De olho no futuro, campeões da indústria comemoram conquistas de 2018

Agência Indusnet Fiesp

Enquanto o Brasil se preparava para torcer pelo tricampeonato de Etiene Medeiros no Mundial de piscinas curtas, na China, outros campeões do Sesi-SP e do Senai-SP fizeram na última reunião conjunta de 2018 das diretorias da Fiesp e do Ciesp uma verdadeira festa pelo que conquistaram nos últimos anos – e pelo que virá. Além das competições esportivas, alunos do Sesi-SP também venceram, no Brasil e no exterior, torneios de robótica. E o Senai-SP, mais uma vez, brilhou em 2017 no campeonato mundial de aprendizado profissional, a WorldSkills, e passou este ano se preparando para tentar se superar em 2019.

Campeões do esporte, da educação, da cultura, das habilidades profissionais, são formados pelo Sesi-SP e pelo Senai-SP. Atletas de rendimento – aqueles que disputam e ganham os principais torneios – vestem a camisa do Sesi-SP (e muitas vezes da seleção brasileira) e dão exemplo a seus milhares de alunos.

“Temos forte trabalho na área educacional, esportiva e cultural”, afirmou Paulo Skaf, presidente da Fiesp, do Ciesp, do Sesi-SP e do Senai-SP ao anunciar a presença dos campeões da indústria. “Se tivéssemos que contar tudo precisaríamos de um longa-metragem”, disse Skaf depois da apresentação da retrospectiva em vídeo das vitórias de 2018. Exemplos de superação, uma vida de dedicação, estão presentes em cada conquista, afirmou. “A prioridade é o investimento nas pessoas. Educação de qualidade, esporte, cultura. É o que fazemos, democratizando e dando oportunidades.” Isso é possível, destacou, graças à vontade de todos que atuam nas entidades.

Skaf com Murilo, do time de vôlei do Sesi-SP e campeão mundial pelo Brasil. Foto: Ayrton Vignola/Fiesp

Skaf com Murilo, do time de vôlei do Sesi-SP e campeão mundial pelo Brasil. Foto: Ayrton Vignola/Fiesp

Cada equipe de ponta do Sesi-SP e do Senai-SP foi representada na reunião. Uma salva entusiasmada de palmas, pelas centenas de empresários presentes, saudou os campeões.

A seleção de campeões do Sesi-SP foi liderada por Murilo, campeão mundial de vôlei e atleta mais antigo dos times da indústria. Murilo lembrou seu início em 2009, implantando o alto rendimento do vôlei no Sesi-SP. “Vivi esta transformação do Sesi-SP no esporte. Não conquistamos só títulos, vitórias, mas também muito respeito por esta Casa”, declarou, agradecendo pelo apoio em nome de todos os atletas presentes.

Campeões da indústria posam em reunião conjunta das diretorias da Fiesp e do Ciesp. Foto: Ayrton Vignola/Fiesp

Campeões da indústria posam em reunião conjunta das diretorias da Fiesp e do Ciesp. Foto: Ayrton Vignola/Fiesp

A seleção da indústria

Vôlei

Murilo, campeão mundial, e Anderson, técnico da equipe feminina Sesi Bauru, campeã paulista 2018.

Basquete

Helinho Rubens, técnico do Sesi Franca Basquete, campeão paulista 2018, e Karen, medalhista pan-americana e pentacampeã nacional.

Triathlon

Reinaldo Colucci, atleta olímpico e medalha de ouro no Pan-americano.

Luta olímpica

Marcos Junior, campeão brasileiro 2018.

Judô

Laislaine, medalha de ouro nos Jogos Sul-americanos e Pan-americanos 2018. Iiciou a vida esportiva no PAF (Programa Atleta do Futuro, do Sesi-SP).

Vôlei paralímpico

Fabricio da Silva Pinto, medalhista no campeonato mundial 2018,

e Laiana Batista Rodrigues, medalhista nos Jogos Rio-2016.

Polo aquático

Rudá, atleta olímpico e medalhista pan-americano.

Bocha paralímpica

Evelyn, medalha de ouro nos Jogos Rio-2016.

Atletismo

Felipe Bardi, velocista, medalha de ouro no Campeonato Sul-americano 2017, e Renato Cruz, velocista, medalha de prata nos Jogos Paralímpicos Rio-2016.

Hóquei

Vitor de Oliveira Casali, aluno do Sesi-SP e do Programa Atleta do Futuro.

Rugby

Giulia Rodrigues, atleta da seleção brasileira juvenil e campeã paulista 2018.

Badminton

Rogerio Junior Xavier, atleta paralímpico, tricampeão brasileiro e campeão pan-americano.

Natação

Daynara de Paula, atleta olímpica e medalhista pan-americana.

Goalbol

Josemarcio da Silva Souza, medalha de ouro no Campeonato Mundial 2018, e Ana Gabriely, medalha de bronze no Campeonato Mundial 2018.

Atividades Culturais promovidas pelo Sesi-SP

Daniele Carolina Lima Uchikawa, aluna do Núcleo de Artes Cênicas.

Robótica

Equipe “Red Habbit”, da Escola Sesi de Americana, primeira colocada no World Festival, principal torneio mundial de robótica, realizado nos EUA:

Edvania Guimarães Carvalho, diretora da Escola Sesi Americana

Denis Rodrigues Santana, técnico da equipe

E os alunos

Ana Yukari Tsutsumi

Bianca Araújo Marcelo

Greta Tiosso

Luigi Fagundes Kuhnrich

Luísa Beatriz Bozelli

Matheus Jorge Rosa

Rafaela Chiareli Cardozo

Thomas Reis Moraes

World Skills (maior competição profissional do mundo)

Mateus Henrique, medalha de ouro em Abu Dhabi  2017 e melhor aluno do Brasil em todas as categorias, e Paulo Victor e Artur de Souza, que representarão o Brasil na próxima edição da World Skills, Kazan 2019.

Startups apoiadas pelo Senai-SP

Willian Lima, da empresa Print Green 3D

Programa Desafio de Ideias do Senai

Equipe da Escola Mário Amato

Elaine Oliveira da Silva, professora da turma

E os alunos

Alex Silva Freitas

Lucas Almeida Garcia

Rafaela Diana de Oliveira

Virgínia Ometto de Souza

Intercâmbios Internacionais

Marumo Mathobisa, da África do Sul.

É o tipo de parceria que faz bem, diz Skaf sobre acordo com Secretaria da Fazenda para aperfeiçoar compras governamentais

Agência Indusnet Fiesp

Secretaria da Fazenda do Governo de São Paulo e Fiesp, por meio de seu Departamento de Ação Regional, assinaram nesta segunda-feira (10 de dezembro) acordo de cooperação para auxiliar o processo de compras governamentais. Pela Fiesp assinou Paulo Skaf, presidente da entidade e também do Sesi-SP e do Senai-SP. Luiz Claudio Rodrigues de Carvalho, secretário da Fazenda, firmou pelo governo estadual.

Skaf destacou a importância do acordo no estímulo a empresas de menor porte. “É o tipo de parceria que faz bem ao Estado, à economia, ao emprego.”

O acordo permitirá a divulgação, no aplicativo Ponte de Negócios, da Fiesp, das ofertas de compras da plataforma BEC – Bolsa Eletrônica de Compras, sistema eletrônico gratuito para a negociação de preço de bens e serviços adquiridos pela administração pública direta e indireta do Estado de São Paulo.

Também permitirá analisar dados e criar ações regionais para fomentar e desenvolver oportunidades de negócios. Outros benefícios da dissecação das informações são a criação de ações destinadas a minimizar a ocorrência de licitações eletrônicas desertas e fracassadas e a elaboração de estudos visando ao aumento médio de participantes por licitação.

“Coroa o trabalho iniciado para auxiliar o Sesi-SP e o Senai-SP em suas compras”, disse Sylvio de Barros, diretor financeiro da Fiesp, sobre o acordo com a Secretaria da Fazenda. Atrair pequenas e microempresas para as compras governamentais, explicou, é uma das metas.

Carvalho destacou a importância de aproximar a Sefaz da Fiesp, por sua representatividade na indústria. A compra pública como instrumento de desenvolvimento econômico e social é algo que se busca, disse. A BEC, frisou, negocia R$ 12 bilhões por ano, com 80.000 fornecedores cadastrados, apenas 10% deles pequenos e médios. Governos do mundo inteiro usam seu poder de compra como ferramenta de desenvolvimento, e o governo de São Paulo precisa também fazer isso, afirmou. São 124.000 itens na BEC, 37% deles da saúde. “É uma ferramenta muito importante, que fica como legado para o próximo governo, para trabalhar em parceria com a Fiesp e com empresários, permitindo a descentralização.”

Ponte de Negócios

Com funcionamento na web e em celulares, o app (aplicativo) Ponte de Negócios foi criado com o objetivo de alavancar e dar mais visibilidade aos processos licitatórios do Sesi-SP e Senai-SP e demais parceiros (Forças Armadas (Colog, Celog, Marinha), Federação Brasileira dos Hospitais e Santas Casas).

O sistema disponibiliza uma breve descrição dos produtos e serviços a serem contratados, além de fornecer informações sobre o tipo de compra ou contratação, volume, locais de entrega e condições de fornecimento. Entre os resultados para o Sesi-SP e o Senai-SP do Ponte de Negócios está o aumento no número médio de participantes por processo licitatório, de 5,5 para 9,3.

Skaf na assinatura de acordo entre Fiesp e Secretaria da Fazenda. Foto: Ayrton Vignola/Fiesp

Skaf e Carvalho na assinatura de acordo entre Fiesp e Secretaria da Fazenda. Foto: Ayrton Vignola/Fiesp

Em homenagem na Fiesp, Skaf destaca coragem e disposição de Temer

Agência Indusnet Fiesp

Em cerimônia realizada nesta quinta-feira (6 de dezembro), o presidente Michel Temer recebeu a Ordem do Mérito Industrial São Paulo, no grau Grã-Cruz, o mais elevado. A comenda foi entregue a Temer por Paulo Skaf, presidente da Fiesp e do Ciesp. “Nesta casa de produção quero transmitir uma mensagem de otimismo”, afirmou Temer em seu pronunciamento.

Skaf, em nome do setor produtivo, disse “muito obrigado” a Michel Temer, por sua disposição, coragem e capacidade de enfrentamento. “Durante seu mandato curtinho, muitas coisas de que se falou durante décadas ele fez pelo país”, destacou. Entre os avanços citou a lei do petróleo, a PEC do limite de gastos públicos, a modernização das leis trabalhistas – trazendo mais segurança jurídica – e a regulamentação da terceirização. Reforma do Ensino Médio e liberação do FGTS e do PIS, além do fim do imposto sindical obrigatório, também fazem parte das conquistas do governo Temer, afirmou Skaf. “Foi ele que teve a coragem de fazer essas mudanças”, disse.

O presidente da Fiesp e do Ciesp também lembrou que houve recuperação da confiança por parte dos empresários, e para 2019 já se estima crescimento do PIB de 3%. Skaf mencionou ainda criação de novas vagas de trabalho e redução da inflação durante o mandato de Temer.

Para simbolizar o agradecimento a Fiesp concedeu a Ordem do Mérito Industrial São Paulo a Michel Temer, em grau Grã-Cruz, o mais elevado.

Temer sintetizou sua sensação em relação à solenidade com a palavra amizade, dizendo-se amigo de longa data de Newton de Lucca – homenageado no mesmo dia com o lançamento de um livro – e de Skaf, a quem agradeceu por sua dedicação à atividade pública e aos interesses do Brasil. O mesmo em relação ao ministro da Justiça, Torquato Jardim, também presente ao evento. Classificou de estupendo o relato feito por Skaf sobre seu governo. “Conseguimos nesta gestão”, disse Temer, “produzir resultados benéficos ao país. Trouxemos o Brasil para o século 21.”

Temer citou a recuperação das empresas estatais entre os pontos em que houve avanço, destacando a Petrobras. A transposição do rio São Francisco, cuja obra estava parada, depois da injeção de R$ 2 bilhões já teve um eixo inaugurado e terá outro terminado ainda este ano. “Fizemos muito pelo Nordeste. E no tópico social mantivemos programas como Bolsa Família e Minha Casa Minha Vida.”

A Fiesp entregou placa em homenagem ao desembargador Newton de Lucca, por serviços prestados à sociedade, assinada por Paulo Skaf. De Lucca destacou o maior peso em relação a outras línguas do termo em português para indicar agradecimento, com o sentido de um compromisso: muito obrigado.

De Lucca entregou a Temer, Skaf e Torquato Jardim os primeiros exemplares autografados do livro.

Skaf com Temer na cerimônia de entrega da Ordem do Mérito Industrial São Paulo. Foto: Everton Amaro/Fiesp

Skaf com Temer na cerimônia de entrega da Ordem do Mérito Industrial São Paulo. Foto: Everton Amaro/Fiesp

A comenda

A Ordem do Mérito Industrial São Paulo, criada pela Fiesp em 2007, é destinada a condecorar personalidade e instituições nacionais e estrangeiras, que se tenham tornado dignas do reconhecimento ou da admiração da indústria.

A comenda de alta distinção, no grau Grã-Cruz, foi concedida, antes de a Temer, a 53 autoridades, a maioria chefes de Estado ou de Governo, como reis, presidentes e primeiros-ministros.

Temer também participou, na Fiesp, do lançamento do livro Direito Empresarial, Direito do Espaço Virtual e outros Desafios do Direito, coletânea de textos em homenagem a Newton De Lucca. O prefácio da obra é de Temer, colega de docência e amigo pessoal de De Lucca.

A história do homenageado e sua contribuição ao Direito brasileiro vêm refletidas na diversidade de temas abordados pelos mais de 100 autores, divididos em dez grandes áreas do Direito, a saber: Direito Constitucional, Filosofia do Direito, Direito Ambiental, Direito Comercial, Direito do Espaço Virtual, Direito do Consumidor, Direito Penal, Direito Civil, Direito Processual Civil e Direito do Trabalho e Previdenciário.

Ouça o boletim de áudio dessa notícia:

Objeto de aprendizagem para ensino de redes vence Prêmio Roberto Mange

Agência Indusnet Fiesp

Ao anunciar nesta segunda-feira (26 de novembro) diante da plateia que lotou o Teatro do Sesi-SP, na avenida Paulista, o trabalho vencedor do Prêmio Roberto Mange, Paulo Skaf, presidente da Fiesp e do Senai-SP, ofereceu à equipe responsável pelo projeto uma viagem à Alemanha, combinada em conjunto com Luís Miguel Marques de Sá, gerente sênior de Projetos e Produtos da Festo Didactic SE, empresa alemã de automação e consultoria. Sá ressaltou a importância dos objetos de aprendizagem, tema do trabalho considerado o melhor.

Com o tema Desenvolvimento de Objeto de Aprendizagem para o Ensino de Redes, o objetivo do trabalho vencedor foi a criação de um objeto de aprendizagem, na forma de aplicativo para os sistemas operacionais Windows e Android para o ensino de redes de computadores, contemplando as características: ensino lúdico; recursos de imagens; recursos de vídeos; ser reutilizável; recursos de quizzes e; despertar a curiosidade.

O trabalho foi criado por equipe de alunos da área de mecatrônica da Faculdade Senai “Armando de A. Pereira” – São Caetano do Sul integrada por Bárbara Aparecida Moraes Lamazales – que fez a apresentação do trabalho -, Daniel Otávio Tambasco Bruno, Sérgio Tadeu Bernatavicius e Elisabeth Aparecida Jordão.

O troféu entregue a Bárbara foi projetado pelo próprio Senai-SP. Dizendo-se emocionada, Bárbara explicou que o desenvolvimento do projeto se estendeu por quase dois anos.

Ricardo Terra, diretor regional do Senai-SP, também participou da cerimônia de premiação, que encerrou o 1º Simpósio das Faculdades de Tecnologia Senai-SP – Informação e Conhecimento.

Skaf e Terra na entrega do Prêmio Roberto Mange. Foto: Ayrton Vignola/Fiesp

Skaf e Terra na entrega do Prêmio Roberto Mange. Foto: Ayrton Vignola/Fiesp

Faculdades Senai-SP

Em 2018 a Faculdade Senai-SP teve 1.650 matrículas em 12 cursos superiores de tecnologia e 1.858 na pós (41 títulos de cursos superiores).

São 16 unidades, em 12 áreas tecnológicas:

Faculdade Senai “Roberto Simonsen” – Brás (Área: Manutenção Industrial)

Faculdade Senai “Horácio Augusto da Silveira” – Barra Funda (Área: Alimentos)

Faculdade Senai “Mariano Ferraz” – Vila Leopoldina (Área: Automação Industrial)

Faculdade Senai “Antoine Skaf” – Brás (Área: Produção de Vestuário)

Faculdade Senai “Anchieta” – Vila Mariana (Área: Eletrônica Industrial)

Faculdade Senai “Conde José Vicente Azevedo” – Ipiranga (Área: Automobilística)

Faculdade Senai “Theobaldo De Nigris” – Mooca (Área: Produção Gráfica)

Faculdade Senai “Paulo Ernesto Tolle” – Santo Amaro (Área: Mecânica de Precisão)

Faculdade Senai “Mario Amato” – São Bernardo do Campo (Área: Polímeros)

Faculdade Senai “Nadir Dias de Figueiredo” – Osasco (Área: Metalurgia)

Faculdade Senai “Armando de A. Pereira” – São Caetano do Sul (Área: Mecatrônica)

Faculdade Senai “Antonio Souza Noschese” – Santos (Área: Automação Industrial)

Faculdade Senai “Félix Guisard” – Taubaté (Área: Fabricação Mecânica)

Faculdade Senai “Gaspar Ricardo Júnior” – Sorocaba (Área: Fabricação Mecânica)

Faculdade Senai “Roberto Mange” – Campinas (Áreas: Fabricação Mecânica e Automação Industrial)

Faculdade Senai “Antonio Adolpho Lobbe” – São Carlos (Área: Mecatrônica)

Em homenagem às Forças Armadas, Skaf chama de “herói em tempo de paz” o general Villas Bôas

Agência Indusnet Fiesp

Paulo Skaf, presidente da Fiesp e do Ciesp, qualificou como “herói em tempo de paz” o general de Exército Eduardo Dias da Costa Villas Bôas, comandante do Exército Brasileiro. Skaf concedeu a Villas Bôas a Ordem do Mérito Industrial São Paulo, no grau de Grã-Cruz (nível raramente atribuído, reservado a personalidades como estadistas).

“Estamos acostumados com homenagens feitas a heróis em tempo de guerra, mas não em tempos de paz, mas há pessoas especiais, que são exemplo para muitas outras.” Um desses heróis em tempo de paz, afirmou Skaf, é Villas Bôas.

O anúncio da condecoração foi feito por Skaf nesta quarta-feira (21 de novembro) durante homenagem prestada pela Fiesp às Forças Armadas brasileiras, com um jantar na sede da entidade e a entrega de condecorações e material comemorativo. Desde 2011 a Fiesp presta essa homenagem às Forças Armadas Brasileiras, para valorizar as missões constitucionais das Forças e promover a aproximação com a indústria de Defesa, no reconhecimento do esforço de cooperação dos trabalhos realizados em conjunto.

Na cerimônia de entrega da medalha, Skaf disse ter orgulho de fazer a homenagem às Forças Armadas brasileiras. “O país passa por um momento em que se valorizam as Forças Armadas, o que a Fiesp sempre faz”, destacou.

Ouça o boletim de áudio dessa notícia:

Com 8.500 km de litoral e 17.000 km de fronteiras secas, há muita necessidade de ter atualizadas as Forças Armadas, explicou Skaf. Há na Fiesp, lembrou, um Departamento de Defesa, que faz a ponte entre a indústria e as Forças Armadas.

“Vamos continuar trabalhando juntos por um país melhor”, afirmou Skaf, que ressaltou o desempenho dos soldados brasileiros em missões como a do Haiti.

Os setores produtivos dizem mais uma vez que têm respeito e consideração pela Marinha, pelo Exército e à Aeronáutica, disse o presidente das entidades da indústria paulista.

Foram homenageados com a Ordem do Mérito Industrial, no grau de comendador, o ministro da Defesa, general de Exército Joaquim Silva e Luna, o ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, e o general de Exército Luiz Eduardo Ramos, comandante militar do Sudeste. A medalha é concedida desde 2007 pela Fiesp a personalidades e instituições dignas do reconhecimento ou da admiração da indústria. Skaf agradeceu a Luna por sua atuação à frente da Defesa, e a Jungmann pelo desempenho na Segurança Pública e também na Defesa, cargo que exerceu anteriormente.

Também foram homenageados, com uma placa comemorativa, o comandante da Marinha do Brasil, almirante de Esquadra Eduardo Bacellar Leal Ferreira; o comandante do Exército Brasileiro, general de Exército Eduardo Dias da Costa Villas Bôas; o comandante da Aeronáutica, tenente brigadeiro do Ar Nivaldo Luiz Rossato; e o chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas, Almirante de Esquadra Ademir Sobrinho. Em 2017 eles receberam a Ordem do Mérito Industrial.

Na cerimônia também receberam a Ordem do Mérito Industrial Heyder de Almeida Dantas, diretor 1º secretário da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Norte (Fiern); Amaro Sales de Araújo, presidente da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Norte (Fiern); Antônio José de Moraes Souza Filho, presidente da Federação das Indústrias do Estado do Piauí (Fiepi); Francisco de Assis Benevides Gadelha, presidente da Federação das Indústrias do Estado da Paraíba (FiePB); Gilberto Porcello Petry, presidente da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs).

Skaf com o general Villas Bôas durante homenagem da Fiesp às Forças Armadas. Foto: Ayrton Vignola/Fiesp

Skaf com o general Villas Bôas durante homenagem da Fiesp às Forças Armadas. Foto: Ayrton Vignola/Fiesp

O que realmente interessa ao Brasil

Os setores produtivos estão prontos para colaborar com o governo eleito no que for necessário para garantir o bem do país. O Brasil precisa entrar em uma rota de crescimento sustentado, capaz de gerar emprego e renda para sua população.

Para isso, consideramos fundamental a aprovação de um projeto de reforma da Previdência com a maior urgência possível, de preferência ainda em 2018. Quanto mais o tempo passa, mais se agrava a bomba do déficit previdenciário.

É muito importante também trabalharmos com afinco para buscar a reforma tributária, o ajuste fiscal, a queda de juros, a redução da burocracia e a melhoria do ambiente de negócios para estimular novos investimentos.

Isso é o que realmente importa ao Brasil. Os setores produtivos nacionais estarão ao lado do governo eleito para trabalhar por esses pontos, que interessam a toda a Nação.

Sobre nomes para a composição do novo governo ou sobre a estrutura organizacional dos ministérios, entendemos que esta é uma responsabilidade do presidente eleito, Jair Bolsonaro, que tem a legitimidade conferida por mais de 57 milhões de votos para organizar a administração do Estado da forma que considerar mais eficiente. Ele tem o nosso voto de confiança para isso.

Paulo Skaf

Presidente da Fiesp e do Ciesp

Sesi Vôlei Bauru é campeão paulista

Agência Indusnet Fiesp

Com 9 vitórias em 9 jogos, o Sesi Vôlei Bauru se tornou campeão paulista de vôlei feminino. Nesta segunda-feira (5 de novembro) venceu a final, em casa, no Ginásio Panela de Pressão, contra o Osasco, por 3 a 2 (25-21, 15-25, 21-25, 28-26 e 15-12).

“Foi um verdadeiro show”, disse o presidente da Fiesp e do Sesi-SP, Paulo Skaf, que foi ao estádio torcer pelo time. Skaf destacou a conquista do Sesi Vôlei Bauru sem nenhuma derrota. “Ganhar de forma invicta, no primeiro ano de parceria [com o Sesi-SP], fortalece o vôlei, fortalece o esporte e dá exemplo a milhares de jovens.”

A conquista é inédita na história do time, nascido este ano da união do Vôlei Bauru com o Sesi-SP, que já havia sido vice-campeão da competição nos anos de 2013, 2014 e 2015.

A consagração estadual do Sesi Vôlei Bauru na divisão de elite da modalidade coroou a campanha impecável da equipe no Paulista. Foram cinco vitórias na fase classificatória (São Cristóvão Saúde/São Caetano, Pinheiros, Hinode/Barueri, Osasco/Audax e Renata/Valinhos), duas nas semifinais diante do Pinheiros e duas diante das osasquenses nos duelos finais.

Além disso, superou nas finais um dos times mais tradicionais e vitoriosos do voleibol nacional. O Osasco/Audax conquistou todos os títulos estaduais de 2012 a 2017 e tentava o seu sétimo título em sua oitava final consecutiva. Agora o Sesi Vôlei Bauru concentrará seu foco na preparação para a estreia na Superliga 2018-2019, que será no próximo dia 16, às 19h30, em Bauru, diante do Hinode/Barueri.

Novo ginásio

Antes do jogo, Skaf foi ao terreno do Sesi Horto, em Bauru, e conversou com os responsáveis pelas obras do ginásio poliesportivo na cidade. À espera da aprovação do projeto e da cessão pela prefeitura de um terreno para o estacionamento do local, há no momento obras de terraplenagem, que devem ser executadas até janeiro de 2019. “Será um ginásio maravilhoso”, afirmou, e poderá estar pronto no primeiro semestre de 2020.

Com capacidade para 5.000 pessoas, o novo espaço será erguido em área de cerca de 6.500 metros quadrados, tendo estrutura para receber jogos de vôlei, basquete, futsal e handebol, além de eventos. Também terá espaços para entrada de quatro ambulâncias e arquibancadas móveis.

Skaf com o time do Sesi Vôlei Bauru, campeão paulista. Foto: Ayrton Vignola/Fiesp

Skaf com o time do Sesi Vôlei Bauru, campeão paulista. Foto: Ayrton Vignola/Fiesp

“A indústria sobreviveu, apesar dos governos”, afirma Skaf

Agência Indusnet Fiesp

Nos últimos 30 anos, a economia brasileira passou por período bastante conturbado, tivemos controle e congelamento de preços; confisco de poupança; as maiores taxas de juros do mundo por décadas; manipulação do câmbio, alternando períodos de forte valorização com maxidesvalorizações abruptas; elevação da carga tributária; hiperinflação; descontrole dos gastos públicos; aumento da burocracia, que faz as empresas brasileiras gastarem 5 a 6 vezes mais tempo para cumprir as normas; infraestrutura cara e ineficiente. Em outras palavras, esse foi um período de forte crescimento do chamado Custo Brasil.
“A indústria brasileira sobreviveu, apesar dos governos”, diz o presidente da Fiesp, Paulo Skaf. Hoje ainda é responsável pela geração de quase 10 milhões de empregos diretos, pagando os melhores salários do país. A indústria responde pela arrecadação de 32% dos impostos, por quase 70% das exportações brasileiras e por 68% dos investimentos em pesquisa e desenvolvimento feitos pelo setor privado.
Não existe exemplo de país com as dimensões territoriais e populacionais do Brasil que tenha se desenvolvido sem um setor industrial forte e dinâmico.
O Brasil ainda se encontra dividido, como consequência de um processo eleitoral polarizado, com crises a serem enfrentadas. Apontar culpados pela situação a que chegamos em nada ajuda a resolver os problemas, especialmente quando se aponta o lado errado.
Mais do que discutir a existência ou não de um ministério para a indústria, é de extrema importância a qualidade das políticas que o futuro governo deve implementar. O papel esperado pela sociedade é o de garantir um ambiente de negócios isonômicos ao internacional (juros no padrão internacional, tributação menor e menos complexa, câmbio adequado, infraestrutura eficiente e barata etc) e propício ao investimento e à inovação que, afinal, são as molas propulsoras da prosperidade e do bem-estar social que o Brasil tanto quer e merece.

Paulo Skaf

Presidente da Fiesp e do Ciesp

Skaf inaugura Escola Móvel de Indústria 4.0 do Senai-SP

Agência Indusnet Fiesp

O presidente da Fiesp e do Senai-SP, Paulo Skaf, apresentou a nova Escola Móvel de aprendizagem industrial nesta sexta-feira (26 de outubro), na Escola Senai Luiz Pagliato, em Sorocaba. Totalmente voltada à Indústria 4.0, a unidade volante poderá percorrer todo o Estado de São Paulo e capacitar pessoas em cidades onde não há escolas físicas do Senai-SP.

O termo indústria 4.0 é uma denominação que agrupa série de conceitos tecnológicos convergentes e capazes de transformar o modo de produção das indústrias modernas, com expressivos ganhos de competitividade. Por essa razão, essa temática tem se tornado foco de ações em praticamente todos os setores industriais.

Nesse contexto e atento à evolução em curso, o Senai-SP construiu a Escola Móvel de Indústria 4.0 – A Evolução da Automação, uma inovadora e moderna  estratégia de ensino que visa capacitar novos profissionais para atuar neste novo cenário industrial, contribuindo para a atualização do parque industrial e do capital humano.

A unidade móvel integra as mais importantes tecnologias habilitadoras da Indústria 4.0, tais como a Inteligência Artificial, Realidade Aumentada, Realidade Virtual, Técnicas de Manufatura Aditiva: Prototipagem e Impressão 3D e Redes Industriais aplicadas à Indústria 4.0. Além dessas há a Robótica Avançada, Sensoriamento, Análise de dados, Internet das coisas (IoT) e Computação em nuvem.

A inauguração da nova Escola Móvel é resultado do esforço do Senai São Paulo para ofertar à indústria o que há de mais moderno e relevante, uma plataforma tecnológica para a formação de recursos humanos para a quarta revolução industrial.

Skaf na apresentação da Escola Móvel de Indústria 4.0 do Senai-SP. Foto: Ayrton Vignola/Fiesp

Skaf na apresentação da Escola Móvel de Indústria 4.0 do Senai-SP. Foto: Ayrton Vignola/Fiesp

Ministério do Desenvolvimento Social assina parceria com Fiesp, Sesi-SP e Senai-SP

Alex de Souza, Agência Indusnet Fiesp 

O presidente da Fiesp, Ciesp, Sesi-SP e Senai-SP, Paulo Skaf, recebeu o ministro do Desenvolvimento Social (MDS), Alberto Beltrame, no fim da tarde da quinta-feira (25/10), para assinar um Protocolo de Intenções entre as entidades que representam a indústria paulista e o governo federal.

A iniciativa prevê apoio nos projetos e iniciativas do Ministério do Desenvolvimento Social por meio da oferta de cursos pelo Sesi-SP e Senai-SP para capacitar beneficiários dos programas do Ministério.

Durante o encontro o ministro Beltrame apresentou os programas sociais do governo e explicou de que forma a Fiesp, Sesi-SP e Senai-SP podem contribuir. O presidente Paulo Skaf elogiou o trabalho desenvolvido pela pasta e destacou a importância da educação no processo de transformação das pessoas. “Gostaria de parabenizá-los pelas ações desenvolvidas e dizer que a visão do Ministério coincide com a nossa. Não se pode promover o desenvolvimento das pessoas sem capacitação profissional, ou seja, educação formal, e geração de emprego e renda. Precisamos oferecer oportunidades às pessoas”, disse Skaf.

Beltrame explicou que a missão do MDS é promover a emancipação das pessoas, tirando-as da pobreza. “Nossas ações não são baseadas no ‘coitadismo’, pois queremos fazer mais do que apenas transferir renda. A parceria com vocês nos permitirá ajudar mais pessoas a melhorar sua condição”.

O ministro também destacou o Progredir, programa do Governo Federal criado para promover autonomia e emancipação de pessoas inscritas no Cadastro Único (pessoas com renda familiar per capita de até meio salário mínimo). As ações são dividas em três eixos: qualificação profissional, intermediação de mão de obra e empreendedorismo.

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Skaf, à direita, e Beltrame: não há desenvolvimento sem capacitação profissional. Foto: Ayrton Vignola/Fiesp



Jungmann faz na Fiesp balanço do Ministério da Segurança

Agência Indusnet Fiesp

Em visita nesta quinta-feira (25 de outubro) à Fiesp, o ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, anunciou durante entrevista coletiva o encerramento, no mesmo dia, de licitação para o financiamento de cerca de 8.000 veículos, no valor de R$ 800 milhões, que serão destinados à área de segurança. Outro processo licitatório será para 120.000 coletes à prova de balas.

O presidente da Fiesp e do Ciesp, Paulo Skaf, explicou antes da entrevista que o ministro faria um balanço de sua atuação à frente da pasta para empresários dos setores de defesa e segurança. Há na base da Fiesp indústrias de ambos os setores, e a entidade promove fóruns de discussão sobre eles.

Jungmann também relatou que agendou para a semana seguinte reunião com o presidente do BNDES para discutir programa para segurança e defesa. Pela primeira vez o BNDES financia o setor, segundo Jungmann. A tecnologia nele desenvolvida se espalha para outras áreas da economia, explicou. Segundo o ministro, em conjunto as áreas de defesa e segurança geram mais de 80.000 empregos e são responsáveis por 3% do PIB.

Ao lado de Skaf, Raul Jungmann participa de reunião na Fiesp. Foto: Ayrton Vignola/Fiesp

Ao lado de Skaf, Raul Jungmann participa de reunião na Fiesp. Foto: Ayrton Vignola/Fiesp

Skaf entrega a Pastore Ordem do Mérito Industrial

Agência Indusnet Fiesp

O sociólogo José Pastore, professor da USP, recebeu nesta segunda-feira (22 de outubro) a Ordem do Mérito Industrial, medalha concedida pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). A cerimônia foi realizada na sede da Fiesp, responsável pela indicação de Pastore, como reconhecimento a ele por ter dedicado toda sua vida à academia, à economia e às relações de trabalho em prol do desenvolvimento do país.

Na cerimônia, Paulo Skaf, presidente da Fiesp e do Ciesp e 1º vice-presidente da CNI, lembrou a importância de Pastore na reforma trabalhista. Skaf entregou a medalha ao homenageado.

Após recebê-la, Pastore ressaltou a atenção dada pela CNI a seu trabalho – que, explicou, visa a melhorar o capital humano no Brasil. Destacou como projetos de que participou a Fipe, a Embrapa e a reforma trabalhista. “Foi um exercício de paciência”, disse sobre a reforma, ligada a tema que começou a pesquisar em 1974.

Regras claras, seguras, flexíveis, modernas e protetoras dos trabalhadores e das empresas eram necessárias, afirmou. Em 2017, segundo o professor, a reforma representou um dos maiores avanços na área no Brasil. Seus primeiros resultados começaram a surgir, afirmou. Pastore também destacou a importância de Sesi e Senai na formação dos trabalhadores. Agradeceu a Skaf por ter proposto seu nome para a homenagem.

Carlos Eduardo Moreira Ferreira, presidente emérito da Fiesp e da CNI, expressou sua admiração por Pastore, incansável na busca por melhoras na economia brasileira. As teses que defende visam ao benefício de toda a sociedade, afirmou.

Albano Franco, conselheiro emérito da CNI, destacou o papel de Pastore durante a Constituinte de 1988 e na reforma trabalhista. “É a maior autoridade em relações do trabalho do Brasil.”

Paulo Afonso Ferreira, 3º vice-presidente da CNI, disse que Pastore é referência absoluta na modernização das relações trabalhistas.

José Pastore, ao lado de Skaf, exibe diploma da Ordem do Mérito Industrial. Foto: Ayrton Vignola/Fiesp

José Pastore, ao lado de Skaf, exibe diploma da Ordem do Mérito Industrial. Foto: Ayrton Vignola/Fiesp

Pastore integrou o Conselho de Administração da OIT (1990-91); foi chefe da assessoria técnica do Ministério do Trabalho (1979-85); membro da Academia Internacional de Economia e Direito e da Academia Paulista de Letras, além de consultor em Relações do Trabalho da Confederação Nacional da Indústria (CNI), de várias federações estaduais de indústria e comércio.

Tem diversas obras publicadas, entre elas Terceirização: necessidade para economia, desafio para o Direito, A reforma das instituições do trabalho, O peso dos encargos sociais no Brasil, Flexibilização dos mercados de trabalho e contratação coletiva e mais de 200 artigos técnicos publicados em revistas nacionais e estrangeiras. José Pastore é articulista do jornal O Estado de S. Paulo, na área de trabalho.

Doutor honoris causa em ciência e Ph.D em sociologia pela University of Wisconsin (EUA), Pastore é professor titular da Faculdade de Economia e Administração e da Fundação Instituto de Administração, ambas da Universidade de São Paulo. Especializado em pesquisa, ensino e consultoria nas áreas de relações do trabalho, emprego, recursos humanos e desenvolvimento institucional, é pesquisador da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) e consultor em relações do trabalho e recursos humanos.

A medalha

Criada em 1958, a Ordem do Mérito Industrial é concedida pela (CNI) a personalidades e instituições que contribuem significativamente para o desenvolvimento da indústria brasileira e do país. Em 57 anos, personalidades e empresários receberam a comenda, entre os quais o ex-presidente Juscelino Kubitschek, além do ex-vice-presidente José Alencar e dos industriais Jorge Gerdau, Antônio Ermírio de Moraes e Ivo Hering e empresários como Flávio Rocha e Olacyr Francisco de Moraes.

Em seminário sobre atualização sindical, Skaf destaca importância da reinvenção

Solange Sólon Borges, Agência Indusnet Fiesp

Quais os rumos do sindicalismo diante de tantas mudanças não só em termos de legislação, mas também de tecnologia? Esta foi uma das perguntas que nortearam o Fórum de atualização sindical – Sindicalismo no mundo, realizado nesta quarta-feira (17 de outubro) na Fiesp. O objetivo foi possibilitar aos participantes o debate e mais conhecimento do sindicalismo em outros países a fim de fomentar soluções criativas.

“É preciso reinventar todos os dias a empresa e as carreiras”, afirmou Paulo Skaf, presidente da Fiesp e do Ciesp. Há uma revolução no mundo, com educação sem salas de aula, e Senai-SP, também presidido por Skaf, se reinventa para formar novas profissões que nem são conhecidas. Nesse cenário de grandes transformações, a palavra-chave é adaptação, disse Skaf. Como, perguntou, podem se dar as representações sindicais, como enfrentar mudanças e quebrar paradigmas? É preciso, em sua avaliação, facilitar o empreendedorismo e incentivar startups e o desenvolvimento tecnológico com menos regras, taxas e burocracia. A indústria – e suas federações – deve dar o exemplo.

Eduardo Eugenio Gouvêa Vieira, presidente da Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan), avaliou que essas mudanças bruscas, que também impactam o consumo, o comportamento e a tecnologia, se refletem na representação política e também afetam o emprego. Outra questão apontada é o fato de a maioria dos empresários pequenos e médios empregar grande parte dos trabalhadores e ser geradora de renda, mas enfrentar dificuldade junto ao Poder Público e obstáculos para empreender. Ao lembrar que o governo de Getúlio Vargas elencou várias categorias profissionais, o que na época talvez fosse plausível, é preciso repensar agora a representação no Brasil. “Os sindicatos buscam sua vocação e razão de existir”, sentenciou, e sugeriu uma agenda conjunta de reflexão das Federações representativas da indústria do Sudeste, entre São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo.

José Ricardo Roriz Coelho, 2º vice-presidente da Fiesp e do Ciesp, revelou que o Brasil caiu ainda mais de posição no ranking de competitividade. Deve-se questionar, disse, nosso papel dentro do associativismo, como representar melhor nosso papel como agentes públicos, em nosso relacionamento com a imprensa e o mercado, além do impacto na imagem. “As dez maiores empresas do mundo hoje não são as mesmas de dez anos atrás. Houve uma mudança radical”, refletiu.

Paulo Schoueri, diretor titular do Departamento Sindical e de Serviços da Fiesp, listou pontos que merecem atenção -entre eles, como melhorar a comunicação com as outras empresas, como modernizar as relações com as empresas, como criar mecanismos de sustentabilidade que preservem a ética e sua existência e o objetivo das entidades. É importante observar o que ocorre lá fora e buscar relação dos pontos relevantes e fortes para as empresas.

Sergio Rogerio de Castro, diretor da Escola de Associativismo, apresentou os 9 cursos disponíveis, tais como sustentabilidade; financiamento é vital; compliance e transparência; comunicar é preciso; desenvolvendo mercados; aumento do número de associados; importância da renovação; benefícios de uma rede; e governança. Em sua opinião, as associações são escolas de cidadania.

Na sequência, o debate girou em torno dos Sindicatos Patronais e a história do sindicalismo, destacando a existência desta forma de representação no Mundo e as transformações sofridas perante a Modernização Trabalhista. Na explanação de Sônia Mascaro (desembargadora no Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região, Doutora em Direito do Trabalho pela USP), muda o mercado de trabalho e também o Direito que não é estático e há necessidade de evolução para que a legislação não seja um impedimento. Ela apresentou as três fases do sindicalismo no mundo: proibição, tolerância e reconhecimento.

Qualquer associação, agrupamentos no sentido sindical era proibido e criminalizado e as legislações foram revogadas e o Direito começa a reconhecê-los, mundialmente. No início do século XX, o movimento sindical patronal se tornou efetivamente ativo e seu início se deu por questões econômicas e se desdobrou em defesa da classe. O modelo corporativista foi um “estrago” e sedimentado, no Brasil, na era Vargas, em um processo de domesticação pelo Estado não só campo profissional, mas também patronal. O Direito italiano influenciou neste esquema estatal com intervencionismo do Estado. Uma solução para tudo e controle dos rumos econômicos e de mercado, uma estatização, com unicidade sindical e a noção de categoria para contratos coletivos etc. a engessar a abertura de modelos, além da criação de órgão jurisdicional.

Na análise da expositora, em 1934, a Constituição Federal previu a pluralidade sindical, mas uma Lei Ordinária, em 1935, criou a unicidade sindical e aplicava-se a lei em detrimento da Constituição, pois não era uma questão legal, mas ideológica. Já a Constituição de 1937 refletiu a intervenção do Estado e o modelo corporativista com influência de elementos dos italianos fascistas. Já a Constituição de 1988 é um modelo híbrido com uma falsa liberdade sindical, pois proíbe intervenção do Estado na administração sindical e garante a liberdade de associação profissional ou sindical, mas mantém o registro sindical no Ministério do Trabalho.

“A reforma trabalhista foi um avanço neste modelo corporativista que acaba com a contribuição sindical obrigatória e houve o fortalecimento das negociações coletivas, mas ainda existem os dilemas da falta de liberdade sindical plena e a queda da taxa de sindicalização”, disse. E sugeriu um diálogo social que permitiria a reforma sindical e a sustentação financeira dos sindicatos.

A desembargadora encerrou sua participação informando que houve a regulamentação para arbitragem nos dissídios coletivos e, no Tribunal no qual atua, há um núcleo pré-processual de conciliação.

Hélio Zylberstajn – economista, coordenador do projeto Salariômetro da Fipe e consultor da OIT, do Banco Mundial e do BID-Banco Interamericano de Desenvolvimento – ampliou o debate ao tratar dos primeiros impactos da reforma trabalhista com impacto imediato na redução da litigiosidade. Porém, apresentou dados do CAGED sobre os trabalhos intermitente e em jornada parcial, que ainda não contam com números expressivos. E o fato de se registrar queda de 38% na quantidade de reclamações novas mas varas de trabalho.

E lembrou que o processo de globalização e os novos arranjos geopolíticos, mais a revolução tecnológica, promoveram impactos nas relações de trabalho com a alteração do modelo empresarial, flexibilização e desregulamentação dos mercados de trabalho, recortes nos direitos sociais e do trabalho, informalização e precarização. Tratou também das experiências das União Europeia e do sindicalismo global.

Mas, observou o expositor, as empresas exploram timidamente as novas oportunidades e ainda é um terreno virgem a prevalência do negociado. Ele perguntou, “afinal, o que negociar?”. Nessa pauta podem entrar o teletrabalho, prêmios e bônus, PLR-Participação em Lucros e Resultados, jornada flexível, procedimento para acordo extrajudicial, quitação anual, implantação de mecanismos de soluções de conflitos (conciliação prévia mais representantes).

Na sequência, o debate girou em torno do sindicalismo e a Organização Internacional do Trabalho (OIT), com o objetivo de traçar paralelo entre o sindicalismo brasileiro e o sindicalismo internacional. A juíza do Trabalho Thereza Nahas (TRT 2ª Região) relembrou que a sociedade entrou na época do neocapitalismo na década de 70, sob a influência da Escola de Chicago, com impactos nas relações trabalhistas. Em sua avaliação, mais do que a terceirização, o problema é a descentralização da cadeia de produção vertical, que se converte em digital. A tecnologia é um fator a ser considerado: na Índia, a mão de obra é 95% informal, mas o país é altamente tecnológico. A Noruega também é muito tecnológica e está se dessindicalizando.

Maria Lucia Benhame, membro da Comissão de Direito Sindical da OAB-SP, pontuou que a estrutura legal não permite mudanças profundas, mas, por exemplo, mais de 50% das entidades sindicais nunca fizeram uma negociação, ou seja, são legais, mas não legítimas e representativas. E questionou como se adaptar. Outro ponto a ser levado em conta é uma situação paradoxal: na base da pirâmide sindical, o unitarismo resiste ao tempo; no ápice, várias centrais sindicais, lembrou José Eduardo Duarte Saad, assessor jurídico da Fiesp.

O tema foi complementado pelo “Financiamento Sindical nos Países” com demonstração de dados estatísticos e análise crítica feita por especialistas, tendo como foco a manutenção de entidades sindicais.

Sólon de Almeida Cunha, integrante do Conselho Superior de Relações Trabalhistas (Cort) da Fiesp, fez diagnóstico e estratégia do financiamento do sistema sindical. Ele pergunta inicialmente se o Brasil tem ou não muitos sindicatos. São 16.890 entidades sindicais registradas até 14/10/2018, sendo 11.603 dos empregados e 5.287 patronais, de acordo com dados do Ministério do Trabalho. Há previsão de que o número de sindicatos caia para cerca de 8.000, devido à aglomeração, extinção ou fusão, o que abre outro ponto de discussão: como serão custeados com a extinção da contribuição sindical obrigatória.

Ao fazer a comparação das fontes de financiamento sindical em diversos países, tais como Espanha, Alemanha, Itália, França, Portugal e China, aponta-se tendência do fim da contribuição obrigatória e a evolução para outras formas de participação. Há modelos alternativos de arrecadação? Para ele, prestação de serviços e sugere feiras e eventos, assistência jurídica, marketing institucional e vinculação a seguradoras, bancos e operadoras de plano de saúde. Às vezes os sindicatos têm ativos não rentáveis e onerosos e arcam com assistência social que deveria ser prestada pelo Estado ou com ambulatórios médicos e odontológicos. Outro ponto de atenção é o treinamento e a qualificação de trabalhadores da categoria, disse, em sua explanação.

Maria Cristina Mattiolli, desembargadora aposentada do Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região, destaca, entre os objetivos da Reforma Trabalhista, maior segurança jurídica, intervenção mínima na negociação coletiva, menor índice de informalidade e reconhecimento de formas atípicas de trabalho, bem como liberdade de terceirização independentemente de atividade fim ou meio. O modelo de sindicalização americano permanece o mesmo desde 1935 e sob este sistema apenas 30% dos trabalhadores postulam uma eleição. Somente se a maioria dos trabalhadores decidir por serem representados é que serão sindicalizados, num modelo de ‘entreprise-level bargaining”.

Mas Mattiolli faz a seguinte pergunta: por que os nórdicos possuem grande número de sindicalizados? As taxas chegam a 74% na Finlândia, 70% na Suécia, 67% na Dinamarca, 52% na Noruega, sendo lanterninhas Alemanha com 18% e França com 8%. Ela exemplifica que os benefícios relativos ao seguro-desemprego são pagos pelos sindicatos, embora as contribuições possam ser fortemente subsidiadas pelo Estado. “Por isto os percentuais de filiação nos países nórdicos são tão elevados, pois eles estão enquadrados neste sistema. Para se beneficiar, pode-se exigir a filiação”, avaliou.

Em sua opinião, a crise econômica generalizada exige o fortalecimento do diálogo social, pois há impacto no cenário da negociação coletiva e das relações industriais em todos os níveis. Exige-se inclusive a reinvenção dos próprios sindicatos em função do grande desafio que se impõe com a queda de sindicalizados. Então, deve-se buscar os jovens trabalhadores, os que se encontram em plataformas digitais e os não enquadrados em trabalhos considerados ‘padrão’ para vencer a fórmula envelhecimento da força de trabalho versus falta de integração dos jovens no mercado de trabalho. “O custeio do sindicato no mundo é uma questão extremamente sensível”, afirmou.

Ainda se realizou o painel “Modelos de Gestão de Relações Sindicais” a fim de compartilhar experiências negociais e de gestão praticadas dentro e fora do País, com Antonio Carlos Aguiar e Almir Pazzianotto, ambos integrantes do Cort da Fiesp, e Roberto Petrini, diretor do Departamento da Indústria da Construção da Fiesp e presidente executivo do Sinprocin e Sinaprocim. Pazzianotto lembrou, uma vez mais, da doutrina corporativista e artificial de Vargas. “Mas o Brasil passou por profundas reformas de lá para cá, em termos políticos, e o sindicalismo manteve sua coluna-mestra. A Constituição de 1988 acenou com a possibilidade da criação de uma contribuição e os sindicatos patronais e de trabalhadores navegaram em águas tranquilas porque tinham a sustentabilidade assegurada. O mundo sindical se acomodou e basta ver que uma reforma pequena impactou na Justiça do Trabalho e na vida sindical ao se converter a contribuição obrigatória em voluntária.

No encerramento do seminário, Schoueri agradeceu às equipes responsáveis pela montagem dos trabalhos e ressaltou as diversas visões mostradas ao longo do dia. Os tópicos convidam à reflexão sobre como os órgãos sindicais podem ser mais relevantes para seus representados, afirmou.

Fórum de atualização sindical - Sindicalismo no mundo, na Fiesp. Foto: Helcio Nagamine/Fiesp

Fórum de atualização sindical – Sindicalismo no mundo, na Fiesp. Foto: Helcio Nagamine/Fiesp

Skaf recebe futuro embaixador do Brasil na China na Fiesp

Agência Indusnet Fiesp

O presidente da Fiesp, Paulo Skaf, recebeu, na manhã desta segunda-feira (15/10), em encontro na sede da federação, em São Paulo, o futuro embaixador do Brasil na China e atual Subsecretário-geral para América Latina e Caribe do Ministérios das Relações Exteriores, Paulo Estivallet.

Estiveram presentes no encontro ainda o presidente da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex), embaixador Roberto Jaguaribe, e o diretor titular do Departamento de Relações Internacionais e Comércio Exterior (Derex) da Fiesp, Thomaz Zanotto.

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Skaf em encontro com Estivallet nesta segunda-feira (15/10): oportunidades. Foto: Ayrton Vignola/Fiesp

Skaf recebe o time Sesi Franca Basquete, campeão paulista, na Fiesp

Agência Indusnet Fiesp

O presidente da Fiesp e do Sesi-SP, Paulo Skaf, recebeu, na sede da Fiesp, em São Paulo, na última quinta-feira (11/10), os atletas e a comissão técnica do Sesi Franca Basquete, campeão paulista na modalidade.

Após onze anos, o time masculino do Sesi Franca Basquete pôde novamente soltar o grito de campeão do Campeonato Paulista. A equipe venceu o Paulistano na noite da última quarta-feira (10/11) por 77 a 69, fechando a série em dois a zero nas finais do torneio. Em reconhecimento ao trabalho desenvolvido, o grupo comandado pelo técnico Helinho Garcia foi recebido por Skaf num almoço.

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Skaf e a equipe campeã: reconhecimento do trabalho realizado. Foto: Ayrton Vignola/Fiesp

Skaf apresenta equipe do Sesi Vôlei Bauru

Isabela Barros, Agência Indusnet Fiesp

O presidente do Sesi-SP, Paulo Skaf, apresentou, na manhã desta segunda-feira (04/06), o elenco do Sesi Vôlei Bauru para a temporada 2018/19. A equipe de vôlei feminino, recém-criada, surge de parceria do Sesi-SP com o Vôlei Bauru firmada em dezembro de 2017 para ter competitividade nos torneios estaduais e nacionais. Em evento no prédio do Sesi-SP e da Fiesp, na Avenida Paulista, Skaf deu as boas-vindas às atletas e destacou o compromisso da indústria paulista com o esporte.

“Desejo muito boa sorte a todo mundo”, disse. “Das nossas atletas, 70% estão vindo da base ou são novas no time”, afirmou. “O lucro do Sesi-SP é investir nas pessoas”.

De acordo com Skaf, o apoio à atividade esportiva se justifica: “investimos no esporte porque educa, dá disciplina e saúde”.

“Que o Sesi Vôlei Bauru faça a diferença no vôlei do nosso estado e do nosso país”, disse. “Vistam com muito amor essa camisa: além do vôlei, vocês fazem parte de uma organização que faz muito bem para tanta gente”.

O presidente do Sesi-SP e da Fiesp destacou ainda a inauguração de um ginásio de 5 mil lugares em Bauru, no ano que vem.

Para o superintendente do Sesi-SP, Walter Vicioni, Skaf pensa em educação “considerando todas as suas dimensões, como o esporte”. “É a função educacional do esporte e dos seus valores”, explicou Vicioni. “Mais uma dimensão do lema ‘crescem as pessoas, cresce o Brasil’”.

Técnico do time, o campeão olímpico Anderson afirmou que “o desafio é grande”.

Confira o boletim de áudio dessa notícia:

As jogadoras do Sesi Vôlei Bauru apresentas nesta segunda-feira (04/06) são: Fabiola (levantadora), Naiane (levantadora), Tássia (líbero), Vanessa Janke (ponteira), Saraelen (central), Edinara (ponteira/oposta), Tifanny (oposta), Palacio (ponteira), Valquiria (central), Andressa (central), Gabi Candido (ponteira), Glayce (ponteira).

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Skaf no evento que apresentou o time: compromisso da indústria paulista com o esporte. Foto: Helcio Nagamine/Fiesp

‘Temos que quebrar paradigmas’, diz Skaf no 13º Congresso da Micro, Pequena e Média Indústria da Fiesp

Isabela Barros, Agência Indusnet Fiesp

O presidente da Fiesp, Paulo Skaf, fez questão de prestigiar os empreendedores participantes do “13º Congresso da Micro, Pequena e Média Indústria (MPI) – Conecta Indústria: Faça seu negócio estar presente no futuro”, aberto na manhã deste domingo (27/05), na sede da federação, em São Paulo. O evento envolve palestras, debates e workshops variados, entre outras atividades, seguindo até amanhã (28/05).

Ao circular pelo congresso, Skaf conversou com os participantes. “Vivemos num mundo de grandes revoluções”, disse. “Negócios podem ou não quebrar, não tem problema se não der certo uma vez, temos que quebrar paradigmas”, disse. “Desejo muito sucesso a vocês”.

Confira o boletim de áudio sobre essa noticia:

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Skaf no 13º Congresso Micro, Pequena e Média Indústria: “Não tem problema se não der certo uma vez”. Foto: Hélcio Nagamine/Fiesp


Skaf: É hora de equilíbrio

O movimento dos caminhoneiros afirmou que até sexta-feira 25 (amanhã) dará livre passagem para cargas vivas e remédios. Mas que se um acordo não for alcançado, a partir de sábado, dia 26, nenhum tipo de carga passará.

O movimento não pode impor sofrimento às cargas vivas, deixar que animais morram de fome e sede nas estradas, nem privar a sociedade do livre trânsito de remédios e produtos perecíveis.

Identificamos em relatório do Ministério das Minas e Energia de abril que o preço interno do diesel S 10 cobrado pela Petrobras está 5% acima do padrão internacional (preço do golfo do México).

A Petrobras deve ter liberdade para definir os preços, mas tem a responsabilidade de não tirar vantagem excessiva de seu poder de monopólio e impor valores acima do mercado internacional. É hora de ter equilíbrio.

Paulo Skaf

Presidente da Fiesp e do Ciesp

Skaf lança projeto de skate olímpico do Sesi-SP em parceria com Bob Burnquist

Agência Indusnet Fiesp

Ao apresentar nesta terça-feira (15 de maio) o projeto Sesi-SP Skate, o presidente da Fiesp e do Sesi-SP, Paulo Skaf, destacou a inspiração dada por Bob Burnquist, que projetou as pistas que integram o complexo cultural e esportivo que vai abrigar a modalidade, que será disputada nos Jogos Olímpicos Tóquio 2020. Skaf lembrou a carência de espaços culturais da Zona Leste, que o complexo vai ajudar a reduzir.

“É um momento muito especial para o skate”, disse Bob Burnquist na apresentação do projeto. Agradeceu em nome dos skatistas de São Paulo.

Park e street são as modalidades olímpicas, e há uma pista para cada no complexo, explicou Burnquist. Esse suporte, com pistas deste nível, vai fazer que os skatistas melhorem ainda mais, afirmou. O projeto, disse o skatista, inclui os Burnkits – um projeto que Burnquist – já tinha, que podem ser usados graças à flexibilidade da prática do skate. “Isso vai disseminar o skate em São Paulo.”

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Skaf com Bob Burnquist no lançamento do projeto Sesi-SP Skate. Foto: Ayrton Vignola/Fiesp


O Complexo de Skate Sesi-SP tem, além das pistas de padrão olímpico –com 2.000 metros quadrados, projetadas por Bob Burnquist-, uma estação de cultura e um teatro. O investimento foi de R$ 20 milhões. Fica perto do estádio do Corinthians, em Itaquera. As pistas devem ficar prontas no primeiro semestre de 2019, e o teatro, até o final do ano. Alexandre Pflug, diretor de Qualidade de Vida do Sesi-SP, apresentou o projeto, explicando que seu lançamento se deve ao fato de o skate ter se tornado esporte olímpico. É a 19ª modalidade abrigada pelo Sesi-SP.

O Sesi-SP Skate tem como principal objetivo incentivar a prática esportiva e garimpar novos talentos para o Brasil e o mundo. Em parte isso será feito com a distribuição pelas unidades do Sesi-SP dos Burnkits, aparelhos para a prática de skate que suprem a dificuldade de construir pistas. O Circuito Paulista Sesi-SP, parte do projeto Sesi-SP Skate, promovido em parceria com a Federação Paulista de Skate, com cinco etapas, começa em 2 de junho.

Segundo o presidente da Federação Paulista de Skate, Roberto Herondino Maçaneiro, o esporte tem 4 milhões de praticantes no Estado e 2 milhões na cidade de São Paulo. “Faltava um complexo.” O skate, lembrou, será usado como ferramenta pedagógica pelo Sesi-SP.

Único atleta que participou de todas as edições dos X Games desde sua criação, Burnquist é o embaixador do skate brasileiro.

Ouça o boletim de áudio dessa notícia:

Skaf assina convênio do Programa Sesi-SP Atleta do Futuro com Itapecerica da Serra

Agência Indusnet Fiesp

O presidente da Fiesp e do Sesi-SP firmou convênio do programa Atleta do Futuro com o município de Itapecerica da Serra neste sábado (12 de maio). Também recebeu o título de cidadão de Itapecerica da Serra.

O acordo prevê a participação de 1.200 alunos do município, que poderão praticar futebol, futsal, handebol, jiu-jitsu, karatê, kung-fu ou voleibol.

Em todo o Estado de São Paulo são mais de 100.000 alunos beneficiados pelo programa, que envolve 187 prefeituras conveniadas. Desde 2008, o Atleta do Futuro tem estimulado a prática esportiva e a cidadania de crianças e adolescentes.

Além de introduzir a prática esportiva aos participantes, os alunos recebem orientação em temas transversais como saúde, trabalho, consumo consciente, meio ambiente e pluralidade cultural, dentre outros.

Os instrutores trabalham para difundir valores como ética, superação, autoestima e socialização, com o intuito de ajudar o aluno a se desenvolver de modo pleno.