Confiança dos construtores volta a crescer em agosto

Agência Indusnet Fiesp

Após recuar 1,4 ponto em julho, o nível de atividade em relação ao mês anterior do setor de construção paulista voltou a avançar em agosto, passando de 47,3 para 49,3 pontos. Apesar da alta, o resultado consolida a sétima leitura consecutiva do indicador abaixo da linha dos 50,0 pontos. Em agosto de 2017, o indicador registrava 45,0 pontos.

O mesmo ocorreu com os indicadores número de empregados comparado ao mês anterior e utilização da capacidade instalada (UCO). Enquanto o primeiro passou de 46,5 para 48,6 pontos, consolidando o 10º mês abaixo dos 50,0 pontos, o segundo avançou 4,0 p.p., para 53,0%. Em agosto de 2017, os indicadores registravam, nesta ordem, 43,5 pontos e 53,0%.

Os dados são da Sondagem da Construção do Estado de São Paulo, levantamento feito pela CNI e pela Fiesp, com o apoio da Câmara Brasileira da Indústria da Construção e do Sindicato da Indústria da Construção Pesada do Estado de São Paulo. O resultado foi divulgado nesta segunda-feira (1º  de outubro). Clique aqui para ter acesso à íntegra da Sondagem da Construção de julho e à série histórica da pesquisa.

O indicador atividade em relação ao usual, por sua vez, foi o único a recuar em agosto. Ao passar de 31,9 para 31,5 pontos, o indicador consolida sua 64º leitura consecutiva abaixo dos 50,0 pontos.

Em relação às variáveis de expectativas da sondagem, apenas o nível de atividade para os próximos seis meses e compras de matérias-primas para os próximos seis meses recuaram na passagem mensal, com o primeiro caindo apenas ligeiramente, de 47,2 para 47,0 pontos, ao passo que o segundo recuou de 46,7 para 45,2 pontos no período.

Novos empreendimentos e serviços e evolução de empregados e investimentos, por outro lado, avançaram entre julho e agosto. Enquanto o primeiro passou de 46,8 para 50,1 pontos, retornando para o nível de otimismo, o segundo e o terceiro avançaram de 46,1 e 28,3 para 48,8 e 30,2 pontos, respectivamente – consolidando, assim, seu 4º e 54º mês abaixo dos 50,0 pontos, nessa ordem.

Confiança dos construtores volta a subir em junho

Agência Indusnet Fiesp

O nível de atividade em relação ao mês anterior do setor de construção paulista voltou a subir em junho, indo de 41,8 pontos para 48,7 pontos na passagem mensal. O resultado, embora interrompa uma sequência de dois meses consecutivos de queda, consolida a quinta leitura do indicador abaixo da linha dos 50,0 pontos. Em relação à pontuação de junho de 2017, quando registrou 43,6 pontos, o indicador apresenta alta.

Os dados são da Sondagem da Construção do Estado de São Paulo, levantamento feito pela CNI e pela Fiesp, com o apoio da Câmara Brasileira da Indústria da Construção e do Sindicato da Indústria da Construção Pesada do Estado de São Paulo. O resultado foi divulgado nesta segunda-feira (30 de julho). Clique aqui para ter acesso à íntegra da Sondagem da Construção de julho e à série histórica da pesquisa.

O mesmo ocorreu com os indicadores número de empregados e atividade em relação ao usual. Enquanto o primeiro passou de 43,8 pontos para 45,0 pontos, o segundo foi de 31,5 para 35,5 pontos. Os resultados representam avanços também em relação a igual período de 2017.

O nível de utilização da capacidade instalada, por sua vez, interrompeu quatro leituras de queda consecutivas ao avançar 4,0 pontos percentuais, para 53,0%. Após atingir em janeiro o maior nível em 17 meses, com 60,0%, o índice voltou ao mesmo patamar de agosto de 2017.

No que se refere às variáveis de expectativas da sondagem, com exceção de nível de atividade para os próximos seis meses – que recuou apenas ligeiramente, de 48,9 para 48,8 pontos -, todas avançaram em junho. O destaque fica com novos empreendimentos e serviços, com avanço de 3,5 pontos no período, voltando a ultrapassar a linha dos 50,0 pontos, com 50,4 pontos. Compras de matérias-primas para os próximos seis meses, evolução de empregados e investimento seguem abaixo dos 50,0 pontos, embora tenham avançado 4,3, 0,3 e 3,8 pontos, respectivamente, para 47,1, 46,2 e 25,4 pontos, nesta ordem.

Confiança dos construtores volta a ter queda em maio

Agência Indusnet Fiesp

O nível de atividade em relação ao mês anterior do setor de construção paulista teve nova baixa em maio, indo de 44,7 pontos para 41,8 pontos na passagem mensal. Com o resultado, que consolida seu quarto mês consecutivo abaixo da linha dos 50,0 pontos, o indicador voltou ao mesmo patamar de novembro de 2017 (41,6 pontos). Em relação à pontuação de maio de 2017 (quando registrou 46,5 pontos), o indicador também apresentou forte queda.

Os dados são da Sondagem da Construção do Estado de São Paulo, levantamento feito pela CNI e pela Fiesp, com o apoio da Câmara Brasileira da Indústria da Construção e do Sindicato da Indústria da Construção Pesada do Estado de São Paulo. O resultado foi divulgado nesta quinta-feira (28 de junhoo). Clique aqui para ter acesso à íntegra da Sondagem da Construção de junho e à série histórica da pesquisa.

Os indicadores número de empregados e atividade em relação ao usual foram na contramão do indicador que mede o nível de atividade em relação ao mês anterior e avançaram no período. Enquanto o primeiro passou de 43,4 para 43,8 pontos, o segundo foi de 29,8 para 31,5 pontos. Vale lembrar que, em abril, os dois indicadores haviam recuado.

O nível de utilização da capacidade instalada, por sua vez, registrou sua quarta leitura de queda consecutiva, indo de 52,0% para 49,0%. Após atingir, em janeiro, o maior nível em 17 meses, com 60,0%, o índice voltou ao mesmo patamar de novembro de 2016.

No que tange às variáveis de expectativas da Sondagem, todas tiveram forte queda em maio. Destes, evolução de empregados e nível de atividade para os próximos seis meses são destaques negativos neste mês por recuar para sinalização pessimista da pesquisa. Enquanto o primeiro caiu de 51,3 para 45,9 pontos, o segundo teve uma queda um pouco mais moderada, de 50,5 para 48,9 pontos. Compras de matérias-primas para os próximos seis meses, novos empreendimentos e serviços e investimento seguem abaixo da linha dos 50,0 pontos. Em maio, contudo, seus níveis diminuíram ainda mais. O primeiro indicador foi de 45,2 para 42,8 pontos no período; o segundo, de 49,3 para 46,9 pontos; e o último chegou a 21,6 pontos (ante 26,0 pontos em abril), sua menor pontuação desde julho de 2017 (18,6 pontos).

Sondagem da Construção mostra expectativas otimistas para 6 meses

Agência Indusnet Fiesp

Após registrar 52,2 pontos em janeiro, o nível de atividade do setor de construção paulista voltou a sinalizar contração, recuando na passagem mensal para 44,6 pontos em fevereiro. Na comparação com igual período de 2017, quando o indicador registrou 40,1 pontos, houve alta de 4,5 pontos.

O indicador número de empregados comparado ao mês anterior também recuou, saindo de 49,7 para 41,6 pontos em fevereiro. Abaixo da linha dos 50,0 pontos, o indicador também indica contração. O mesmo ocorreu com a Utilização da Capacidade de Operação (UCO), que passou de 60,0% em janeiro para 59,0% em fevereiro. Em termos interanuais, houve avanço para os dois indicadores: em janeiro de 2017, o número de empregados comparado ao mês anterior registrava 40,9 pontos, enquanto a Utilização da Capacidade de Operação (UCO) estava em 54,0%.

Os dados são da Sondagem da Construção do Estado de São Paulo, levantamento feito pela CNI e pela Fiesp, com o apoio da Câmara Brasileira da Indústria da Construção e do Sindicato da Indústria da Construção Pesada do Estado de São Paulo. O resultado foi divulgado nesta terça-feira (27 de março).

Com queda de 35,4 pontos para 32,9 pontos, o nível de atividade em relação ao usual continua bem abaixo da linha dos 50,0 pontos. Em fevereiro de 2017, o indicador registrava 30,0 pontos.

O indicador de Expectativas para o nível de atividade para os próximos seis meses, que havia registrado 55,0 pontos em janeiro, voltou a cair. Apesar da queda, o indicador continua acima da linha dos 50,0 pontos, sinalizando otimismo em relação ao futuro. O mesmo ocorreu com os indicadores de Compras de matérias-primas e Novos Empreendimentos e Serviços, que ao passar de 54,5 e 54,3 pontos para 51,9 e 50,5 pontos, respectivamente, registraram queda, mas se mantiveram sinalizando otimismo no setor de construção paulista. A variável de Empregados, por sua vez, avançou na passagem mensal, de 50,0 para 53,1 pontos, reforçando a sinalização de otimismo do setor. O indicador de Investimentos, com nova queda em fevereiro (de 33,1 para 22,9 pontos) é o único indicador de expectativas que continua a sinalizar pessimismo no setor.

Sondagem da Construção mostra sinais de expansão em janeiro

Agência Indusnet Fiesp

Após registrar 40,3 pontos em dezembro de 2017, o nível de atividade do setor de construção paulista voltou a sinalizar expansão ao avançar na passagem mensal e atingir 52,2 pontos no primeiro mês de 2018. Na comparação interanual, o avanço foi ainda maior: em janeiro de 2017, o indicador registrou 36,0 pontos.

Os dados são da Sondagem da Construção do Estado de São Paulo, levantamento feito pela CNI e pela Fiesp, com o apoio da Câmara Brasileira da Indústria da Construção e do Sindicato da Indústria da Construção Pesada do Estado de São Paulo. O resultado foi divulgado nesta quinta-feira (1º de março).

O indicador número de empregados, quando comparado ao mês anterior, também avançou, saindo de 43,4 para 49,7 pontos em janeiro – um patamar bastante próximo do indicativo de expansão. O mesmo ocorreu com a Utilização da Capacidade de Operação (UCO), que passou de 55,0% em dezembro para 60% em janeiro.

Em termos interanuais, houve avanço para os dois indicadores: em janeiro de 2017, o número de empregados comparado ao mês anterior registrava 36,3 pontos, enquanto a Utilização da Capacidade de Operação (UCO) estava em 43,0%.

O Nível de atividade em relação ao usual, embora ainda bem abaixo da linha dos 50,0 pontos, também teve alta expressiva na passagem mensal, indo de 30,4 para 35,4 pontos nesta leitura – um patamar bem acima também do observado em igual período de 2017 (25,8 pontos).

O indicador de Expectativas para o nível de atividade para os próximos seis meses, que havia registrado 51,8 pontos em dezembro, voltou a subir. Acima da linha dos 50,0 pontos, ele continua a sinalizar otimismo em relação ao futuro. A variável de Empregados também avançou de maneira expressiva na passagem mensal, de 45,7 para 50,0 pontos, e sinaliza igualmente otimismo do setor. O mesmo ocorreu com os indicadores de Compras de matérias-primas e Novos Empreendimentos e Serviços, que ao passarem de 46,8 e 48,0 pontos para 54,5 e 54,3 pontos, respectivamente, não só registraram suas maiores pontuações em anos como também sinalizaram otimismo no setor de construção paulista. Apesar de também ter apresentado crescimento entre dezembro e janeiro (de 28,7 para 33,7 pontos), o indicador de Investimentos é o único indicador de expectativas que continua a sinalizar pessimismo no setor.

Sondagem da Construção registra recuo nos indicadores de situação atual e expectativas

Agência Indusnet Fiesp

Após atingir 41,6 pontos em novembro de 2017, o nível de atividade do setor de construção paulista voltou a apresentar queda, registrando 40,3 pontos no último mês do ano. Na comparação interanual, contudo, houve avanço: em dezembro de 2016, o indicador registrou 32,3 pontos.

Os dados são da Sondagem da Construção do Estado de São Paulo, levantamento feito pela CNI e pela Fiesp, com o apoio da Câmara Brasileira da Indústria da Construção e do Sindicato da Indústria da Construção Pesada do Estado de São Paulo. O resultado foi divulgado nesta quarta-feira (31 de janeiro).

Da mesma forma, o indicador número de empregados, comparado ao mês anterior, caiu de 46,1 pontos para 43,4 pontos em dezembro. Na comparação interanual, entretanto, o indicador teve alta: em dezembro de 2016, ele marcou 30,3 pontos. No mesmo sentido, a Utilização da Capacidade de Operação (UCO) teve ligeira queda, de 56,0% para 55,0% em dezembro. Em termos interanuais, o nível fica acima daquele observado em dezembro de 2016 (52,0%).

O nível de atividade em relação ao usual, por outro lado, teve alta na passagem mensal, indo de 29,1 para 30,4 pontos nesta leitura, ficando bem acima do observado no mesmo período do ano anterior (24,4 pontos).

O indicador de expectativas para o nível de atividade para os próximos seis meses, que havia chegado a 52,8 pontos em novembro, voltou a cair. Apesar da queda, o indicador, com 51,8 pontos, continua a sinalizar otimismo do setor em relação ao futuro. A variável de empregados também recuou na passagem mensal, de 51,3 para 45,7 pontos. Abaixo dos 50,0 pontos, o componente sinaliza pessimismo. O mesmo ocorreu com compras de matérias-primas, que foi de 52,3 pontos (sua maior pontuação desde dezembro de 2013) para 46,8 pontos nesta leitura, e com os indicadores de novos empreendimentos e serviços e de investimentos, que fecharam dezembro também com variação negativa. Enquanto o primeiro saiu de 50,8 para 48,0 pontos, o segundo recuou de 32,7 para 28,7 pontos.

Nível de atividade da construção em SP atinge maior patamar em 4 anos

Agência Indusnet Fiesp

O nível de atividade do setor de construção de São Paulo subiu de 42,8 pontos em setembro para 51,6 pontos em outubro, maior patamar desde novembro de 2013 (53,0 pontos). Valores acima de 50,0 pontos indicam otimismo.

Também o indicador Número de Empregados voltou a indicar expansão e chegou ao maior patamar desde novembro de 2013, com 50,5 pontos, contra 40,2 de setembro.

No que se refere à mensuração da Atividade em Relação ao Usual, o indicador ainda permanece bem deprimido, mesmo crescendo ligeiramente, de 32,2 para 32,4 pontos.

Os dados são da Sondagem da Construção do Estado de São Paulo, levantamento feito pela CNI e pela Fiesp, com o apoio da Câmara Brasileira da Indústria da Construção e do Sindicato da Indústria da Construção Pesada do Estado de São Paulo. O resultado foi divulgado nesta quinta-feira (30 de novembro).

O levantamento mostra também que a Utilização da Capacidade de Operação (UCO) cresceu para 60,0%, frente a 56,0% de setembro, atingindo assim a maior porcentagem desde agosto de 2016.

No sentido oposto, o indicador das expectativas para o Nível de Atividade para os próximos seis meses, que durante um bom período sempre havia ficado acima do indicador de situação atual, teve queda em relação ao mês anterior, de 51,7 pontos de setembro para 48,3 neste mês. A variável de Empregados também recuou na passagem mensal, voltando a sinalizar pessimismo, de 50,5 para 49,6 pontos.

Persiste queda na atividade da construção em julho

Agência Indusnet Fiesp

O nível de atividade do setor de construção do Estado de São Paulo recuou novamente no mês de julho. O indicador caiu de 43,6 em junho para 40,0 pontos, permanecendo abaixo da linha de estabilidade (50,0 pontos) e mantendo-se em contração. No mesmo mês do ano passado o indicador havia registrado 39,8 pontos.

No que se refere à mensuração da Atividade em Relação ao Usual, apesar do indicador melhorar ligeiramente, de 26,4 para 26,7 pontos, a sinalização ainda é de forte contração.

Já o índice de Número de Empregados do setor teve expressivo recuo na passagem de junho para julho. Nesta leitura o índice caiu de 42,0 para 36,1 pontos, após em maio atingir o maior patamar desde junho de 2014 (43,6 pontos).

Os dados são da Sondagem da Construção do Estado de São Paulo, levantamento feito pela CNI e pela Fiesp, com o apoio da Câmara Brasileira da Indústria da Construção e do Sindicato da Indústria da Construção Pesada do Estado de São Paulo. O resultado foi divulgado nesta quarta-feira (23 de agosto).

A Utilização da Capacidade de Operação (UCO) cresceu novamente e registrou a maior porcentagem desde outubro do ano passado, atingindo 56,0%, contra 54,0% do mês anterior.

Os indicadores das expectativas, por sua vez, continuam em patamares bem depressivos. Entre os que se encontram em forte retração, o indicador de Investimentos recuou para 18,6, pontos, em relação aos 23,1 pontos de junho, voltando para o mesmo nível de novembro de 2016. Da mesma forma, o item Compras de Matérias-Primas teve queda para 39,5 pontos (de 40,1), sendo que em março deste ano o indicador chegou próximo aos 50,0 pontos (em 49,1 pontos). O indicador de Número de Empregados sofreu o segundo declínio seguido, passando de 42,4 para 40,9 pontos.

O Nível de Atividade para os próximos seis meses passou de 41,0 pontos para 41,9 pontos em julho, e o indicador de Novos Empreendimentos e Serviços foi para 43,7 pontos,ante 43,3 pontos no mês anterior.

Sondagem da Construção mostra nova queda do nível de atividade do setor

Agência Indusnet Fiesp

O nível de atividade do setor de construção de São Paulo recuou novamente no mês de junho. Nesta leitura, o indicador passou de 46,5 para 43,6 pontos, permanecendo abaixo da linha de estabilidade (50,0 pontos) e se mantendo em contração. No mesmo mês do ano passado o indicador havia registrado 41,1 pontos.

No que se refere à mensuração da Atividade em Relação ao Usual, o indicador também mostrou queda em comparação ao mês anterior. A pontuação passou de 31,5 para 26,4 pontos.

Os dados são da Sondagem da Construção do Estado de São Paulo, levantamento feito pela CNI e pela Fiesp, com o apoio da Câmara Brasileira da Indústria da Construção e do Sindicato da Indústria da Construção Pesada do Estado de São Paulo. O resultado foi divulgado nesta quinta-feira (27 de julho).

O índice de Número de Empregados do setor teve queda na passagem de maio para junho. Nesta leitura o índice caiu de 43,6 pontos para 42,0 pontos, resultado superior ao de junho de 2016 (36,5 pontos).

Já a Utilização da Capacidade de Operação (UCO) atingiu 54,0% neste mês, mais elevada que a dos três meses anteriores e a mesmo registrada em fevereiro.

Os indicadores das expectativas, assim como a avaliação atual, mostraram relevantes quedas em junho. Todos os cinco componentes registraram queda de pontuação no período. O indicador de Atividade para os próximos seis meses passou de 48,0 para 41,0 pontos, sinalizando a manutenção do pessimismo. As expectativas de Compras de matérias-primas passaram de 47,8 para 40,1 pontos, e as expectativas para Empreendimentos e serviços passaram de 47,5 pontos para 43,3 pontos em junho. Já as expectativas quando ao Número de empregados passaram de 45,5 para 42,4 pontos.

Concluindo, a expectativa quanto aos Investimentos para os próximos seis meses registrou o patamar de 23,1 pontos. No relatório anterior o resultado havia sido de 26,4 pontos.

Nível de atividade do setor paulista de construção cai em abril

Agência Indusnet Fiesp

O nível de atividade do setor de construção de São Paulo voltou a apresentar queda no mês de abril, passando de 41,1 para 38,8 pontos e permanecendo abaixo da linha de estabilidade (50,0 pontos), o que sinaliza contração. No que se refere à mensuração da atividade em relação ao usual, o indicador também sofreu nova queda em relação ao mês anterior. A pontuação passou de 29,9 para 26,4 pontos.

Os dados são da Sondagem da Construção do Estado de São Paulo, levantamento feito pela CNI e pela Fiesp, com o apoio da Câmara Brasileira da Indústria da Construção e do Sindicato da Indústria da Construção Pesada do Estado de São Paulo. O resultado foi divulgado nesta quinta-feira (25 de maio).

O índice de número de empregados do setor se contraiu em relação ao mês anterior, caindo para 38,5 pontos, ante 40,9 pontos. Já a Utilização da Capacidade de Operação (UCO) atingiu 52,0% no mês, ficando abaixo do registrado em março (54,0%).

Os resultados das expectativas apontam para uma piora do quadro em abril. Neste mês de referência, o indicador de atividade para os próximos seis meses voltou a sinalizar contração, ao variar de 52,7 pontos em março para 44,5 pontos em abril. As expectativas para empreendimentos e serviços apresentaram forte queda, com 46,2 pontos alcançados, ante 53,7 pontos do mês anterior. O indicador de compras de matérias-primas agravou ainda mais seus sinais de contração, com a pontuação passando de 49,1 para 41,5 pontos.

O indicador de expectativa para tomada de investimento apresentou uma queda ainda maior na comparação com o mês anterior, variando de 30,0 para 26,4 pontos. Já nas novas contratações de empregados, também a exemplo dos demais, houve contração, de 45,3 para 42,0 pontos.

Indicador de nível de atividade da construção tem alta, mas continua abaixo da linha de estabilidade

Agência Indusnet Fiesp

O nível de atividade do setor de construção de São Paulo em fevereiro registrou alta na comparação com o mês anterior, mas mesmo passando de 36,0 para 40,1 pontos, permaneceu abaixo da linha de estabilidade (50,0 pontos), sinal de contração. No que se refere à mensuração da atividade em relação ao usual, o indicador alcançou a maior pontuação desde junho de 2015 (33,1) ao crescer de 24,4 para 30,0 pontos no mês.

Os dados são da Sondagem da Construção do Estado de São Paulo, levantamento feito pela CNI e pela Fiesp, com o apoio da Câmara Brasileira da Indústria da Construção e do Sindicato da Indústria da Construção Pesada do Estado de São Paulo e divulgado nesta sexta-feira (24 de março)

O índice de número de empregados do setor também alcançou uma considerável marca, em 40,9 pontos, a mais alta desde junho de 2014. Em janeiro ficou em 36,3 pontos em janeiro. Só que mesmo com a melhora do índice, o número de empregados segue diminuindo (índice está abaixo dos 50,0 pontos).

Com relação à Utilização da Capacidade Operação (UCO), o resultado voltou a subir, após cair 9 p.p. em janeiro, passando de 43,0% para 54,0%.

Os resultados das expectativas apontam que o pessimismo dos empresários da construção persiste, apesar das marcas alcançadas entre os indicadores componentes da sondagem. O índice de atividade para os próximos seis meses variou de 47,8 pontos em janeiro para 49,2 pontos em fevereiro. As expectativas para compras de matérias-primas também apresentaram elevação, de 44,3 pontos para 47,0 pontos. Ambos chegaram ao maior patamar desde dezembro de 2014.

As expectativas para empreendimentos e serviços variaram de 44,5 para 50,4 pontos. Quanto às perspectivas do número de empregados, o índice de fevereiro melhorou na comparação com janeiro, passando de 45,3 para 47,7 pontos. Para esses componentes, o resultado foi o mais alto desde dezembro de 2013 e janeiro de 2014, respectivamente. Por fim, as perspectivas de investimento tiveram uma expressiva alta de 61,3%, passando de 19,9 pontos para 32,1. O indicador, porém, permanece em contração, estando bem abaixo dos 50,0 pontos.

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Nível de atividade na construção paulista tem alta em janeiro

Agência Indusnet Fiesp

O nível de atividade do setor de construção de São Paulo em janeiro registrou alta na comparação com o mês anterior. O indicador passou de 32,3 para 36,0 pontos, mas permaneceu abaixo da linha de estabilidade (50,0 pontos), ainda sinalizando contração.

No que se refere à mensuração da atividade em relação ao usual, o indicador também apresentou crescimento, atingindo 25,8 pontos, ante 24,4 pontos.

O índice de número de empregados do setor subiu, após quatro meses seguidos de queda. O indicador passou de 30,3 pontos em dezembro para 36,3 pontos em janeiro, ainda bem abaixo da média histórica. Abaixo dos 50,0 pontos, o indicador, mesmo com a alta, mostra que o número de empregados segue diminuindo.

Os dados são da Sondagem da Construção do Estado de São Paulo, levantamento feito pela CNI e pela Fiesp, com o apoio da Câmara Brasileira da Indústria da Construção e do Sindicato da Indústria da Construção Pesada do Estado de São Paulo e divulgado nesta quinta-feira (2 de março).

Com relação à Utilização da Capacidade Operação (UCO), houve uma queda de 9 pontos percentuais (p.p.) em janeiro, atingindo 43,0%. O resultado vem após um considerável crescimento no mês anterior frente a novembro.

Os resultados da sondagem apontam que o pessimismo dos empresários da construção permanece, embora tenha havia ligeira melhora na comparação com o mês anterior. O índice de atividade para os próximos seis meses apresentou alta, variando de 41,7 pontos em dezembro para 47,8 pontos em janeiro. As expectativas para compras de matérias-primas também apresentaram elevação, de 39,2 pontos para 44,3 pontos.

As expectativas para empreendimentos e serviços variaram de 43,6 para 44,5 pontos. Quanto às perspectivas do número de empregados, o índice de janeiro melhorou na comparação com dezembro, passando de 39,3 para 45,3 pontos. Por fim, as perspectivas de investimento voltaram a cair, passando de 23,2 pontos para 19,9 pontos. O indicador, portanto, permanece em contração, estando bem abaixo dos 50,0 pontos.

Expectativas do setor da construção voltam a piorar em dezembro

Agência Indusnet Fiesp

O nível de atividade do setor de construção de São Paulo em dezembro de 2016 registrou queda na comparação com novembro. O indicador passou de 36,4 para 32,3 pontos, permanecendo abaixo da linha de estabilidade (50,0 pontos) e sinalizando contração.

No que se refere à mensuração da atividade em relação ao usual, o indicador também apresentou redução, atingindo 24,4 pontos, ante 25,8 pontos.

O número de empregados do setor voltou a cair, pelo quarto mês seguido. O indicador passou de 32,3 pontos em novembro para 30,3 pontos em dezembro, ainda bem abaixo da média histórica.

Com relação à Utilização da Capacidade Operação (UCO), houve um aumento de 3 pontos percentuais (p.p.) em dezembro, atingindo 52,0%. Não foi porém suficiente para recuperar a considerável queda em novembro, frente aos 58,0% de outubro.

Os dados são da Sondagem da Construção do Estado de São Paulo, levantamento feito pela CNI e pela Fiesp, com o apoio da Câmara Brasileira da Indústria da Construção e do Sindicato da Indústria da Construção Pesada do Estado de São Paulo e divulgado nesta sexta-feira (27/1).

Os resultados da sondagem sinalizam que o pessimismo dos empresários da construção persistiu no mês. Após uma queda de mais de 4 pontos em novembro, o índice de atividade para os próximos seis meses caiu levemente, com 41,7 pontos em dezembro em relação aos 41,8 pontos do mês anterior. As expectativas para compras de matérias-primas também apresentaram uma pequena baixa, de 39,7 pontos para 39,2 pontos.

As expectativas para empreendimentos e serviços voltaram a crescer e passaram de 35,7 pontos para 43,6. Quanto às perspectivas do número de empregados, o índice de dezembro manteve os mesmos 39,3 pontos de novembro. Por fim, as perspectivas de investimento voltaram a crescer frente à forte piora do mês anterior, passando de 18,0 pontos para 23,2 pontos. Mesmo assim, permanece a contração, por estar abaixo dos 50,0 pontos.

Nível de atividade do setor de construção paulista volta a cair

Agência Indusnet Fiesp

Depois de se recuperar em outubro, o nível de atividade do setor de construção de São Paulo em novembro registrou queda na comparação com o mês anterior. O indicador passou de 40,8 para 36,4 pontos, permanecendo abaixo da linha de estabilidade (50,0 pontos) e sinalizando contração.

Na Utilização da Capacidade Operação (UCO) houve considerável queda em novembro, para 49,0%, frente a 58,0% em outubro. Os dados são da Sondagem da Construção do Estado de São Paulo, levantamento feito pela CNI e pela Fiesp, com o apoio da Câmara Brasileira da Indústria da Construção e do Sindicato da Indústria da Construção Pesada do Estado de São Paulo e divulgado nesta segunda-feira (19/12).

Segundo a pesquisa, o indicador da atividade em relação ao usual apresentou ligeira alta, indo de 25,6 para 25,8 pontos, mas o número de empregados do setor voltou a cair. O indicador passou de 35,3 pontos em outubro para 32,3 pontos em novembro, ainda bem abaixo da média histórica.

Expectativas

Os resultados da sondagem sinalizam que o pessimismo dos empresários da construção aumentou em relação ao mês anterior. O índice de atividade para os próximos seis meses chegou a 41,8 pontos em novembro, contra 45,6 pontos em outubro. As expectativas para compras de matérias-primas também apresentaram baixa (de 45,0 para 39,7 pontos).

As expectativas para empreendimentos e serviços passaram de 43,4 para 35,7 pontos. Nas perspectivas do número de empregados, o índice de novembro atingiu 39,3 pontos (43,9 pontos em outubro). Por fim, as perspectivas de investimento tiveram forte piora quando comparadas à leitura anterior, passando de 27,3 para 18,0 pontos.

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Sondagem da Construção mostra melhora das expectativas do setor

Agência Indusnet Fiesp

O nível de atividade do setor de construção de São Paulo em outubro registrou alta na comparação com o mês anterior. O indicador passou de 37,1 para 40,8 pontos, permanecendo abaixo da linha de estabilidade (50,0 pontos), o que sinaliza contração.

No que se refere à mensuração da atividade em relação ao usual, o indicador também apresentou alta, atingindo 25,6 pontos, ante 25,1 pontos. Os dados são da Sondagem da Construção do Estado de São Paulo, levantamento feito pela CNI e pela Fiesp, com o apoio da Câmara Brasileira da Indústria da Construção e do Sindicato da Indústria da Construção Pesada do Estado de São Paulo e divulgado nesta quarta-feira (23/11).

O número de empregados do setor voltou a cair. O indicador passou de 36,9 pontos em setembro para 35,3 pontos em outubro, ainda bem abaixo da média histórica.

Com relação à Utilização da Capacidade Operação (UCO), foi registrada alta em outubro (58,0%, frente a 56,0% em setembro).

Expectativas

Os resultados da sondagem sinalizam que o pessimismo dos empresários da construção diminuiu em relação ao mês anterior. O índice de atividade para os próximos seis meses chegou a 45,6 pontos em outubro (contra 39,9 pontos em setembro). As expectativas para compras de matérias-primas também apresentaram melhora (de 38,1 para 45,0 pontos).

As expectativas para empreendimentos e serviços passaram de 39,8 para 43,4 pontos. Quanto às perspectivas do número de empregados, o índice de outubro atingiu 43,9 pontos, ante 42,4 pontos em setembro. Por fim, as perspectivas de investimento tiveram ligeira piora na comparação com a leitura anterior, passando de 27,4 para 27,3 pontos, permanecendo em contração por estarem abaixo dos 50,0 pontos.

Sondagem da Construção do Estado de São Paulo mostra nova contração na atividade do setor

Agência Indusnet Fiesp

O nível de atividade do setor de construção de São Paulo registrou em setembro nova queda. O indicador passou de 41,8 para 37,1 pontos, permanecendo abaixo da linha de estabilidade (50,0 pontos) e sinalizando contração.

No que se refere à mensuração da atividade em relação ao usual, o indicador também apresentou baixa, de 27,6 pontos para 25,1.

O número de empregados do setor caiu. O indicador passou de 39,2 pontos em agosto para 36,9 pontos em setembro, ainda bem abaixo da média histórica. Os dados, divulgados nesta terça-feira (25/10), são da Sondagem da Construção do Estado de São Paulo, realizada pelo Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos da Fiesp.

Com relação à Utilização da Capacidade Operação (UCO), houve queda em setembro, para 56,0%, frente a 61,0% em agosto.

Os resultados da sondagem sinalizam que o pessimismo dos empresários da construção voltou a subir. O índice de atividade para os próximos seis meses chegou a 39,9 pontos em setembro, inferior aos 46,1 pontos de agosto. E as expectativas para compras de matérias-primas apresentaram forte queda (de 43,5 para 38,1 pontos).

As expectativas para empreendimentos e serviços passaram de 42,0 para 39,8 pontos. E nas perspectivas quanto ao número de empregados, o índice de setembro atingiu 42,4 pontos, ante 43,0 pontos em agosto. Já as perspectivas de investimento melhoraram, comparadas à leitura anterior, passando de 24,5 para 27,4 pontos, mas ainda apontam contração, por estar abaixo dos 50,0 pontos.

Sondagem da Construção de SP mostra melhora nos indicadores

Agência Indusnet Fiesp

A Sondagem da Construção do Estado de São Paulo, divulgada nesta segunda-feira (26/9) pelo Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos da Fiesp e do Ciesp (Depecon), mostra melhora em todos os indicadores em agosto. O nível de atividade do setor de construção, por exemplo, passou para 41,8 pontos (contra 39,8 em julho), mas ainda continuou abaixo da linha de estabilidade (50,0 pontos), o que sinaliza contração. Na mensuração da atividade em relação ao usual, o indicador também apresentou elevação, atingindo 27,6 pontos (contra 25,0 no mês anterior). O número de empregados do setor subiu, com o indicador passando de 32,9 pontos em julho para 39,2 pontos em agosto, ainda muito abaixo da média histórica. A Utilização da Capacidade Operação (UCO) registrou elevação em agosto, ao atingir 61,0% (60,0% em julho).

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Os resultados da sondagem sinalizam diminuição do pessimismo dos empresários da construção. O índice de atividade para os próximos seis meses chegou a 46,1 pontos em agosto, contra 36,5 pontos em julho. As expectativas para compras de matérias-primas apresentaram forte alta (de 34,0 para 43,5 pontos). Nas expectativas para empreendimentos e serviços, o indicador passou de 35,3 para 42,0 pontos. Para as perspectivas quanto ao número de empregados, o índice de agosto atingiu 43,0 pontos (foi de 36,6 pontos em julho). E as perspectivas de investimento também apontaram melhora, de 19,2 para 24,5 pontos.

Sondagem da Construção do Estado de São Paulo mostra recuo da atividade do setor em julho

Agência Indusnet Fiesp

O nível de atividade do setor de construção de São Paulo teve queda em julho. O indicador, divulgado nesta segunda-feira (22/8) pelo Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos da Fiesp e do Ciesp, recuou de 41,1 para 39,8 pontos, permanecendo abaixo da linha de estabilidade (50,0 pontos). Caiu também, de 27,1 para 25,0 pontos, a atividade em relação ao usual.

Houve queda ainda no número de empregados do setor. O indicador passou de 36,5 pontos em junho para 32,9 pontos em julho, bem abaixo da média histórica.

Já a Utilização da Capacidade Operação (UCO) registrou elevação, atingindo 60,0% em julho, contra 56,0% em junho.

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Perspectivas

Os resultados da sondagem sinalizam que os empresários da construção continuam sendo atingidos pelo cenário de incertezas. A perspectiva para o índice de atividade para os próximos seis meses recuou para 36,5 pontos em julho, contra 40,7 pontos em junho. Nas expectativas para compras de matérias-primas também houve queda, de 41,0 para 34,0 pontos.

Houve leve piora nas expectativas para empreendimentos e serviços (de 35,7 para 35,3 pontos), mas melhoraram as perspectivas quanto ao número de empregados (36,6 pontos em julho, contra 35,3 pontos em junho). Nas perspectivas de investimento, houve queda, de 21,5 pontos em junho para 19,2 em julho.

Clique aqui para ter acesso à pesquisa na íntegra.

Ritmo de recuo da atividade do setor de construção diminui em junho

Agência Indusnet Fiesp

O nível de atividade do setor de construção de São Paulo em junho registrou alta, mas, mesmo com o aumento do indicador 40,1 para 41,1 pontos, manteve-se abaixo da linha de estabilidade (50,0 pontos). No que se refere à mensuração da atividade em relação ao usual, o indicador teve ligeira alta, passando de 26,5 para 27,1 pontos.

Os dados são da Sondagem da Construção, do Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos da Fiesp e do Ciesp. Divulgado nesta quinta-feira (21/7), o levantamento mostra queda no número de empregados do setor. O indicador passou de 38,1 pontos em maio para 36,5 pontos em junho, bem abaixo da média histórica.

A Utilização da Capacidade Operação (UCO) ficou no mesmo patamar de maio, 56,0%.

Perspectivas

Os resultados da sondagem sinalizam que os empresários da construção continuam sendo atingidos pelo cenário de incertezas. A maior parte dos indicadores apresenta piora na comparação com o mês anterior. O índice de atividade para os próximos seis meses chegou a 40,7 pontos em junho, contra 44,6 pontos em maio. Nas expectativas para compras de matérias-primas houve queda, de 42,5 pontos para 41,0 pontos.

Em relação às expectativas para empreendimentos e serviços, o indicador passou de 42,1 para 35,7 pontos. O índice de junho para perspectivas quanto ao número de empregados atingiu 35,3 pontos, contra 42,3 pontos em maio. Por fim, as perspectivas de investimento apontaram queda quando comparadas à leitura anterior, passando de 26,9 para 21,5.

Sondagem da Construção registra alta do nível de atividade do setor em maio

Agência Indusnet Fiesp

O nível de atividade do setor de construção de São Paulo registrou alta em maio, com o indicador passando de 36,2 para 40,1 pontos, o que ainda o mantém muito abaixo dos 50,0 pontos da linha de estabilidade. O dado, divulgado nesta segunda-feira (20/6), é parte da Sondagem da Construção do Estado de São Paulo, levantamento feito pelo Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos da Fiesp e do Ciesp (Depecon).

Houve queda, de 27,4 para 26,5 pontos, do indicador da atividade em relação ao usual. O número de empregados do setor registrou ligeira melhora, com o indicador passando de 35,9 pontos em abril para 38,1 pontos em maio, bem abaixo da média histórica.

Já a Utilização da Capacidade Operação (UCO) cresceu no mês de maio, registrando o patamar de 56,0%, contra 54,0% em abril.

Os resultados da sondagem sinalizam que os empresários da construção continuam a ser atingidos pelo cenário de incertezas, apesar da maior parte dos indicadores ter apresentado melhora na comparação com o mês anterior. O índice de atividade para os próximos seis meses chegou a 44,6 pontos em maio (tinha sido de 30,4 pontos em abril). Já as expectativas para compras de matérias-primas passaram de 42,5 pontos para 31,0 pontos.

No que tange a expectativas para empreendimentos e serviços, o indicador passou de 26,6 para 42,1 pontos, denotando melhora na leitura atual. Nas perspectivas quanto ao número de empregados, o índice de maio atingiu 42,3 pontos, ante 31,2 pontos em abril. Por fim, as perspectivas de investimento apontaram elevação quando comparadas à leitura anterior, passando de 24,3 pontos para 26,9.