Indústria paulista fecha 11.000 vagas em agosto

Bernardete de Aquino, Agência Indusnet Fiesp

A indústria de transformação paulista fechou 11.000 postos de trabalho no mês de agosto, recuo de 0,49% em relação ao mês anterior. Com ajuste sazonal, a retração foi de 0,27%. Os dados são da pesquisa de Nível de Emprego do Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos da Fiesp e do Ciesp (Depecon), divulgada nesta quinta-feira (15/9).

Para o diretor titular do Depecon, Paulo Francini, o resultado da pesquisa indica que não houve alteração no mercado em relação à oferta de empregos na indústria. “É uma continuidade, um sinal de que o emprego continuará caindo e, infelizmente, isto deve prosseguir até o final do ano”, explica.

O diretor reafirma a projeção do encerramento de 165.000 vagas de trabalho este ano, contra a perda de 235.500 postos no ano passado. “Este ano vamos perder três estádios de futebol, destes construídos para a Copa, cheios de trabalhadores da indústria.”

De acordo com Francini ainda não é possível enxergar nitidamente uma tendência de recuperação do cenário. Ele lembra que o emprego é sempre a última variável a sofrer e a se recuperar dos efeitos de uma crise econômica. “Nós ficamos ansiosos por querer enxergar a luz no final do túnel. Por enquanto estamos vendo apenas redução da taxa de queda”, conclui.

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Setores

Dos 22 setores que integram a pesquisa do Depecon, 73% (16) registraram queda do nível de emprego, com destaque para Produtos de Metal, exceto Máquinas e Equipamentos (-2.187 postos); Produtos Alimentícios (-1.981postos) e Produtos de Borracha e de Material Plástico (-1.624 postos). Três setores ficaram estáveis e outros três apresentaram variação positiva no mês de agosto.

Regiões

Em agosto, das 36 regiões consideradas no levantamento, 28 apresentaram variação negativa no nível de emprego em agosto, 4 registraram aumento de vagas, e 4 ficaram estáveis.

Revisão do PIB

A Fiesp revisou a previsão do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro em 2016. A nova estimativa é de retração menor (-3%) do que a divulgada em junho, de -3,2%. A projeção da entidade para o crescimento do país para 2017 continua sendo de alta, passando de 0,6% para 0,9%.

Paulo Francini afirma que o anúncio de queda de 0,6% do PIB do segundo trimestre de 2016, em relação ao primeiro trimestre, divulgado pelo IBGE, foi pior do que o mercado esperava. “Para 2017, quando projetamos cerca de 1% de crescimento podemos dizer que paramos de cair, mas a recuperação será vagarosa, até esta máquina enorme, que é o Brasil, ganhar força e impulso para apresentar taxas melhores”, conclui.

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Indústria paulista cria 9,5 mil vagas em fevereiro; Fiesp estima recuperação de 1,6% do emprego em 2013

Alice Assunção, Agência Indusnet Fiesp

Paulo Francini, diretor do Departamento de Economia da Fiesp: ainda existem dúvidas quanto ao grau da recuperação da indústria de transformação. Foto: Helcio Nagamine.

Puxada pelos setores de Produtos Alimentícios, Couro e Calçados, Coque e Derivados de Petróleo e Biocombustíveis, a indústria paulista criou 9,5 mil postos de trabalho em fevereiro, de acordo com dados da pesquisa de Nível de Emprego do Estado de São Paulo divulgada nesta quinta-feira (14/03) pela Federação e pelo Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp e Ciesp).

A Fiesp projeta uma recuperação de 1,6% do emprego em 2013, embora ainda existam incertezas quanto à força dessa retomada.

“Ainda existem dúvidas quanto ao grau da recuperação da indústria de transformação. Temos dados positivos, mas estamos com certa reserva a algumas características”, afirmou Paulo Francini, diretor do Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos (Depecon) da Fiesp e do Ciesp.

Francini se refere ao crescimento de 17,3% da produção de bens em fevereiro, número apurado pelo índice Produção Indústria Mensal (PIM) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), puxado principalmente pela fabricação de caminhões.

“O destaque no setor de caminhões está muito mais vinculado ao fracasso do setor no ano passado. Então, o grande crescimento deste ano está apoiado na grande perda do ano passado”, explicou.

Francini afirma que a recuperação da indústria de transformação – e, consequentemente, do emprego – está em curso, mas “falta vigor”. Segundo o diretor, a recuperação de 1,6% em 2013 deve contrabalançar em 50% as perdas de mais de 2% apuradas pelo índice de emprego no final de 2012.

Para a atividade industrial, a Fiesp projeta uma recuperação de 2,3%, ante queda de ao menos 4% verificada no ano passado.

Bom desempenho

Destaques em fevereiro, os setores que mais contrataram no mês passado foram os de Produtos Alimentícios, com a criação de 3.548 vagas, Preparação de Couros e Fabricação de Calçados, com 2.609 novos postos de trabalho, e o segmento de Coque de Produtos Derivados do Petróleo e de Biocombustíveis, que contratou 2.097 trabalhadores.

O setor de Máquinas e Equipamentos, destaque da pesquisa anterior ao responder por duas mil das contratações registradas em janeiro, criou 655 vagas. “Mas de qualquer maneira é um número positivo e não derruba nossa expectativa de que o setor está em processo de recuperação”, ponderou Francini.

Segundo Francini, a indústria de calçados é a principal responsável pelas contratações no segmento de Preparação de Couros e Fabricação de Artefatos de Couro, Artigos para Viagem, sobretudo na região de Franca. “É um município com boa concentração e está ocorrendo certa recuperação efetiva da fabricação doméstica de calçados. E isso é uma boa noticia”, afirmou.

Comparada ao mês de janeiro, a criação de vagas em fevereiro ficou praticamente estável, com variação ligeiramente negativa de 0,04% na leitura com ajuste sazonal.

No acumulado de 2013, a indústria paulista gerou 20,5 mil empregos, com variação positiva de 0,80%. A indústria paulista, no entanto, demitiu 38 mil funcionários nos últimos 12 meses, o equivalente a uma queda de 1,44% na comparação com o período imediatamente anterior.

Do total de contratações ocorridas em janeiro, a indústria foi responsável pela contratação de 3.243 mil vagas. O setor de açúcar e álcool criou 6.257 vagas, o equivalente a um ganho de 0,25% em comparação com fevereiro.

Setores e regiões

Dos 22 setores cuja situação de emprego foi analisada no levantamento de fevereiro, 12 apresentaram efeitos positivos, sete fecharam o mês em queda e três ficaram estáveis. O emprego no setor de Fabricação de Coque, Produtos Derivados do Petróleo e de Biocombustíveis registrou o crescimento mais expressivo, com 5,1% na leitura mensal, seguido pelo bom desempenho da indústria de Couros e Fabricação de Artigos de Viagem e Calçados, com 3,6%.

Já o emprego no segmento de Equipamentos de Informática, Produtos Eletrônicos e Ópticos registrou a queda mais significativa com 0,7% em fevereiro contra janeiro. A indústria de Produtos Diversos também encerrou o mês em baixa, com variação negativa de 0,5%.

A pesquisa da Fiesp e do Ciesp mostrou ainda que, das 36 regiões analisadas, 18 apresentaram quadro positivo, 12 ficaram negativas e seis regiões encerraram o mês estáveis.

Franca foi a cidade que apresentou a maior alta com taxa de 5,03% em fevereiro, impulsionada por Artefatos de Couro e Calçados (8,34%) e Coque, Petróleo e Biocombustíveis (3,53%). A região de São Carlos registrou ganho de 2,68%, sob influência positiva dos setores de Produtos Alimentícios (14,92%) e Máquinas e Equipamentos (6,63%). Enquanto São José do Rio Preto subiu 2,11%, influenciado por Coque, Petróleo e Biocombustíveis (7,13%) e Produtos Alimentícios (3,69%).

Entre as cidades com desempenho negativo, destaque para Santos, que computou a queda mais expressiva do mês com 3,02%, abatida pelas perdas em Confecções de Artigos do Vestuário (-14,29%) e Impressão e Reprodução de Gravações (-3,39%). Matão fechou o mês com baixa de 2,79%, pressionado pelo desempenho ruim dos setores de Produtos Alimentícios (-7,44%) e Máquinas e Equipamentos (-1,27%). O emprego em Campinas caiu 0,54%, com perdas em Produtos Alimentícios (-1,25%) e Produtos de Metal, exceto Máquinas e Equipamentos (-0,57%).

Vídeo: veja a íntegra da coletiva de divulgação do Índice de Emprego de fevereiro de 2013

‘Governo precisa fazer muito mais – e mais rápido’, diz Skaf ao programa Jogo de Poder

Juan Saavedra, Agência Indusnet Fiesp

Paulo Skaf, presidente da Fiesp/Ciesp, em entrevista ao programa Jogo de Poder SP, da Rede CNT

A velocidade do governo federal não é a mesma de que o Brasil precisa, de acordo com o presidente da Federação e do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp e Ciesp), Paulo Skaf, ao participar do programa Jogo de Poder São Paulo, exibido na noite de domingo (24/02) na Rede CNT.

“O governo está no caminho de tentar fazer. Precisa fazer muito mais – e mais rápido. Caso contrário, põe em risco a indústria da transformação, que é o maior patrimônio [do Brasil]”, assinalou Skaf no quarto bloco do programa, destacando que o setor emprega mais de 10 milhões de pessoas, paga os melhores salários e desenvolve as regiões.

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Skaf reconheceu que o governo adotou medidas positivas, citando a desoneração da folha de pagamento de alguns setores, a queda na taxa básica de juros e a redução nas tarifas de energia. Mas ressaltou que o Brasil ainda sofre com a falta de competitividade.

“Nós ainda não temos isonomia. Nosso custo é muito mais alto que nos outros países que tem o melhor. O brasileiro é criativo, eficiente, talentoso. Temos que ter as mesmas condições para realmente gerar as riquezas aqui e não ficar importando. Nos últimos 10 anos, enquanto a indústria cresceu 19%, o comércio cresceu 102% – essa diferença foi de produtos importados”, explicou.

Juros

De acordo com Paulo Skaf, o Brasil não pode ser um país que vive exclusivamente de commodities. “É interessante (…) que você tenha as matérias-primas e (…) transforme dentro do Brasil, empregando intensivamente, dando bom emprego para o povo brasileiro, desenvolvendo o Brasil e criando condições para o desenvolvimento da economia.”

O presidente da Fiesp e Ciesp disse que ainda há muitos desafios. “Os juros baixaram. O suficiente? Ainda não. Os juros reais, acima da inflação, ainda são muito elevados. Espero que não venha essa história de subir os juros de novo. Isso é ruim para o Brasil”, alertou.

“A energia vai baixar, mas não significa que não possa continuar baixando. O gás no Brasil é muito caro. O custo de logística é caro, por deficiência nas estradas, portos, aeroportos, ferrovias. Precisamos investir na infraestrutura. A carga tributária no Brasil é muito alta”, completou.

Participação de importados no consumo doméstico é a maior em dez anos. Índice fecha ano em 23,5%

Katya Manira, Agência Indusnet Fiesp

A participação dos importados no consumo doméstico de produtos industriais atingiu 23,5% em 2012. Apesar do aumento moderado (0,4 p.p), quando comparado ao ano anterior, o Coeficiente de Importação (CI) da indústria geral alcançou o maior nível da série histórica, iniciada em 2003, mostram os dados dos Coeficientes de Exportação e Importação (CEI) da Fiesp, divulgados nesta quinta-feira (21/02), pelo Departamento de Relações Internacionais e Comércio Exterior (Derex) da entidade.

Na comparação entre trimestres, o CI também apresentou acréscimo – de 1,8 p.p. –, passando de 22,3% entre julho e setembro, para 24,1% entre outubro e dezembro de 2012.  Nos últimos dez anos, a participação de importados no consumo teve um acréscimo de 11 pontos percentuais.

Para o diretor do Departamento de Relações Internacionais e Comércio Exterior da entidade, Roberto Giannetti, esse aumento se deve às carências de competitividade do Brasil e ao cenário externo adverso. Na avaliação do diretor, o câmbio valorizado torna o mercado brasileiro atraente em um contexto de diminuição do crescimento econômico em terceiros países.

Em relação às exportações, a participação das vendas externas na produção total fechou o ano de 2012 em 20,2%. O valor apresenta um incremento de 2,7 pontos percentuais na comparação com o ano inicial da série. Embora ainda esteja abaixo da máxima histórica, o indicador já acumula o terceiro aumento interanual consecutivo.

Analisando apenas os últimos trimestres de 2012 e 2011, o Coeficiente de Exportação (CE) da indústria geral apresentou leve crescimento, de 19,9% para 20,4%. Na mesma base de comparação, o CE para a indústria de transformação cresceu 0,5 p.p atingindo a marca de 17,1%.

Setores

O Coeficiente de Importação apresentou alta interanual em  20 dos 33 setores analisados. Destaque para o acréscimo de 8,1 p.p. no CI do setor de máquinas e equipamentos para extração mineral e construção, cuja participação dos importados cresceu de 40,9% em 2011 para 49% em 2012. Outro setor de destaque foi o de tratores e máquinas para a agricultura, cujo índice passou de 44% para 51,3% na mesma base de comparação.

Entre os setores que registraram redução do coeficiente, destaca-se o de produtos farmacêuticos, cujo CI diminuiu  3,0 p.p., fechando o ano em  27,7%.

Dos 33 setores analisados pelo Coeficiente de Exportação, 14 apresentaram alta em relação a 2011.  Destaque para o de ferro-gusa e ferroligas e o de preparações e artefatos de couro, cujos coeficientes de exportação se elevaram 13,2 p.p. e 7,9 p.p., respectivamente. Na comparação interanual, o setor de produtos têxteis manteve a trajetória de alta do CE, com a quarta maior elevação do coeficiente em 2012 (2,7 p.p.).

Já entre os 19 setores que apresentaram queda no CE, as mais significativas foram as dos setores de fundição e tubos de ferro e aço ( 2,1 p.p.) e material eletrônico e aparelhos de comunicação ( 2,0 p.p.), que fecharam o ano com  12,1% e  10,0%, respectivamente.

 


Indústria paulista cria 10 mil empregos em janeiro, mas sinais de recuperação ainda não são claros

Alice Assunção, Agência Indusnet Fiesp

Paulo Francini, diretor do Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos (Depecon) da Fiesp

A indústria paulista criou 10 mil postos de trabalho em janeiro na comparação com o quadro de funcionários verificado em dezembro, mostrou pesquisa da Fiesp nesta terça-feira (19/02). O destaque do mês foi a contratação de ao menos dois mil empregados pelo setor de Máquinas e Equipamentos. Os números são positivos, mas ainda não mostram com clareza que a esperada recuperação do parque produtivo brasileiro vai acontecer este ano.

A avaliação foi feita pelo diretor do Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos (Depecon) da Fiesp, Paulo Francini, durante apresentação do Nível de Emprego do Estado de São Paulo, levantamento divulgado pela Federação e Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp e Ciesp), em coletiva de imprensa.

“Não nos dá nenhum sinal de euforia nem de pânico. Se comparamos o crescimento de janeiro 2013 com outros janeiros, vemos que ele está abaixo daquilo que tem sido nos anos anteriores, portanto, não dá pra afirmar que tenha sido um mês incentivador de uma recuperação que nós esperamos”, explicou Francini.

No acumulado de 2013, considerando ainda apenas o mês janeiro, a indústria paulista gerou 10 mil empregos, com uma variação positiva de 0,38%, mas demitiu 46 mil funcionários nos últimos 12 meses, o equivalente a uma queda de 1,75% em relação ao mesmo período do ano anterior.

Do total de contratações ocorridas em janeiro, a indústria foi responsável pela criação de 11.835 vagas. Mas o setor de açúcar e álcool abateu o quadro ao eliminar 1.835 vagas, o equivalente a uma queda de 0,07% em comparação com dezembro.

“Tivemos um ano de 2012 um pouco anormal para o setor de açúcar e álcool, já que [a safra] prolongou-se além do tempo que normalmente ocorre e isso fez com que parte dela terminasse de ser colhida ainda no mês de janeiro”, esclareceu Francini. “Então, houve uma queda em função disso, mas ela é sazonal”, completou.

Sinal

O diretor da Fiesp afirmou que os 2.080 empregos criados pelo setor de Máquinas e Equipamentos em janeiro podem ser considerados como um “bom sinal”. Mas ponderou que vale aguardar comportamento do mercado de trabalho da indústria nos próximos meses para confirmar se o setor começa a “se mover de maneira positiva”.

“No final do ano passado, o BNDES já havia informado um aumento do número de consultas para aquisição de máquinas e equipamentos e isso pode ser um sinal de que aqueles comentários feitos na época estejam se fortificando como maior atividade do setor”, disse Francini sobre as contratações do segmento e janeiro. “Vamos aguardar o que o futuro nos reserva.”

A Fiesp estima que o emprego industrial deve encerrar o ano de 2013 com crescimento de 2% com relação a 2011. O prognóstico para o Produto Interno Bruto (PIB) é de uma expansão de 3% este ano.

“O ano de 2012 foi tão terrível. Perdemos quase 60 mil empregos da indústria de transformação de São Paulo. Repetir 2012 seria uma tragédia. Nós não queremos e não esperamos que aconteça isso”, concluiu Francini.

Setores e regiões

Dos setores cuja situação de emprego foi analisada no levantamento, 14 apresentaram efeitos positivos, três fecharam o mês em queda e cinco ficaram estáveis. O emprego no setor de Couros e Fabricação de Artigos de Couro, Viagem e Calçados registrou o crescimento mais expressivo com 3,2% em janeiro versus dezembro, seguido pelo bom desempenho da indústria de Produtos Têxteis, com 1,2%.

Já o emprego no segmento de Fabricação de Coque de Produtos Derivados do Petróleo e de Biocombustíveis registrou a queda mais significativa com 5,8% em janeiro contra dezembro. A indústria de Bebidas também encerrou o mês em baixa, com variação negativa de 0,6%.

A pesquisa da Fiesp mostrou ainda que das 36 regiões analisadas, 23 apresentaram quadro positivo, oito ficaram negativas e cinco regiões encerraram o mês estáveis.

Sertãozinho foi a cidade que apresentou a maior alta com taxa de 2,76% em janeiro, impulsionada por Produtos Alimentícios (2,53%) e Máquinas e Equipamentos (7,08%). A região de Franca registrou ganho de 2,49%, sob influência positiva dos setores de Artefatos de Couro e Calçados (4,66%) e Coque, Petróleo e Biocombustíveis (2,80%). Enquanto Araçatuba subiu 2,31%, influenciada por Celulose, Papel e Produtos de Papel (4,87%) e Artefatos de Couro e Calçados (3,36%).

Entre as cidades com desempenho negativo, destaque para São João da Boa Vista, que computou a queda mais expressiva do mês com 1,28%, abatida pelas perdas em Produtos Alimentícios (-8,52%) e Confecções de Artigos do Vestuário (-3,70%). Presidente Prudente fechou o mês com baixa de 0,91%, pressionada pelo desempenho ruim dos setores de Produtos Minerais Não Metálicos (-8%) e Produtos Alimentícios (-0,76%). O emprego em São José do Rio Preto caiu 0,70%, com perdas mais expressivas em Coque, Petróleo e Biocombustíveis (-11,99%) e Confecção de Artigos do Vestuário (-2,49%).

Nível de atividade industrial paulista deve cair 4% em 2012, projeta Fiesp

Alice Assunção, Agência Indusnet Fiesp

Paulo Francini, diretor do Departamento de Estudos e Pesquisas Econômicas (Depecon). Foto: Julia Moraes

A atividade da indústria de transformação paulista deve encerrar 2012 negativa em 4%, apontou a Federação e o Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp e Ciesp) em sua última divulgação do Indicador de Nível de Atividade (INA) este ano. Mas as perspectivas para 2013 são mais otimistas, pondera o diretor do departamento de economia da entidade, Paulo Francini.

“Vemos estabelecido um sinal de melhora. Claramente o ano de 2013 será melhor que 2012, o qual se encerra com o desejo de esquecê-lo”, afirmou Francini, diretor do Departamento de Estudos e Pesquisas Econômicas (Depecon) da Fiesp.

A Federação projeta, para 2013, uma expansão do Produto Interno Bruto (PIB) de 3,5% e um crescimento de 2,8% para a indústria de transformação.

No caso da recuperação da atividade industrial prevista para 2013, Francini avalia que “não é brilhante, mas de qualquer forma, para quem está caindo, deixar de cair é sempre um consolo”.

O diretor do Depecon reafirmou que o conjunto de medidas adotadas pelo governo com relação a taxa básica de juros Selic, câmbio, spread bancário e incentivos fiscais para determinados setores produtivos deve impulsionar de forma mais expressiva uma retomada da atividade no ano de 2013, já que os reflexos a tais ações levam tempo para serem sentidos.

“Sair de 12,5% para 7,25% na Selic, conviver com taxa real de juros de 2%, isso é extremamente significativo. Mas é como na arte da culinária: não adianta jogar tudo dentro da panela, precisa deixar aquilo ter um cozimento adequado e há um tempo de espera”, explicou Francini. “Eu diria que vários ingredientes adequados foram jogados, agora, vamos esperar um pouco.”

Ele ainda destacou efeitos que estão por vir a partir de 1º de janeiro, quando entra em vigor a aplicação de 4% das alíquotas interestaduais do ICMS nas operações com produtos importados, colocando fim à chamada guerra dos portos. Outra medida é a continuidade da desoneração do INSS na folha de pagamento para dezenas de setores. “São dois motivos para promover alguma melhora no desempenho da indústria de transformação.”

Atividade em outubro

Em outubro, o indicador registrou alta de 0,6% na série com ajuste sazonal. Na leitura sem ajuste sazonal, o índice apresentou variação positiva de 5,2% na comparação entre outubro e setembro.

Atividade Industria Outubro/2012 from Fiesp Federação das Indústrias do Estado de SP

A variação do período de janeiro a outubro deste ano, no entanto, é negativa em 5% – a maior queda desde 2003, ano de início da pesquisa, com exceção de 2009, quando o indicador chegou a -10%.

No acumulado de 12 meses, o nível de atividade da indústria sem ajuste sazonal também apresenta queda, de 4,8%, ante o período imediatamente anterior. Os números foram divulgados nesta quinta-feira (29/11), pela Federação e Centro das Indústrias do Estado de São Paulo.

O Nível de Utilização da Capacidade Instalada (Nuci) manteve-se praticamente estável em 81,1% em outubro, versus 81,4% em setembro deste ano, com ajuste. Na leitura sem ajuste sazonal, o componente também mostrou estabilidade, ficando em 82,9%, contra 82,3% em setembro.

Dos setores avaliados pela pesquisa em outubro, o segmento de Alimentos e Bebidas anotou queda 1,2% na leitura mensal considerando os efeitos sazonais, seguido pelo item de Produtos Têxteis, com baixa de 0,8%.

Já o setor de Veículos Automotores registrou ganhos de 1,6% sobre setembro, em termos ajustados. Enquanto a atividade da indústria de Produtos Químicos, Petroquímicos e Farmacêuticos registrou alta de 0,5%, com ajuste, na comparação com setembro.

Expectativa

A percepção geral dos empresários com relação ao cenário econômico no mês de novembro, medida pelo Sensor Fiesp, ficou praticamente estável: 51,3 pontos, contra 50,6 pontos em outubro.

A sondagem com relação ao item Mercado apresentou uma piora de quatro pontos e chegou a 51,1 pontos, versus 55,5 pontos em outubro. O mesmo aconteceu com o indicador Vendas, que também desacelerou de 55,9 pontos no mês passado para atuais 51,5 pontos.

Sensor Novembro/2012 from Fiesp Federação das Indústrias do Estado de SP

O indicador de Estoque passou para 46,7 pontos em novembro ante 44,7 pontos em outubro, enquanto o Emprego subiu para 48,5 no mês corrente, contra 46,2 pontos no mês anterior.

A percepção dos empresários quanto ao Investimento apresentou forte melhora, passando de 50,7 pontos em outubro para 58,5 pontos em novembro.

Emprego na indústria paulista cai 0,26% em agosto e deve fechar o ano com queda de 3%

Alice Assunção, Agência Indusnet Fiesp

Paulo Francini, diretor do Depecon da Fiesp, comenta situação do emprego na indústria

A indústria paulista fechou o mês de agosto com 8,5 mil vagas a menos em relação a julho e deve encerrar 2012 com ao menos 80 mil demissões, projetou o diretor do Departamento de Economia da Fiesp, Paulo Francini. Apesar da recuperação, ainda modesta, o emprego é o último item da indústria a refletir tanto a retomada de força quanto a desaceleração, avaliou o diretor.

A pesquisa de Nível de Emprego do Estado de São Paulo, divulgada nesta quinta-feira (13/09) pela Federação e Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp e Ciesp), apurou que o emprego no setor industrial apresentou queda de 0,26% no mês, com ajuste sazonal.

Na leitura dos 12 meses, o índice apurou 84 mil demissões, um recuo de 3,13% em relação ao mesmo período imediatamente anterior.

No acumulado do ano de 2012, a indústria gerou 23,5 mil empregos, com uma variação praticamente estável, positiva em 0,9% com relação ao mesmo período de 2011. Esta é a variação percentual mais baixa, com exceção de 2009, ano da crise, quando o indicador registrou queda de 2,9% no acumulado daquele ano.

“Nós acreditamos que o segundo semestre pode ser melhor do que o primeiro, porém, a recuperação ocorre numa intensidade, força e velocidade bem menor do que aquela que chegamos a pensar que teríamos”, afirmou Francini, diretor-titular do Departamento de Estudos e Pesquisas Econômicas (Depecon) da Fiesp.

Segundo ele, a indústria de transformação tem condições de incrementar a sua produção sem aumentar o emprego, uma vez que trabalha com folga no que diz respeito à mão de obra existente. Além disso, o emprego industrial é o item que demora a sentir reflexos de perda ou ganho de força do setor produtivo em geral.

“O emprego demora a cair quando a indústria começa a fraquejar e demora a voltar quando a indústria começa a se recuperar”, concluiu Francini.

Direção correta, mas tempo insuficiente

A federação manteve projeção de crescimento de 1,4% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2012 e uma queda de 2,5% do PIB da indústria no mesmo ano.
“Nós estamos projetando crescimento de 1% para os dois outros trimestres para poder fechar o ano com 1,4%”, acrescentou o diretor do Depecon/Fiesp.

Para Francini, a redução da taxa básica de juros Selic, o câmbio em patamares mais competitivos e medidas como desoneração de folha e redução do custo de energia estão na direção correta para “mitigar a moléstia adquirida pela indústria de perda de competitividade”.

Ele adverte, no entanto, que as ações foram tomadas sem tempo suficiente para reparar os prejuízos e salvar 2012. “Isso foi suficiente? Eu diria que não, mas tudo vai ser resolver por medidas que estão em curso”, disse Francini, acrescentando que a inflexão da economia, sinalizada por alguns indicadores econômicos, tem sido “pequena”.

“Já vimos, em outras ocasiões, pontos de inflexão onde se sai de uma situação e passa para outra com boa força. Isso pudemos perceber, recentemente, no ano de 2010. Se compararmos, podemos dizer que a nossa inflexão agora não tem a mesma força”, explicou o diretor.

Setores e regiões

Nível de Emprego – Agosto 2012 from Fiesp Federação das Indústrias do Estado de SP

O setor de açúcar e álcool foi responsável pelo fechamento de 1.596 vagas em agosto, uma contribuição negativa para o índice geral em 0,06%. Os demais setores, incluindo a indústria de transformação, responderam por 6.904 demissões do número total no mês passado, o que equivale a -0,27% no mês.

Das atividades analisadas no levantamento, 12 apresentaram efeitos negativos, oito fecharam o mês em alta e duas ficaram estáveis.

O segmento de Produtos Têxteis apurou perdas de 3,3% no mês. No campo positivo, o indicador de emprego no setor de Couros e Fabricação de Artigos de Couro, Viagem e Calçados foi destaque com ganhos de 1,2% em agosto.

A pesquisa mostra ainda que das 36 regiões analisadas, 21 apresentaram quadro negativo, nove ficaram positivas e seis encerraram o mês estáveis.

Cotia foi a cidade que apresentou a maior alta, com taxa de 0,98% em agosto, impulsionada principalmente por Produtos Alimentícios (4,07%). A região de Botucatu registrou ganho de 0,82%, sob influência positiva dos setores de Veículos Automotores e Autopeças (2,08%) e Produtos de Metal, exceto Máquinas e Equipamentos (2%).

O índice de emprego na cidade de Presidente Prudente também registrou alta em agosto, 0,74%, motivado pelo bom desempenho do mercado de trabalho no setor de Artefatos de Couro, Calçados e Artigos de Viagem (1,73%) e Produtos Alimentícios (1,69%).

Entre as cidades com desempenho negativo, destaque para Americana, que computou a queda mais expressiva do mês com 3,98%, abatida pelas perdas no segmento de Produtos Têxteis (-7,53%) e Confecção de Artigos do Vestuário (3,23%).

O emprego na indústria de Matão fechou o mês com baixa de 1,6%, pressionado pelo desempenho ruim dos setores de Produtos Alimentícios (-5,37%) e Confecções de Artigos do Vestuário, (-2,59%). São Carlos encerrou agosto também em queda, de 1,38%, com perdas em Celulose, Papel e Produtos de Papel (-9,27) e Produtos Alimentícios (-4,77%).

Indústria fecha 7.000 postos de trabalho em junho

Alice Assunção, Agência Indusnet Fiesp

Diretor do Depecon/Fiesp, Paulo Francini, durante coletiva do índice de emprego de junho

A indústria paulista fechou 7.000 postos de trabalho em junho, registrando uma queda no mês de 0,39%, com ajuste sazonal, em relação ao desempenho verificado em maio, divulgaram nesta quinta-feira (12/07) a Federação e o Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp e Ciesp).

Com exceção de 2009, ano em que a crise financeira internacional se agravou, este é o pior resultado mensal da série iniciada em 2006.

Segundo o diretor do Departamento de Estudos e Pesquisas Econômicas (Depecon) da Fiesp/Ciesp, Paulo Francini, o emprego na indústria deve encerrar o ano de 2012 com uma taxa negativa de 2,3% em comparação com o ano anterior. “Isso representa uma média de 100 mil empregos a menos do que havia em 2011”, projetou Francini.

De janeiro a junho de 2012, a indústria paulista gerou 31 mil empregos, com variação positiva de 1,20% para o período. Ainda assim, esse é o pior desempenho da série iniciada em 2006, com exceção de 2009, quando o indicador computou variação negativa de 1,87%.

A queda do índice no mês não foi maior porque o setor de açúcar e álcool abriu 16.533 vagas – o equivalente a um aumento de 0,64% –, enquanto os demais setores, incluindo a indústria de transformação, foram responsáveis pelo fechamento de 23.533 postos de trabalho no mês passado, com variação negativa a 0,91%.

Em maio, a pesquisa de emprego da Fiesp/Ciesp apurou um ganho 0,33% na comparação mensal. Na ocasião, o diagnóstico do mês apontou sinais de que alguma recuperação poderia ser percebida a partir do segundo semestre. No entanto, a esperança “foi frustrada”, avaliou o diretor de economia das entidades.

“Estávamos esperando algum prenúncio de um principio de recuperação e foi o que aconteceu no índice de emprego do mês passado, quando houve crescimento. Pensamos: talvez seja o início de uma recuperação. Mas a queda de junho se revelou uma frustração da expectativa”, acrescentou Francini. “Continuamos acreditando numa certa recuperação, mas temos dúvidas quanto à sua intensidade”, concluiu.

Tempo

Nessa quarta-feira (11/07), o Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom) reduziu a taxa básica de juros Selic para 8% – o menor patamar da história da autoridade monetária. O diretor da Fiesp/Ciesp acredita que essa e outras medidas do governo para estimular a economia brasileira “estão na direção certa”, mas lembra que os efeitos positivos levam mais tempo para serem absorvidos pela atividade do que dos reflexos negativos.

“A indústria foi fortemente derrubada. E mesmo que você dê a ela o estímulo, o tempo que demora em reconstruir é maior do que o tempo para destruir”, avaliou Francini.

Setores e regiões

Das atividades analisadas no levantamento, oito apresentaram efeitos positivos, 12 fecharam o mês em baixa e duas ficaram estáveis. O setor de Veículos Automotores, Reboques e Carrocerias apresentou a maior queda, com 1,2% em junho, seguido por Produtos Têxteis, com recuo de 1%.

O segmento de Bebidas apurou ganho de 1,1% no mês, enquanto o índice de emprego na indústria de Produtos Alimentícios registrou moderada alta de 0,8%.

A pesquisa mostra ainda que das 36 regiões analisadas, 24 apresentaram quadro negativo, 10 ficaram positivas e duas regiões encerraram o mês estáveis.

Jundiaí foi a cidade que apresentou a maior queda, com taxa de 1,78% em junho, pressionada por Veículos Automotores e Autopeças (-5,06%) e Produtos de Metal, Exceto Máquinas e Equipamentos (-2,64%).

A região de São José do Rio Preto registrou queda de 1,75%, sob influência negativa dos setores de Produtos Alimentícios (-4,17%) e Máquinas, Aparelhos e Materiais Elétricos (-3,28%).

Entre as cidades com desempenho positivo, destaque para Presidente Prudente, que computou a alta mais expressiva do mês (5,61%), impulsionada pelos ganhos em Produtos Alimentícios (11,88%) e Artefatos de Couro e Calçados (5,96%).

O emprego na indústria de Matão fechou o mês com alta de 1,56%, estimulado pelo bom desempenho dos setores de Produtos de Metal, Exceto Máquinas e Equipamentos (7,74%) e Produtos Alimentícios, (4,36%).

Pleitos da Fiesp/Ciesp atendidos favorecem competitividade da indústria

Solange Sólon Borges, Agência Indusnet Fiesp

Atendendo a pleitos da Federação e o Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp/Ciesp), a Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo editou as Portarias CATs nº 82 e nº 83, ambas de 29/6/12.

Foi prorrogada a vigência dos Índices de Valor Agregado (IVA-ST) aplicados nas operações subsequentes com materiais de construção e congêneres, assim como produtos de alcochoaria.

Esses produtos estão enquadrados na sistemática da Substituição Tributária do ICMS. O prazo antes expirava em 30 de junho; agora, se estende até 31 de julho deste ano. A nova data auxiliará na conclusão das pesquisas de apuração dos novos índices.

Outra conquista foi o pleito da Fiesp/Ciesp para o setor de iluminação atendido pela Presidência da República, com a publicação do Decreto nº 7.770, em 28 de junho.

Prorrogou-se até 30 de setembro deste ano a vigência da alíquota de 5% para o IPI dos produtos classificados nos códigos 9405.10.9 e 9405.40. A nova data ajudará na melhoria da competitividade da indústria do setor.

Rio-2016 deve gerar 90 mil postos de trabalho, diz Nuzman em evento na Fiesp

Flavia Dias, Agência Indusnet Fiesp

Em visita à Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), nesta terça-feira (26/06), o presidente do Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016, Carlos Arthur Nuzman apresentou aos representantes do setor produtivo paulista oportunidade de negócios nos setores de suprimento e patrocínio, durante a organização dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos de 2016, que acontecerá na cidade do Rio de Janeiro.

Carlos Arthur Nuzman, pres. do Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos de 2016

Segundo Nuzman, são esperados cerca de 11 mil atletas de 205 países durante os Jogos Olímpicos de 2016, além de milhares de profissionais da imprensa, turistas e torcedores. A expectativa dos organizadores é que o evento proporcione uma receita de US$ 11 bilhões para economia nacional, além da geração de 90 mil postos de trabalho.

Ainda de acordo com o presidente do comitê olímpico, o evento esportivo contará com um orçamento estimado em R$ 3 bilhões, que serão investidos em obras de infraestrutura, mobilidade urbana e projetos na área de segurança, o que possibilitará novas oportunidades de negócios para os setores da construção civil, logística, tecnologia da informação, serviços e petróleo e gás.

“Os Jogos Olímpicos são do Brasil. E com a união e o esforço de todos os setores, vamos mostrar ao mundo que somos capazes de organizar o maior evento esportivo do planeta. Para nós é uma honra muito grande ter o apoio e a participação da Fiesp neste projeto”, avaliou Nuzman.

Saiba mais sobre o processo de licitações de obras e serviços para os Jogos Olímpicos e Paralímpicos do Rio de Janeiro no site http://www.rio2016.org/bens-e-servicos/bens-e-servicos

Veja o vídeo sobre a visita de Nuzman à Fiesp: