Iniciativas Sustentáveis: Siemens – Educação com base na experimentação

Imagem relacionada a matéria - Id: 1548015545

Por Karen Pegorari Silveira

A partir do grande desafio no cenário educacional brasileiro, a indústria Siemens, por meio de sua Fundação, se propôs a contribuir com a melhoria da educação no país, seguindo o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável número 4, da ONU.

Por meio do programa educacional inovador chamado Experimento – para professores e alunos, a Fundação Siemens buscou se envolver em uma educação científico-tecnológica, ancorada em valores desde a primeira infância até o final do ensino secundário.  O programa, com metodologia baseada no aprendizado pela descoberta, prioriza a experimentação, exploração e compreensão autônoma de fenômenos naturais relacionados à energia, meio ambiente e saúde.

Entre os parceiros do projeto estão o Colégio Visconde de Porto Seguro, Educação Metodista, Grupo Ser, Prefeitura de Jundiaí, Instituto Qualidade no Ensino, Prefeitura de Juquitiba, Instituto Ayrton Senna, Escolas Associadas da Unesco, Escola de Inventor, Instituto Sabin, Atina Educação, BASF, Prefeitura de Guaratinguetá, FCA, Prefeitura de Paulista e um número crescente de escolas em todo o país.

A abordagem educacional busca ensinar através da colaboração – o “processo de aprendizagem” começa com uma pergunta para o mundo – e busca ensinar em contextos que estão ligados à vida cotidiana. As experiências científicas naturais desempenham um papel central no projeto, que utiliza Guias para professores, Fichas para estudantes, Kits de material para cerca de 136 hands-on experiências de sala de aula, Cursos de formação para professores e educadores – Redes para a troca de know-how e Plataforma on-line para o material mais detalhada.

O Programa Experimento foi implantado em final de 2014 e contou com o Colégio Visconde de Porto Seguro como primeiro parceiro. Eles se dedicaram a tropicalizar o projeto da Siemens Stiftung (Alemanha) para os cenários brasileiros, sobretudo com a adequação ao currículo do país. Os kits foram divididos por faixa etária e possuem metodologia própria, que cobrem da pré-escola ao ensino médio: Experimento | 4+ (de 4 a 7 anos), Experimento | 8+ (8 a 12 anos) e Experimento 10 + (de 10 a 18 anos).

Até o momento o projeto já treinou 2.124 professores, fez presença em 83 cidades em 16 estados brasileiros e impactou mais de 152 mil crianças. Durante o andamento do projeto, os responsáveis notaram benefícios como a reconstrução do pensamento de professores, crianças e jovens ao utilizar o ciclo do pensamento científico.

De acordo com a especialista em Sustentabilidade na Siemens e secretária-executiva na Fundação Siemens, Bianca Bozon Moreira Talassi, o Programa Experimento reafirmou a contribuição da empresa para que o Brasil atinja vários dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) estabelecidos pela Organização das Nações Unidas (ONU), como a educação de qualidade, entre outros. “Assumimos publicamente esse compromisso com a publicação do relatório Business to Society (B2S). A mudança que a empresa deseja para o país é que daqui a dez anos tenhamos profissionais do futuro, que são conscientes de seu processo decisório, interessados em inovar e aptos a ter melhores desempenhos social, econômico, financeiro e educacional”, esclarece.

Sobre o Grupo Siemens no Brasil

A Siemens está presente no Brasil há cerca de 150 anos. Hoje, seus equipamentos e sistemas são responsáveis por 50% da energia elétrica gerada nacionalmente, 30% dos diagnósticos digitais por imagem realizados no Brasil e estão presentes em 2/3 de todas as plataformas offshore brasileiras projetadas nos últimos 10 anos. Atualmente, a empresa conta com 12 fábricas e sete centros de Pesquisa e Desenvolvimento espalhados por todo o território nacional.

24º PRÊMIO FIESP DE MÉRITO AMBIENTAL – DESTAQUE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL

Imagem relacionada a matéria - Id: 1548015545

A edição 2018 do prêmio promovido pelo Departamento de Desenvolvimento Sustentável – DDS e Comitê de Responsabilidade Social – Cores da Fiesp recebeu 16 cases de sucesso na temática responsabilidade social, onde os finalistas premiados receberam a placa de Destaque Responsabilidade Socioambiental.

Saiba mais sobre os cases vencedores acessando os links abaixo:

Vencedor 

Eletropaulo Metropolitana Eletricidade de São Paulo

Transformação de Consumidores em Clientes


Destaques Responsabilidade Socioambiental

Cervejaria Ambev

Cervejaria Ambev e a responsabilidade socioambiental: Água AMA, mais que uma água, uma causa

CPFL Energias Renováveis

Programa Raízes: Segurança hídrica no Semiárido do Rio Grande do Norte

Siemens

Projeto Experimento

Tereos Açúcar e Energia Brasil

Risco Zero em Casa

Fiesp debate manufatura avançada e digitalização de indústrias

Patrícia Ribeiro, Agência Indusnet Fiesp

Carlos Américo Pacheco, diretor-presidente do Conselho Técnico-Administrativo da Fapesp, falou nesta sexta-feira (9 de junho) em reunião do Conselho Superior de Inovação e Competitividade da Fiesp (Conic) sobre a criação de um Centro de Pesquisa em Engenharia em Manufatura Avançada.

Segundo Pacheco, a Fapesp tem o objetivo de promover o avanço tecnológico em São Paulo para que o Estado possa se tornar cada vez mais competitivo. “Queremos criar o centro para fortalecer ainda mais a inovação. Precisamos de empresas que consigam competir”, enfatizou.

“Ninguém inova só pela necessidade. É a emergência do mercado que faz as empresas se mobilizarem para a inovação”, afirmou José Borges Frias Junior, head of strategy, Market Intelligence & Business Excellence – Digital Factory and Process Industries and Drives- Siemens, em sua apresentação.

“De que forma a tecnologia pode te ajudar a chegar mais próximo dos resultados?”, questionou Borges. Segundo ele, é preciso mudar os modelos negócios e entender qual o potencial que as tecnologias têm para trazer ao mercado.

Pensando no processo, ele apresentou a seguinte linha de pensamento: eficiência; flexibilidade; qualidade e tempo de mercado. “Este é o percurso que a digitalização promove de forma positiva nas empresas.”

Ele também explicou os ciclos quando uma empresa inova por meio da digitalização. São eles: produto, planejamento de produção, engenharia de produção, evolução da produção e serviços. “Com a programação deste ciclo fechado de manufatura, é possível saber previamente e de forma organizada tecnologicamente quanto tempo leva a produção e entrega de um projeto/produto customizado.”

Na apresentação, Borges mostrou que é possível, com a digitalização, ter em uma mesma linha de produção, vários modelos e marcas de carros fabricados.

Ao final, ele alertou que não existe uma receita igual para todos. “Não adianta fazer um processo de digitalização sem ter o plano diretor, o horizonte a seguir e um nível de maturidade.”

Roberto Aloísio Paranhos do Rio Branco, vice-presidente do Conic, destacou os temas de interesse do conselho e também abordou os eventos programados para este ano, entre eles o “Bioeconomia Steering Committee”.

Também participaram da reunião o conselheiro do Conic e do Conjur, Paulo Roberto Barreto Bornhausen; o vice-presidente do Conic, Antonio Carlos Teixeira Álvares; a conselheira do Conic Andrea Matarazzo e o vice-presidente do Ciesp, José Eduardo Camargo.