Spread Bancário: Evolução de seus Componentes e Agenda do Banco Central

O Brasil possui a mais alta taxa de spread bancário do mundo. Este trabalho mostra que, em 2015, o spread médio brasileiro foi de 31,3 p.p., enquanto o spread médio de países comparáveis foi de 1,9 p.p.

Ou seja, o spread brasileiro foi 16,4 vezes maior. A inadimplência, que geralmente é apontada como causa do spread também não justifica essa diferença: a Itália, por exemplo, possui inadimplência 3 vezes maior que o Brasil e spread 8 vezes menor.

Além da inadimplência, outros componentes do spread como tributos e custos administrativos são analisados e, por fim, a agenda do Banco Central para redução do spread é avaliada.

Programa Jornal Gente, da Rádio Bandeirantes, homenageia Revista da Indústria

“Ofereço o café de hoje para a Revista da Indústria do Sistema Fiesp. Quero complementar que está cada vez melhor. O comentário foi feito pelos jornalistas José Paulo de Andrade, apresentador do “Jornal Gente”, na Rádio Bandeirantes, e Joelmir Betting, na edição de 2 de abril. Para ouvir, clique aqui.

A Revista da Indústria de março, no ar no site Fiesp, traz como capa reportagem sobre os altos spreads bancários, que têm freado o desenvolvimento do País. Mostra também que o Brasil descobre a vocação econômica dos pequenos municípios do interior.

Na entrevista, o ex-ministro da Fazenda Rubens Ricupero fala sobre a oportunidade para mudar a política econômica. E traz, ainda, saborosas e nutritivas receitas do cardápio especial de Páscoa do Sesi. Para ler a versão eletrônica, clique aqui .