Jogadoras do Sesi-SP comemoram vitória

Guilherme Abati e Isabela Barros, Agência Indusnet Fiesp

É hora de comemorar. Entre as jogadoras da equipe feminina de vôlei do Serviço Social da Indústria de São Paulo (Sesi-SP), o dia foi de boas lembranças diante da vitória impecável, neste domingo (09/02) sobre o Molico/Nestlé Osasco por 3 sets a 0 (25/21, 25/21 e 25/16).

Em partida realizada no ginásio José Liberatti, em Osasco, as meninas conquistaram o Sul-Americano Feminino de Clubes de vôlei. Com isso, se preparam para carimbar o passaporte em maio, quando viajam para o Campeonato Mundial, na Suíça.

Para Dani Lins, foi uma disputa de “pura superação”.  “Tentávamos bater o time favorito, com jogadoras de seleção”, disse. Segundo a atleta, para vencer o campeonato, não foi necessário apenas superar a qualidade das adversárias. “A Ju Costa, a Pri Daroit e a Mari Casemiro estavam contundidas, por isso precisamos jogar no limite”, disse.

Dani: disputa foi de “pura superação”. Foto: Beto Moussalli/Fiesp

Dani: disputa foi de “pura superação”. Foto: Beto Moussalli/Fiesp

Segundo a levantadora, a vitória é algo a se comemorar muito. “Achávamos que era impossível vencer como vencemos. A união do time e a nossa tranquilidade fizeram a diferença”, disse.

O campeonato, de acordo com a oposto Ivna, foi conquistado depois de um “treinamento pesado”. “Queríamos muito esse título. Treinamos pesado para isso”, afirmou. “Nossos saques e a nossa aplicação tática fizeram a diferença”. “Estou muito feliz”, revelou Ivna

Ivna: “Nossos saques e a nossa aplicação tática fizeram a diferença”. Foto: Beto Moussalli/Fiesp

Ivna: “Nossos saques e a nossa aplicação tática fizeram a diferença”. Foto: Beto Moussalli/Fiesp

De acordo com a ponta Suelle, o título do Sul-americano Feminino de Clubes de vôlei é resultado do crescimento do grupo no último mês. “Mostramos a nossa evolução, resgatando o jogo coletivo e nos entregando totalmente”, disse.

Para ela, o título não vai sair da memória tão cedo. “Foi memorável pela forma como jogamos, consegui firmar a minha posição na equipe”.

 

Para contar aos netos

Suellen: “Aqui todo mundo joga pelo time”. Foto: Beto Moussalli/Fiesp

Suellen: “Aqui todo mundo joga pelo time”. Foto: Beto Moussalli/Fiesp

A líbero Suellen foi outra jogadora que passou o dia nas nuvens depois da vitória. “Começamos o campeonato pensando nesse jogo, a gente se preparou muito bem”, contou. “Aqui todo mundo joga pelo time”.

Assim, no futuro, quando for falar sobre a conquista do campeonato para os netos, ela já sabe como vai contar essa história. “Vou dizer que nós vencemos um time que todo mundo achava imbatível”, disse. “Apenas fomos lá e fizemos o planejado”.