Em seminário sobre atualização sindical, Skaf destaca importância da reinvenção

Solange Sólon Borges, Agência Indusnet Fiesp

Quais os rumos do sindicalismo diante de tantas mudanças não só em termos de legislação, mas também de tecnologia? Esta foi uma das perguntas que nortearam o Fórum de atualização sindical – Sindicalismo no mundo, realizado nesta quarta-feira (17 de outubro) na Fiesp. O objetivo foi possibilitar aos participantes o debate e mais conhecimento do sindicalismo em outros países a fim de fomentar soluções criativas.

“É preciso reinventar todos os dias a empresa e as carreiras”, afirmou Paulo Skaf, presidente da Fiesp e do Ciesp. Há uma revolução no mundo, com educação sem salas de aula, e Senai-SP, também presidido por Skaf, se reinventa para formar novas profissões que nem são conhecidas. Nesse cenário de grandes transformações, a palavra-chave é adaptação, disse Skaf. Como, perguntou, podem se dar as representações sindicais, como enfrentar mudanças e quebrar paradigmas? É preciso, em sua avaliação, facilitar o empreendedorismo e incentivar startups e o desenvolvimento tecnológico com menos regras, taxas e burocracia. A indústria – e suas federações – deve dar o exemplo.

Eduardo Eugenio Gouvêa Vieira, presidente da Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan), avaliou que essas mudanças bruscas, que também impactam o consumo, o comportamento e a tecnologia, se refletem na representação política e também afetam o emprego. Outra questão apontada é o fato de a maioria dos empresários pequenos e médios empregar grande parte dos trabalhadores e ser geradora de renda, mas enfrentar dificuldade junto ao Poder Público e obstáculos para empreender. Ao lembrar que o governo de Getúlio Vargas elencou várias categorias profissionais, o que na época talvez fosse plausível, é preciso repensar agora a representação no Brasil. “Os sindicatos buscam sua vocação e razão de existir”, sentenciou, e sugeriu uma agenda conjunta de reflexão das Federações representativas da indústria do Sudeste, entre São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo.

José Ricardo Roriz Coelho, 2º vice-presidente da Fiesp e do Ciesp, revelou que o Brasil caiu ainda mais de posição no ranking de competitividade. Deve-se questionar, disse, nosso papel dentro do associativismo, como representar melhor nosso papel como agentes públicos, em nosso relacionamento com a imprensa e o mercado, além do impacto na imagem. “As dez maiores empresas do mundo hoje não são as mesmas de dez anos atrás. Houve uma mudança radical”, refletiu.

Paulo Schoueri, diretor titular do Departamento Sindical e de Serviços da Fiesp, listou pontos que merecem atenção -entre eles, como melhorar a comunicação com as outras empresas, como modernizar as relações com as empresas, como criar mecanismos de sustentabilidade que preservem a ética e sua existência e o objetivo das entidades. É importante observar o que ocorre lá fora e buscar relação dos pontos relevantes e fortes para as empresas.

Sergio Rogerio de Castro, diretor da Escola de Associativismo, apresentou os 9 cursos disponíveis, tais como sustentabilidade; financiamento é vital; compliance e transparência; comunicar é preciso; desenvolvendo mercados; aumento do número de associados; importância da renovação; benefícios de uma rede; e governança. Em sua opinião, as associações são escolas de cidadania.

Na sequência, o debate girou em torno dos Sindicatos Patronais e a história do sindicalismo, destacando a existência desta forma de representação no Mundo e as transformações sofridas perante a Modernização Trabalhista. Na explanação de Sônia Mascaro (desembargadora no Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região, Doutora em Direito do Trabalho pela USP), muda o mercado de trabalho e também o Direito que não é estático e há necessidade de evolução para que a legislação não seja um impedimento. Ela apresentou as três fases do sindicalismo no mundo: proibição, tolerância e reconhecimento.

Qualquer associação, agrupamentos no sentido sindical era proibido e criminalizado e as legislações foram revogadas e o Direito começa a reconhecê-los, mundialmente. No início do século XX, o movimento sindical patronal se tornou efetivamente ativo e seu início se deu por questões econômicas e se desdobrou em defesa da classe. O modelo corporativista foi um “estrago” e sedimentado, no Brasil, na era Vargas, em um processo de domesticação pelo Estado não só campo profissional, mas também patronal. O Direito italiano influenciou neste esquema estatal com intervencionismo do Estado. Uma solução para tudo e controle dos rumos econômicos e de mercado, uma estatização, com unicidade sindical e a noção de categoria para contratos coletivos etc. a engessar a abertura de modelos, além da criação de órgão jurisdicional.

Na análise da expositora, em 1934, a Constituição Federal previu a pluralidade sindical, mas uma Lei Ordinária, em 1935, criou a unicidade sindical e aplicava-se a lei em detrimento da Constituição, pois não era uma questão legal, mas ideológica. Já a Constituição de 1937 refletiu a intervenção do Estado e o modelo corporativista com influência de elementos dos italianos fascistas. Já a Constituição de 1988 é um modelo híbrido com uma falsa liberdade sindical, pois proíbe intervenção do Estado na administração sindical e garante a liberdade de associação profissional ou sindical, mas mantém o registro sindical no Ministério do Trabalho.

“A reforma trabalhista foi um avanço neste modelo corporativista que acaba com a contribuição sindical obrigatória e houve o fortalecimento das negociações coletivas, mas ainda existem os dilemas da falta de liberdade sindical plena e a queda da taxa de sindicalização”, disse. E sugeriu um diálogo social que permitiria a reforma sindical e a sustentação financeira dos sindicatos.

A desembargadora encerrou sua participação informando que houve a regulamentação para arbitragem nos dissídios coletivos e, no Tribunal no qual atua, há um núcleo pré-processual de conciliação.

Hélio Zylberstajn – economista, coordenador do projeto Salariômetro da Fipe e consultor da OIT, do Banco Mundial e do BID-Banco Interamericano de Desenvolvimento – ampliou o debate ao tratar dos primeiros impactos da reforma trabalhista com impacto imediato na redução da litigiosidade. Porém, apresentou dados do CAGED sobre os trabalhos intermitente e em jornada parcial, que ainda não contam com números expressivos. E o fato de se registrar queda de 38% na quantidade de reclamações novas mas varas de trabalho.

E lembrou que o processo de globalização e os novos arranjos geopolíticos, mais a revolução tecnológica, promoveram impactos nas relações de trabalho com a alteração do modelo empresarial, flexibilização e desregulamentação dos mercados de trabalho, recortes nos direitos sociais e do trabalho, informalização e precarização. Tratou também das experiências das União Europeia e do sindicalismo global.

Mas, observou o expositor, as empresas exploram timidamente as novas oportunidades e ainda é um terreno virgem a prevalência do negociado. Ele perguntou, “afinal, o que negociar?”. Nessa pauta podem entrar o teletrabalho, prêmios e bônus, PLR-Participação em Lucros e Resultados, jornada flexível, procedimento para acordo extrajudicial, quitação anual, implantação de mecanismos de soluções de conflitos (conciliação prévia mais representantes).

Na sequência, o debate girou em torno do sindicalismo e a Organização Internacional do Trabalho (OIT), com o objetivo de traçar paralelo entre o sindicalismo brasileiro e o sindicalismo internacional. A juíza do Trabalho Thereza Nahas (TRT 2ª Região) relembrou que a sociedade entrou na época do neocapitalismo na década de 70, sob a influência da Escola de Chicago, com impactos nas relações trabalhistas. Em sua avaliação, mais do que a terceirização, o problema é a descentralização da cadeia de produção vertical, que se converte em digital. A tecnologia é um fator a ser considerado: na Índia, a mão de obra é 95% informal, mas o país é altamente tecnológico. A Noruega também é muito tecnológica e está se dessindicalizando.

Maria Lucia Benhame, membro da Comissão de Direito Sindical da OAB-SP, pontuou que a estrutura legal não permite mudanças profundas, mas, por exemplo, mais de 50% das entidades sindicais nunca fizeram uma negociação, ou seja, são legais, mas não legítimas e representativas. E questionou como se adaptar. Outro ponto a ser levado em conta é uma situação paradoxal: na base da pirâmide sindical, o unitarismo resiste ao tempo; no ápice, várias centrais sindicais, lembrou José Eduardo Duarte Saad, assessor jurídico da Fiesp.

O tema foi complementado pelo “Financiamento Sindical nos Países” com demonstração de dados estatísticos e análise crítica feita por especialistas, tendo como foco a manutenção de entidades sindicais.

Sólon de Almeida Cunha, integrante do Conselho Superior de Relações Trabalhistas (Cort) da Fiesp, fez diagnóstico e estratégia do financiamento do sistema sindical. Ele pergunta inicialmente se o Brasil tem ou não muitos sindicatos. São 16.890 entidades sindicais registradas até 14/10/2018, sendo 11.603 dos empregados e 5.287 patronais, de acordo com dados do Ministério do Trabalho. Há previsão de que o número de sindicatos caia para cerca de 8.000, devido à aglomeração, extinção ou fusão, o que abre outro ponto de discussão: como serão custeados com a extinção da contribuição sindical obrigatória.

Ao fazer a comparação das fontes de financiamento sindical em diversos países, tais como Espanha, Alemanha, Itália, França, Portugal e China, aponta-se tendência do fim da contribuição obrigatória e a evolução para outras formas de participação. Há modelos alternativos de arrecadação? Para ele, prestação de serviços e sugere feiras e eventos, assistência jurídica, marketing institucional e vinculação a seguradoras, bancos e operadoras de plano de saúde. Às vezes os sindicatos têm ativos não rentáveis e onerosos e arcam com assistência social que deveria ser prestada pelo Estado ou com ambulatórios médicos e odontológicos. Outro ponto de atenção é o treinamento e a qualificação de trabalhadores da categoria, disse, em sua explanação.

Maria Cristina Mattiolli, desembargadora aposentada do Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região, destaca, entre os objetivos da Reforma Trabalhista, maior segurança jurídica, intervenção mínima na negociação coletiva, menor índice de informalidade e reconhecimento de formas atípicas de trabalho, bem como liberdade de terceirização independentemente de atividade fim ou meio. O modelo de sindicalização americano permanece o mesmo desde 1935 e sob este sistema apenas 30% dos trabalhadores postulam uma eleição. Somente se a maioria dos trabalhadores decidir por serem representados é que serão sindicalizados, num modelo de ‘entreprise-level bargaining”.

Mas Mattiolli faz a seguinte pergunta: por que os nórdicos possuem grande número de sindicalizados? As taxas chegam a 74% na Finlândia, 70% na Suécia, 67% na Dinamarca, 52% na Noruega, sendo lanterninhas Alemanha com 18% e França com 8%. Ela exemplifica que os benefícios relativos ao seguro-desemprego são pagos pelos sindicatos, embora as contribuições possam ser fortemente subsidiadas pelo Estado. “Por isto os percentuais de filiação nos países nórdicos são tão elevados, pois eles estão enquadrados neste sistema. Para se beneficiar, pode-se exigir a filiação”, avaliou.

Em sua opinião, a crise econômica generalizada exige o fortalecimento do diálogo social, pois há impacto no cenário da negociação coletiva e das relações industriais em todos os níveis. Exige-se inclusive a reinvenção dos próprios sindicatos em função do grande desafio que se impõe com a queda de sindicalizados. Então, deve-se buscar os jovens trabalhadores, os que se encontram em plataformas digitais e os não enquadrados em trabalhos considerados ‘padrão’ para vencer a fórmula envelhecimento da força de trabalho versus falta de integração dos jovens no mercado de trabalho. “O custeio do sindicato no mundo é uma questão extremamente sensível”, afirmou.

Ainda se realizou o painel “Modelos de Gestão de Relações Sindicais” a fim de compartilhar experiências negociais e de gestão praticadas dentro e fora do País, com Antonio Carlos Aguiar e Almir Pazzianotto, ambos integrantes do Cort da Fiesp, e Roberto Petrini, diretor do Departamento da Indústria da Construção da Fiesp e presidente executivo do Sinprocin e Sinaprocim. Pazzianotto lembrou, uma vez mais, da doutrina corporativista e artificial de Vargas. “Mas o Brasil passou por profundas reformas de lá para cá, em termos políticos, e o sindicalismo manteve sua coluna-mestra. A Constituição de 1988 acenou com a possibilidade da criação de uma contribuição e os sindicatos patronais e de trabalhadores navegaram em águas tranquilas porque tinham a sustentabilidade assegurada. O mundo sindical se acomodou e basta ver que uma reforma pequena impactou na Justiça do Trabalho e na vida sindical ao se converter a contribuição obrigatória em voluntária.

No encerramento do seminário, Schoueri agradeceu às equipes responsáveis pela montagem dos trabalhos e ressaltou as diversas visões mostradas ao longo do dia. Os tópicos convidam à reflexão sobre como os órgãos sindicais podem ser mais relevantes para seus representados, afirmou.

Fórum de atualização sindical - Sindicalismo no mundo, na Fiesp. Foto: Helcio Nagamine/Fiesp

Fórum de atualização sindical – Sindicalismo no mundo, na Fiesp. Foto: Helcio Nagamine/Fiesp

Skaf recebe futuro embaixador do Brasil na China na Fiesp

Agência Indusnet Fiesp

O presidente da Fiesp, Paulo Skaf, recebeu, na manhã desta segunda-feira (15/10), em encontro na sede da federação, em São Paulo, o futuro embaixador do Brasil na China e atual Subsecretário-geral para América Latina e Caribe do Ministérios das Relações Exteriores, Paulo Estivallet.

Estiveram presentes no encontro ainda o presidente da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex), embaixador Roberto Jaguaribe, e o diretor titular do Departamento de Relações Internacionais e Comércio Exterior (Derex) da Fiesp, Thomaz Zanotto.

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Skaf em encontro com Estivallet nesta segunda-feira (15/10): oportunidades. Foto: Ayrton Vignola/Fiesp

Skaf recebe o time Sesi Franca Basquete, campeão paulista, na Fiesp

Agência Indusnet Fiesp

O presidente da Fiesp e do Sesi-SP, Paulo Skaf, recebeu, na sede da Fiesp, em São Paulo, na última quinta-feira (11/10), os atletas e a comissão técnica do Sesi Franca Basquete, campeão paulista na modalidade.

Após onze anos, o time masculino do Sesi Franca Basquete pôde novamente soltar o grito de campeão do Campeonato Paulista. A equipe venceu o Paulistano na noite da última quarta-feira (10/11) por 77 a 69, fechando a série em dois a zero nas finais do torneio. Em reconhecimento ao trabalho desenvolvido, o grupo comandado pelo técnico Helinho Garcia foi recebido por Skaf num almoço.

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Skaf e a equipe campeã: reconhecimento do trabalho realizado. Foto: Ayrton Vignola/Fiesp

Skaf apresenta equipe do Sesi Vôlei Bauru

Isabela Barros, Agência Indusnet Fiesp

O presidente do Sesi-SP, Paulo Skaf, apresentou, na manhã desta segunda-feira (04/06), o elenco do Sesi Vôlei Bauru para a temporada 2018/19. A equipe de vôlei feminino, recém-criada, surge de parceria do Sesi-SP com o Vôlei Bauru firmada em dezembro de 2017 para ter competitividade nos torneios estaduais e nacionais. Em evento no prédio do Sesi-SP e da Fiesp, na Avenida Paulista, Skaf deu as boas-vindas às atletas e destacou o compromisso da indústria paulista com o esporte.

“Desejo muito boa sorte a todo mundo”, disse. “Das nossas atletas, 70% estão vindo da base ou são novas no time”, afirmou. “O lucro do Sesi-SP é investir nas pessoas”.

De acordo com Skaf, o apoio à atividade esportiva se justifica: “investimos no esporte porque educa, dá disciplina e saúde”.

“Que o Sesi Vôlei Bauru faça a diferença no vôlei do nosso estado e do nosso país”, disse. “Vistam com muito amor essa camisa: além do vôlei, vocês fazem parte de uma organização que faz muito bem para tanta gente”.

O presidente do Sesi-SP e da Fiesp destacou ainda a inauguração de um ginásio de 5 mil lugares em Bauru, no ano que vem.

Para o superintendente do Sesi-SP, Walter Vicioni, Skaf pensa em educação “considerando todas as suas dimensões, como o esporte”. “É a função educacional do esporte e dos seus valores”, explicou Vicioni. “Mais uma dimensão do lema ‘crescem as pessoas, cresce o Brasil’”.

Técnico do time, o campeão olímpico Anderson afirmou que “o desafio é grande”.

Confira o boletim de áudio dessa notícia:

As jogadoras do Sesi Vôlei Bauru apresentas nesta segunda-feira (04/06) são: Fabiola (levantadora), Naiane (levantadora), Tássia (líbero), Vanessa Janke (ponteira), Saraelen (central), Edinara (ponteira/oposta), Tifanny (oposta), Palacio (ponteira), Valquiria (central), Andressa (central), Gabi Candido (ponteira), Glayce (ponteira).

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Skaf no evento que apresentou o time: compromisso da indústria paulista com o esporte. Foto: Helcio Nagamine/Fiesp

‘Temos que quebrar paradigmas’, diz Skaf no 13º Congresso da Micro, Pequena e Média Indústria da Fiesp

Isabela Barros, Agência Indusnet Fiesp

O presidente da Fiesp, Paulo Skaf, fez questão de prestigiar os empreendedores participantes do “13º Congresso da Micro, Pequena e Média Indústria (MPI) – Conecta Indústria: Faça seu negócio estar presente no futuro”, aberto na manhã deste domingo (27/05), na sede da federação, em São Paulo. O evento envolve palestras, debates e workshops variados, entre outras atividades, seguindo até amanhã (28/05).

Ao circular pelo congresso, Skaf conversou com os participantes. “Vivemos num mundo de grandes revoluções”, disse. “Negócios podem ou não quebrar, não tem problema se não der certo uma vez, temos que quebrar paradigmas”, disse. “Desejo muito sucesso a vocês”.

Confira o boletim de áudio sobre essa noticia:

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Skaf no 13º Congresso Micro, Pequena e Média Indústria: “Não tem problema se não der certo uma vez”. Foto: Hélcio Nagamine/Fiesp


Skaf: É hora de equilíbrio

O movimento dos caminhoneiros afirmou que até sexta-feira 25 (amanhã) dará livre passagem para cargas vivas e remédios. Mas que se um acordo não for alcançado, a partir de sábado, dia 26, nenhum tipo de carga passará.

O movimento não pode impor sofrimento às cargas vivas, deixar que animais morram de fome e sede nas estradas, nem privar a sociedade do livre trânsito de remédios e produtos perecíveis.

Identificamos em relatório do Ministério das Minas e Energia de abril que o preço interno do diesel S 10 cobrado pela Petrobras está 5% acima do padrão internacional (preço do golfo do México).

A Petrobras deve ter liberdade para definir os preços, mas tem a responsabilidade de não tirar vantagem excessiva de seu poder de monopólio e impor valores acima do mercado internacional. É hora de ter equilíbrio.

Paulo Skaf

Presidente da Fiesp e do Ciesp

Skaf lança projeto de skate olímpico do Sesi-SP em parceria com Bob Burnquist

Agência Indusnet Fiesp

Ao apresentar nesta terça-feira (15 de maio) o projeto Sesi-SP Skate, o presidente da Fiesp e do Sesi-SP, Paulo Skaf, destacou a inspiração dada por Bob Burnquist, que projetou as pistas que integram o complexo cultural e esportivo que vai abrigar a modalidade, que será disputada nos Jogos Olímpicos Tóquio 2020. Skaf lembrou a carência de espaços culturais da Zona Leste, que o complexo vai ajudar a reduzir.

“É um momento muito especial para o skate”, disse Bob Burnquist na apresentação do projeto. Agradeceu em nome dos skatistas de São Paulo.

Park e street são as modalidades olímpicas, e há uma pista para cada no complexo, explicou Burnquist. Esse suporte, com pistas deste nível, vai fazer que os skatistas melhorem ainda mais, afirmou. O projeto, disse o skatista, inclui os Burnkits – um projeto que Burnquist – já tinha, que podem ser usados graças à flexibilidade da prática do skate. “Isso vai disseminar o skate em São Paulo.”

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Skaf com Bob Burnquist no lançamento do projeto Sesi-SP Skate. Foto: Ayrton Vignola/Fiesp


O Complexo de Skate Sesi-SP tem, além das pistas de padrão olímpico –com 2.000 metros quadrados, projetadas por Bob Burnquist-, uma estação de cultura e um teatro. O investimento foi de R$ 20 milhões. Fica perto do estádio do Corinthians, em Itaquera. As pistas devem ficar prontas no primeiro semestre de 2019, e o teatro, até o final do ano. Alexandre Pflug, diretor de Qualidade de Vida do Sesi-SP, apresentou o projeto, explicando que seu lançamento se deve ao fato de o skate ter se tornado esporte olímpico. É a 19ª modalidade abrigada pelo Sesi-SP.

O Sesi-SP Skate tem como principal objetivo incentivar a prática esportiva e garimpar novos talentos para o Brasil e o mundo. Em parte isso será feito com a distribuição pelas unidades do Sesi-SP dos Burnkits, aparelhos para a prática de skate que suprem a dificuldade de construir pistas. O Circuito Paulista Sesi-SP, parte do projeto Sesi-SP Skate, promovido em parceria com a Federação Paulista de Skate, com cinco etapas, começa em 2 de junho.

Segundo o presidente da Federação Paulista de Skate, Roberto Herondino Maçaneiro, o esporte tem 4 milhões de praticantes no Estado e 2 milhões na cidade de São Paulo. “Faltava um complexo.” O skate, lembrou, será usado como ferramenta pedagógica pelo Sesi-SP.

Único atleta que participou de todas as edições dos X Games desde sua criação, Burnquist é o embaixador do skate brasileiro.

Ouça o boletim de áudio dessa notícia:

Skaf assina convênio do Programa Sesi-SP Atleta do Futuro com Itapecerica da Serra

Agência Indusnet Fiesp

O presidente da Fiesp e do Sesi-SP firmou convênio do programa Atleta do Futuro com o município de Itapecerica da Serra neste sábado (12 de maio). Também recebeu o título de cidadão de Itapecerica da Serra.

O acordo prevê a participação de 1.200 alunos do município, que poderão praticar futebol, futsal, handebol, jiu-jitsu, karatê, kung-fu ou voleibol.

Em todo o Estado de São Paulo são mais de 100.000 alunos beneficiados pelo programa, que envolve 187 prefeituras conveniadas. Desde 2008, o Atleta do Futuro tem estimulado a prática esportiva e a cidadania de crianças e adolescentes.

Além de introduzir a prática esportiva aos participantes, os alunos recebem orientação em temas transversais como saúde, trabalho, consumo consciente, meio ambiente e pluralidade cultural, dentre outros.

Os instrutores trabalham para difundir valores como ética, superação, autoestima e socialização, com o intuito de ajudar o aluno a se desenvolver de modo pleno.

Skaf recebe título de cidadão de Jaguariúna

Agência Indusnet Fiesp

O presidente da Fiesp, do Sesi-SP e do Senai-SP, Paulo Skaf, recebeu, nesta quinta-feira (19/04), o título de cidadão jaguariunense. O evento no qual lhe foi concedida a honraria foi realizado no Teatro Municipal de Jaguariúna Dona Zenaide.

“É uma honra e uma satisfação para mim receber esse título”, afirmou. “Jaguariúna é um exemplo a ser seguido, uma cidade de inovação, tecnologia, sede de empresas pujantes e modernas”, destacou. “Só tenho a agradecer ao povo da cidade”.

Ao lado de Skaf, estava o prefeito Gustavo Reis, que recomendou a homenagem quando cumpria mandato de vereador. A medida foi aprovada por unanimidade pela Câmara Municipal e se justifica pelos relevantes serviços prestados por Paulo Skaf ao município enquanto líder das entidades que representam a indústria paulista.

Durante a gestão Skaf foi implantada unidade do Senai-SP em Jaguariúna, que recebeu investimento de R$ 3,8 milhões. Além do Senai-SP, o município também tem parceria com o Sesi-SP, por meio do Programa Atleta do Futuro, que beneficia 1.090 crianças e adolescentes com a prática de basquete, ginástica artística, futebol, futsal, natação, tênis de mesa e voleibol.

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Skaf com o título de cidadão: orgulho de Jaguariúna, terra de inovação. Foto: Ayrton Vignola/Fiesp

Escolas do Sesi-SP recebem a visita de Paulo Skaf neste sábado

Agência Indusnet Fiesp

O sábado (14/04) foi de festa em duas unidades da rede Sesi-SP, a de São Bernardo do Campo e a de Jaú. E com a participação do presidente da Fiesp e do Sesi-SP, Paulo Skaf.

Pela manhã, em São Bernardo, na Grande São Paulo, Skaf inaugurou o novo prédio da Escola Sesi e assinou o convênio Atleta do Futuro. A escola funciona dentro do Centro de Atividades Sesi Albano Franco, na Rua Suécia, 900.

Participaram da cerimônia autoridades como o superintendente do Sesi-SP, Walter Vicioni, e o prefeito da cidade, Orlando Morando, entre outros nomes.

O novo prédio faz parte de uma série de investimentos que estão sendo feitos no Centro de Atividades e na escola, que somados ultrapassarão R$ 66 milhões. Atualmente, o Sesi-SP tem 1.600 alunos em sua escola de São Bernardo do Campo, sendo 1.088 nas novas instalações, compostas por 11 novas salas de aula, uma biblioteca escolar com acervo atualizado, um auditório com 98 lugares e salas multiuso, para atender o Ensino Fundamental II (6º ao 9º ano).

“Quero, de coração, agradecer a vocês todos por esse carinho”, disse Skaf. “Ser recebido assim num sábado, não tem preço que pague isso”.

Skaf parabenizou pais, alunos e professores, pedindo palmas para os educadores. “O justo seria aplaudir os professores todos os dias”, disse.”Não adiantaria de nada a nossa vontade se não fossem os professores do Sesi-SP”.

Na ocasião também foi assinado o convênio para formação esportiva do Programa Sesi Atleta do Futuro, que beneficiará 2.000 alunos do município em diversas modalidades.

Em todo o estado de São Paulo são mais de 100 mil alunos beneficiados pelo programa, que envolve 187 prefeituras conveniadas. Desde 2008, o Atleta do Futuro tem estimulado a prática esportiva e a cidadania de crianças e adolescentes.

Além de introduzir a prática esportiva aos participantes, os alunos recebem orientação em temas transversais como saúde, trabalho, consumo consciente, meio ambiente e pluralidade cultural, dentre outros. Os instrutores trabalham para difundir valores como ética, superação, autoestima e socialização, com o intuito de ajudar o aluno a se desenvolver de modo pleno.

Por se tratar de programa de formação esportiva com metodologia própria do Sesi-SP, as aulas esportivas são complementadas por intensa programação nos finais de semana com a participação da família. Todos os profissionais envolvidos passam por capacitações, e os alunos têm acesso a todos os materiais necessários para a prática de diferentes modalidades de esporte.

Tarde em Jaú

Depois da atividades em São Bernardo do Campo, a Escola Sesi de Jaú foi renomeada à tarde, passando a se chamar Escola Sesi Sueli Algueiro. Para comemorar, a unidade recebeu alunos e familiares para participar de diversas atividades recreativas. Tudo isso com a presença de Skaf.

Houve salas com apresentações de robótica educacional, contação de histórias, oficina de cupcake, ofícina artística, brinquedos infláveis, pintura de rosto, atividades esportivas, jogos recreativos e apresentações musicais.

Sobre a homenageada

Sueli Algueiro nasceu em 10 de abril de 1952 no município de Ibaté. E desde muito cedo se mostrou hábil na arte de ensinar. Neta de imigrantes espanhóis, ainda criança mudou-se com seus pais para Bocaina, onde cresceu.

Em 1968 matriculou-se no Curso Colegial de Formação de Professores Primários do Instituto de Educação Estadual Caetano Lourenço de Camargo, na cidade de Jaú. Logo após a conclusão, em 1970, começou a exercer a atividade docente. Sueli foi professora dedicada à alfabetização e formação básica de filhos de pequenos agricultores e de famílias simples de áreas rurais.

Graças à empatia que demonstrava e inovação na tarefa de alfabetizar, utilizando a ludicidade como ferramenta de ensino, a jovem professora começou a se destacar. Quem a conheceu afirma que era pessoa altruísta e com o dom de cativar as pessoas.

Com o passar do tempo, novas oportunidades vieram e Sueli deixou o interior do Estado. Mas continuou educando pessoas, desde crianças e jovens até altos executivos e funcionários de grandes empresas. Não importava o público, sempre fazia seu trabalho com a mesma maestria. A educadora faleceu em 23 de junho de 2015 e agora recebe justa homenagem de uma vida dedicada à docência.



‘Temos que fazer pressão’, diz Skaf sobre o combate aos juros altos em entrevista à Rádio Jovem Pan de São José dos Campos

Agência Indusnet Fiesp

“A sociedade vai se mobilizar, temos que fazer pressão para que o Banco Central e o governo facilitem a concorrência entre os bancos e não permitam que sejam cobrados esses juros abusivos”. Foi assim, com um convite ao engajamento, que o presidente da Fiesp e do Sesi-SP, Paulo Skaf, explicou como funciona a campanha Chega de Engolir Sapo, lançada nesta terça-feira (13/03). Isso durante uma entrevista, na manhã desta quinta-feira (15/03), à Rádio Jovem Pan de São José dos Campos. Skaf está em visita à região e hoje tem compromissos ainda em Jacareí e Igaratá.

Serão reuniões e cerimônias de assinatura do Programa Atleta do Futuro, de incentivo ao esporte, e da implantação do Sistema Sesi de Ensino em escolas municipais. “É uma agenda muito boa”.

“Amanhã inauguramos uma escola do Sesi-SP em Taubaté”, disse Skaf na entrevista. “Uma escola de primeiro mundo, maravilhosa, para dar oportunidade, educação de qualidade para as crianças”.

Perguntado sobre a nova campanha da Fiesp, ele explicou que o pato que ajudou a combater o aumento de impostos continua “de prontidão”, enquanto o sapo assume a missão de questionar os juros exorbitantes cobrados no Brasil, “os mais altos do mundo”.

“O pato foi lançado em 2015 e com ele colhemos 1,2 milhão de assinaturas para combater aumentos de impostos”, afirmou Skaf. “Ele foi muito eficiente: diante de ameaças de aumentos de tributos, o pato foi para a rua”, disse. “Ele está de prontidão, sempre que necessário volta a agir”.

Já a campanha do sapo quer denunciar distorções como o fato de que R$ 100 aplicados na caderneta de poupança por dez anos se transformariam em R$ 198,03 enquanto se o mesmo valor representasse uma dívida no cheque especial o saldo devedor seria de R$ 4,3 milhões no mesmo período. “Estamos falando de R$ 4,3 milhões!”, destacou Skaf. “A diferença entre o que os bancos pagam e o que eles cobram é absurda”, disse. “É a concorrência entre as instituições que vai fazer esses juros baixarem”.

Para saber mais sobre a iniciativa, é só clicar aqui.

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Paulo Skaf com o Sapo, símbolo da campanha contra os juros mais altos do mundo. Foto: Ayrton Vignola/Fiesp


Programa Atleta do Futuro

O presidente da Fiesp e do Sesi-SP, Paulo Skaf, assinou nesta quinta-feira (15 de março) convênio do Programa Sesi-SP Atleta do Futuro com municípios da região de São José dos Campos. A parceria prevê o atendimento de 5.950 alunos em São José dos Campos. São 90 vagas para a prática de rugby, em parceria com o Iguanas Rugby Clube. No convênio firmado com a Prefeitura Municipal são 5.760 vagas nas seguintes modalidades: basquete, futsal, handebol, judô, taekwondo, tênis de mesa, voleibol e xadrez. No convênio com a Associação de Empresários das Chácaras Reunidas (Assecre) são 100 vagas para luta olímpica.

O convênio com a Prefeitura Municipal de Paraibuna prevê atendimento para 345 alunos nas modalidades basquete, futsal, futebol e voleibol. E com o município de Monteiro Lobato há 170 vagas para a prática de futebol, futebol society e futsal, em parceria com a Prefeitura Municipal e a Mineração Monteiro Lobato.

Skaf também assinou convênio do PAF que beneficiará 2.235 crianças e adolescentes de Jacareí e de Guararema. Os convênios com Jacareí incluem parcerias com a Prefeitura Municipal, com o Instituto Federal de São Paulo e Associação Esportiva Jacareí Rugby. São 1.365 vagas para o município nas modalidades de polo aquático, natação, tênis de campo, biribol, futebol, futsal, handebol e rugby.

O acordo com Guararema, em parceria com a Prefeitura Municipal e a Fibria Celulose, prevê atendimento de 870 alunos com a prática de judô, ginástica rítmica, futsal, futebol, tênis de mesa e voleibol.

Em Igaratá o convênio, em parceria com a Prefeitura, prevê o atendimento de 100 crianças e adolescentes com a prática de futsal.

Criado para estimular a prática esportiva e a cidadania, o PAF atende cerca de 100.000 estudantes por ano, indo além da prática esportiva. Os alunos recebem orientação em temas transversais como saúde, trabalho, consumo consciente, meio ambiente e pluralidade cultural. Os instrutores trabalham para difundir valores como ética, superação, autoestima e socialização, para ajudar o aluno a se desenvolver de modo pleno.

O Atleta do Futuro contempla crianças e jovens entre 6 e 17 anos, e as atividades estão organizadas em três fases, adequadas para cada faixa etária. Na fase que compreende crianças entre 6 e 8 anos, os instrutores trabalham para promover qualidade de vida, integração e socialização por meio de jogos e brincadeiras lúdicas. A partir dos 8 anos, os participantes iniciam a prática esportiva, conhecendo as diversas modalidades e suas diferenças. Então, dos 11 aos 17 anos, os alunos optam por uma modalidade e realizam treinos específicos. Nesta fase, os atletas podem representar a equipe do Sesi-SP em competições estaduais e nacionais.

Por se tratar de programa de formação esportiva com metodologia própria do Sesi-SP, as aulas esportivas são complementadas por intensa programação nos finais de semana com a participação da família. Todos os profissionais envolvidos passam por capacitações, e os alunos têm acesso a todos os materiais necessários para a prática de diferentes modalidades de esporte.

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Skaf na cerimônia de assinatura de convênios do PAF em São José dos Campos. Foto: Everton Amaro/Fiesp

Skaf destaca impacto do comércio ilegal no Estado em artigo na Folha de S.Paulo

Agência Indusnet Fiesp

O presidente da Fiesp, Paulo Skaf, destacou os números alarmantes do comércio ilegal em São Paulo em artigo no jornal Folha de S.Paulo publicado nesta sexta-feira (02/03). Segundo ele, trata-se de um mercado que movimentou R$ 15 bilhões no ano passado. O número faz parte do Anuário 2017 de Mercados Ilícitos Transnacionais em São Paulo, elaborado pelo Departamento de Segurança (Deseg) da federação.

“Tal situação corrói a saúde financeira de empresas, uma vez que causa prejuízos ao impor uma concorrência desleal. Assim, impede-se a criação de novos empregos, a arrecadação dos governos despenca e a insegurança do cidadão aumenta”, escreveu Skaf no artigo Um rombo de R$ 15 bilhões.

Para ler o texto completo, é só clicar aqui (sujeito à paywall).

A rota é de melhora, afirma Skaf em Jundiaí

Agência Indusnet Fiesp

Durante entrevista nesta sexta-feira (23 de fevereiro) à Rádio Cidade 730 AM, de Jundiaí, o presidente da Fiesp, do Ciesp e do Sesi-SP, Paulo Skaf, afirmou que o Brasil está em rota de melhora. “Estamos na direção correta. Saímos daquele círculo vicioso de menos emprego, menos consumo, menos empresas, tudo indo negativamente, para um círculo virtuoso, de geração de empregos, de consumo, de investimentos.”

Skaf esteve em Jundiaí para assinar convênio do Programa Sesi-SP Atleta do Futuro (PAF) com o município e também com Itatiba. Na entrevista Skaf explicou o funcionamento do PAF, que aproveita a estrutura já existente nas cidades para implantar a metodologia do Sesi-SP, que fornece uniformes, treina professores e faz a supervisão das atividades. O PAF, destacou, mostra que é possível fazer mais com os recursos existentes.

A parceria prevê atendimento de 250 crianças e adolescentes em Jundiaí, nas modalidades voleibol, handebol e basquetebol. O acordo tem como empresa parceira a Astra S/A Ind. e Com. O convênio de Itatiba, em parceria com a Linfil Linhas e Fios Ltda. atenderá 460 alunos, com a prática de futebol, futsal e voleibol.

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Paulo Skaf assinou em Jundiaí convênios do PAF com o município e com Itatiba. Foto: Ayrton VIgnola/Fiesp

O programa Sesi-SP Atleta do Futuro foi criado para estimular a prática esportiva e a cidadania. Além da prática esportiva, os alunos recebem orientação em temas transversais como saúde, trabalho, consumo consciente, meio ambiente e pluralidade cultural, dentre outros. Os instrutores trabalham para difundir valores como ética, superação, autoestima e socialização, com o intuito de ajudar o aluno a se desenvolver de modo pleno.

Estrutura

O programa Sesi-SP Atleta do Futuro contempla crianças e jovens entre 6 e 17 anos, e as atividades estão organizadas em três fases, adequadas para cada faixa etária. Na fase que compreende crianças entre 6 e 8 anos, os instrutores trabalham para promover qualidade de vida, integração e socialização por meio de jogos e brincadeiras lúdicas. A partir dos 8 anos, os participantes iniciam a prática esportiva, conhecendo as diversas modalidades e suas diferenças.

Então, dos 11 aos 17 anos, os alunos optam por uma modalidade e realizam treinos específicos. Nesta fase, os atletas podem representar a equipe do Sesi-SP em competições estaduais e nacionais.

Por se tratar de programa de formação esportiva com metodologia própria do Sesi-SP, as aulas esportivas são complementadas por intensa programação nos finais de semana com a participação da família. Todos os profissionais envolvidos passam por capacitações, e os alunos têm acesso a todos os materiais necessários para a prática de diferentes modalidades de esporte.

‘Se a educação sempre foi importante, agora é indispensável’, diz Skaf em palestra no Teatro do Sesi-SP

Isabela Barros, Agência Indusnet Fiesp                       

Hora de debater o bem-estar nas escolas. Nesse sentido, o presidente da Fiesp, do Sesi-SP e do Senai-SP, Paulo Skaf, deu a boas-vindas aos convidados da palestra “A experiência da educação positiva no mundo”, dada pelo diretor de Educação Internacional no Centro de Psicologia Positiva da Universidade da Pensilvânia, nos Estados Unidos, Alejandro Adler. O evento foi realizado na manhã desta quinta-feira (22/02), no Teatro do Sesi-SP, na Avenida Paulista, em São Paulo.

“Em primeiro lugar registro o meu respeito por vocês todos que estão aí no dia a dia, fazendo as coisas acontecerem”, disse Skaf. “A vontade do presidente não ia adiantar nada se não houvesse vocês”, afirmou à plateia repleta de diretores de escolas do Sesi-SP e do Senai-SP.

De acordo com Skaf, a indústria paulista se preocupa com a qualidade de ensino e a oferta de ambientes agradáveis que envolvam cultura e esporte. “Se a educação sempre foi importante, agora é indispensável. Temos a missão de dar oportunidade aos jovens”.

Isso num contexto de “grandes transformações”. “Vivemos uma revolução industrial de grandes transformações, a indústria 4.0”, explicou. “Temos que nos adaptar às situações, olhar para frente. Só assim poderemos ajudar o Brasil e tirar proveito desse momento”.

Também presente ao evento, o superintendente do Sesi-SP e diretor regional do Senai –SP, Walter Vicioni, destacou algumas das ações recentes na área.

“Fizemos investimentos importantes como as escolas em tempo integral e a articulação do ensino médio com o profissional”, disse. “Para nós, são os alunos que estão no palco”.

O evento contou ainda com a presença da diretora executiva do Instituto de Educação Positiva (IEP), Larissa Loures.

Habilidades de bem-estar

Adler começou a sua apresentação afirmando que muito do que ia dizer já fazia parte da cultura educacional das escolas da indústria paulista. “Para mim os educadores são os heróis da sociedade”, afirmou. “Eliminam o que está errado e identificam potenciais, talentos que podem ser trabalhados”.

A identificação de talentos e a oferta de apoio ao desenvolvimento individual, aliás, é uma das bases da educação positiva.

Citando um de seus ídolos, o ex-presidente da África do Sul Nelson Mandela, Adler destacou que “a educação é a arma mais poderosa que nós podemos usar para mudar o mundo”.

“A educação atual, em vez de celebrar diferenças, se esforça para encaixar os alunos numa média, num determinado padrão de conhecimento. “Precisamos preparar os estudantes para os exames da vida”, disse. “O mundo requer outras habilidades”.

Assim, a violência escolar e a postura autoritária dos professores não deveriam mais ter espaço nas instituições de ensino. “O modelo atual de educação tem mais de 150 anos, está obsoleto”, explicou.

A educação positiva, por sua vez, busca promover a formação integral dos alunos, um contexto em que os professores são mentores dentro e fora da sala de aula, mais do que figuras de autoridade. “Existe uma sensação de pertencimento e comunidade, um cuida do outro”, disse.

Para Adler, tudo começa com o “bem-estar do educador”, que são os líderes da educação no dia a dia das escolas. Depois, essa ideia ganha força e pode impactar a cultura geral das instituições.

Entre os fatores que mais impactam a aprendizagem estão o estresse, ansiedade, dificuldade para dormir e o acúmulo de atividades extracurriculares.

Já os pontos que fazem com que a educação deslanche são, segundo Adler, o atendimento das necessidades básicas dos alunos, segurança física e mental, sentimentos de amor e pertencimento e apoio ao desenvolvimento das potencialidades de cada um.

Psicologia positiva

De acordo com o especialista, psicologia positiva é o estudo científico sobre o que permite que os indivíduos e as instituições floresçam.

Na prática, a chamada teoria do bem-estar envolve as emoções positivas, o engajamento, relações positivas, propósito e realizações. “A qualidade das relações que temos é o ponto mais importante para a nossa sensação de qualidade de vida”, disse Adler. “O segundo é saber que temos um bom motivo para acordar todos os dias pela manhã”.

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Adler: por uma educação que valorize as diferenças e dê aos alunos motivos para querer aprender. Foto: Helcio Nagamine/Fiesp


Para o educador, a “alfabetização emocional” é tão importante quanto o aprendizado da leitura e da escrita. Nesse sentido, o desafio de debater a psicologia positiva em um país deve envolver a imersão total, o desenvolvimento curricular, a análise de poder, o treinamento dos educadores, a implementação curricular e a avaliação de impacto.

Lá n Butão

Adler apresentou algumas das ações propostas num programa de educação positiva no Butão, país localizado na Ásia, bem na Cordilheira do Himalaia.

Lá, foram ensinados conteúdos de saúde física, psicologia e nutrição num projeto que envolveu sete escolas e 7 mil estudantes. “Trabalhamos habilidades de vida paralelamente ao currículo, embutindo esses temas nos materiais acadêmicos”, disse.

Assim, foram discutidos conceitos como o valor econômico das coisas e os motivos que levam as plantas a crescerem mais ou menos em cada local, por exemplo. “O incremento do bem-estar nas escolas foi grande”, afirmou Adler. “O aumento do bem-estar se traduz em desempenho acadêmico, com mais perseverança, conectividade e engajamento”.

O especialista liderou experiências parecidas no México e no Peru.

“Construir o bem-estar em grande escala nas escolas é desejável e viável, lembrando sempre que a educação positiva começa com o bem-estar dos professores”, afirmou. “Vamos construir pontes estratégicas para acompanhar pesquisas e práticas nesse sentido nas escolas”.

Para Adler, o Brasil tem plenas condições de buscar esses modelos, nos quais alunos e professores aprendem juntos. “Pelo que vi no Sesi e no Senai, o país está pronto para a prática da educação positiva”, disse.

“Para muita coisa não precisa de dinheiro. Precisa de criatividade, esforço e trabalho”, afirma Skaf

Agência Indusnet Fiesp

Em entrevista nesta quinta-feira (1º de fevereiro) à Rádio Central 870 AM de Campinas, o presidente da Fiesp, do Sesi-SP e do Senai-SP, Paulo Skaf, mostrou que há formas de contornar a falta de recursos dos governos. “Para muita coisa não precisa de dinheiro. Precisa de criatividade, esforço e trabalho”, afirmou Skaf.

Exemplo é o Programa Atleta do Futuro, do Sesi-SP, que, explicou Skaf, aproveita a infraestrutura esportiva das cidades, muitas vezes ociosa, e leva a metodologia da instituição. Skaf nesta quinta-feira assina convênios do PAF com municípios da região de Campinas, na qual atualmente mais de 12.000 crianças e adolescentes praticam esporte graças ao PAF.

Skaf destacou o investimento em educação feito pela indústria na região, com quase R$ 1 bilhão nas escolas do Sesi-SP e do Senai-SP. “São mais de 100.000 matrículas anuais.” Também defendeu a educação de qualidade. “Temos que ter isso como meta para todas as crianças.”

Ao longo do dia Skaf firma convênios do Programa Sesi-SP Atleta do Futuro com os municípios de Aguaí, Mococa, Mogi Guaçu, Itobi, Tambaú, Caconde, Vargem Grande do Sul, Águas da Prata, Tapiratiba, São João da Boa Vista e São José do Rio Pardo. A parceria beneficiará mais de 4.000 crianças e adolescentes nos 11 municípios com a prática de diversas modalidades esportivas.

Criado para estimular a prática esportiva e a cidadania, o Programa Sesi-SP Atleta do Futuro contempla participantes entre 6 e 17 anos. Além da prática esportiva, os alunos recebem orientação em temas transversais como saúde, trabalho, consumo consciente, meio ambiente e pluralidade cultural, dentre outros. Os instrutores trabalham para difundir valores como ética, superação, autoestima e socialização, com o intuito de ajudar o aluno a se desenvolver de modo pleno.

Skaf também destacou na entrevista assinatura, com o município de Aguaí, de convênio para implantação do Sistema Sesi de Ensino em 16 escolas de Educação Infantil e Ensino Fundamental. A parceria prevê a capacitação de 207 docentes, 31 gestores e técnicos e beneficiará 3.805 alunos da rede municipal.

Com o Sistema Sesi-SP de Ensino, os municípios recebem know-how pedagógico e educacional do Sesi-SP, o que permite a transferência tecnológica do modelo educacional desenvolvido pela entidade.

“Vai fazer com que nossos alunos possam absorver melhor os conhecimentos e ter também melhor desempenho nas provas, fazendo nossos indicadores melhorarem”, destacou o prefeito de Aguaí, José Alexandre Pereira De Araújo.

Na cerimônia de assinatura do convênio, Skaf ressaltou a necessidade de buscar as oportunidades boas no momento atual, em meio à quarta revolução industrial.

Diferentemente de outros programas existentes, o Sistema Sesi-SP de Ensino não se limita à entrega do material didático e à capacitação de docentes. O modelo oferecido às prefeituras contempla a formação da equipe gestora e a realização de reuniões periódicas com o secretário de Educação de cada cidade, além do acompanhamento de todo o processo de implantação do Sistema nas escolas dos municípios.

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Paulo Skaf na assinatura de convênio do Sistema Sesi-SP de Ensino com o município de Aguaí. Foto: Divulgação

Economia

Ao falar na rádio, Skaf também defendeu as reformas estruturais já aprovadas, como o teto de gastos e a modernização trabalhista, e as em curso, como a da Previdência e a tributária. O presidente das entidades paulistas da indústria também listou as melhoras já percebidas na economia, como o controle da inflação. “A cada dia as coisas estão melhorando na economia. A situação é muito melhor que há seis meses, e estará muito melhor daqui a seis meses.”

Também em 1º de fevereiro foi concedido a Skaf o título de cidadão guaçuano, durante evento na Câmara Municipal de Mogi Guaçu.

Skaf recebe ministro da Secretaria de Governo em almoço na Fiesp

Agência Indusnet Fiesp

O presidente da Fiesp, Paulo Skaf, recebeu em almoço, na sede da entidade, em São Paulo, nesta terça-feira (16/01), o ministro da Secretaria de Governo, Carlos Marun. No encontro, foram debatidos temas como a reforma da previdência e a situação macroeconômica do Brasil, entre outros.

Para Marun, a reforma “precisa ser completada”. “A reforma será votada em fevereiro”, disse. “O setor empresarial está preocupado com isso, estamos aceitando todos os convites para dialogar”.

Segundo Skaf, estiveram presentes no encontro líderes de todas as áreas, não só da indústria. “Conversamos aqui hoje com representantes do comércio, serviços, saúde, engenharia, transportes, tecnologia, cooperativas, muitos outros”, afirmou. “Entidades que representam empresas que empregam milhões de brasileiros”.

Para o presidente da Fiesp, existe a consciência de que se deve discutir “um projeto de país, não de governo”. “A conta tem que fechar. Para o Brasil, é importante que a reforma aconteça”, disse. “O encontro de hoje vai além das fronteiras da indústria e de São Paulo”.

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Skaf (ao microfone) e Marun, à esquerda: debate sobre um projeto de país. Foto: Helcio Nagamine/Fiesp

‘Temos que enfrentar e tirar proveito dos avanços’, diz Skaf na abertura do 1º Congresso Brasileiro da Indústria 4.0 na Fiesp

Isabela Barros, Agência Indusnet Fiesp

Hora de encarar as mudanças e entender a velocidade dos processos. Um debate que ganhou força no 1º Congresso Brasileiro da Indústria 4.0, aberto na manhã desta terça-feira (5 de dezembro), no Teatro do Sesi-SP, na sede da Fiesp, em São Paulo. O evento segue até esta quarta-feira (6/12), com uma visita à Escola Senai Armando de Arruda Pereira, em São Caetano do Sul. A unidade é uma referência em pesquisa dos rumos da manufatura mundo afora. O congresso foi aberto pelo presidente da Fiesp, do Ciesp e do Senai-SP, Paulo Skaf.

“Fiquei uma semana no Vale do Silício (EUA) recentemente. E fiquei impressionado com o que está acontecendo”, contou Skaf. “Vi a indústria brasileira tão longe do que está acontecendo no exterior, a transformação é grande, a exemplo de outras revoluções industriais”, disse. “A mudança assusta no primeiro momento, mas temos que enfrentar e tirar proveito dos avanços”.

Segundo Skaf, é agir ou “ficar para trás”. “As coisas estão acontecendo: ou nos preparamos para que as empresas se fortaleçam e o empreendedorismo cresça no Brasil ou ficaremos para trás”, afirmou.

Sobre ficar para trás, o presidente da Fiesp disse ter lido uma pesquisa a respeito do ritmo das mudanças no futuro que afirmava que, em breve, 100 anos vão valer por 20 mil anos de transformação no passado. “Os jovens que estão hoje na escola não imaginam as profissões que vão existir daqui a dez anos”, disse.

Para Skaf, acima de tudo é preciso ter coragem e visão do futuro. “Só assim vamos conseguir tirar as pedras do caminho”.

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Skaf: coragem e visão de futuro para entrar na era da indústria 4.0. Foto: Helcio Nagamine/Fiesp

A quarta revolução industrial ou indústria 4.0 envolve o aumento da informatização na indústria de transformação, com máquinas e equipamentos totalmente integrados em redes de internet.  Como resultado, tudo pode ser gerenciado em tempo real, até mesmo a partir de locais diferentes.

Também presente na abertura do congresso, o vice-presidente e diretor titular do Departamento de Competitividade e Tecnologia (Decomtec) da Fiesp, José Ricardo Roriz Coelho, destacou a importância de olhar para as mudanças. “As empresas que já estão se preparando, não recuem. Qualquer indústria pode se inserir nesse processo, entrar na era da indústria 4.0”, disse.

Outro convidado, o presidente da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), Luiz Augusto de Souza Ferreira explicou que “a indústria 4.0 traz uma completa transformação nas formas como entendemos os produtos, revê o conceito de competitividade”. E reforçou a importância do debate do tema na Fiesp. “Que possamos ter no evento um marco da revolução 4.0 no Brasil”, disse.

Também presente, Paulo Rabello de Castro, presidente do BNDES, destacou a necessidade de começar a agir. “O Brasil está atrasado, temos que reconhecer e  recuperar o que é preciso, acho que já estamos tentando chegar lá”, disse. “A indústria do futuro depende da indústria do presente”.

Para conferir a programação completa do congresso, é só clicar aqui.

No Vale do Silício, Skaf critica burocracia por tirar liquidez e valor das empresas brasileiras

Agência Indusnet Fiesp

Após visita à Intel, maior fabricante de microprocessadores do mundo, o presidente da Fiesp e da Ciesp, Paulo Skaf, analisou as razões para não haver no Brasil mercado de compra e venda de empresas semelhante ao dos Estados Unidos. “A burocracia brasileira e a insegurança jurídica assustam o investidor estrangeiro. Aqui não há nada disso, por isso as empresas têm liquidez e valor alto.”

Um ponto em que Skaf vê melhora é o trabalhista, com a entrada em vigor em novembro da modernização da CLT.

A visita à Intel, no dia 20 de outubro, foi parte de uma série que incluiu também o Centro de Pesquisas da Nasa. Skaf integrou a missão brasileira ao Vale do Silício, região da Califórnia (EUA) que concentra empresas de tecnologia.

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Paulo Skaf na sede da Intel, no Vale do Silício. Foto: DIvulgação/Fiesp


Após visita nesta terça-feira (17 de outubro) ao Instituto de Pesquisa da Stanford University, no Vale do Silício (Califórnia), Skaf, revelou que negociará uma parceria entre o instituto e o Senai-SP, que também preside, para atender às demandas da indústria de São Paulo.

Outra empresa visitada foi o Facebook, gigante do setor de tecnologia, também na programação da missão brasileira ao Vale do Silício. Skaf também visitou o Centro de Inovação da Ford. Leonardo Nogueira, vencedor do Super Acelera Fiesp que participa da missão, disse que foi uma experiência incrível ter conhecido todo o processo de mudança da empresa para o futuro.

“Discutimos o futuro do automóvel, mobilidade urbana, carro elétrico, o etanol brasileiro”, afirmou Skaf ao sair do Centro de Inovação da Ford.

Skaf visitou também, no dia 16 de outubro, a sede do Google, no Vale do Silício. Além de participar de reuniões, conheceu aplicativos ainda não disponíveis no Brasil. Ao sair, Skaf disse que o objetivo da visita era “levar ideias para aplicar nas escolas do Sesi-SP e do Senai-SP, nas nossas empresas e nossas entidades”.

Skaf visita sede do Google, no Vale do Silício

Agência Indusnet Fiesp

O presidente da Fiesp e do Ciesp, Paulo Skaf, visitou nesta segunda-feira (16 de outubro) a sede do Google, no Vale do Silício, região da Califórnia que concentra empresas de tecnologia. Além de participar de reuniões, conheceu aplicativos ainda não disponíveis no Brasil. Ao sair, Skaf disse que o objetivo da visita era “levar ideias para aplicar nas escolas do Sesi-SP e do Senai-SP, nas nossas empresas e nossas entidades”.

A visita ao Google é parte de uma missão brasileira ao Vale do Silício, que foi integrada também pelos vencedores do 6º Hackathon da Fiesp. Ao anunciar os vencedores, em 6 de agosto, Skaf revelou que como parte do prêmio eles viajariam com a missão. A equipe Fiscal Cidadão venceu na categoria Combate à Corrupção da maratona de criação de aplicativos. Na categoria Combate à Pedofilia ganhou o DevinhX.

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O presidente da FIesp e do CIesp, Paulo Skaf, durante visita à sede do Google. Foto: Divulgação

Skaf vai com empresários e trabalhadores levar a Temer propostas para acelerar a retomada do crescimento

Agência Indusnet Fiesp

O presidente Michel Temer vai receber no Palácio do Planalto dia 12 de setembro, às 11h30, um grupo de representantes de empresas e trabalhadores para ouvir propostas e curto prazo para aproveitar os sinais positivos da economia brasileira e acelerar o processo de retomada do crescimento. O anúncio da reunião com Temer foi feito por Paulo Skaf, presidente da Fiesp e do Ciesp, depois de um almoço nesta terça-feira (22 de agosto) com representantes de centrais sindicais e empresários.

Skaf destacou a união demonstrada no encontro em relação à necessidade de retomada do crescimento, com a consequente recuperação do emprego, fortalecimento das empresas e retomada da arrecadação para os governos –sem aumentos de impostos. “Buscamos pontos convergentes, que poderiam no curto prazo ajudar o país a retomar o crescimento”, afirmou Skaf, dando como exemplos o destravamento do crédito e a retomada das obras paradas, o que aceleraria a cadeia da construção civil, grande empregadora. E o seguro-desemprego, atualmente pago durante 5 meses, poderia ser estendido a 7 meses, “para dar um fôlego um pouco maior, pensando nas pessoas”.

“Fizemos uma ligação ao presidente da República, que nos atendeu e marcou uma reunião onde todos nós, centrais sindicais, entidades representativas da agricultura, da indústria, do comércio, dos serviços, grandes empresas, médios setores – enfim, um grupo altamente representativo – levaremos essas sugestões.”

A economia brasileira está dando sinais positivos, disse o presidente da Fiesp e do Ciesp. “É hora de jogar um catalisador nisso, acelerar esse processo de retomada do crescimento e combater o desemprego. Temos que aproveitar essas faíscas para criar um incêndio positivo, de crescimento, de geração de empregos.”

“Estávamos como brasileiros em volta de uma mesa para pensar o Brasil, pensar o que fazer para o Brasil retomar o crescimento, o emprego, a geração de riquezas e em como dar oportunidades para milhões de jovens que entram no mercado de trabalho todos os anos e para os que estão desempregados.”

Em entrevista coletiva após o almoço, no prédio da Fiesp, Skaf voltou a criticar a discussão da troca do indexador para empréstimos do BNDES da TJLP para a TLP. “É inoportuno”, disse. “Há outras prioridades, e isso não está na agenda brasileira. Precisamos estimular investimentos, e essa mudança sinaliza aumento do custo de investimento.”

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Almoço na Fiesp que reuniu empresários e dirigentes de centrais sindicais. Foto: Ayrton VIgnola/Fiesp