Iniciativas Sustentáveis: Lubrasil – Promoção da saúde biopsicossocial

Por Karen Pegorari Silveira

O modelo de saúde biopsicossocial é um conceito amplo que estuda a causa ou o progresso de doenças utilizando-se de fatores biológicos (genéticos, bioquímicos, etc), fatores psicológicos (estado de humor, de personalidade, de comportamento, etc) e fatores sociais (culturais, familiares, socioeconômicos, médicos, etc). O modelo biopsicossocial é o contrário do modelo biomédico atual, o qual atribui a doença apenas a fatores biológicos como vírus, genes ou anormalidades somáticas.

Este conceito, se usado dentro das organizações, pode promover a saúde, bem-estar, qualidade de vida e produtividade dos colaboradores e apesar de poucas empresas utilizarem, algumas já notam os benefícios da adoção desse modelo, como a Lubrasil, empresa do setor industrial de rerrefino de óleo lubrificante da cidade de Piracicaba, no interior paulista.

A empresa promove de forma integral a saúde de seus colaboradores por meio de ações que envolvem a saúde biológica, psicológica e comportamental. As atividades desenvolvidas na empresa vão desde as Sipat (Semana Interna de Prevenção de Acidentes no Trabalho), passando por consultas com psicólogos e workshops para sensibilização, inclusão e acolhimento de pessoas com deficiência.

De acordo com a supervisora de Recursos Humanos da Lubrasil, Vivian R. Lanzoni Menichetti, notou-se a necessidade de desenvolver uma cultura inclusiva entre os colaboradores a partir da dificuldade que eles apresentavam em relação a convivência e relacionamento com as pessoas com deficiência. “O principal desafio foi trabalhar a empatia, fazendo com que os mesmos se colocassem no lugar da pessoa com deficiência e se sensibilizassem para o respeito às suas necessidades e potencialidades”, relata.

Para dar vida ao desenvolvimento de uma cultura inclusiva, a Lubrasil teve o apoio do SESI com o Programa de Inclusão de Pessoas com Deficiência na Indústria. O objetivo do projeto é o de desenvolvimento de lideranças e gestores sobre conceitos básicos relacionados à promoção da diversidade e gestão de inclusão como valores estratégicos para o negócio e parte da Responsabilidade Corporativa. Foram realizados workshops de sensibilização e capacitação com lideranças e colaboradores.

Vivian conta ainda que após esta participação foi possível perceber mudanças no comportamento dos colaboradores, no sentido de ampliar a reflexão sobre as barreiras enfrentadas no dia a dia pelas pessoas com deficiência e com isso conseguiram incentivar a adoção de novas atitudes na convivência e relacionamento dos mesmos.

As atividades, segundo a supervisora de RH, proporcionaram melhora no relacionamento, engajamento e aproveitamento das pessoas com deficiência tornando-as parte do todo. Em sua percepção, os colaboradores estão com um novo olhar sobre a Inclusão.

Com relação a saúde psicológica dos colaboradores, a empresa implementou o Projeto Plantão Psicológico, que consiste no atendimento individual através de acolhimento, escuta e intervenção de uma psicóloga. Segundo Vivian, de um modo geral, as demandas observadas eram referentes a conflitos de relacionamento dentro da empresa, problemas com dependência química e problemas familiares.

A atenção à saúde e bem-estar físico dos colaboradores também é trabalhada na empresa através de conscientização. São realizadas palestras com temas de ergonomia, prevenção de câncer, saúde bucal, prevenção de acidentes, proteção auditiva, entre outros temas relevantes. Mais de 100 colaboradores participaram das últimas iniciativas em favor da saúde.

Para o presidente da Lubrasil, Nilton Torres de Bastos, as ações de Responsabilidade Social ajudam as empresas a engajarem seus colaboradores em temas importantes para sua competitividade, como saúde, qualidade de vida e inclusão. “A atividade da Lubrasil envolve riscos de uma refinaria e de transporte de resíduo perigoso e havia uma resistência por parte dos nossos colaboradores em colocar pessoas com deficiência no quadro. Para conscientizar e sensibilizar esses profissionais foi preciso um trabalho especializado como o do SESI, o que garantiu o bom relacionamento profissional e a aceitação desses trabalhadores”, relata Bastos.

Sobre a Lubrasil

A Lubrasil Lubrificantes, tem como principal atividade a coleta e o rerrefino de óleo lubrificante usado e ou contaminado (OLUC), a matriz está localizada em Piracicaba (SP) e possui filiais (pontos de coleta de oluc) distribuídas nas cidades de Santos (SP); Ribeirão Preto (SP); Serra (ES); Feira de Santana (BA); Rio Largo (AL); Araucária (PR); e Betim (MG). Atualmente possui 192 pessoas em seu quadro de colaboradores e possui certificações das normas NBR ISO 9001:2008, ISO 14001-2004 e OHSAS 18001:2007.

publicado em 03 de abril de 2018

Skaf participa em Santos da Onda Digital, de conversão de TVs analógicas

Agência Indusnet Fiesp

O presidente da Fiesp, do Sesi-SP e do Senai-SP, Paulo Skaf, participou neste sábado (28 de outubro) do trabalho da Onda Digital em Santos. Para orientar a população sobre a transição do sinal analógico para o digital, 65 alunos voluntários do Senai-SP visitaram residências do bairro Areia Branca. “Neste sábado de sol todo mundo está animado”, disse Skaf. “Agora não se trata só de ter sinal de qualidade. A partir de 29 de novembro vai ser cortado o sinal analógico”, explicou.

“Tivemos uma grande desafio. Na Baixada 74 mil das 660 mil residências ainda precisam da instalação do conversor.” Os alunos do Senai-SP vão ajudar a população, orientando os moradores sobre os procedimentos necessários para instalar conversores digitais em tevês que só recebem o sinal analógico.

As famílias cadastradas nos programas sociais do Governo Federal receberam um kit, composto por conversor digital, cabo e antena. A Patrulha Digital, nome dado ao grupo de voluntários do Senai-SP, também vai orientar moradores que não estejam inscritos nos programas sociais, mas que tenham televisores analógicos em casa.

A Patrulha Digital está mobilizando cerca de 45 mil voluntários do Senai-SP em todo o interior de São Paulo para realizar o trabalho. Em Santos serão 1.350 alunos voluntários, sendo 2.450 em toda a Baixada Santista. A ação faz parte da parceria entre a Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert), a Seja Digital, empresa responsável pela migração para o sinal digital em todo o Brasil, e o Senai-SP.

Paulo Skaf com alunos do Senai-SP participantes da Onda Digital de Santos. Foto: Ayrton Vignola/Fiesp

 

Investimentos

“Aquela região vai ter o antes e o depois do Sesi e do Senai”, disse Skaf a respeito das novas unidades dos serviços da indústria em construção no Vale do Ribeira. No sábado, ele também inaugurou uma nova sala de lutas e um ginásio no Centro de Atividades Sesi Décio de Paula Leite Novaes, de Cubatão. O presidente do Sesi-SP também denominou como patrono do campo de futebol da unidade o ex-jogador Mengálvio, que brilhou no ataque do Santos na década de 1960.

Catarinense, Mengálvio Pedro Figueiró, nascido em Laguna (17/12/1939), chegou ao clube da Baixada em 1960 e participou das campanhas históricas do alvinegro praiano de 1962 e 1963, quando conquistou a Libertadores e o Mundial Intercontinental de Clubes. Até hoje seu nome é lembrado entre aqueles que integraram uma das melhores linhas de ataque de todos os tempos, ao lado de Dorval, Coutinho, Pepe e Pelé.

Além dos títulos internacionais, também conquistou seis títulos de campeão paulista e cinco da Taça Brasil, todos pelo Santos, clube que defendeu em 371 partidas, marcando 28 gols. Também foi campeão do mundo com a Seleção Brasileira de 1962, sendo o reserva de Didi. Atualmente o ex-jogador, de 77 anos, vive em Santos.

Sesi de Cubatão

Com modernos ambientes pedagógicos, a escola oferece Ensino Fundamental em tempo integral do 1° ao 5º ano, o que permite que os alunos permaneçam nos períodos da manhã e da tarde na escola realizando vivências de esporte, arte, cultura e tecnologia e recebendo refeições diárias compostas de café da manhã, almoço e lanche da tarde. Dos 627 estudantes atendidos, 463 estão no Ensino Fundamental e 164 no Ensino Médio.

Skaf com Mengálvio, ex-jogador do Santos que se tornou patrono do campo de futebol do Sesi de Cubatão. Foto: Ayrton Vignola/Fiesp

Iniciativas Sustentáveis: Colorado Máquinas – Transformando resíduo em renda

Por Karen Pegorari Silveira

Os resíduos de indústrias podem, muitas vezes, representar um problema para o negócio caso a empresa não tenha intenção de reaproveitá-los e decida pelo descarte. Porém, muitos desses resíduos estão sendo desperdiçados sem que as companhias percebam a sua utilidade para seu próprio negócio e até mesmo para a comunidade no seu entorno.

Os paletes, por exemplo, são o principal resíduo da Colorado Máquinas, empresa de Ribeirão Preto, interior da capital paulista, que resolveu desenvolver uma grande parceria para reaproveitá-los e solucionar o problema.

Em um trabalho conjunto com o Sesi-SP a empresa implantou o Sustent’ARTE, uma oficina completa para criação de produtos provenientes de resíduos de madeiras, que gera outros benefícios além do reaproveitamento: a qualificação profissional e a possibilidade de inserção de mais pessoas no mercado de trabalho.

As aulas acontecem no Núcleo Municipal de Formação Profissional Antônio Scaff, espaço cedido pela Prefeitura da cidade vizinha, Orlândia, e os produtos elaborados neste projeto, através dos paletes doados, vão desde porta-retratos e fruteiras, até prateleiras e baús em madeira.

A primeira fase do projeto foi concluída por 42 alunos. Eles receberam o certificado de conclusão em uma cerimônia que teve a presença de seus familiares, amigos e dos parceiros promotores do Projeto, como o Instituto Oswaldo Ribeiro de Mendonça e da Prefeitura Municipal de Orlândia.

Entre os 42 alunos que participaram das aulas nos últimos seis meses, 16 também fizeram especialização em manuseio de máquinas para madeira no SENAI-SP e receberam certificados correspondentes ao curso.

O investimento da Colorado Máquinas foi de aproximadamente R$ 100 mil, destinados a contratação de especialistas e montagem da oficina. O curso é oferecido gratuitamente pelo período de 15 meses e ensina pessoas de ambos os sexos a produzirem artesanato, peças decorativas e móveis em madeira.

A iniciativa foi reconhecida como uma das cinco melhores práticas socioambientais do país na categoria Resíduos, modalidade sênior do XV Prêmio Benchmarking Brasil.

Para a supervisora de Comunicação e Responsabilidade Social do Grupo Colorado, Maria Inês Marcório Guedes de Carvalho, “esta premiação simboliza o reconhecimento, respeito e confiança de públicos especializados e formadores de opinião em sustentabilidade para o trabalho conjunto desenvolvido”, declarou a profissional.

Sobre a Colorado Máquinas

A Colorado Máquinas, fundada em 1999, faz parte do Grupo Colorado, um dos maiores grupos brasileiros do setor agroindustrial, que emprega cerca de 7.000 pessoas, está presente em quatro regiões do Brasil, atende a dezenas de municípios e exporta para quatro continentes. Na concessionária são comercializadas máquinas agrícolas da marca John Deere, e esta empresa do grupo conta com 199 colaboradores diretos – sendo que as áreas produtivas contam com 50 vendedores de máquinas e peças e uma equipe de 60 técnicos mecânicos.

ENTREVISTA: RAFAEL LUCCHESI FALA SOBRE JOVENS, EDUCAÇÃO E MERCADO DE TRABALHO

Foto de José Paulo Lacerda

Por Karen Pegorari Silveira

Rafael Lucchesi, diretor-geral do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI), sugere como é possível contribuir com a inclusão de jovens no mercado de trabalho e na educação, e ajudar a atingir a meta 8.6 dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

Para ele, o Brasil precisa eleger a educação profissional como política de Estado, entre outras ações.

Leia Mais na íntegra da entrevista:

A meta 8.6 dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) sugere que é preciso reduzir a proporção de jovens sem emprego, educação ou formação. Como o Senai, em parceria com as indústrias, têm contribuído com esta meta do ODS?

Rafael Lucchesi – Temos um grande desafio, já que o desemprego entre os jovens no Brasil chega a quase 30%. Com a recente aprovação da reforma do ensino médio, esse cenário poderá se reverter nos próximos anos, a fim de ampliar o acesso à educação profissional, já que apenas 9,3% dos estudantes brasileiros estavam no ensino médio em 2016. Apesar disso, o SENAI vem contribuindo significativamente com grande parte da formação profissional dos jovens brasileiros. A instituição é o maior complexo de educação profissional da América Latina e, desde que foi criado, há 75 anos, formou 71 milhões de brasileiros em 28 áreas da indústria brasileira, da iniciação profissional até a pós-graduação tecnológica. Pesquisa de egressos aponta que a cada dez estudantes formados pelo SENAI, sete conseguem vaga no mercado de trabalho no primeiro ano de formado. Em 2016, o SENAI formou 2,6 milhões de profissionais e esse número deve se expandir nos próximos anos, sobretudo, pelo crescimento da oferta da educação a distância.

Qual a importância da inclusão desses jovens para o crescimento econômico do país?

Rafael Lucchesi – Os jovens bem preparados e com formação sólida são fundamentais para a competitividade das indústrias e para o crescimento econômico por serem uma força de trabalho criativa, com grande capacidade de trabalho, de absorção de conhecimentos e novas tecnologias. É no mercado de trabalho que os profissionais se desenvolvem e adquirem experiência para se tornarem ainda mais qualificados e produtivos. Além disso, a convivência de várias gerações no ambiente de trabalho permite a troca de experiências e conhecimentos indispensáveis à inovação e ao aumento da produtividade nas empresas. No entanto, é importante destacar que só a formação de mão de obra não é suficiente. O desafio é fazer com que o país retome o crescimento econômico para criar empregos. Nesse sentido, é preciso uma agenda mais ampla, que torne o país mais competitivo, com menor custo de financiamento, melhoria da infraestrutura, entre outros fatores.

Quais ações, na sua opinião, são necessárias para diminuir o número de jovens sem emprego e sem formação e atingir esta meta até 2020?

Rafael Lucchesi – O fundamental para o Brasil é eleger a educação profissional como política de Estado, uma forma de oferecer oportunidades de carreira e de renda aos jovens e aumentar a competitividade das empresas. O país gasta cerca de 6% do PIB em educação, acima de alguns países desenvolvidos. Então, não se trata de uma questão de recursos, mas de inserir a educação profissional como projeto de Estado e trabalhar para atingir a meta prevista no Plano Nacional de Educação (PNE).

Países industrializados, como a Alemanha por exemplo, têm aproximadamente 50% de jovens cursando o ensino técnico, enquanto no Brasil apenas 9,3% estão matriculados neste tipo de curso. O senhor acredita que o sistema alemão é o caminho para que o Brasil alcance a meta 8.6 dos ODS? Como este sistema poderia ser aplicado no país?

Rafael Lucchesi – O SENAI foi criado com base no modelo alemão e suíço de educação profissional, inclusive com o modelo de financiamento e institucional semelhantes. É uma experiência que deu certo no Brasil e que, inclusive, colocou o país no topo do ranking mundial no WorldSkills, o torneio de educação profissional do mundo, ficando à frente de países que são referências na área, como a Coreia do Sul e a própria Alemanha. Por isso, acredito que o sistema alemão é uma boa inspiração para construirmos o sistema no país. O maior desafio aqui seria estruturar as escolas levando-se em conta as especificidades desse tipo de formação. É preciso ter escolas de educação profissional que fluam no tempo nas competências que se modificam. Todos os principais estudos mostram que governos em todo o mundo têm dificuldade de responder aos desafios da educação profissional, que possui uma questão fundamental: formar pessoas com a habilitação exigida pelo mercado de trabalho, que se modifica muito rapidamente.

App gratuito da Fiesp traz oportunidades de negócios com Sesi, Senai e Aeronáutica

Mayara Baggio, Agência Indusnet Fiesp

A fim de promover e ampliar o campo de negócios para pequenas, médias e grandes empresas, o Departamento de Ação Regional da Fiesp (Depar) criou o sistema “Ponte de Negócios”. Com a nova plataforma, composta por site e aplicativo, companhias e profissionais autônomos têm acesso aos processos de licitação de compra do Sesi, Senai-, Centro Logístico da Aeronáutica e demais parceiros.

As oportunidades estão concentradas nas áreas de obras, serviços, materiais e equipamentos, aluguéis e locações, setor médico e odontológico e setor bélico e de defesa. Além disso, os processos de compra publicados pelas entidades estão separados por lotes de diferentes quantidades, de modo a contemplar também os pequenos e médios fornecedores do Estado.

Na avaliação do diretor Depar, Sylvio de Barros, o objetivo da nova ferramenta é divulgar com transparência novas oportunidades de negócios para o maior leque de empresas possível, permitindo a multiplicação de parceiros e potenciais compradores. “A ideia é criar um novo mercado para a indústria”, explica.

Os interessados podem baixar gratuitamente o app, disponível na App Store, Google Play e Microsoft, basta realizar um cadastro com nome, CPF, e-mail e senha. O app envia semanalmente alertas personalizados sobre as novas oportunidades aos participantes. Mais informações no site da iniciativa: www.fiesp.com.br/pontedenegocios.

Entrevista: Como implantar uma política de Segurança e Saúde no Trabalho

Por Karen Pegorari Silveira

No mês em que é comemorado o Dia Mundial da Saúde e Segurança no Trabalho, conversarmos com o especialista em Desenvolvimento Industrial, do Serviço Social da Indústria (SESI – Departamento Nacional), para entender porque é importante manter uma política de Segurança e Saúde no Trabalho e como isso pode ajudar uma indústria a manter sua competitividade.

Veja na íntegra a entrevista:

Por que é importante implantar uma política de Segurança e Saúde no Trabalho (SST) em uma empresa e quais os riscos caso a preocupação com este tema não seja levada em consideração?

Marcelo Benedet Tournier – Uma política de Segurança e Saúde no Trabalho (SST) é fundamental para qualquer empresa, independente do seu tamanho, setor econômico ou faturamento. É nesta política que se define o compromisso que a liderança tem com a segurança e o bem-estar dos colaboradores, quais são os papéis e responsabilidades de todos neste processo e quais as principais ações para que o ambiente de trabalho seja seguro e saudável para todos.

Empresas que não priorizam SST sofrem o reflexo desta decisão no bolso.  Um dos impactos financeiros é no FAP – Fator Acidentário de Prevenção.  Esta alíquota pode duplicar os custos que a empresa tem com o Seguro de Acidentes do Trabalho (SAT).  Se não houver uma gestão de SST com foco em reduzir frequência, gravidade e custos com acidentes de trabalho, as despesas podem chegar a até 6% da folha de pagamento por ano, dependendo do setor em que a empresa se enquadra.

Além disto, uma gestão ineficaz de SST custa caro para empresas que possuem planos de saúde.  Neste cenário de crise econômica, os custos médicos e hospitalares aumentaram 17,1% em 2015.  Como referência, a inflação (IPCA) foi de 8,9% no mesmo período.  Em consequência disto, várias operadoras de saúde aumentaram em até 100% os valores dos contratos renovados com clientes corporativos durante 2015, sendo que o aumento foi maior nas empresas com alta sinistralidade (taxa que representa o uso do plano pelos funcionários).

Empresas que investem na segurança e bem-estar de seus colaboradores possuem um diferencial competitivo – algo fundamental neste grave momento de recessão.

É muito comum que saúde seja vista como um custo para o empresário.  Mas quando ele investe no bem-estar de sua força de trabalho, gera mais adiante uma economia com doenças que foram evitadas, além de ajudar as pessoas a serem mais saudáveis, engajadas e a produzirem mais resultados.  Isto é valor agregado para o seu negócio.

Quais ações a empresa deve adotar para mitigar impactos negativos na saúde de seus trabalhadores e o que deve ser levado em conta nestas ações?

Marcelo Benedet Tournier – Nos últimos anos, ao observar os dados do INSS de auxílio-doença no Brasil, percebemos que os acidentes de trabalho vêm diminuindo, com um aumento gradual de afastamentos devido a doenças crônicas (doenças cardiovasculares, problemas musculoesqueléticos, depressão e ansiedade).

Isto requer que os programas de SST tenham planos de ações que vão além do Ambiente físico (preocupado apenas com as questões ocupacionais).  É necessário que a empresa olhe também para o Ambiente psicossocial (relações de trabalho com colegas e com as lideranças) e com recursos pessoais para a saúde (estimulando a mudança de comportamento dos trabalhadores, para a aquisição e manutenção de um estilo de vida saudável dentro e fora do trabalho) e o envolvimento da empresa com a comunidade.

Como engajar os colaboradores a participarem destas ações e a adotarem o estilo de vida mais saudável sugerido nas atividades?

Marcelo Benedet Tournier – Para que este engajamento ocorra de modo sustentável, é necessário que os programas ofereçam abordagens diferenciadas de mobilização das pessoas na empresa.  Por exemplo, alguém que possui fatores de risco, mas não sabe disto, necessita de ações de conscientização, como avaliações de risco à saúde.  Outros, que já conhecem seus fatores de risco, mas não fazem nada para cuidar da saúde, necessitam de estratégias de motivação. Para aqueles que já são motivados, atividades de “coaching” em saúde podem aumentar as habilidades de cuidado, economizando com doenças e tratamentos evitáveis.  Finalmente, para se pensar em uma adesão dos empregados a longo prazo nas práticas, é importante que as empresas ofereçam o máximo possível de oportunidades, em que os indivíduos sejam valorizados e lembrados dos benefícios que suas escolhas promovem para sua saúde.

Como a empresa pode ajudar seus colaboradores a terem uma saúde melhor e que impacte menos em sua competitividade?

Marcelo Benedet Tournier – É importante que as lideranças das empresas tenham acesso a ferramentas de gestão com baixa complexidade e alto impacto, que apoiem a construção de estratégias de saúde populacional em seus ambientes de trabalho.  Uma abordagem de destaque é o modelo de ambiente de trabalho saudável da Organização Mundial da Saúde (OMS). Segundo a OMS, para que uma programa de saúde em uma empresa dê certo, é fundamental que possua cinco chaves:  Comprometimento da liderança, envolvimento dos trabalhadores, respeito à ética e legislações vigentes, integração e sustentabilidade das ações e um processo de gestão de segurança e saúde no trabalho que permita melhorias contínuas das práticas de prevenção e promoção.

Apresentação Profa. Dra. Lara Liboni

Jornada da Indústria pela sustentabilidade – Sustentabilidade como Diferencial Competitivo para as Indústrias

Palestra: Desenvolvimento Sustentável e Estratégias Empresariais

Palestrante: Profa. Dra. Lara Liboni

Local: Sertãozinho (SP) – Rua José Rodrigues, 100 – Cohab Maurílio Biagi

Data: 21/10/2015

Câmara de Itatiba apresenta moção de repúdio à proposta de corte de recursos no Senai e no Sesi

A Câmara de Vereadores de Itatiba, a 90 quilômetros da capital, apresentou, no dia 30 de setembro, uma moção de repúdio à proposta do Governo Federal de reduzir recursos do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) e do Serviço Social da Indústria (Sesi).

A iniciativa foi encaminhada pelo vereador Valdir Franciscon (PSD) e é baseada em argumentos como o fato de que o chamado Sistema S “emprega, ensina e promove o desenvolvimento do país” e que “toda essa atividade é feita somente com a ajuda dos empresários”.

O documento destaca ainda a existência, no município, de “480 alunos que frequentam cursos de aprendizagem e técnicos inteiramente gratuitos e com 93% de empregabilidade na indústria”.

Em artigo na Folha de S.Paulo, Arnaldo Niskier defende o Sistema S

Agência Indusnet Fiesp

Arnaldo Niskier, membro da Academia Brasileira de Letras e presidente do Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE) do Rio de Janeiro, chama de estapafúrdia a proposta do governo federal de “sequestrar os recursos financeiros do Sistema S” (que inclui Sesi e Senai) para “colocar nas contas baleadas do governo”.

Niskier elogia o Senai e argumenta que prova de sua competência é o fato de mais de 60% de seus alunos estarem empregados, apesar da crise. “Só mesmo um gênio do mal para mexer no setor”, escreve Niskier, citando a reação indignada do presidente da Fiesp, Paulo Skaf, contra a ideia.

“A se confirmar a pretensão oficial, haverá uma série de perdas nos programas hoje vigentes de educação –sobretudo a construção de creches–, saúde, cultura e esporte.”

A defesa que Niskier faz do Sesi, do Senai e de outras entidades bancadas pelas empresas brasileiras está em artigo publicado neste domingo (5/10) na página 3 do jornal Folha de S.Paulo, com o título “Tiro no Sistema S”.

Clique aqui para ler o artigo (liberado para assinantes da Folha e do portal UOL).

 

Nota oficial – Sesi e Senai

A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) vê com extrema preocupação os movimentos do presidente da CNI, Robson Andrade, para aceitar supostos acordos com o governo em que o Sesi e o Senai abririam mão de recursos que custeiam seus importantes serviços.

Consideramos ser nossa obrigação defender nossos alunos, seus familiares, professores, funcionários, atletas e artistas do Sesi e do Senai, assim como os trabalhadores da indústria e os importantes serviços que essas entidades prestam à sociedade brasileira.

O Sesi e o Senai são reconhecidos por sua eficiência e pelo ensino de qualidade que prestam a milhões de alunos de todo o país. Se concordarmos com essas iniciativas, estaremos sacrificando os melhores investimentos. Os investimentos nas pessoas.

Repudiamos, portanto, supostos acordos e esperamos o apoio dos companheiros das federações da indústria, do comércio, do transporte e da agricultura de todo o país para manter a integridade dos importantes serviços que o Sistema S presta ao Brasil.

Federação das Indústrias do Estado de São Paulo

Vereadores de Taubaté repudiam corte de recursos do Senai e do Sesi

A proposta do Governo Federal de reduzir recursos do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) e do Serviço Social da Indústria (Sesi) foi discutida e criticada pelos vereadores de Taubaté, no interior paulista. Tanto que eles aprovaram uma moção de repúdio em relação ao assunto. A iniciativa foi da vereadora Maria das Graças Gonçalves Oliveira (PSB), que apresentou a ideia no dia 28 de setembro.

De acordo com os vereadores, a redução de recursos do Senai e do Sesi pode causar o fechamento de mais de 1,8 milhão de vagas em cursos profissionais por ano, com mais de 300 escolas profissionais fechando suas portas e 735 mil alunos deixando de estudar nas unidades do Sesi, que enfrentaria o fechamento de 450 escolas.

Assinaram o documento Alexandre Villela e Carlos Peixoto, do PMDB, Diego Fonseca, José de Angelis “Bilili” e Rodrigo Luis Silva “Digão”, do PSDB, Douglas Carbonne (PCdoB), Jeferson Campos (PV), Joffre Neto e João Vidal, do PSB, Leandro Pato e Noilton Ramos, do PSD, Luizinho da Farmácia (PROS), Maria Gorete Toledo (DEM) e Nunes Coelho (PRB).

Skaf defende no Senado Sistema S e combate ao aumento de impostos

Agência Indusnet Fiesp

O presidente da Fiesp e do Ciesp, Paulo Skaf, reuniu-se nesta terça-feira (29/9) com o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL). “O assunto basicamente foi a preocupação com possível aumento de impostos”, afirmou Skaf a jornalistas depois do encontro.” Discutimos bastante isso, batendo na tecla de que é necessário que o governo faça o ajuste reduzindo gastos e desperdícios, e não aumentando mais nas costas da sociedade os impostos, que já são muito elevados.”

Outro tema da reunião entre Skaf e Calheiros foi a proposta do Governo de confiscar verbas do Sistema S (que inclui o Sesi e o Senai). “Também conversamos sobre as escolas do Sesi, do Senai, que são de excelência, de educação de qualidade, de formação profissional, e não se deve tirar dinheiro de onde funciona bem para tapar buraco do governo.”

Skaf disse que o empresariado está “muito zangado” com os cortes do Sistema S, “uma coisa que funciona, e que o governo vai atrapalhar”. O empresariado, como toda a sociedade brasileira, está muito preocupado com o momento do Brasil, de aumento de desemprego, de aumento de inadimplência, de falta de crescimento – o momento pelo qual o país passa, de crise econômica e política gravíssima.

Skaf disse que pessoalmente é contra o Sistema S assumir despesas do Ministério da Educação. Explicou que o orçamento já terá perdido, de 2014 até o final de 2016, cerca de 30% – em razão por exemplo da mudança no teto do SuperSimples, da queda da arrecadação e de transferências, para outras finalidades, de recursos que antes iam para o Sistema S.

O Sistema S surgiu por iniciativa dos próprios empresários, que criaram uma taxa voluntária para permitir a formação profissional. “O Governo não tem nada com isso.” Skaf lembrou que depende de mudança constitucional a alteração no financiamento do Sistema S.

Paulo Skaf é entrevistado no Senado. Foto: Jonas Pereira/Agência Senado

Apresentações Seminário Indicadores de Sustentabilidade – 11.06.2015

Comitê de Responsabilidade Social – Cores

 

Acesse as apresentações do Seminário Indicadores de Sustentabilidade – ferramentas para melhorar a performance das empresas, que aconteceu dia 11 de junho às 9h na Fiesp.

– Global Reporting Initiative (GRI) – Glaucia Terreo, diretora da GRI no Brasil

– Indicadores Ethos para Negócios Sustentáveis e Responsáveis – Caio Magri, diretor-executivo de Operações, Práticas Empresariais e Políticas Públicas do Instituto Ethos

– Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE) – Sonia Favaretto, diretora de Sustentabilidade e Imprensa da BM&FBovespa

– Modelo Sesi de Sustentabilidade – Vitor Seravalli, especialista em Sustentabilidade e diretor da Seravalli Consulting

 

Sesi-SP luta, mas se despede da Superliga Feminina

Amanda Demétrio, Agência Indusnet Fiesp

A equipe feminina de vôlei do Serviço Social da Indústria de São Paulo (Sesi-SP) encerrou na noite desta sexta-feira (10/04), em Osasco, sua participação na Superliga Feminina 2014/2015. Jogando fora de casa, o time sofreu sua segunda derrota para o Molico/Nestlé por três sets a zero na série melhor de três pelas semifinais do campeonato. As parciais foram de 25/21, 25/17 e 25/14).

Ao final do jogo, o técnico do Sesi-SP, Talmo de Oliveira, ressaltou a boa temporada que a equipe realizou.

“Esse jogo não vai apagar o que fizemos nessa temporada. Nossas atletas são muito guerreiras, fortes. Valeu muito o trabalho. Ter feito uma final no ano passado foi um amadurecimento para o time. A equipe toda está de parabéns por tudo que se dedicou. Se não conseguimos ir bem nesse jogo, foi mérito do Osasco e mais um  aprendizado para a gente”, disse.

Segundo o técnico, o Sesi-SP contou com um “time equilibrado,  mas que foi crescendo, amadurecendo e fez uma bela campanha”.

A capitã Fabiana reconheceu as falhas da equipe durante a partida, mas não deixou de elogiar o grupo e a trajetória positiva durante a competição.

“É uma grande equipe, tem grandes jogadoras, mas cometemos erros e perdemos a segurança em momentos importantes. Agora, por mais difícial que seja, temos que ingerir isso e pensar daqui para frente. Nós fomos bem, crescemos durante a campanha, nos classificamos bem, mas erramos nos momentos finais”, comentou.

Com erros para os dois lados, o jogo desta sexta-feira começou disputado. Mesmo com as adversárias abrindo o placar, as meninas do Sesi-SP logo se aproximaram no marcador, mas não conseguiram bater o time do Molico, que usou muito bem o bloqueio a seu favor.

O time de Talmo entrou em quadra com Fabiana, Carol Albuquerque, Suelle, Mari, Bárbara, Bia e a líbero Suelen. Entraram Claudinha, Liz, Michele Daldegan e Pri Daroit.

Com o resultado, o time de Osasco conquistou a vaga na final e enfrenta o Rexona-Ades. O Troféu Viva Vôlei ficou com Gabi, segunda maior pontuadora do jogo com 12 pontos. Pelo Sesi-SP, a pontuação foi liderada por Bárbara (10), Fabiana e Suelle com sete cada.

O jogo
O primeiro set começou com o time da casa abrindo dois pontos a zero, mas logo as meninas do Sesi-SP empataram. Com o bloqueio bem armado, o Molico não só parou o ataque das meninas da Vila Leopoldina como chegou ao primeiro tempo técnico do jogo na frente. Na volta, Talmo colocou Claudinha e Liz no lugar da Carol Albuquerque e Bárbara, e a vantagem que antes era de cinco pontos, caiu para três. Encaixando melhor os passes e virando as bolas o time, o Sesi-SP chegou a encostar no placar, mas foi a equipe de Osasco que garantiu o primeiro set com 25 a 21 pontos.

Diferente do início da partida, no segundo set o Sesi-SP saiu na frente fazendo com forte ataque da Bárbara pela lateral. Mas logo o Molico empatou e, aproveitando os erros do time da Vila, virou o placar e garantiu o primeiro tempo técnico. Mesmo com a levantadora Claudinha distribuindo bem as bolas, o paredão do lado adversário não facilitou e ele seguiu com a vantagem de quatro pontos até o segundo tempo técnico. Cometendo alguns erros no ataque, o  Molico cresceu um pouco mais na partida e ficou com mais um set, 25 a 17 pontos.

No começo do terceiro set o time de Osasco abriu quatro pontos de vantagem. Sem conseguir esboçar muita reação, o time da Vila mudou mais uma vez com a entrada da Liz, mas não conseguiu segurar a força do Molico, que fechou o primeiro tempo técnico com uma ampla vantagem de seis pontos. As comandadas de Talmo não conseguiram virar as bolas e encaixar os passes e ficou ainda mais longe no marcador, chegando a uma desvantagem de 11 pontos. Na volta da parada técnica, Suelle pontuou pela lateral de rede, Fabiana fez um ace, mas o bloqueio adversário tomou conta do jogo mais uma vez. O Molico/Nestlé finalizou o terceiro set com 25 a 14 pontos, e o jogo.

Sesi-SP tem concerto do pianista Marcelo Bratke com a artista Mariannita Luzzati

Agência Indusnet Fiesp

O Sesi Campinas – Amoreiras apresenta o espetáculo musical multimídia A Volta ao Mundo em 80 Minutos, de Marcelo Bratke e Mariannita Luzzati. O recital de piano será realizado neste sábado (24/05), às 20h. A entrada é gratuita.

Inspirado no poema O Convite à Viagem, de Charles Baudelaire (1821-1867), o concerto propõe um encontro entre a música e as artes visuais por meio da obra de grandes compositores do século 20 e de projeções de imagens da artista plástica Mariannita Luzzati, que também assina o cenário.

No repertório, Bratke executa obras que vão desde nomes como Claude Debussy (1862-1918) até Heitor Villa-Lobos (1887-1959), passando por Tom Jobim (1927-1994) – e propõe uma fusão entre a música erudita e os ritmos da cultura popular brasileira.

 Os artistas

Marcelo Bratke 

Pianista brasileiro radicado em Londres, Marcelo Bratke tem se apresentado nas principais salas de concerto do mundo, como o Carnegie Hall, em Nova York, o Queen Elizabeth Hall, em Londres, e o Suntory Hall, em Tóquio. Aclamado pelo jornal The New York Times por sua interpretação de Heitor Villa-Lobos no Carnegie Hall, Bratke está à frente do projeto Villa-Lobos Worldwide, premiado em Londres pelo 14º Brazilian International Press Award 2011.

Mariannita Luzzati

Mariannita Luzzati representou o Brasil na 22ª Bienal Internacional de São Paulo e tem participado de mostras em importantes museus e instituições no Brasil e no exterior. Suas obras constam em coleções nacionais e internacionais que incluem o Museu Britânico de

Londres, o Machida City Museum of Graphic Arts, em Tóquio, e a Pinacoteca do Estado de São Paulo. Mariannita foi uma das artistas escolhidas para integrar a exposição Mulheres, Artistas e Brasileiras (2011), realizada no Palácio do Planalto, em Brasília.

Programa

Igor StravinskyTango

Samuel BarberExcursions nº 3

Heitor Villa-LobosAs Três Marias

Cyril ScottLotus Land

Amy Woodforde-Finden Kashmiri Song

Vernon DukeApril in Paris

Tom JobimSamba do Avião

Serviço

Sesi Música Erudita 2014

Espetáculo: A Volta ao Mundo em 80 Minutos, de Marcelo Bratke e Mariannita Luzzati

Local: Teatro do Sesi Campinas (Amoreiras) – av. das Amoreiras, 450, Parque Itália

Alvará: 654/2014 – validade: 28/2/2015

AVCB: 829314 – validade: 5/8/2014

Data e horário: 24 de maio, sábado, às 20h

Duração: 80 minutos

Classificação indicativa: livre

Capacidade: 366 lugares, 8 para cadeirantes

Informações: (19) 3772-4100

Entrada gratuita os ingressos serão distribuídos 1 hora antes do início da apresentação

Itapira assina convênio para receber Programa Atleta do Futuro, do Sesi-SP

Agência Indusnet Fiesp,

A cidade de Itapira assina nesta sexta-feira (07/2), durante a inauguração da nova escola do Sesi no município, um convênio para participar do Programa Sesi Atleta do Futuro (PAF). Atualmente, o programa reúne 74 mil participantes entre 6 e 17 anos em 173 municípios. Em Itapira, atenderá 400 estudantes nas modalidades handebol e voleibol.

Para o presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e do Serviço Social da Indústria de São Paulo (Sesi-SP), Paulo Skaf, a adesão significativa dos municípios paulistas ao PAF mostra que o programa é eficiente porque efetivamente amplia as oportunidades de prática esportiva, gratuita e de qualidade, para crianças e jovens.

“O Atleta do Futuro foi pensado para estimular a prática esportiva e preparar nossos jovens para o futuro. A atividade física também contribui para a formação de cidadãos com mais saúde e disciplina”, diz Skaf.

Por se tratar de programa de formação esportiva com metodologia própria do Sesi-SP, as aulas  são complementadas por intensa programação nos finais de semana com a participação da família. Todos os profissionais envolvidos passam por capacitações e os alunos têm acesso a todos os materiais necessários para a prática de diferentes modalidades de esporte.

Sesi-SP recebe Vivo/Minas em casa para recuperar a liderança na Superliga

Lucas Dantas, Agência Indusnet Fiesp

Líbero Lucianinho em disputa pelo Sesi-SP. Foto: Lucas Dantas/Fiesp

Faltando apenas seis rodadas para o término da fase de classificação, as duas primeiras posições da Superliga masculina já estão definidas. Sesi-SP e Sada Cruzeiro manterão uma disputa acirrada pela liderança, mas sem correrem riscos de serem ultrapassados pelo Brasil Kirin, de Campinas. No momento, os mineiros estão na frente, graças à vitória por 3 sets a 0 sobre o Moda Maringá, na última terça. Mas se o Sesi-SP vencer o Vivo/Minas nesta quinta, na Vila Leopoldina, às 18h30, por 3 a 0 ou 3 sets a 1, recupera a ponta pelo número de vitórias. Para o técnico Marcos Pacheco, esse será o cenário até a conclusão da fase.

“Salvo uma tragédia, acredito que será assim até o final, com Sesi-SP e Cruzeiro lutando pela liderança rodada após rodada, sem poder dar chance ao rival”, disse Pacheco, que ainda não pensa no jogo do dia 15, mas na partida contra o Vivo, nesta quinta. “Antes deles, precisamos fazer o nosso em casa. Temos um jogo complicado contra o Vivo, que vem de resultados ruins e precisa se recuperar”.

Quem também admite a disputa acirrada pela liderança, mas não quer saber de pensar nos rivais antes do jogo em si é o líbero Lucianinho. Titular desde a lesão de Serginho antes do jogo contra o Voltaço, o camisa 15 alertou para a partida contra o Vivo/Minas e pediu atenção dos companheiros para não deixar os rivais escaparem na liderança.

“Essa briga pela tabela vai acontecer até a última rodada. Inclusive, quem vencer o jogo lá, dará um grande passo para manter essa primeira posição até o final. Mas antes, temos que pensar no Minas. Eles estão com alguns problemas, vêm de três derrotas e perderam o técnico, mas isso é com eles. Temos que pensar no nosso aqui, nos nossos problemas e em fazer um grande jogo”, completou.

O líbero se destacou nas últimas partidas com defesas incríveis e manteve a segurança do setor defensivo do Sesi-SP, ao lado de Murilo, Lucarelli e Manius, garantindo que as bolas cheguem em boas condições para Sandro. Como a posição de líbero tem poucas mudanças, Lucianinho não teve muitas oportunidades de jogar ao lado dos três, mas garante que entrosamento não é problema e que é “fácil” atuar com craques.

“É fácil jogar com eles, ajudam demais o meu trabalho. O Murilo é fora de série, tem um controle de bola espetacular, nem preciso falar. O Lucarelli tem uma recepção excelente e o Manius, então, nem se fala. Conheço ele há muito tempo, sempre disse que ele brinca de passar a bola. Então dificulta menos e a gente consegue trabalhar muito bem lá atrás”, finalizou.

No primeiro turno, Sesi-SP e Vivo se enfrentaram em Belo Horizonte com vitória paulista por 3 sets a 1. Lucarelli e Lucão, com 13 pontos cada, foram os destaques do jogo e o central ficou com o Viva Vôlei da noite. Após o confronto de quinta, o Time da Indústria receberá o Moda Maringá em 11 de fevereiro, enfrentará o Cruzeiro fora em 15 de fevereiro, o Rio de Janeiro, em casa, no dia 22 de fevereiro e fechará a fase de classificação contra o Montes Claros, fora, dia 26 de fevereiro. O jogo de quinta terá a transmissão do SporTV.

Apresentações Jornada da Indústria Pela Sustentabilidade – Campinas – 07/11/13

 

No menu ao lado você pode visualizar e baixar as apresentações dos palestrantes da Jornada da Indústria Pela Sustentabilidade, que ocorreu no Ciesp Campinas, dia 07/11/2013.

 

” Ferramentas de gestão responsável com ênfase na ISO 26000″ – José Salvador Filho – Gerente no Brasil da SAI Global

“A Sustentabilidade na estratégia do negócio e o papel do líder” – Carlo Linkevieius Pereira – Gerente de Sustentabilidade e Responsabilidade Corporativa da CPFL Energia.

“Sustentabilidade Empresarial em Ação” – Lidia Uehara – Gerente de Marketing e Presidente do Comitê de Sustentabilidade SANPHAR

 

 

 

Foto: atletas recebem kits para Circuito Sesi-SP de Corrida de Rua

Agência Indusnet Fiesp

Participantes do Circuito Sesi-SP de Corrida de Rua retiraram na manhã desta sexta-feira (18/10) o kit para participar da corrida neste domingo (20/10), na capital paulista.

Distribuição dos kits para a Corrida de Rua do Sesi-SP. Foto: Helcio/Nagamine

 

O Kit Atleta vem com camiseta, número de peito, chip (apenas para corredores) e medalha de participação.  Na edição deste ano, a saída será em frente à Praça Charles Miller (Estádio do Pacaembu). A iniciativa é do Serviço Social da Indústria de São Paulo (Sesi-SP). Os percursos para corrida são de cinco e dez quilômetros, além da tradicional caminhada de cinco quilômetros. A largada da corrida de 5 km acontecerá às 7h e de 10 km às 7h45.

A idade mínima autorizada para participação na corrida 5 km é de 16 (dezesseis) anos, para a corrida de 10 km é de 18 (dezoito) anos e para a caminhada é de 7 (sete) anos. O Sesi-SP ofertará aos participantes guarda-volumes e um bicicletário, estimulando a locomoção saudável e sustentável até o evento.

Serão entregues troféus do 1º ao 5º lugar para os primeiros colocados pelo tempo oficial/bruto e o primeiro colocado pelo tempo líquido de cada Categoria (faixa etária), tanto nas corridas de 5km quanto de 10km, masculino e feminino.

Fiesp recebe encontro que traz diagnóstico sobre educação voltada ao mercado de trabalho

Agência Indusnet Fiesp

A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) recebe Na segunda-feira (30/09),  a partir de 8h30, no 11º andar de sua sede, um evento no qual será apresentado o estudo “Educação para o mundo do trabalho”.

Trata-se de um diagnóstico do sistema educacional brasileiro e seus principais desafios e na preparação dos alunos para a atuação no mercado.

A partir de dados coletados, foi desenvolvido um projeto homônimo, visando buscar soluções que produzam resultados imediatos no processo educacional e que repercutam no setor industrial do país.

Participam da reunião técnica representantes da Confederação Nacional da Indústria (CNI), do Serviço Social da Indústria (Sesi) e do Comitê de Responsabilidade Social (Cores) da Fiesp.

O evento é destinado a professores do ensino médio e organizações da sociedade civil que atuem com a inclusão de jovens de 16 a 24 anos em estado de vulnerabilidade social.

O estudo

“Educação para o mundo do trabalho” apresenta o perfil de quem estuda e/ou trabalha, ou que ainda se encontra fora do mercado, além de seus interesses. Também traz um conjunto de propostas para ações a curto e médio prazo a fim de sanar a falta de mão de obra na indústria e a dificuldade de se obter um primeiro emprego.

A intenção é aproximar o estudante do mundo do trabalho, indispensável à qualificação do sistema produtivo e à competitividade da indústria brasileira.

A programação inclui palestra de Ricardo Martins, mestre em Educação pela Fundação Getúlio Vargas (RJ) e doutor em Ciência Política pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), além de consultor legislativo com experiência na área educacional.