – Pinheiros x Flamengo
12h – Botafogo x Paulistano
17h10 – Fla x Flu
18h30 – Paineiras x Botafogo
20h – Sesi x Paulistano

Sábado -11/4
10h30 – 3º A x 4º B
12h – 3º B x 4º A
18h30 – 1º B x 2º A / 20h – 1º A x 2º B

Domingo – 12/4
9h – Disputa do 7º lugar
10h15 – Disputa do 5º lugar
11h30 – Disputa do bronze
12h45 – Final

Serginho e Marcelinho jogam o fino do vôlei e guiam Sesi-SP na Superliga

Lucas Dantas, Agência Indusnet Fiesp

Experiência eles têm de sobra. Títulos e medalhas para contar a carreira, também. São como vinho, melhoram a cada ano. E agora, Serginho e Marcelinho, duas lendas do vôlei nacional, estão diante de mais uma final e da oportunidade de escrever mais um capítulo vitorioso em suas carreiras. Neste domingo (8/4), no Mineirinho, a dupla de veteranos do Serviço Social da Indústria de São Paulo (Sesi-SP) terá a missão de defender e guiar os ataques do time da Vila Leopoldina na grande final da Superliga Masculina 2014/2015, contra o Sada Cruzeiro.

Com 40 anos, Marcelo Elgarten é o mais velho jogador do Sesi-SP e traz consigo uma coleção de títulos que faz jus a sua carreira reconhecida mundialmente. Pela Superliga são três títulos (93/94, 96/97 e 03/04). Pela Seleção, é uma lista que passa pela prata em Pequim (2008) e o penta da Liga Mundial. Porém, sua experiência não o impede de chorar quando consegue atingir mais uma final nacional, ainda mais depois de uma dura campanha, como fez após a vitória sobre o Taubaté, que valeu a classificação.

“Eu choro com o vôlei sim. É muito difícil chegar numa final, principalmente na Superliga. E ali (depois da semifinal) eu chorei para aliviar essa carga pesada. É muito difícil e o alívio é enorme. Mas já passou e agora tem a final”, disse Marcelinho, que depois de três anos batendo na trave com o Minas, finalmente chegou à decisão e garante motivação de garoto para a disputa. “É a final do maior campeonato do país”.

Marcelinho, porém, está ciente do nível de dificuldade que vai encontrar no domingo. O Sada vem de quatro finais seguidas, além de ter ganhado tudo o que disputou nos últimos anos. Sem mencionar que joga em casa, com a fanática torcida do Cruzeiro ao seu lado. O capitão do Sesi-SP reconhece o favoritismo dos rivais, mas confia no seu time para sair com a vitória e o título.

“Eles são uma equipe muito entrosada e atuarão diante da torcida. Tudo isso conta. Mas o Sesi-SP está num momento muito bom e sabemos que podemos equiparar o jogo com o deles”, completou.

Serginho e Marcelinho em jogo pelo Sesi-SP. Foto: Lucas Dantas/Fiesp

 

Para Marcelinho dar a direção das bolas, ele depende muito do passe que recebe. E ter ao seu lado aquele que é considerado o melhor líbero de todos os tempos é um trunfo considerável. Aos 39 anos, Serginho, o Escadinha, fez partidas (e defesas) memoráveis nos playoffs, anulando os atacantes de Maringá e Taubaté, e ainda distribuiu passes precisos para o levantador municiar os seus jogadores. A fórmula muitas vezes usada com sucesso na Seleção se repetiu no Sesi-SP e ajudou a equipe a chegar em sua terceira final de Superliga.

O torneio é um caso curioso na carreira de Serginho. Se pela Seleção ele ganhou absolutamente tudo o que disputou, o craque possui apenas um título nacional, pelo Sesi-SP em 2011. Mas, para Escadinha isso não muda o peso da final de domingo, que é como uma final com a seleção.

“Eu vou entrar da mesma forma que entrei em todas as finais que disputei, querendo vencer a qualquer custo. É mais um campeonato importante que eu quero vencer e encaro como todas as finais que disputei, sendo em Seleção ou clube. E como em todas que atuei, vou dar o máximo porque depois não tem mais”, disse o camisa 10 do Sesi-SP.

O palco do Mineirinho traz para Serginho a lembrança do título de 2011 e a emoção de conquistar sua primeira Superliga com quatro pinos nas costas e vindo de cirurgia. Mas agora ele não tem nenhuma restrição física, voou na temporada e joga sem preocupação. Apenas pensa em como defender a próxima bola.

“Naquele momento eu não sabia como meu corpo iria responder, se poderia ter algum tipo de resquício, dor ou sequela. Hoje eu estou preparado para a final”, garantiu, afirmando que o time também está. “Evoluímos muito no returno da Superliga. Hoje temos um padrão de jogo diferente e crescemos muito das quartas para a semifinal e da semi para a final. Vai ser duro para eles e para nós também”, completou.

Sesi-SP e Sada Cruzeiro decidem a Superliga neste domingo, às 10h, com transmissão da TV Globo direto do Mineirinho. Na Superliga, as duas equipes se enfrentaram duas vezes, com duas vitórias paulistas. No primeiro turno, três setes a dois na Vila Leopoldina. No segundo turno, três setes a um em Contagem, mas o Sada jogou com uma equipe primordialmente reserva, poupando seus principais jogadores. Em finais de Superliga, empate com um título para cada lado.

Trio de ferro do Sesi-SP lembra final de 2013 e quer repetir o feito no Mineirinho

Lucas Dantas, Agência Indusnet Fiesp

O time masculino de vôlei do Serviço Social da Indústria de São Paulo (Sesi-SP) já treina forte para a finalíssima da Superliga 2014-2015, neste domingo (12/4) às 10h, contra o Sada Cruzeiro, no Mineirinho, em Belo Horizonte. A decisão é a terceira parte de uma trilogia iniciada em 2011, com vitória do time da Vila Leopoldina. A segunda batalha foi na temporada passada, desta vez com título mineiro. Agora, os dois times decidem mais uma vez quem leva a taça de melhor equipe do Brasil.

Para o Sesi-SP, a final é fruto do crescimento em toda a Superliga. Com alguns resultados abaixo do esperado, o time cresceu nas quartas de final, eliminando o Maringá em três partidas, e superou o fortíssimo Taubaté em dois jogos, se credenciando para a decisão.

Três jogadores foram peças essenciais nessa retomada: os centrais Lucão e Riad e o oposto Theo. Coincidentemente, os três atuavam juntos pelo extinto RJX, do Rio de Janeiro, na final de 2013, quando os cariocas venceram o mesmo Sada Cruzeiro por três sets a um, no Maracanazinho.

Agora, o Trio de Ferro encontra os rivais mineiros em mais uma decisão e espera repetir o resultado de dois anos atrás. Os jogadores se lembram da final e apontam que o fundamental para vencer foi a paciência.

Central Lucão, do Sesi-SP. Foto: Divulgação/Fiesp

 

“Aquela foi uma decisão atípica. Eles detonaram a gente no primeiro set e depois nós viramos e vencemos até com facilidade. Foi muito atípico para uma final”, disse Riad. Lucão concorda com o companheiro e pede que o Sesi-SP utilize uma estratégia semelhante este ano.

“O grande diferencial daquela vez foi ter paciência. Perdemos feio o primeiro set, quando eles sacaram demais. E depois tivemos paciência para anular essa arma e também atacar. Domingo agora precisaremos sacar muito bem para anular o ataque do Cruzeiro. Foi o que fizemos naquele ano e precisamos fazer agora”.

O oposto Theo também lembra da partida, mas acredita que agora será tudo diferente e conta com o crescimento do Sesi-SP no final da Superliga como trunfo para a decisão.

“Aquela final não tem mais a ver com essa. Cada jogo é um jogo. O Cruzeiro manteve um time muito forte, mas nós crescemos bem, fizemos boas partidas, fizemos um bom playoff. A semifinal foi duríssima e nos deu ânimo para a decisão”.

Ter três peças campeãs de Superliga no time é um privilégio para qualquer time. Mas para o treinador Marcos Pacheco, não foi apenas isso que pesou na montagem da equipe. O técnico garante que não pensou na final de 2013, mas sim no que os jogadores poderiam contribuir e comemora ter acertado na escolha.

“Não pensei nisso (em juntar o trio), sinceramente. Mas pensei em casar as situações com o que eu precisava e o que eles poderiam me dar. Eu conhecia esses jogadores, trabalhei com o Theo e o Lucão na Cimed. Conheço o Riad e sei da sua força de bloqueio e saque. Sim, eles ganharam a Superliga juntos e essa experiência conta. Qualquer fator que possa contribuir, vai ajudar muito, mas eu os chamei pelo que eu sabia que poderiam fazer, e fizeram”.

Sesi-SP e Sada Cruzeiro decidem a Superliga com transmissão da TV Globo direto do Mineirinho. Durante o torneio, as duas equipes se enfrentaram duas vezes, com duas vitórias paulistas. No primeiro turno, três setes a dois na Vila Leopoldina. No segundo turno, três sets a um em Contagem, mas o Sada jogou com uma equipe primordialmente reserva, poupando seus principais jogadores.

Em finais de Superliga, empate com um título para cada lado.

Sesi-SP vence o Taubaté e garante vaga na final da Superliga Masculina

Amanda Demétrio, Agência Indusnet Fiesp

O objetivo da noite era ganhar o segundo jogo em casa e garantir a vaga na final da Superliga Masculina. E foi exatamente isso que o time do Serviço Social da Indústria de São Paulo (Sesi-SP) fez nesta terça-feira (31/3). Voando em quadra, o time venceu o Taubaté/Funvic por três sets a um (25/17, 25/20, 22/25 e 25/23) e cravou a sua participação na final da competição, que está marcada para 12 de abril, contra o Sada Cruzeiro, em Minas Gerais.

A equipe da Vila Leopoldina começou melhor na partida, entrou forte no jogo e com facilidade abriu dois sets a zero. No terceiro set, o Sesi-SP conseguiu segurar a força do Taubaté até o primeiro tempo técnico, depois os adversários encaixaram melhor as bolas e fecharam o placar. No quarto, a equipe adversária permaneceu com a dianteira e guiando o jogo. Mas dosando a força, os meninos da Vila Leopoldina viraram o placar e com ace de Lucão cravaram o resultado da partida.

Autor de 27 pontos da partida, Lucarelli apresentou não deixou à desejar quando foi acionado pelo levantador. O ponteiro não só garantiu a artilharia como ganhou o Troféu Viva Vôlei. Outro destaque do jogo foi Riad, que foi o responsável por sete pontos no fundamento.

O Sesi-SP foi para quadra com Marcelinho, Murilo, Theo, Riad, Lucão, Lucarelli e o levantador Serginho. Entraram Thiaguinho, Rafael Araujo, Mão e Maurício.

O jogo
O primeiro set começou com o Taubaté saindo na frente após um erro de saque do Lucão. Mas logo o Sesi-SP se reorganizou em quadra e o time da indústria abriu três pontos de vantagem, forçando o técnico adversário parar a partida para quebrar o ritmo da partida. Após fecharem o primeiro tempo técnico com a vantagem de cinco pontos, o time seguiu impecável, aumentando a distância dos adversários para sete pontos, garantindo mais um tempo técnico. Maior pontuador do set com oito pontos, Lucarelli soube explorar bem o bloqueio adversário e levou o time ao final do período com 25 a 17 pontos.

Diferente do começo da partida, o segundo set começou apertado, com as duas equipes sacando forte e virando bem as bolas. Theo começou o set sacando bem e atacando forte, e logo colocou o Sesi-SP na frente no placar garantindo o primeiro tempo técnico. O Sesi-SP permaneceu superior durante o set, mesmo com a pressão do Taubaté, foi o time da Vila que seguiu  na frente do marcador e garantiu o placar com 25 a 20 pontos.

Assim como o set anteior, o terceiro também começou bem equilibrado. O Taubaté até ficou na frente com um ponto de vantagem, mas com uma defesa de Murilo no fundo de quadra e o ataque forte de Lucarelli explorando o bloqueio adversário, o Sesi-SP passou na frente e fechou o primeiro tempo técnico do set. Na volta, os adversários souberam encaixar melhor os passes e passaram na frente, fechando o segundo tempo técnico. Sem conseguir virar o placar, o time da indústria permaneceu atrás no marcador até o fim do set, que encerrou em 22 a 25 pontos para os adversários.

O quarto set começou melhor para o Taubaté. Virando as bolas e explorando o bloqueio do Sesi-SP, os adversários não só saíram na frente no marcador como garantiram o primeiro tempo técnico. Com muita disputa de bola, o set seguiu muito acirrado até Sidão fazer um ace e garantir o segundo tempo técnico. As duas continuaram empatadas até a equipe da indústria virar em 23 a 22  pontos e, com ace de Lucão, finalizar a partida com 25 a 23 pontos.

Sesi-SP domina Taubaté e agora decide vaga na final em casa

Lucas Danas, Agência Indusnet Fiesp

A vitória fora de casa era fundamental para mudar a vantagem de lado e colocar o time de vôlei masculino do Serviço Social da Indústria de São Paulo perto da final da Superliga 2014/2015. E o Sesi-SP passou com autoridade pelo Funvic Taubaté com o placar de três sets a um (25/21, 27/25, 28/30, 25/19). Agora o time decide em casa, dia 31 de março, às 20h30, a classificação para a decisão do torneio.

Lucão marcou 19 pontos, em todos os fundamentos, e levou o troféu Viva Vôlei. Outro destaque foi Riad, que emplacou uma sequência de saques no quarto set que ajudou abrir a confortável vantagem.

O jogo

No primeiro set, as duas equipes começaram trocando os pontos sem abrir diferença. Os erros de saque marcaram esta etapa. Mas o divisor de águas foi uma acalorada discussão entre Lorena, do Sesi-SP, e Lipe, do Taubaté, que acabou com a ida do oposto para o banco. Enquanto isso, o Sesi-SP fez seu jogo, chegando a colocar seis pontos na frente, segurando até o final, em 25 a 21 pontos.

No começo do segundo set, Lorena e Lipe conversaram e se acertaram, o que melhorou o jogo do Taubaté. O Sesi-SP, porém, já tinha entendido o jogo, contando com Murilo e Marcelinho inspirados, além dos centrais que pontuaram praticamente em cada ataque. O time da Vila Leopoldina chegou a ficar na frente em boa parte do set, permitiu a virada, mas buscou no final e fechou em 27 a 25 pontos após saque para fora de Sidão.

Para os donos da casa, o terceiro set era tudo ou nada. E o Sesi-SP caiu no rendimento, deixando o Taubaté abrir seis pontos. Foi quando Riad entrou em ação e emplacou três saques seguidos, empatando o jogo. Com um bloqueio de Lucão, a virada veio em 18 a 17 pontos e a equipe de Marcos Pacheco ficou na frente, com chance de encerrar a partida.  Mas Theo desperdiçou dois contra ataques e o Taubaté não perdoou, virando para 30 a 28 pontos, com Sidão no bloqueio.

As chances desperdiçadas no terceiro não se repetiram, no entanto, no quarto e o Sesi-SP dominou a etapa com gana de encerrar o jogo. Isso esquentou o clima nos rivais e Lorena perdeu a cabeça de novo. Ele tomou um cartão vermelho, o que deu um ponto de graça para os visitantes. Com a cabeça no lugar e maior volume de jogo, foi questão de tempo até o time da indústria encerrar a partida em 25 a 19 pontos, trazendo a decisão para a capita paulista.

Sesi-SP abre a série de semifinal buscando a vitória para decidir em casa

Lucas Dantas, Agência Indusnet Fiep

Terminada a fase de quartas de final da Superliga 2014/2015, mais uma pedreira aguarda o time de vôlei masculino do Serviço Social da Indústria de São Paulo (Sesi-SP). Neste sábado (20/3), às 21h30, a equipe da Vila Leopoldina encara o Funvic Taubaté, no ginásio do Abaeté, no interior do estado, abrindo a semifinal.

O segundo jogo será na casa do Sesi-SP, o ginásio da Vila Leopoldina, dia 31 de março, às 20h30. Se houver uma terceira partida, ela será em Taubaté, dia cinco de abril. Para o líbero Serginho, claro que fechar a série em dois confrontos seria o ideal e isso passa por vencer sábado, fora de casa. Segundo o jogador, não há favorito e o duelo tem tudo para cinco sets. O campeão olímpico já antevê o clima no ginásio rival com a torcida pressionando em cima.

“No Campeonato Paulista eles estavam num momento melhor que o nosso. Agora está tudo igual. O Taubaté tem um time bem equilibrado, tem o melhor sacador da Superliga, é muito bem estruturado e para a gente ganhar, vamos precisar jogar muito. Principalmente na casa deles, onde tem uma torcida fanática que vibra demais. É muito bom jogar lá com a torcida contra. Acho que será um três a dois (sets), mas espero que seja para gente. Temos condição de vencer, mas precisamos mesmo jogar muito”, disse o líbero.

Líbero Serginho, do Sesi-SP. Foto: Ayrton Vignola/Fiesp

 

No primeiro turno da Superliga, o Taubaté venceu por três sets a zero em casa. O Sesi-SP fez uma partida abaixo da média. Já no returno, a equipe de Marcos Pacheco devolveu o placar na Vila Leopoldina e igualou o confronto. Para o treinador, isso mostra o equilíbrio entre dois times muito parecidos. Ele não vê nenhum tipo de favoritismo em qualquer um dos lados. Pacheco também espera uma série de três jogos para definir a vaga na finalíssima, mas garante que o Sesi-SP viaja para o Vale do Paraíba buscando a vitória a qualquer custo.

“O equilíbrio é muito grande. Se tivesse que postar, apostaria em três jogos. São times muito parecidos nas características, nos jogadores. O jogo é tenso, duro, nervoso, típico de uma semifinal, típico dos nomes envolvidos nessa semifinal. Além disso, eles ficam muito tempo juntos na seleção, se conhecem bem, treinam bastante. Dessa forma, os detalhes farão a diferença para um dos lados. O Sesi-SP precisa ser agressivo e vamos lá para buscar a vitória. Não iremos para participar, apenas. Se vamos conseguir, ou não, é outra história. Vamos sair daqui para ganhar e vamos buscar isso”, afirmou Pacheco.

O jogo deste sábado será transmitido pelo Sportv e acompanhado pelas redes sociais do Sesi-SP no Twitter (@sesisp_volei) e no Facebook (/sesisp.volei).

O time da indústria ocupa a terceira colocação na Superliga Masculina, com 45 pontos e 15 vitórias. No retrospecto contra o Taubaté, pela Superliga, o Sesi-SP leva vantagem de três vitórias contra uma derrota (o time do Vale do Paraíba foi criado apenas na temporada passada).

Estatísticas do Sesi-SP na Superliga
Ataque: Lucarelli – 2º lugar – 40.63% de eficiência
Bloqueio: Riad – 4º lugar – 25.38% de eficiência
Saque: Lucão – 2º lugar – 10.54% de eficiência
Defesa: Serginho – 6º lugar – 11.62% de eficiência
Levantamento: Marcelinho – 4º lugar – 33.46% de eficiência
Recepção: Maurício – 3º lugar – 51.92% de eficiência
Pontuadores: Lucarelli – 3º lugar – 345 pontos

Pacheco comemora postura agressiva do Sesi-SP na classificação para a semifinal

Lucas Dantas, Agência Indusnet Fiesp 

Depois da atuação abaixo da média no último sábado, uma redenção era necessária e apenas um resultado interessava. Vindo de uma derrota para Ziober Maringá por três sets a um e praticamente sem descanso, o time de vôlei masculino do Serviço Social da Indústria de São Paulo (Sesi-SP) precisava de uma vitória em casa para seguir em frente na Superliga Masculina.

E ela veio ao final de três sets na segunda-feira (16/3), com uma atuação há muito tempo não vista pela torcida. O placar de 25/20, 25/20 e 25/22 mostrou o equilíbrio do confronto, mas em número gerais, o Sesi-SP nunca esteve atrás no marcador e dominou a partida completamente.

Com 20 pontos, Lucão liderou a artilharia. Enquanto Marcelinho e Murilo também foram essenciais para o time. O levantador foi eleito o melhor em quadra, enquanto o ponteiro voltou a ser titular e liderou a equipe com gritos de apoio, broncas e passes precisos.

O Sesi-SP se portou como um time e mostrou um volume que superou, com sobras, o time de Maringá e se classificou para a semifinal da Superliga, onde espera o vencedor do confronto Taubaté x Canoas. A série está empatada em um a um, com o terceiro jogo nesta terça-feira (17/3), em Taubaté, interior de São Paulo.

Para o treinador Marcos Pacheco, foi uma vitória do grupo, que sabia da responsabilidade e fez uma de suas melhores partidas na Superliga. Para o treinador, o ambiente da volta do confronto no Paraná foi crucial para a mudança de postura do time no terceiro jogo.

“Uma coisa que me marcou foi o voo de volta de Maringá. Sete horas da manhã e os dois times no avião. O nosso quieto, sentido, frustrado pensando. Eles sem desrespeito algum, mas alegres. Claro, viraram um resultado difícil. Estavam mais leves, mas sem menosprezar a gente, nada disso. Então eu pensei ‘não pode ser assim’. Nós tínhamos uma chance de virar isso e a equipe sabia da responsabilidade e que tinha voleibol para virar. E o time entendeu isso. E virou o jogo”, contou Pacheco, que apontou que o jogo apresentado foi exatamente o que ele pensa para o Sesi-SP.

“Tivemos equilíbrio em todos os fundamentos. Jogamos com um volume muito forte e tivemos uma virada de bola espetacular. Esse time foi montado para isso. Era essa a expectativa que eu tinha. Eu esperava esse momento, em uma partida decisiva, e o time reagiu muito bem. Jogamos com concentração e disposição muito grande. Não tinha outra oportunidade, era essa”.

O primeiro jogo da semifinal ainda não tem data, local e depende do adversário. Se for o Taubaté, a primeira partida será fora de casa. Se for o Canoas, a abertura da série será na Vila Leopoldina.

“Murilo está há duas temporadas se recuperando para esse momento. A comissão técnica o preparou para a semifinal. Não só o Murilo, temos um grupo muito forte. O Mão está muito bem com o Thiaguinho na inversão. O Murilo e o Mauricio se revezam no passe. O Aracajú entrou num momento difícil e correspondeu. Temos um grupo”, garantiu Pacheco.

Sesi-SP peca no saque e perde para o Ziober Maringá na Superliga

Lucas Dantas, Agência Indusnet Fiesp

Era a chance de fechar a série e ganhar alguns dias de folga. Mas, com muitos erros de saque, o time de vôlei masculino do Serviço Social da Indústria de São Paulo (Sesi-SP) acabou derrotado pelo Ziober Maringá e agora terá que decidir em casa a vaga para a semifinal da Superliga Masculina 2014/2015.

A derrota por três sets a um (25-21, 25-23, 23-25, 25-22) no Ginásio Municipal de Esportes Chico Neto, na cidade paranaense de Maringá, foi justa, diante de um time que soube jogar com o apoio da torcida e cresceu nas horas decisivas, sem deixar a pressão por uma eliminação atrapalhar.

Mesmo com a derrota, o oposto Theo foi o maior pontuador com 17 acertos. O experiente levantador Ricardinho, do Maringá, ficou com o Viva Vôlei da noite.

O jogo

Empurrado pela torcida, o Ziober Maringá soube se impor em quadra no primeiro set.  Os comandados por Ricardinho pegaram a força que vinha da arquibancada para empatar o placar, até então favorável para o time da indústria, e virar a partida. Rivaldo, Bomba e Diogo praticamente não perderam ataques, enquanto pelo lado do Sesi-SP, Maurício apresentou dificuldades no passe. Marcelinho não conseguiu usar os centrais. Em melhor momento, o Maringá fechou o primeiro set em 25 a 21 pontos.

Mais à vontade em quadra, o Maringá começou melhor o segundo set. Pacheco viu que Maurício continuou errando no passe e resolveu colocar Murilo, que ao entrar ouviu aplausos e vaias do ginásio. O time melhorou, mas não passou à frente no placar em nenhum momento, chegando a perder por quatro pontos de diferença. E com erro de saque de Theo, que mandou na rede, mais um set foi para o Maringá, dessa vez 25 a 23 pontos.

Na etapa seguinte, no entanto, outro Sesi-SP entrou em quadra. Com um ataque mais eficiente e menos erros, o time da Vila Leopoldina dominou as ações em todo o set, silenciando o ginásio. Os levantadores Marcelinho e Thiaguinho usaram as pontas para liberar os centrais Murilo e Mão e fazerem pontos em sequência. Lucarelli também passou a bloquear e frear o ataque rival. A superioridade se fez presente no placar final, com 25 a 23 pontos, e o jogo foi para o quarto set.

O Sesi-SP não soube usar a vitória no set anterior para administrar a etapa e empatar o jogo. A equipe da indústria viu o Maringá crescer e chamar a torcida para jogar ao seu lado. O apoio do ginásio cheio pesou e o time de Ricardinho fez uma atuação bem acima do Sesi-SP, fechando em 25 a 22 pontos e adiando a decisão da vaga para segunda-feira (16/3).

Para Murilo, Sesi-SP ainda vai mostrar seu melhor vôlei nos playoffs

Lucas Dantas, Agência Indusnet Fiesp

O melhor ainda está por vir. É assim que o ponteiro Murilo Endres define a campanha do time de vôlei masculino do Serviço Social da Indústria de São Paulo (Sesi-SP) na Superliga 2014/2105. O time da Vila Leopoldina terminou a fase de classificação na terceira posição com 45 pontos e deixou a sensação de que poderia ter feito mais. O camisa 8 concorda, mas garante que o time ainda tem a crescer e vai mostrar isso na próxima fase.

“Eu acho que poderíamos ter ido bem melhor, mas não aconteceu. Tivemos muitos altos e baixos. Todo ano o time é montado para ser campeão e brigar pela primeira posição, mas não aconteceu. O terceiro lugar ainda saiu no lucro, pelos altos e baixos, mas lógico que no início a gente imaginava brigar pela primeira colocação com o Cruzeiro. Mas temos muita margem para crescer ainda. Não apresentamos nosso melhor voleibol na Superliga, exceto na vitória contra o Sada, no fim da primeira fase. Tivemos um bom tempo para treinar mais, ficarmos juntos, recuperar os machucados e confiamos muito que vamos crescer bastante nos playoffs”, disse Murilo.

E essa mudança já tem data para acontecer. Neste sábado (7/3), o Sesi-SP recebe o Ziober Maringá na Vila Leopoldina, às 21h30, com transmissão pelo SporTV, no primeiro jogo pelas quartas de final da Superliga. A partida de volta está marcada para o dia 14, em Maringá e um terceiro jogo, se necessário, será dia 16, às 18h30, em São Paulo. Na fase de classificação foram duas vitórias paulistas por 3 a 0. Murilo reconhece o favoritismo, mas prega o respeito ao time de Ricardinho.

“É difícil não colocar o Sesi-SP como favorito. Respeitamos todos os adversários, claro, e não será o contrário agora. O Maringá joga de um jeito diferente. O Ricardo dá muita velocidade para a equipe e nós temos que nos preparar bem para enfrentá-los. Estamos vendo os vídeos, estudando, observando os erros e acertos e não podemos relaxar e achar que já ganhamos. Tem que resolver na quadra”, apontou o ponteiro, que considera os playoffs uma continuidade da primeira fase e não um campeonato diferente.

“Tudo pode acontecer. Você carrega nos playoffs aquilo que fez na temporada. Pode ser diferente por causa das surpresas, como um oitavo ganhar do primeiro, por aí. Mas eu acho que o que você fez na fase de classificação dá confiança para não errar nos playoffs”, finalizou.

Sesi-SP vence o Vôlei Canoas e sobe para 3º lugar na Superliga Masculina

Amanda Demétrio, Agência Indusnet Fiesp

Liderando bem a partida, o time de vôlei masculino do Serviço Social da Indústria de São Paulo (Sesi-SP) venceu neste sábado (31/01), no ginásio da Vila Leopoldina, a equipe do Vôlei Canoas por 3 sets a 0 (25/19, 25/21 e 27/25) pela sétima rodada do returno da Superliga.

Com o resultado, o Sesi-SP chegou aos 37 pontos, e, com a derrota do Brasil Kirin no encerramento da rodada, subiu para o terceiro lugar na tabela da competição.

O central Lucão foi o maior pontuador da partida, com 13 acertos, seguido pelo ponteiro Maurício, que anotou 12 pontos – dois deles no saque.

Lucão e Mauricio lideraram a pontuação da partida. Foto: Ayrton Vignola/Sesi-SP Divulgação

 

Ao final do jogo, Lucão elogiou a atuação da equipe, mas disse que é preciso evitar certos descuidos nas próximas partidas. “Conseguimos colocar um bom ritmo de saque e fazer nossa virada consistente, como estamos fazendo nos últimos jogos. Demos uma vacilada no terceiro set, coisa que não pode acontecer, mas a equipe está crescendo no momento certo.”

Para o técnico do Sesi-SP, Marcos Pacheco, o time jogou bem e soube lidar com os pontos fortes do adversário. “O Canoas vinha em uma sequência muito forte de jogos e nós sabíamos a dificuldade, mas imprimimos o jogo desde o começo. Fomos agressivos e conseguimos neutralizar os pontos fortes do time adversário. O importante foi que buscamos nosso objetivo e essa vitória foi muito importante para nós crescermos como equipe, como time e crescer no campeonato”, analisou Pacheco.

O técnico disse ter ficado satisfeito com a inversão do 5-1, feita com a entrada de Thiaguinho e Mão – eleito o melhor em quadra pela comissão técnica, ganhando inclusive o Troféu Viva Vôlei. “A inversão, hoje, trabalhou muito bem. Eles entravam quando o jogo estava equilibrado e deixava a partida com o time sempre em vantagem. O Mão foi fundamental nisso, no ataque e em uma recepção difícil. O melhor do jogo muitas vezes não é aquele que faz mais pontos, mais sim aquele que foi importante nos momentos decisivos do jogo. E o Mão foi. A dupla formada por ele e Thiaguinho foi essencial para o jogo”, completou o técnico.

Além da inversão do 5-1, Pacheco também usou a potência do ponteiro Murilo durante os sets. Destaque no bloqueio, o central Riad foi o responsável por quatro dos 10 pontos nesse fundamento.

O Sesi-SP entrou em quadra com o levantador Marcelinho, o oposto Rafael, os ponteiros Lucarelli e Mauricio, os centrais Lucão e Riad, além do líbero Serginho. Entraram Thiaguinho, Mão e Murilo.

Agora, o time viaja para Belo Horizonte para o confronto de terça-feira (03/02), contra o Minas Tênis Clube, às 19h.

O jogo

Mão teve sua atuação elogiada pelo técnico Marcos Pacheco. Foto: Ayrton Vignola/Sesi-SP Divulgação

O primeiro set começou com ponto de Lucarelli e seguiu bem administrado pelo Sesi-SP. O time cometeu poucos erros e soube usar boas técnicas para sair na frente e fechar o primeiro tempo técnico com três pontos de vantagem (08/05). Com dois aces de Maurício, boas jogadas do Mão e o Lucão atacando pelo meio de rede, a equipe de Pacheco dominou o jogo e fechou o set em 25/19.

O segundo set começou mais equilibrado. O Canoas saiu na frente, mas logo o Sesi-SP empatou e seguiu a partida ponto a ponto. Após o time adversário sair na frente no primeiro tempo técnico (07/08), o time da Vila reagiu e foi a vez de Lucarelli atacar forte e Riad brilhar no bloqueio. O time assumiu mais uma vez à frente no marcador e fechou o segundo tempo técnico (16/14). O set seguiu com a equipe mantendo uma diferença entre dois e três pontos de vantagem. Até que Mão vindo da lateral atacou forte e aumentou essa vantagem para quatro pontos, levando o time para mais uma vitória no set (25/21).

Riad (15) foi um dos destaques no bloqueio. Foto: Ayrton Vignola/Sesi-SP Divulgação

Assim como no segundo, o terceiro set começou apertado. O time de Pacheco até conseguiu abrir dois pontos de diferença e fechar o primeiro tempo técnico (08/06), mas logo o Canoas cresceu e igualou o marcador em 12/12. A equipe reagiu bem com Lucarelli no ataque, abriu dois pontos e fechou o segundo tempo técnico (16/14). Mas uma série de erros dos dois lados direcionou o jogo para um empate, seguindo até a reta final da partida, em qu o time da Vila Leopoldina foi mais forte e levou o com 27/25 e ganhou o jogo por 3 sets a 0.

Vôlei: equipe do Sesi-SP lamenta derrota e elogia desempenho do adversário

Ariett Gouveia, Agência Indusnet Fiesp, de Belo Horizonte

Sidão: saque foi um dos maiores problemas do Sesi-SP na partida. Foto: Fiesp

Passado o calor da derrota por 3 sets a 0 para o Sada/Cruzeiro, na final da Superliga masculina de vôlei na manhã deste domingo (13/04), a equipe do Serviço Social da Indústria de São Paulo (Sesi-SP) atendeu a imprensa.

Em comum, a mesma avaliação: o Sesi-SP rendeu menos do que suficiente para superar a força e a regularidade do adversário.

“Não conseguimos em momento algum colocar a equipe deles em dificuldade, não jogamos na frente em nenhum momento”, disse o ponteiro Murilo.

“ Tivemos alguma oportunidade de igualar o placar, de passar na frente, mas não concluímos o contra-ataque, não marcamos bem no bloqueio, o que a gente tinha planejado não funcionou”, emendou o camisa 8.

“Faltou tudo hoje. Principalmente essa capacidade de entender a equipe deles e usar a nosso favor os poucos pontos fracos que eles têm.”

Na análise do central Sidão, o saque foi um dos maiores problemas do Sesi-SP na partida. “A nossa equipe não entrou como deveria. Faltou muito saque. Frisamos muito durante a preparação, porque com uma equipe com potencial de ataque como a deles, a gente tinha que sacar muito bem para o bloqueio funcionar. Não sacamos, a rodada de bola não foi tão boa”, lamentou o camisa 9.

“Parabéns para o Cruzeiro, equipe que conquistou tudo nessa temporada. Eles mereceram, jogaram melhor do que a gente hoje. Cabe a nós aprender e começar a construir de novo para a próxima temporada”, assinalou Sidão.


Marcos Pacheco: grupo pode evoluir

O técnico Marcos Pacheco disse que a equipe não conseguiu equiparar o padrão de jogo do Sada/Cruzeiro.

“Trabalhamos sempre sabendo que a equipe do Sada é de uma regularidade altíssima. Para vencer esse jogo, teríamos que ter esse padrão. Um saque eficiente, uma virada de bola consistente, que conseguimos no começo do jogo”, explicou Pacheco.

“Mas tivemos problemas no saque: ou errávamos, ou colocávamos um saque inoperante. Com o volume de jogo e a intensidade que tem o Sada, isso dificultou muito. Eles faziam uma virada rápida, o que acabava nos pressionando a fazer uma virada, o que desequilibrou o jogo.”

De acordo com o técnico, três vezes campeão da Superliga quando dirigiu o Cimed/Florinópolis, o Sesi-SP não teve capacidade para superar o time mineiro nesse jogo.

“Chegamos a todas as finais disputadas. O time foi construído para isso, pelas peças, pelo investimento e pelo trabalho que tem. A intenção era chegar às finais e sermos campeões. Enfrentamos o Sada em duas finais e eles foram mais competentes que nós. Mas foi uma temporada muito boa, atingimos quase todos os nossos objetivos. E esse grupo tem muito evoluir, muito a render, muito a crescer ainda. A próxima temporada já começa amanhã.”

>> Sesi-SP é derrotado pelo Sada/Cruzeiro e fica com o vice na Superliga

 

 

Vôlei: Sesi-SP é derrotado pelo Sada/Cruzeiro e fica com o vice na Superliga

Ariett Gouveia, Agência Indusnet Fiesp, de Belo Horizonte

Equipe venceu 23 dos 27 jogos que disputou na edição 2013/14 da Superliga. Foto: Fiesp

O time do Serviço Social da Indústria de São Paulo (Sesi-SP) não conseguiu vencer a forte equipe do Sada/Cruzeiro e ficou com o segundo lugar na Superliga de vôlei 2013/14. A final foi disputada neste domingo (13/04) e o time mineiro venceu por 3 sets a 0 (parciais foram de 21/19, 21/17 e 21/18).

A partida encerra a temporada 2013/14 da equipe. Na Superliga, a equipe comandada atuou 27 vezes, com 23 vitórias e quatro derrotas . No campeonato paulista, em 2013, o Sesi-SP foi o campeão ao superar o Brasil Kirin/Campinas.

O presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e do Sesi-SP, Paulo Skaf, entregou para os jogadores e comissão técnica as medalhas de prata e o troféu de vice-campeão.

O Sesi-SP entrou em quadra com Renan, Murilo, Sandro, Sidão, Lucarelli e Lucão, mais o líbero Serginho. Durante a partida, entraram Thiaguinho, Rogério, Mão e Manius.

O Sada/Cruzeiro do técnico Marcelo Mendez entrou com William, Wallace, Filipe, Leal, Isac e Éder, além do líbero Serginho. Entraram: Vinhedo, Paulo Victor, Douglas Cordeiro.

Com o filho no colo, o levantador Sandro, capitão da equipe, recebeu o troféu pelo vice-campeonato. Foto: Helcio Nagamine/Fiesp

 

O jogo

De um lado, o melhor pontuador da Superliga, o oposto do Cruzeiro Wallace. Do outro, o melhor bloqueador da competição, o central Sidão, do Sesi-SP. Foi a final da mais importante competição do vôlei brasileiro, com emoção em cada detalhe: ginásio lotado, equipes preparadas e buscando a vitória em cada lance e jogadas magistrais dos dois lados da quadra.

O Sesi-SP começou no saque com Murilo, mas foi o Sada que abriu o placar e chegou aos 3 a 0. Em seguida, com Sidão no saque, o Sesi-SP empatou. A disputa seguiu ponto a ponto, com as duas equipes buscando entrar no ritmo do jogo e encaixar as jogadas. No primeiro tempo técnico, 7 a 6 para o time da casa. As equipes mantiveram o placar equilibrado até o décimo ponto, quando o time mineiro conseguiu abrir 12 a 9.

Mas o Sesi-SP foi buscar o empate, contando com a força do bloqueio de Lucão e Lucarelli. O Cruzeiro conseguiu abrir novamente e chegou a 16 a 13. O Sesi-SP não desanimou e mesmo com o set point  do adversário marcou mais dois pontos e chegou ao 19º. Mas Wallace fechou para o Sada em 21 a 19.

O Sesi-SP abriu o segundo set com o ataque de Renan, mas o erro no saque permitiu o empate. Como é esperado em uma final, novamente, as equipes se perseguiram no placar e mostraram nervosismo em muitos momentos. No Sesi-SP, os ataques de Renan foram o destaque. Mas o Cruzeiro aproveitou os erros do Sesi-SP, abriu 15 a 13 e segurou a vantagem de dois pontos.

Com o placar em 19 a 16, o Sesi-SP chegou ao 17 ponto depois de um rally incrível, que resultou em bola fora do Cruzeiro. Mas na sequência, o time da casa fez dois pontos seguidos e fechou o set com um ace de Eder.

O terceiro set era tudo ou nada para o Sesi-SP, mas o Cruzeiro queria definir. E veio com força, jogando nas falhas do Sesi-SP, e chegou aos 7 a 2. Só o bloqueio de Lucão trouxe o saque de volta para o Sesi-SP, mas o Cruzeiro recuperou e fez 8 a 3.O Sesi-SP ainda buscou a recuperação, mas não conseguiu tirar a diferença de cinco pontos no placar. O Cruzeiro ainda aumentou a vantagem, com o ataque de Leal, marcando 17 a 11.

O saque de Sidão, que marcou o 14º ponto do Sesi-SP, foi um dos poucos bons momentos da equipe em quadra. Dois ataques de Lucarelli também mostraram porque o Sesi-SP estava na final e a equipe demonstrou uma reação. Com o Sada no set point, Lucarelli foi para o saque e o Sesi-SP fez dois pontos e chegou a 20 a 18. Mas o Cruzeiro saiu campeão, marcando 21 a 18.

Equipe agradece apoio de torcedores do Sesi-SP no Mineirinho. Foto: Helcio Nagamine/Fiesp

Sesi-SP vence Brasil Kirin e está na final da Superliga Masculina

Talita Camargo, Agência Indusnet Fiesp

O time do Serviço Social da Indústria de São Paulo (Sesi-SP) levou a melhor no segundo jogo das semifinais da Superliga Masculina de Vôlei contra o Brasil Kirin/Campinas, na manhã deste sábado (05/04), no Ginásio Taquaral, em Campinas, por 3 sets a 2 (parciais de 21/15, 21/19, 17/21, 17/21 e 15/09); garantindo, assim, vaga na final do campeonato, que acontece no próximo domingo (13/04), em Belo Horizonte (MG), contra o Sada/Cruzeiro.

Sidão, Serginho e Marcos Pacheco: vibração após ponto de bloqueio no quinto set. Foto: Caio Lopes/Fiesp

 

Com o time titular completo (Sandro, Renan, Sidão, Murilo, Lucão, Lucarelli e o líbero Serginho), o jogo foi equilibrado e durou duas horas. Com disputa ponto a ponto, o Sesi-SP saiu na frente nos dois primeiros sets, mas deixou o Brasil/Kirin empatar e o jogo foi decidido apenas no quinto set.

“A semifinal é muito intensa e é diferente de toda a trajetória da Superliga, porque e foca muito em um adversário”, explicou o técnico Marcos Pacheco, que acredita que a semifinal é definitiva e não dá oportunidades. “Vamos curtir essa vitória que foi muito difícil, pois foi uma semifinal nacional com ingredientes regionais”, disse.

A equipe ainda não se acertou no saque, mas o entrosamento do levantador Sandro com Renan cresceu bastante e trouxe mais confiança à equipe. “Está todo mundo de parabéns. O time inteiro me ajudou muito nas duas últimas semanas e meu entrosamento com o Sandro melhorou devido ao tanto que a gente treinou”, afirmou Renan, que foi o maior pontuador da partida, com 16 pontos, e que se diz ‘muito feliz’ por chegar à primeira final da Superliga de sua carreira.

Para Sidão, que já passou por quatro finais de Superligas, esse foi um jogo digno de semifinal: “A gente sabia que vinha uma ‘baita’ de uma pedreira por aí”, disse. O central avaliou que a equipe começou jogando bem, mas deixou o ataque cair e o adversário crescer. “Eles começavam na frente e a gente virava no final do set, depois eles começaram a jogar melhor e paramos de errar mais no quinto set, quando conseguimos manter uma estabilidade e abrir bastante pontos”, afirmou.

“O jogo começou fácil para nós, mas o bloqueio deles e nossos erros de sque colaboraram para ajudar a equipe deles, mas o quinto set fomos superiores e tomamos conta do jogo”, afirmou o ponteiro Manius, que entrou em momentos decisivos da partida.

O levantador Sandro foi eleito o melhor jogador em quadra e recebeu o Troféu Viva Vôlei. A torcida compareceu ao ginásio e motivou o time durante toda a partida. Com a derrota, o Brasil/Kirin se despede da competição. A partida marcou, também, a despedida do campeão olímpico André Heller das quadras. O jogador encerrou sua carreira e foi homenageado pelos atletas, técnicos e torcedores de ambas as equipes ao final do jogo.

O jogo

O Sesi-SP entrou com o time titular completo, mas foi o adversário quem saiu na frente. Em seguida, Renan garantiu a vantagem. O Brasil Kirin bloqueou a bola de Lucão e empatou o jogo, mas Lucão desceu o braço para deixar tudo igual novamente. O primeiro tempo técnico foi a favor do Sesi-SP, com o placar em 07/05. Mas o Brasil/Kirin passou o bloqueio do Sesi-SP e reverteu o placar em 08/07. O time recuperou a vantagem, mas se atrapalhou em quadra e deixou o adversário empatar em 10/10. Foi o ataque de Lucão que deixou o Sesi-SP na frente de novo e ter o segundo tempo a seu favor, em 14/13.

Lucão acertou no saque e o técnico adversário pediu tempo (15/13). Mas o Sesi-SP abriu vantagem de quatro ponto (18/14). O bloqueio duplo de Sidão e Murilo garantiram o 19º ponto do Sesi-SP. O líero Serginho salvou uma bola difícil e o time chegou ao set point, o que levou o Brasil/Kirin a fazer alterações. Mas Murilo fechou o primeiro set em 21/15, aos 22’44”.

Sidão abriu o placar do segundo set. E o Sesi-SP conseguiu vantagem de 05/03. Sandro levantou Lucarelli garantiu o 07/04, levando o time ao primeiro tempo técnico. O Sesi-SP encontrou sintonia em quadra, garantindo a vantagem em 08/05, mas o adversário empatou e o técnico Marcos Pacheco pediu tempo. O Brasil/Kirin mudou o placar e cresceu no jogo (10/08), mas o canhoto Renan diminuiu a vantagem (10/09). E depois do erro de saque de Sidão, o bloqueio duplo de Renan e Lucão diminui a diferença para 11/10. Murilo salvou a bola e deixou para Lucão, que finalizou com uma inteligente largadinha (13/11). Thiaguinho e Rogério entraram para o reforço, e foi justamente o levantador que, com uma largadinha, garantiu o 12º ponto do Sesi-SP. Lucão desceu o braço e diminuiu o placar para (14/13). Sandro e Renan voltaram para quadra. E foi o levantador que subiu ao lado de Sidão para bloquear o adversário e fazer o 14º ponto. Sidão desceu o braço e diminuiu, mais uma vez, a diferença (16/17), mas o Brasil/Kirin passou pelo bloqueio paulistano (18/16). Lucão marcou dois pontos com confiança e empatou o jogo em 18/18, o que levou o técnico adversário a pedir tempo. Foi o bloqueio duplo de Lucão e Lucarelli que trouxe a vantagem de volta ao Sesi-SP (19/18). E um novo bloqueio do time paulistano levou a equipe ao set point. O ponto do adversário levou Pacheco a pedir tempo. Num estouro do bloqueio adversário que jogou a bola para fora, o Sesi-SP fechou o segundo set em 21/19, aos 27′.

O levantador Sandro foi eleito o melhor jogador da partida e ganhou o Troféu Viva Vôlei. Foto: Helcio Nagamine/Fiesp

O Brasil/Kirin abriu o placar do terceiro set, mas o Sesi-SP empatou em 02/02. Numa diagonal inteligente, Lucarelli deixou tudo igual em Campinas (03/03), mas o adversário manteve a vantagem e o sexto ponto deles foi um ace polêmico por marcações contraditórias dos juízes, o que levou Marcos Pacheco a pedir tempo (06/03). Mas o primeiro tempo técnico foi a favor do Brasil/Kirin (07/03), que errou o saque seguinte e diminuiu o placar a favor do Sesi-SP (07/04). O saque de Lucarelli foi uma bomba e garantiu o quinto ponto da equipe. Renan desceu o braço na diagonal e garantiu o sétimo ponto. Mas o Sesi-SP não conseguiu para o adversário e a vantagem aumentou para 10/07. O bloqueio duplo de Lucarelli Sidão fez o 10º ponto do Sesi-SP, que não desistiu facilmente. Renan subiu no 11º ponto, mas o Brasil/Kirin marcou em seguida (13/11). Numa reversão inteligente, Sandro marcou, mas o segundo tempo técnico foi a favor do time da casa (14/12). Rogério, que entrou no jogo ao lado de Thiaguinho, fez o 13º ponto. E, em seguida, o Sesi-SP empatou (14/14). Sandro e Renan voltaram ao jogo. O Brasil/Kirin fez novo ace e passou na frente de novo (16/14). Em mais uma marcação polêmica do juiz, o Brasil/Kirin fez 18/15 e Pacheco pediu tempo. Na disputa na rede, Murilo levou a melhor e fez o 16º ponto. Lucarelli diminuiu a diferença em 20/17 e o técnico adversário pediu tempo. Mas o Sesi-SP não conseguiu mais reverter o placar e o Brasil/Kirin fechou o set em 21/17, aos 26′.

O quarto set começou disputado ponto a ponto. Mas o Brasil/Kirin levou a vantagem do primeiro tempo técnico (07/06). O Sesi-SP logo empatou (09/09), mas o adversário fez abriu vantagem (13/10) e Marcos Pacheco pediu tempo. Murilo garantiu o 11º ponto e, em seguida, Sidão também marcou, mas o segundo tempo técnico foi a favor do adversário (14/12). Manius entrou no lugar de Murilo e Sidão diminuiu o placar para 16/14. Mas o adversário cresceu no jogo e ganhou vantagem de quatro pontos (18/14), fazendo Pacheco pedir novamente tempo. Com cinco pontos de diferença, o Brasil/Kirin chegou ao set point e Rogério e Thiaguinho entraram no lugar de Sandro e Renan. Na larginha de Manius, a diferença diminuiu para 20/17, quando o téncico adversário pediu tempo e o ponteiro Murilo voltou ao jogo. No erro de saque de Lucarell, o Brasil/Kirin fechou o set em 21/17, aos 24’36”.

No quinto set, foi difícil de a bola cair no chão de ambos os lados da quadra. O Brasil/Kirin saiu na frente. mas Lucarelli logo empatou e, em seguida, ultrapassou o adversário (02/01). Murilo teve destaque e levou garra e confiança ao time, que disputou cada ponto. Renan fez o quarto ponto de saque e, numa largadinha inteligente, Lucão deixou o placar em 05/03, animando a torcida. O técnico adversário pediu tempo e o bloqueio duplo do Sesi-SP não funcionou (05/04). O saque do Brasil/Kirin derrubou Murilo na recepção, mas o time paulistano garantiu o sexto ponto. Lucarelli forçou o saque na rede, mas em bola disputada, Renan fez o sétimo ponto da equipe, que ficou com a vantagem do tempo técnico (08/05). Murilo desceu o braço com força (09/05) e o líbero Serginho salvou o Sesi-SP da largadinha adverária, mas foi o bloqueio de Sidão que deixou o placar em 10/06, levando o técnico adversário a pedir tempo. O bloqueio do Brasil/Kirin mandou a bola para fora e o Sesi-SP abriu vantagem de cinco pontos (11/06). Sidão garantiu o 12º ponto. Manius entrou no lugar de Lucão e, com o placar em 12/08, Marcos Pacheco pediu tempo. Murilo subiu alto na rede para fazer o 13º ponto e o bloqueio duplo de Sidão e Manius levou o Sesi-SP ao match point. Foi Renan quem fechou o jogo em 15/09, aos 16′.

Sidão e Murilo tentam conter ataque de Gustavão, central da equipe de Campinas. Foto: Helcio Nagamine/Fiesp

Sandro e Renan aproveitam o intervalo longo para afinar o entrosamento

Agência Indusnet Fiesp

O time do Serviço Social da Indústria (Sesi-SP) estava completo e pronto para a disputa dos playoffs da Superliga Masculina 2013/2014. Mas o azar bateu nas portas da Vila Leopoldina e, no primeiro jogo das quartas-de-final, contra o São Bernardo, o oposto Evandro se machucou e deu adeus à competição.

A missão de ser o “desafogo” do levantador Sandro passou para o gigante Renan, de 2,17m, que respondeu muito bem e manteve o nível. Na segunda partida contra o time do ABC paulista, vitória do Sesi-SP por 3×1 e Renan fez 12 pontos. Na primeira semifinal contra o Vôlei Brasil Kirin, a dupla funcionou de novo e Renan desceu mais 11 bolas nas quadras rivais.

O canhoto da camisa 1 reconhece um pouco de dificuldade no início, mas comemorou as semanas de treino e hoje já se sente bem mais acertado com Sandro.

“O entrosamento foi bem difícil no começo, ao entrar no meio do jogo [primeiro playoff diante do São Bernardo, nas quartas de final] em que o Evandro lesionou. As duas últimas semanas foram bem intensas no trabalho de acerto de bola. Recebi muitas bolas durante os treinos para a gente se entrosar mesmo, para afinar bem os detalhes. No último jogo foi bem melhor. Já estou bem mais acostumado com a bola do Sandro”, disse Renan, que só ficou atrás de Lucarelli na pontuação das duas últimas partidas.

O outro lado da jogada também gostou do tempo que o time ganhou para treinar e se ajustar com seu “novo” atacante. Para Sandro, só com treino para acertar tudo, e todo tempo disponível deve ser utilizado.

“Sempre tem coisa para se ajustar. O Renan está entrando, teve uma semana de treinamento com a equipe titular, foi bem no último jogo e ajudou bastante. Temos tempo bom para ajustar esses detalhes, continuar trabalhando nossas virtudes e chegar bem para o segundo jogo em Campinas”, apontou o capitão.

Para o técnico Marcos Pacheco, o cenário não é simples e passa por uma adaptação dos dois lados. Também elogiando os 10 dias de treinos até a segunda partida, Pacheco só ressaltou que a intensidade precisaria aumentar para os dois. E o foi exatamente o que a equipe fez.

“Botamos intensidade e treinamos forte para que o time tenha cada vez mais sincronismo, para que a relação Sandro/Renan melhore. Era um destro na posição (Evandro) e entrou um canhoto. Para o levantador não é fácil. Parece que é fácil, mas não é. Mudaram o timing e a velocidade de bola, e isso precisa de treino. E agora, finalmente, estamos tendo tempo para treinar”

O Sesi-SP enfrenta o Vôlei Brasil Kirin neste sábado, às 9h30, no Ginásio do Taquaral, em Campinas, na segunda partida das semifinais da Superliga. Em caso de vitória do time paulista, a série se encerra. Caso o Brasil Kirin saia vitorioso, um terceiro jogo será disputado terça-feira, na Vila Leopoldina para definir a vaga para a final.

Na outra chave, o Sada Cruzeiro já se garantiu na decisão após vencer as duas partidas contra o Vivo Minas. A final da Superliga será domingo, 13/04, em Belo Horizonte.

Sesi-SP derrota Brasil Kirin/Campinas e fica a um passo da final da Superliga

Juan Saavedra, Agência Indusnet Fiesp

Em jogo eletrizante no ginásio da Vila Leopoldina, a equipe masculina de vôlei do Serviço Social da Indústria de São Paulo (Sesi-SP) venceu na noite de terça-feira (25/03) o Brasil Kirin/Campinas por 3 sets a 1 (30/28, 17/21, 21/14 e 22/20), em 2h02, na primeira rodada da série melhor de três das semifinais da Superliga 2013/14.

Com o resultado, o Sesi-SP pode assegurar a vaga na final já na próxima rodada, marcada para o primeiro sábado do mês de abril (05/04), às 9h no ginásio do Taquaral, em Campinas (SP). Para isso, basta uma vitória por qualquer placar. Se perder, o Sesi-SP tem a vantagem de jogar em casa a terceira partida.

Murilo entrou no decorrer do jogo e contribuiu com pontos importantes no ataque e no bloqueio. Foto: Fiesp

No primeiro jogo, o público que lotou a Vila Leopoldina acompanhou um confronto marcado pelo equilíbrio,  especialmente no primeiro set, que durou quase 40 minutos, chegando ao placar de 30/28 em favor do Sesi-SP.

De acordo com o técnico Marcos Pacheco, os times se conhecem muito bem, tanto na estratégia de jogo como nas características individuais, o que leva ao equilíbrio.

Segundo ele, o time precisa melhorar em um fundamento. “Nós temos que ser um pouquinho mais agressivos no saque. O time foi construído para isso”, afirmou, acrescentando que o central Lucão passou a sacar flutuante para aumentar o índice de acerto. “O mundo espera que o Lucão saque forte. A gente espera que no treinamento volte a acontecer isso.”

Na análise do levantador Sandro, as duas equipes fizeram um bom trabalho no bloqueio. “O time deles tem um bloqueio bem forte, principalmente algumas redes como João Paulo, Gustavão e Riva, uma rede bem alta, que toca bastante na bola, e às vezes a gente não teve muita paciência de trabalhar para não enfrentar muito o bloqueio, mas tivemos um pouquinho mais de calma nos momentos decisivos”, destacou.

“A partir do terceiro set encaixou o [saque] flutuante e a gente conseguiu fazer com que eles tivessem que virar as bolas em vez de ganhar o ponto de graça.”

Para o ponteiro Murilo, que recebeu o troféu Viva Vôlei, o bloqueio do Sesi-SP funcionou bem, mesmo com um saque mais tático. “Predominou nossa força no bloqueio, nossa virada de bola. E nossa cabeça está no lugar porque a gente precisa se preparar. Lá [no ginásio do Taquaral] é um caldeirão e o jogo vai ser ainda mais difícil.”

O Sesi-SP entrou com Sandro, Renan, Lucão, Sidão, Lucarelli e Mão, além do líbero Serginho. Entraram: Manius, Murilo, Rogério e Thiaguinho. O Brasil Kirin/Campinas do técnico Alexandre Rivetti atuou com Paulo Renan, Rivaldo, Gistavão, Vini, Diogo e João Paulo Tavares, além do líbero Alan. Entraram: Bergamo, Rodriguinho e Mineiro.

O ponteiro Lucarelli, do Sesi-SP, foi o maior pontuador da partida, com 16 pontos.

O jogo

Murilo e Sidão comemoram ponto em jogo que teve muita alternância no placar. Foto: Fiesp

O primeiro set começou como era de se esperar, com muito equilíbrio, com saques bem forçados e bonitas defesas de lado a lado. Os visitantes marcavam bem o ataque do Sesi-SP, que precisou de paciência para superar o bloqueio do Brasil Kirin. Foi assim que veio a vantagem no primeiro tempo técnico, com o ponteiro Mão, pela entrada de rede (07/05). Falhando na recepção, o Sesi-SP viu o adversário abrir dois pontos de vantagem (09/07), o que levou o técnico Marcos Pacheco a um pedido de tempo. Não adiantou e a equipe continuou com dificuldades para virar suas bolas. Pacheco decidiu tirar Renan e escalar Manius para reforçar o passe. Em ataque de Gustavão, a vantagem chegou a 12/08. O Brasil Kirin chegou à segunda parada técnica com 14/12. Em bola dividida na rede, os visitantes levaram a melhor e aumentaram a vantagem: 16/13. Um ataque de Renan e um erro do levantador reduziu a margem para apenas um ponto (18/16). Depois de ponto de Diogo (19/17), Pacheco pediu mais um tempo na tentativa de buscar o empate. Rivaldo comemorou bastante ao marcar o set point (20/18). O empate e a virada do Sesi-SP vieram em dois erros do time de Campinas. As equipes passaram a disputar ponto a ponto, até que Lucão, em bloqueio simples, garantisse o triunfo em 30/28, em 37´36.

No segundo set, o oposto Renan fez 04/03, mas o Brasil Kirin conseguiu virar e chegar à primeira parada técnica em vantagem: 07/06. Na volta, o bloqueio dos visitantes começou a funcionar (06/09). O Sesi-SP diminuiu em boa passagem de Sandro pelo saque, com Murilo aproveitando falha de recepção dos visitantes. O empate veio com bloqueio de Renan (09/09). O segundo tempo técnico veio em favor do Brasil Kirin (14/12). A vantagem campineira voltou a aumentar e Marcos Pacheco pediu tempo. Mas o time de Campinas soube ter tranquilidade para vencer o parcial em bloqueio de Gustavão e João Paulo: 21/17, em 23’59.

Na volta do terceiro set, Gustavão contou com a sorte para fazer  02/00 de saque. O Sesi-SP empatou depois de bola recuperação de bola e virou com Lucarelli pela saída de rede: 04/03. Em bola trabalhada várias vezes, Lucarelli soube explorar o bloqueio para abrir 06/04. Lucão, bem no bloqueio, parou duas vezes o ataque adversário para marcar 07/04 no primeiro tempo obrigatório. Em bela largadinha, Renan fez 09/06 e, depois, 10/07 com ataque pela saída. Lucarelli, em jogada de muito talento, soltou a bola no fundo da quadra e fez 12/08. Sidão conseguiu um ace e marcou o 14º, levando o jogo à segunda parada técnica: 14/09. Na maior diferença da partida até então, o Sesi-SP abriu seis pontos em bloqueio de Lucarelli (16/10). O Brasil Kirin diminuiu com Vini no saque (17/13), o que levou Marcos Pacheco a pedir tempo. Em bloqueio de Murilo em cima de Rivaldo, o Sesi-SP chegou ao set point: 20/13. O parcial foi fechado em 21/14.

No quarto set, Lucarelii errou um saque e os visitantes chegaram ao primeiro tempo técnico com dois de vantagem: 07/05. Depois de ace do adversário, a diferença em favor dos visitantes subiu para quatro (09/05) e Marcos Pacheco pediu tempo. O bloqueio voltou a funcionar bem com Sidão (08/09). Novo bloqueio de Sidão e o Sesi-SP empatou em 10/10. Murilo, no bloqueio, fez o ponto da virada (11/10) e Alexandre Rivetti pediu tempo. O Brasil Kirin virou o placar em ataque de Gustavão pelo meio (12/11). Murilo, bem na partida, fez o do empate (12/12). O Sesi-SP passou na frente em erro de Gustavão (13/12). Num belo ataque de Lucarelli, o Sesi-SP conseguiu chegar na frente na segunda parada técnica obrigatória (14/13). O Brasil Kirin virou novamente (16/15) e Marcos Pacheco pediu tempo. O empate veio com Sandro em bloqueio simples (18/18). Lucão foi para o saque balanceado e o Sesi-SP passou na frente: 19/18. O time de Campinas chegou ao set point (20/19), mas uma boa passagem de Sandro pelo saque ajudou na vitória por 22/20 e 3 sets a 1.

Tony Azevedo, craque do polo aquático, entregou o Troféu Viva Vôlei a Murilo. Foto: Fiesp

Sesi-SP reencontra Brasil Kirin/Campinas; agora, nas semifinais da Superliga masculina

Lucas Dantas, Agência Indusnet Fiesp

Sesi-SP venceu quatro dos cinco duelos na temporada. Foto: Arquivo Fiesp

Mais uma vez, as equipes do Serviço Social da Indústria de São Paulo (Sesi-SP) e do Vôlei Brasil Kirin/Campinas se encontram na temporada em uma partida decisiva.

Ainda em 2013, os times fizeram a final do Campeonato Paulista, com vitória e título do Sesi-SP, além da partida que definiu a liderança na fase de classificação (vitória do Brasil Kirin. Já na Superliga, foram duas outras partidas, com duas vitórias do Sesi-SP. Ao todo foram cinco partidas, com quatro vitórias dos paulistanos e uma dos campineiros. Mas quem pensa que os times estão cansados do encontro, se engana.

Nesta terça-feira (25/03), as duas equipes se encontrarão novamente pela primeira partida das semifinais da Superliga, às 20h30 (com transmissão do Sportv), na Vila Leopoldina, com mudanças em seus elencos que prometem um novo desenho, segundo o treinador do Sesi-SP, Marcos Pacheco.

“Das finais do Paulista para a Superliga em si, agora existem alguns ingredientes novos que podem mudar a cara do jogo. A entrada do Renan como titular no lugar do Evandro, por exemplo, e a volta do Murilo, que não disputou o Paulista.

Em Campinas, tem a volta do João Paulo Tavares, experiente oposto que não participou do Paulista e da Superliga. São novos personagens que podem mudar a partida, com certeza. Não é mais o mesmo jogo de antes”, disse Pacheco, que na última temporada esteve do outro lado e guarda boas lembranças. Mas, garante, hoje a cabeça está toda no time da Vila.

“Passei uma temporada por lá, fiz amigos, claro, ficou um carinho. É um projeto muito legal, bem feito e que a cidade, que tem muita tradição esportiva, abraçou completamente. Mudou a estrutura (patrocinador), mas as pessoas que tocam tudo continuaram e são competentes. Faz muito bem para o voleibol nacional essa equipe passar para uma semifinal de Superliga. Mas hoje meu trabalho é no Sesi-SP e é nisso que eu penso. O Campinas é mais um adversário, que tem suas características e ambições, e assim eu preciso trabalhar para ganhar o jogo. Hoje eu vejo desta forma: um rival a ser batido”, concluiu.


Paulistas x mineiros

Dois times paulistas e dois mineiros nas semifinais do campeonato nacional. O que poderia mostrar uma concentração de força nos dois estados, para Marcos Pacheco é resultado da entrada do Sesi-SP no cenário de São Paulo. Do lado mineiro, a força já existia há muito tempo.

“Teremos esse ano a décima final seguida com um time mineiro. Alguma coisa naquela região está sendo bem feita. Antes era o Minas, tradicionalíssimo clube brasileiro, depois teve o Montes Claros e agora é o Cruzeiro. Há alguns anos atrás, a rivalidade era mais voltada para Sul x Minas, mas a entrada do Sesi-SP foi muito importante para fortalecer o vôlei de São Paulo nos últimos anos. Hoje, paulistas e mineiros refletem uma nova realidade na modalidade”, finalizou o campeão de sete edições da Superliga.

A semifinal será decidida em melhor de três jogos. A primeira partida será nesta terça, e a segunda apenas no dia 05/04, às 9h30, em Campinas. A terceira partida, se necessária, será na Vila Leopoldina, dia 07/04, às 18h45.

A final da Superliga Masculina está marcada para 13 de abril, ainda em local a definir.

 

Serviço

Superliga Masculina 2013/2014
Sesi-SP x Vôlei Brasil Kirin
Data/hora: 25/03/2014 (terça) / 20h30
Local: Ginásio da Vila Leopoldina – Rua Carlos Weber, 835, Vila Leopoldina, São Paulo – SP

Sesi-SP vence São Bernardo e sai na frente nos playoffs da Superliga masculina

Talita Camargo, Agência Indusnet Fiesp, do ginásio da Vila Leopoldina

Foi difícil. Segundo colocado na etapa classificatória da Superliga masculina de vôlei, o time do Serviço Social da Indústria de São Paulo (Sesi-SP) teve muito trabalho para superar na tarde deste domingo (09/03), no ginásio da Vila Leopoldina, o São Bernardo Vôlei  – sétimo na fase inicial.

O jogo, o primeiro das equipes nas quartas de final, terminou em 3 sets a 2 (parciais de 19/21, 22/20, 12/21, 21/15 e 15/09) para os donos da casa, depois de 2h07.

Rogério e Lucarelli no bloqueio. Equipe melhorou no quarto set e conseguiu a virada. Foto: Lucas Dantas/Fiesp

 

Mesmo com o time titular completo (o levantador Sandro, o oposto Evandro, os ponteiros Murilo e Lucarelli, os centrais Sidão e Lucão, além do líbero Serginho), o Sesi-SP teve dificuldades para conter o ataque adversário e cometeu muitos erros de saque. A equipe ainda sofreu com a lesão de Evandro no decorrer da partida.

Bem no jogo, o São Bernardo Vôlei dominou boa parte da partida, movido pela força do oposto Leozão, chegando a vencer o terceiro set por nove pontos de diferença. O técnico do Sesi-SP, Marcos Pacheco, mexeu bastante na equipe e a virada veio no quinto set.

“Foi um jogo difícil. Playoffs são sempre complicados e o adversário jogou muito bem, mas nós jogamos abaixo do que treinamos durante a semana e tivemos muitos erros de saque. Fizemos bons treinos e não podemos nos permitir jogar mal numa partida como essa. Precisamos retomar o ritmo do que jogamos”, declarou o líbero Serginho, que recebeu o Troféu Viva Vôlei das mãos do cantor Kiko, do grupo KLB.

Para o ponteiro Mão, autor do ponto da vitória, o jogo teve o nível de equilíbrio esperado para um playoff. “O São Bernardo jogou muito bem. Tivemos dificuldade de encontrar a bola, mas com o ritmo de jogo fomos nos encontrando.”

Sidão também elogiou os visitantes. “O time deles está de parabéns: conseguiu marcar o nosso muito bem e não conseguíamos ter espaço. Nosso time não sacou bem. Temos que pensar nisso para a próxima partida e melhorar esse fundamento. Mas é essa determinação que a gente precisa ter, de não desistir, levar até o último minuto  reverter o resultado.”

Com o resultado, o Sesi-SP pode garantir a vaga nas semifinais já na noite de sexta-feira (14/03), às 19h30, quando as equipes voltam a se enfrentar no ginásio Adib Moyses Dib, em São Bernardo. Se perder, um terceiro jogo está programado para o dia 17/03, na Vila Leopoldina.

Bloqueio duplo de Mão e Sidão definiu o jogo. Foto: Lucas Dantas/Fiesp


O jogo

No primeiro set, o Sesi-SP abriu o placar, mas a equipe adversária logo mostrou que as ações seriam equilibradas, chegando ao primeiro tempo técnico com vantagem de 07/06. Os visitantes ampliaram para 14/11 na segunda parada técnica. Com algumas mudanças na formação da equipe, o Sesi-SP empatou em 17/17, o que obrigou o técnico do São Bernardo, Pedro Uehara, a pedir tempo. Quando os adversários chegaram ao 19º ponto, Marcos Pacheco pediu tempo e voltou a paralisar a partida no 20º ponto. Mas não adiantou: o São Bernardo fechou o set aos 26′, em 21/19.

O equilíbrio voltou a se repetir no começo do segundo set. Com um erro de saque de Evandro, o primeiro tempo técnico foi para o São Bernardo (07/06). Marcos Pacheco trocou Sandro por Thiaguinho quando o São Bernardo abriu vantagem de três pontos (09/06) e depois substituiu Murilo pelo ponteiro Ary. Em um rali emocionante, o São Bernardo garantiu o 13º ponto e logo chegou ao 2º tempo técnico (14/12). A diferença subiu para três pontos (18/15) e Pacheco pediu novo tempo. O Sesi-SP voltou pontuando, o que levou Pedro Uehara a interromper a partida (18/17). Murilo voltou ao jogo e Lucarelli garantiu o empate em 18/18. Um bloqueio de Evandro garantiu o segundo set para o Sesi-SP (22/20) aos 27’50.

Líbero Serginho recebeu o Troféu Viva Vôlei das mãos do cantor Kiko, do grupo KLB. Foto: Lucas Dantas/Fiesp

O São Bernardo abriu o terceiro set com larga vantagem no placar (09/03). Marcos Pacheco mexeu bastante na equipe, mas os visitantes abriram oito pontos de diferença no segundo tempo técnico (14/06). Em erro de saque do Sesi-SP, o São Bernardo fechou o terceiro set (21/12) em 19’09”.

Mais determinado, o Sesi-SP voltou para o quarto set abrindo três pontos de vantagem e obrigando o técnico adversário a pedir tempo antes dos dois minutos de jogo. O primeiro tempo técnico foi a favor do Sesi-SP (07/04). O placar subiu para 10/05 e, depois de conversar com seu treinador, o São Bernardo reduziu a vantagem para apenas três pontos (14/11). Com a melhora do São Bernardo, Pacheco substituiu Lucarelli por Murilo. O time adversário empatou em 14/14 e o Sesi-SP pediu novo tempo. Um bloqueio duplo de Sidão e Mão garantiu o 17º ponto. E um novo bloqueio levou o Sesi-SP ao set point. Os donos da casa fecharam o set (21/15) em 23’40”.

No tie break, o Sesi-SP chegou ao primeiro tempo técnico com boa vantagem (07/04). Num ace, Sidão marcou o 9º ponto, levantando a torcida. Pedro Uehara pediu tempo, mas o Sesi-SP não perdeu o ritmo. Um bloqueio duplo de Lucarelli e Rogério colocou a décima bola no chão. Murilo entrou no lugar de Lucarelli aos 12/07 e Mão fez o 13º ponto. Foi Mão, de novo, que, ao lado de Sidão, levou o Sesi-SP ao match point num bloqueio duplo. O ponto da vitória também foi de Mão, aos 13’08, que fechou o placar em 15/09.

Vôlei: Sesi-SP enfrenta São Bernardo nos playoffs da Superliga masculina

Agência Indusnet Fiesp

Terminada a etapa classificatória, chegou a fase de playoffs na Superliga masculina de vôlei. E o time do Serviço Social da Indústria de São Paulo (Sesi-SP) já sabe as datas dos confrontos com o São Bernardo pelas quartas de final da competição. O calendário foi divulgado na quinta-feira (27/02) pela Confederação Brasileira de Vôlei (CBV).

A primeira partida será no domingo após o carnaval (09/03), às 13h, no ginásio da Vila Leopoldina, em São Paulo. O segundo compromisso está marcado para uma sexta-feira (14/03), no ginásio Adib Moyses Dib, em São Bernado), às 19h.

Se nenhuma das equipes vencer os dois jogos, uma terceira partida define quem avança às semifinais.  Esse jogo, se necessário, está marcado para uma segunda-feira (17/03), na Vila Leopoldina, em horário a definir. Todos os jogos têm transmissão do SporTV.

A fase de quartas de final terá ainda os seguintes confrontos: Sada Cruzeiro (1º) x Moda/Maringá (8º), Brasil Kirin (3º) x Kappesberg Canoas (6º) e Vivo/Minas (4º) x RJ Vôlei (5º).