Sesi-SP e Senai-SP Editoras oferecem descontos na compra de livros na Bienal

Isabela Barros, Agência Indusnet Fiesp

Quem quiser aproveitar a 24ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo para comprar livros com desconto não pode deixar de passar no estande da Sesi-SP e da Senai-SP Editoras no Anhembi, onde está sendo realizado o evento. As editoras da indústria paulista estão dando abatimento de 20% no preço de qualquer um dos 240 títulos à venda no espaço. Para estudantes e professores o percentual é maior: 40%.

“Dobramos o nosso catálogo de livros infantis e de interesse geral nos últimos anos, estamos crescendo e consolidando o nosso modelo de negócios”, explica o editor chefe da Sesi-SP e da Senai-SP Editoras, Rodrigo de Faria e Silva. “E isso se reflete na Bienal, com o dobro de livros infantis em relação ao evento de 2014 e também com a oferta de quadrinhos”.

O estande das duas editoras tem 80 metros quadrados e fica na Rua E da Bienal. Para a edição de 2018, o acervo será ainda maior, com a entrada em catálogo dos títulos doados pela editora Cosac Naify, cujo fechamento foi anunciado em 2015. Dos mais de 1.400 títulos pertencentes à empresa de Charles Cosac, em torno de 900 podem migrar para as marcas de livros da indústria paulista em caráter de doação.

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O estande das editoras da indústria paulista na Bienal: crescimento no mercado. Foto: Divulgação


Passeando pela Bienal na manhã desta terça-feira (30/08), a escritora Luciana Garcia, autora de O mais legal do folclore, entre outras obras, aprovou o acervo da Sesi-SP e da Senai-SP Editoras. “Os títulos são interessantes e muito originais”, disse.

Também presente ao estande das editoras, a escritora Susana Ventura aproveitou a feira para lançar, também nesta quarta-feira (30/08), o livro O caderno da Vovó Clara (Sesi-SP Editora). A obra destaca, de forma delicada, a importância dos avós na vida dos netos, sendo o primeiro romance juvenil da autora, acostumada a escrever para crianças. “Digo que o livro foi um trabalho em equipe, já que o design, com páginas de texto como se fosse manuscrito, ajuda a dar o clima da história”, explicou. “A equipe da Sesi-SP Editora foi ótima conosco”.

Presente ao lançamento, a tradutora Angela Aranha Coelho é outra que aprova o trabalho das marcas de livros da indústria de São Paulo. “Sou apaixonada pelo trabalho do Sesi-SP e do Senai-SP”, disse. “Duas instituições engajadas culturalmente”.

A Bienal segue até o próximo domingo (04/09) no Anhembi. Para saber mais sobre o evento, só clicar aqui.

Título publicado pela Sesi-SP Editora vence prêmio da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil

Agência Indusnet Fiesp

O livro A flauta mágica e o livro da sabedoria, publicado pela Sesi-SP Editora, do Serviço Social da Indústria de São Paulo (Sesi-SP), venceu o Prêmio FNLIJ 2016, da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil (FNLIJ), na categoria Reconto. A cerimônia de entrega será no dia 8 de junho, durante a 18ª edição do Salão FNLIJ para crianças e jovens, no Rio de Janeiro.

O prêmio é promovido pela Fundação desde 1975 e concede a distinção máxima aos melhores livros infantojuvenis publicados no Brasil em diversas categorias.

Baseado na ópera A Flauta Mágica, de Mozart, o livro conta a história do jovem príncipe Tamino e de sua amada Pamina. Antes de viverem em paz a dois, eles passam por muitas provações e enfrentam os perigos de um “reino sombrio”. Pelo caminho, aprendem o valor transformador da amizade e as virtudes da honestidade, da temperança, da coragem e da fraternidade, até finalmente serem recebidos como iniciados no Templo da Sabedoria.

O livro oferece ainda um QRCode para o leitor ouvir a ópera de Mozart.

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Sesi-SP Editora lança livro infantojuvenil sobre grupo de garotas do bem

Agência Indusnet Fiesp

Brincando, desenhando e escrevendo, mãe e filha criaram uma galeria de personagens adoráveis: as Garotas do Bem. A cumplicidade desta relação deu origem a este livro, que surgiu de maneira espontânea entre as autoras Meire de Oliveira e Sofia Schwabacher, da vivência entre elas, cada qual influenciando a vida da outra com suas respectivas experiências.

“A bagagenzinha da Sofia, de apenas 9 anos, me proporcionou um frescor, uma leveza, que eu, profissional macaca velha, sem perceber, estava deixando de lado. As soluções gráficas acompanharam esse pensamento, por isso foram tão artesanais”, conta Meire.

A ideia da publicação surgiu depois de Sofia terminar de ler uma série sobre um grupo de garotas e não encontrar nenhuma leitura similar que a encantasse tanto. Foi então que mãe e filha resolveram criar seu próprio grupo de garotas, cada qual com personalidade única e comportamento singular.

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Livro "Garotas do Bem" é lançado pela Sesi-SP Editora. Foto: Divulgação


Sobre a coleção
A coleção “Quem lê sabe por quê” visa promover o estímulo à leitura e o desenvolvimento de acervos, melhorando o desempenho escolar. É composta por livros paradidáticos voltados a crianças e jovens, além de livros sobre temas relacionados à leitura e à formação de um público leitor.

Sobre a Sesi-SP Editora e a Senai-SP Editora

Criadas em sintonia com a missão do Senai-SP e do Sesi-SP de difundir o conhecimento e a cultura, as Editoras têm a proposta de preencher uma lacuna editorial existente nas diversas áreas de educação e ensino profissionalizante em que o Senai-SP atua, e busca difundir, de forma planejada e sistematizada, o conhecimento produzido pelo Sesi-SP nas áreas de cultura, educação, esporte, nutrição, entre outras, assim como identificar oportunidades que possam contribuir para o enriquecimento dessas áreas. Desde sua criação, em 2011, as duas editoras já publicaram mais de 220 títulos.

Sesi-SP Editora lança ‘Leonardo da Vinci: a natureza e a invenção’

Agência Indusnet Fiesp

A observação minuciosa da natureza fez parte do método de trabalho de Leonardo da Vinci e esteve sempre presente na origem de suas criações artísticas e técnicas. Ele é o exemplo acabado da curiosidade e da imaginação transdisciplinar que marcaram o pensamento renascentista e que, por isso, o aproximam do pensamento contemporâneo.

Esta obra que a Sesi-SP Editora acaba de lançar foi, originalmente, publicada em francês, em 2012, em Paris, e integrou uma série de eventos paralelos à exposição que, então, teve o título de “Leonardo da Vinci, projetos, desenhos, máquinas”. O Sesi-SP também traz ao Brasil a exposição que, na versão apresentada em São Paulo, chama-se “Leonardo da Vinci: a natureza da invenção”.

Na maioria dos ensaios que constam deste livro, a ênfase é dada aos seus estudos técnicos e científicos, embora suas inovações na pintura e no desenho também estejam presentes. Outra parte importante mostra como Leonardo da Vinci partia da observação da natureza para idealizar seus projetos em todas as áreas. Enfim, podemos ver aqui o rico universo em que ele atuou, em que os territórios da arte, da ciência e da técnica se articulam em constante interação.

Como contraponto, o livro apresenta aplicações científicas recentes, ainda experimentais, que também tentam reproduzir fenômenos ou estados da natureza. À sua maneira, Leonardo foi um pioneiro da disciplina que apareceu nos anos 1960 com o nome de bioinspiração ou biomimetismo.

Não tinha limites o pensamento criador de Leonardo. Inovou a técnica pictórica, com a introdução do sfumato. Projetou edifícios, máquinas de guerra, máquinas hidráulicas, máquinas para voar, máquinas de efeitos especiais para teatro, robôs, etc. E também criou modelos de urbanismo, com a sua città ideale, a cidade ideal. Particularmente, suas invenções, descritas e desenhadas nos famosos cadernos e manuscritos, fazem dele um dos maiores engenheiros e humanistas da Renascença.

Tanto a exposição quanto este livro são realizações da Universcience, em parceria com o Museo Nazionale della Scienza e della Tecnologia Leonardo da Vinci (MUST) de Milão, com participação do EADS (European Aeronautic Defense and Space Company) e do Deutsches Museum de Munique.

Sobre o livro “Leonardo da Vinci: A natureza e a invenção”
Organizadores: Patrick Boucheron e Claudio Giorgione
Número de páginas: 224
Capa: brochura
Formato: 20,25 cm x 24,7 cm

Sobre a Sesi-SP Editora e a Senai-SP Editora
Criadas em sintonia com a missão do Senai-SP e do Sesi-SP de difundir o conhecimento e a cultura, as editoras têm a proposta de preencher uma lacuna editorial existente nas diversas áreas de educação e ensino profissionalizante em que o Senai-SP atua, e busca difundir, de forma planejada e sistematizada, o conhecimento produzido pelo Sesi-SP nas áreas de cultura, educação, esporte, nutrição, entre outras, assim como identificar oportunidades que possam contribuir para o enriquecimento dessas áreas. Desde sua criação, em 2011, as duas editoras já publicaram mais de 220 títulos.

Livros das editoras do Sesi-SP e Senai-SP são finalistas do Prêmio Jabuti

Agência Indusnet Fiesp

Três livros da Sesi-SP Editora e da Senai-SP Editora estão entre os finalistas do prêmio Jabuti, o mais tradicional prêmio literário do país. Em sua 56ª edição, o prêmio recebeu neste ano 2.240 inscrições. Os resultados da primeira fase foram divulgados nesta terça-feira (23/09), com os dez finalistas de cada uma de suas 27 categorias.

Confira as categorias e livros finalistas da Sesi-SP Editora e da Senai-SP Editora.

Capa

Grafitti Fine Art, de Raquel Matsushita (Sesi-SP Editora)

Ilustração de livro infantil

A vida é um trem, de Alexandre Camanho (Sesi-SP Editora)

Comunicação

A revolução dos eBooks: a indústria dos livros na era digital, de Ednei Procópio (SENAI-SP Editora)

A lista completa está no site: http://premiojabuti.com.br/resultados/

A segunda fase será divulgada em 16 de outubro, quando os resultados são zerados, e os jurados avaliam todos os dez livros finalistas em suas categorias. Os três livros que receberem a maior pontuação dos jurados serão considerados vencedores em sua categoria, em primeiro, segundo e terceiro lugar. A cerimônia de entrega aos vencedores do Prêmio Jabuti será realizada em 18 de novembro, no Auditório Ibirapuera, em São Paulo.

Sesi-SP Editora lança livro infanto-juvenil em São Paulo

Agência Indusnet Fiesp

A Sesi-SP Editora lança no dia 27/09 (sábado), às 15h, na livraria NoveSete, em São Paulo, o livro infanto-juvenil “A incrível história do homem que não sonhava”, de Rafael Antón.

A publicação conta a história de Manfredo, também conhecido como Mani, que gostaria de ter um sonho para poder se lembrar. Em toda sua vida, nem mesmo de pesadelo ele tinha recordação. Por isso, o homem que não sonhava nada começa a agir um pouco diferente do habitual, fazendo algumas coisas inusitadas, para ver se começa a sonhar.

Quem lê sabe por quê

Esta coleção visa promover o estímulo à leitura e o desenvolvimento de acervo das bibliotecas, melhorando o desempenho escolar. É composta por livros de literatura infantil, juvenil e paradidáticos, além de obras sobre temas relacionados à leitura e à formação de um público leitor.

O autor

Rafael Antón nasceu no noroeste da Espanha, na Galícia, mas já morou em Madri, em Munique e, atualmente, vive em São Paulo.

É ilustrador há mais de 15 anos e desenvolve trabalhos para produtoras de cinema e agências de publicidade, tanto com a criação de storyboards e animatics quanto com ilustrações em geral. Também desenha para revistas e outras publicações editoriais, como HQs. Faz desenho de personagens (character design) e colabora como diretor de arte para pequenas produções e projetos de desenho animado.

Serviço:
“A incrível história do homem que não sonhava”
27 de setembro de 2014 (sábado), às 15h
Livraria NoveSete
Rua França Pinto, 97, Vila Mariana – São Paulo/SP

Shows gratuitos marcam lançamento do livro ‘Almanaque da Banda Gigante’

Agência Indusnet Fiesp

Inspirar e despertar o inventor, o compositor e o improvisador musical que existe em cada um. Essa é a ideia do livro “Almanaque da Banda Gigante”, da Sesi-SP Editora, escrito pela atriz, compositora e multi-instrumentista Lu Lopes, a Palhaça Rubra, com ilustrações de Fábio Yam Gomes Liu.

Para marcar o lançamento do livro, que acompanha do CD “Movimenta o C.E.L.E.B.R.O.”, a Banda Gigante, formada pela Palhaça Rubra, o Palhaço Manjericão (Eugênio La Salvia) e o Palhaço Fonseca (Marco Gonçalves), faz shows neste sábado e domingo (20 e 21/09), às 16h, na Praça do Sesc Pinheiros.

A Banda Gigante também convida artistas para integrarem esses shows de lançamento e, juntos, comporem um repertório humorado para cada dia. No dia 20, sábado, o trio de palhaços recebe o grupo Barbatuques e no dia 21, domingo, contam com a participação especial da cantora e compositora Suzana Salles.

No repertório, músicas compostas pela Banda Gigante, como “Barulhinho”, “Pedro Power” e Bina Beijoca”, além de uma versão de “Não pare na pista” (Raul Seixas/Paulo Coelho). Todas as canções são do CD “Movimenta o C.E.L.E.B.R.O.”, produzido por Arto Lindsay e participações especiais de Arnaldo Antunes e do Grupo Barbatuques.

No almanaque, que integra a série “Aventuras Musicais da Palhaça Rubra”, a Banda Gigante ensina de forma lúdica os leitores a escutarem a música que existe dentro de cada um, utilizando jogos musicais de improviso e dinâmicas intuitivas.

Entre outras dicas, as páginas do livro guiam as crianças por meio de uma viagem sonora, respondendo a questões básicas do ensino musical como “O que é uma letra de música?”, “O que é melodia?”, “Como inventar uma música?”, “O que é música?”, “De que é feita a música?”, “O que é ritmo?”, “O que é harmonia?”, além de dar várias dicas para que, brincando, as crianças possam compor suas próprias canções.

A Banda Gigante é conhecida por unir diferentes estilos musicais, com ingredientes como o humor e a palhaçaria transformando essa mistura em canções originais. Desta maneira, o grupo cria uma relação e um vínculo com a plateia, estimulando o movimento de livre criação e interpretação, o interesse e a curiosidade não só durante a apresentação, mas além dela.

“Chamamos isso de efeito multiplicador da potência criativa. A Banda Gigante percebeu que a música, o improviso e a palhaçaria são ferramentas artísticas que desenvolvem nossos superpoderes humanos”, explica Lu Lopes. A ideia de transformar o trabalho da Banda Gigante num almanaque surgiu justamente pela vontade de expandir o trabalho para além dos palcos. Lu Lopes ressalta que “nos shows, os fãs pediam para ter as músicas, então gravamos o CD. E para nossas ideias chegarem e permanecerem nos lares, nas escolas, dentro das pessoas e onde quer que elas queiram, fizemos também o livro para que elas pudessem ‘brincar’ com a música”.

A autora acrescenta ainda que “no livro, a música é tratada como um brinquedo de alta tecnologia humana, pois o leitor precisa apenas descobrir como funciona musicalmente, não de fora para dentro e sim dentro para fora”.

Serviço:
Shows de lançamento de livro-CD “Almanaque da Banda Gigante”
Dias 20 e 21 de setembro (sábado e domingo), às 16h
Participações especiais: Barbatuques (20/09) e Suzana Salles (21/09)
Praça do Sesc Pinheiros
Rua Paes Leme, 195, Pinheiros – São Paulo/SP
Classificação livre
Entrada gratuita
Telefone para informações: (11) 3095-9400

Na Bienal, Sesi-SP Editora lança o livro ‘1ª Mostra Literária do Sesi-SP’

Ariett Gouveia, Agência Indusnet Fiesp

“O destino de uma criança/É de acreditar e ser feliz/Ser astronauta ou filósofo/Ou montar seus próprios gibis”. Essa é uma das estrofes do poema Profissão, do aluno do Sesi-SP de Santo Anastácio, Heitor Correia Montagnini Santos, uma das produções que faz parte do livro “1ª Mostra Literária do Sesi-SP”, lançado nesta sexta-feira (29/08), na Bienal Internacional do Livro, no Anhembi, em São Paulo.

A obra reúne contos, poesias e ilustrações dos estudantes de três níveis de ensino, finalistas da mostra literária nas três categorias. Os temas dos trabalhos foram definidos pela organização da iniciativa, que quis destacar o cotidiano dos alunos.

A primeira edição da mostra, realizada em 2013, resultou em cerca de mil trabalhos, que correspondem aos primeiros e segundos colocados em cada categoria de todas as escolas Sesi-SP do estado. Destes, foram selecionados pelos analistas técnicos educacionais de arte e de língua portuguesa as 19 produções que compõem o livro.

O livro com textos e ilustrações dos alunos do Sesi-SP: registros do cotidiano. Foto: Beto Moussalli/Fiesp

O livro com textos e ilustrações dos alunos do Sesi-SP: registros do cotidiano. Foto: Beto Moussalli/Fiesp


A supervisora de bibliotecas de toda a rede Sesi-SP e idealizadora da mostra literária, Enisete Malaquias, explica que o livro reflete o trabalho realizado na rede.

“O Sesi-SP tem um avanço com relação às outras escolas porque coloca em prática o trabalho do bibliotecário escolar. Hoje, há escolas que têm biblioteca, mas não uma biblioteca escolar, que vai além de estar lá para quando o aluno precisar, mas sim acompanha o professor, agregando no processo de ensino e aprendizado.”

Lançamento

Os alunos que mostraram seus trabalhos no livro estiveram no evento de lançamento, no estande da Sesi-SP Editora na Bienal. E agradeceram a oportunidade de participar do projeto.

“Espero que isso incentive outras pessoas a escreverem”, disse Marina Morales Rigueti, de 15 anos, estudante do 9º ano do Sesi-SP de Guararapes, que participou na categoria conto. “Recebi muito incentivo do bibliotecário e da professora, porque eles sabem que eu sempre gostei muito de ler e escrever. Quando recebi o resultado, foi uma emoção indescritível, algo que eu vou levar para a vida toda.”

Em seu discurso, Célio Henrique Garcia Chiquini, de 12 anos, agradeceu a mãe pelas ideias, a professora pelo apoio, a bibliotecária pelo incentivo e o Sesi-SP pela oportunidade de revelar novos escritores.

“Quando fiquei sabendo do concurso, comecei a pensar, mas não nenhuma ideia boa. Depois que eu vi o filme ‘Truque de mestre’, resolvi misturar os temas magia e literatura. E deu certo”, lembra o aluno do Sesi-SP de Garça. “Foi uma emoção muito grande ver meu conto publicado no livro.”

Guernica

Na categoria ilustração, Erivelton da Silva Pereira, de 16 anos, ficou em 1º lugar na sua faixa etária, representando o Sesi-SP de Suzano. “A proposta era fazer a releitura da obra “Guernica”, do Picasso. Minha ideia foi usar a ilustração para falar de obesidade. Fiquei muito feliz ao ver o livro”, conta o jovem, que pretende seguir carreira na área artística e fazer faculdade de design.

“Participei na categoria ilustração, mas gosto de escrever e desenhar”, disse Juliana Monteiro Peixinho, de 15 anos, aluna do 1º ano do ensino médio, do Sesi-SP de Mogi das Cruzes. Tendo como tema os grandes escritores brasileiros, a estudante fez uma caricatura de Ariano Suassuna. “Fiquei triste quando ele morreu, porque meu sonho era conhece-lo.”

Para Juliana, estudar no Sesi-SP foi fundamental para desenvolver o gosto pela leitura e pela escrita. “Ajudou muito, muito, muito. O Sesi-SP dá o maior apoio em todas as áreas, seja na ciência, no esporte ou na literatura.”

No fim do evento, o escritor José Santos, autor do livro “Matintapereira”, conversou com os estudantes sobre a importância da leitura e da biblioteca.

O estande da Sesi-SP Editora na Bienal fica na Rua I, no número 598. O evento segue até este domingo (31/08) no Anhembi.

Para conferir o catálogo completo da editora, só clicar aqui.


Sesi-SP Editora lança box com 4 livros sobre atividade física e treinamentos corporativos

Isabela Barros, Agência Indusnet Fiesp

A tarde desta quinta-feira (28/08) foi de muita atividade no estande da Sesi-SP Editora na Bienal Internacional do Livro, no Anhembi, em São Paulo. Durante o lançamento do box “Sesi-SP Qualidade de Vida”, com quatro volumes temáticos sobre exercícios e treinamentos variados, monitoras do Serviço Social da Indústria de São Paulo (Sesi-SP) convidaram os frequentadores da feira para se mexer um pouco no espaço.

“Adorei a ginástica”, disse a empresária Mary Stella Cardoso, de 37 anos, no local ao lado do filho, Pietro, de seis anos. “Faço pilates e acho ótima a iniciativa do Sesi de estimular a prática o esporte entre os trabalhadores da indústria”.

A dinâmica realizada nesta quinta-feira no estande da Sesi-SP Editora: qualidade de vida. Foto: Isabela Barros/Fiesp

A dinâmica realizada nesta quinta-feira no estande da Sesi-SP Editora: qualidade de vida. Foto: Isabela Barros/Fiesp

O box, vendido por R$ 121,90, vem com quatro livros, todos voltados para os empreendedores interessados em estimular a qualidade de vida e a qualificação de seus funcionários: “Treinamento sob Medida”, “Assessoria para ADC”, “Treinamento Corporativo” e “Ginástica na Empresa”.

Em “Treinamento sob Medida”, são oferecidas orientações para a prática de atividades físicas com o objetivo de combater doenças e melhorar o clima organizacional nas empresas. As dicas envolvem até a organização de passeios de mountain bike e corrida em grupo.

Já “Assessoria para ADC” tem como objetivo apoiar a gestão das Associações Desportistas Classistas (ADCs), destacando pontos como localização e organização dos ambientes, por exemplo.

“Treinamento Corporativo” traz sugestões de como trabalhar pontos como motivação, liderança e cooperação a partir de práticas e dinâmicas variadas.

Por fim, “Ginástica na Empresa” volta ao tema do esporte com ênfase em pontos como ginástica laboral, ergonomia e qualidade de vida.

O box Sesi-SP Qualidade de Vida, lançado nesta quinta-feira (28/08) na Bienal. Foto: Isabela Barros/Fiesp

O box Sesi-SP Qualidade de Vida, lançado nesta quinta-feira (28/08) na Bienal. Foto: Isabela Barros/Fiesp


O estande da Sesi-SP Editora na Bienal fica na Rua I, no número 598. O evento segue até este domingo (31/08) no Anhembi.

Para conferir o catálogo completo da editora, só clicar aqui.

Estande das editoras do Sesi-SP e Senai-SP tem programação agitada na Bienal do Livro

Agência Indusnet Fiesp

Confira a programação do estande das editoras do Serviço Social da Indústria de São Paulo (Sesi-SP) e do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial de São Paulo (Senai-SP) na 23ª edição da Bienal Internacional do Livro de São Paulo, que será realizada de 22 a 31 de agosto, no Pavilhão de Exposições do Anhembi.

Sexta-feira (22/08)
18h – Lançamento do livro de Introdução a Nanociência e Nanotecnologias

Sábado (23/08)
11h – Apresentação da Palhaça Rubra
16h – Apresentação da Cia Malas Portam

Domingo (24/08)
11h – O autor é seu guia* – com Humberto Mancebo
15h – Apresentação “Ler é uma viagem”, dos contos de Machado de Assis, com Élida Marques

Segunda-feira (25/08)
11h – O autor é seu guia* – com Flávia Muniz
13h – Bate-papo com Eduardo Dias, autor do livro “A natureza no processo do design”
16h – Palestra: “Moda sob medida”, com equipe responsável pela publicação “Método Sesi-SP de modelagem plana e técnicas de costura”
17h – Palestra: “Senai Mix Design, apresentação das direções criativas”

Terça-feira (26/08)
11h – O autor é seu guia* – com Cláudio Fragata
15h – Palestra sobre nutrição com a equipe do programa Alimente-se Bem

Quarta-feira (27/08)
11h – O autor é seu guia* – com Simone Pedersen
15h – O autor é seu guia* – com Luiz Bras

Quinta-feira (28/08)
11h – Palestra sobre literatura de cordel, com Jô Oliveira, Marco Haurélio e José Santos
15h – Lançamento do box de livros Sesi-SP Qualidade de Vida

Sexta-feira (29/08)
10h – Lançamento da publicação referente à 1ª Mostra Literária do Sesi-SP
11h – O autor é seu guia* – com José Santos
18h – Bate-papo com Toninho Mendes, organizador do livro “Humor Paulistano”

Sábado (30/08)
11h – Lançamento do livro da série “Valores culturais, caderno de música”
14h – Apresentação do grupo Choro das Três
18h – Leitura dramática de peça “Maldito Benefício”, do livro de Leonardo Cortez

Domingo (31/08)
15h – Lançamento do livro da série “Valores culturais, caderno de leitura e literatura”
16h – Bate-papo com João Silvério Trevisan

* O programa “O autor é seu guia” é um projeto do escritor José Santos, que busca apresentar a Bienal do Livro para crianças, contando com a mediação de autores consagrados.

Serviço:

Bienal Internacional do Livro de São Paulo – Estande da Sesi-SP Editora e Senai-SP Editora
Data: de 22 a 31 de agosto
Horário de funcionamento: das 9h às 22h, de segunda à sexta, e das 10h às 22h, sábado e domingo. Dia 31 de agosto: das 10h às 21h.
Local: Pavilhão de Exposições do Anhembi
Endereço: Av. Olavo Fontoura, 1.209 – Santana
Localização do estande das editoras: Rua I, 598
Área da Exposição da Escola Móvel de Nanotecnologia: Rua H, 600

Sesi-SP e Senai-SP participam pela segunda vez da Bienal do Livro

Agência Indusnet Fiesp

Com o objetivo de promover e difundir conhecimento relevante para a cultura, educação e aprendizagem industrial, a Sesi-SP Editora e a Senai-SP Editora participam, pela segunda vez, da Bienal Internacional do Livro de São Paulo, que será realizada de 22 a 31 de agosto, no Pavilhão de Exposições do Anhembi. O estande das editoras terá atividades durante todos os dias do evento, como pockets shows, rodas de leitura, apresentações lúdicas para as crianças, lançamentos, palestras e bate-papos com escritores.

No dia 22/08, sexta-feira, será lançado o livro Introdução a Nanociência e Nanotecnologias, da Senai-SP Editora. Escrita por cientistas renomados, a obra facilita o acesso aos conhecimentos gerados pela nanociência e pela nanotecnologia. Também será lançado o livro Highlike, da Sesi-SP Editora, que apresenta a arte contemporânea em suas possibilidades ilimitadas com o uso das mídias eletrônicas. Neste livro, toda a informação, imagem, texto ou vídeo tem um correspondente virtual disponibilizado na nuvem.

Também no dia 22, será lançada a Revista de Educação, Tecnologia e Inovação do SENAI-SP, que trará matérias sobre design, inclusão profissional e publicações científicas e técnicas. E no dia 29/08, sábado, é a vez do lançamento da I Mostra Literária, projeto que estimulou alunos das Escolas Sesi a criarem contos, poesias e ilustrações.

Para o público infantojuvenil, a Sesi-SP Editora preparou uma programação que proporciona o despertar para a leitura de forma interativa e incentiva o exercício da imaginação criativa, permitindo que esse público tenha mais contato com as obras literárias e os autores.

Durante a atividade “O autor é seu guia”, as crianças terão a experiência de conhecer alguns livros de maneira mais divertida. Os autores de livros infantis apresentarão o mundo de magia descrito em suas obras. Entre os escritores confirmados estão Luiz Bras, José Santos, Cláudio Fragata, Flávia Muniz, Marco Haurélio, entre outros. Todos estes são autores com publicações pela Sesi-SP Editora.

A Palhaça Rubra, criação de Lu Lopes, autora de Desmiolações, e a Cia Malas Portam, autores do livro A Lagarta Caolha, farão animados pocket shows para os visitantes da Bienal. A atividade tem como objetivo tornar o processo educativo mais divertido, dinâmico e atrativo para o público infantojuvenil, com temas relacionados à literatura brasileira e à cultura em geral. Já para o público adolescente, serão realizadas rodas de leitura dos contos literários de Machado de Assis, recém-lançados pela Sesi-SP Editora.

Quem passar pelo estande das editoras, localizado à rua I, nº 598, também poderá participar de algumas palestras e bate-papos com escritores. Os autores de livros publicados pelas editoras integrarão a programação que visa contribuir com a cultura e para o desenvolvimento pessoal e social da população.

Sobre a Senai-SP Editora e a Sesi-SP Editora
Criadas em sintonia com a missão do Senai e do Sesi de difundir o conhecimento e a cultura, as Editoras têm a proposta de preencher uma lacuna editorial existente nas diversas áreas de educação e ensino profissionalizante em que o Senai-SP atua, e busca difundir, de forma planejada e sistematizada, o conhecimento produzido pelo Sesi-SP nas áreas de Cultura, Educação, Esporte, Nutrição, entre outras, assim como identificar oportunidades que possam contribuir para o enriquecimento dessas áreas. Desde sua criação, em 2011, as duas editoras já publicaram mais de 200 títulos.
Serviço

Bienal Internacional do Livro de São Paulo – Estande da Sesi-SP Editora e Senai-SP Editora
Data: de 22 a 31 de agosto
Horário de funcionamento: das 9h às 22h, de segunda à sexta, e das 10h às 22h, sábado e domingo. Dia 31 de agosto: das 10h às 21h.
Local: Pavilhão de Exposições do Anhembi
Endereço: Av. Olavo Fontoura, 1.209 – Santana
Localização do estande das editoras: Rua I, 598
Área da Exposição da Escola Móvel de Nanotecnologia: Rua H, 600

  

Livro ‘Claudius’, da Sesi-SP Editora, será lançado em SP e RJ

Agência Indusnet Fiesp

A Sesi-SP Editora, do Serviço Social da Indústria de São Paulo (Sesi-SP), lança nesta quarta-feira (20/08), às 18h30, na Livraria da Vila, em São Paulo, o livro “Claudius”, uma seleção do que o autor, um dos nomes mais representativos do cartum brasileiro, produziu em cinquenta anos de trabalho.

No dia 1º de setembro, será a vez do público do Rio de Janeiro conhecer a obra. O lançamento será realizado na Livraria da Travessa, às 19h.

Claudius Ceccon é arquiteto, designer, cartunista, escritor e ilustrador. Nascido em Garibaldi (RS), aos quatro anos mudou-se com a família para o Rio de Janeiro, onde fez seus estudos e iniciou a vida profissional como chargista, aos 19 anos, com a publicação de seus desenhos no Jornal do Brasil (RJ) e, a seguir, na página de humor da revista Manchete, da qual foi titular por 15 anos. Atualmente é colaborador regular do suplemento Ilustríssima, da Folha de S.Paulo, do Le Monde Diplomatique Brasil e da revista Caros Amigos.

Serviço:

São Paulo
20 de agosto de 2014, às 18h30
Livraria da Vila – Alameda Lorena, 1.731 – Jardim Paulista

Rio de Janeiro
1º de setembro de2014, às 19h
Livraria da Travessa – Rua Voluntários da Pátria, 97 – Botafogo

“Diálogo com Cartas” traz correspondências trocadas por 40 anos por gênios da música

Agência Indusnet Fiesp

O livro “Diálogo com Cartas”, da compositora e pianista Jocy de Oliveira, será lançado pela Sesi-SP Editora nesta quarta-feira (06/08), às 19h30, na Livraria Cultura do Shopping Iguatemi, em São Paulo.

O livro traz cartas inéditas de Igor Stravinsky, Robert Craft, John Cage, Luciano Berio, Karlheinz Stockhausen, Iannis Xenakis, Eleazar de Carvalho, Claudio Santoro, Lukas Foss, Robert Craft e Olivier Messiaen, trocadas ao longo de 40 anos com a compositora brasileira. A obra expõe ideias, vivências e realizações desses expoentes da música de concerto do século XX, entremeadas pelas observações da autora.

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Fernanda Montenegro prestigia amiga Jocy de Oliveira. Foto: Divulgação

 
A atriz Fernanda Montenegro, amiga de Jocy, compareceu ao lançamento do livro “Diálogo com Cartas” no Rio de Janeiro, realizado no dia 29 de julho.

Ao longo da vida, Jocy de Oliveira, 78 anos, construiu vasto currículo: pianista, recitalista, compositora, pioneira das artes multimídia no país, autora de oito óperas, de obras para orquestra, câmara e meios eletroacústicos. Tem prêmios concedidos por fundações como Guggenheim e Rockefeller.

Foto: Sesi-SP Editora marca presença na Flip 2014

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A Sesi-SP Editora, do Serviço Social da Indústria de São Paulo (Sesi-SP), lançou na sexta-feira (01/08), o livro “Claudius”, do cartunista Claudius Ceccon, durante a edição 2014 da Festa Literária Internacional de Paraty, a Flip. O livro reúne uma seleção do que o autor, um dos nomes mais representativos do cartum brasileiro, produziu em cinquenta anos de trabalho.

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Claudius Ceccon autografa livro na Flip 2014. Foto: Divulgação


Claudius Ceccon é arquiteto, designer, cartunista, escritor e ilustrador. Nascido em Garibaldi (RS), aos quatro anos mudou-se com a família para o Rio de Janeiro, onde fez seus estudos e iniciou a vida profissional como chargista, aos 19 anos, com a publicação de seus desenhos no Jornal do Brasil (RJ) e, a seguir, na página de humor da revista Manchete, da qual foi titular por 15 anos. Atualmente é colaborador regular do suplemento Ilustríssima, da Folha de S.Paulo, do Le Monde Diplomatique Brasil e da revista Caros Amigos.

Sesi-SP Editora lança livros de Claudius e Jaguar na Flip 2014

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A Sesi-SP Editora, do Serviço Social da Indústria de São Paulo (Sesi-SP), não ficará de fora da Festa Literária Internacional de Paraty, a Flip, a ser realizada entre 30 de julho e 03 de agosto. Na ocasião, será lançado o livro Claudius, uma seleção do que o autor, um dos nomes mais representativos do cartum brasileiro, produziu em cinquenta anos de trabalho. Outro título previsto para o evento é Átila, você é bárbaro,  lançado por Jaguar em 1968 e agora reeditado.

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Claudius Ceccon é arquiteto, designer, cartunista, escritor e ilustrador. Nascido em Garibaldi (RS), aos quatro anos mudou-se com a família para o Rio de Janeiro, onde fez seus estudos e iniciou a vida profissional como chargista, aos 19 anos, com a publicação de seus desenhos no Jornal do Brasil (RJ) e, a seguir, na página de humor da revista Manchete, da qual foi titular por 15 anos. Atualmente é colaborador regular do suplemento Ilustríssima, da Folha de S.Paulo, do Le Monde Diplomatique Brasil e da revista Caros Amigos.

Barbaridade

Passados 46 anos do lançamento de seu primeiro livro, Átila, você é bárbaro, Jaguar mantém seu tom irônico e revela que, “comparado com os vândalos de hoje, o Átila não passa de um doce bárbaro.” E este é o título que a Sesi-SP Editora reedita, dado o sucesso de sua primeira edição, que revolucionou o mercado de cartuns no Brasil.

Todo o lado contestador de Jaguar no combate à ignorância, ao preconceito e à violência reunidos em desenhos e textos, que passam por assuntos como política, religião, arte, psicanálise e fra­quezas humanas. Nada escapa ao seu crivo impiedoso, nem mesmo quando coloca o tom delicado em certos elementos que per­meiam a ironia: uma flor, uma criança, a pomba da paz. Imagem relacionada a matéria - Id: 1545141435

Jaguar é caricaturista, ilustrador, desenhista, jornalista e cronista. Em 1957, estreou como cartunista, na revista Manchete. Fez parte da equipe da revista de humor Pif-Paf, de Millôr Fernandes. Além de ter fundado O Pasquim, em 1969, permanecendo até o fim de sua publicação, em 1991, criou o nome do jornal e seu personagem símbolo, o ratinho “Sig”. Em 1999, com Ziraldo e outros rema­nescentes de O Pasquim, editou a revista Bundas.

Sobre as editoras

Criadas em sintonia com a missão do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial de São Paulo (Senai-SP) e do Serviço Social da Indústria de São Paulo (Sesi-SP) de difundir o conhecimento e a cultura, as editoras das duas casas têm a proposta de preencher uma lacuna editorial existente em diversas áreas. Desde sua criação, em 2011, ambas já publicaram mais de 180 títulos.

Serviço

Claudius

Lançamento: 1º de agosto de 2014

Local: Livraria das Marés (rua Tenente Francisco Antônio, 52, Paraty, Rio de Janeiro)

Horário: 19h

 

Entrevista: Toninho Mendes, organizador do livro ‘Humor Paulistano’

Dulce Moraes, Agência Indusnet Fiesp 

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Toninho Mendes, o organizador do livro Humor Paulistano. Foto: Beto Moussali/Fiesp

Com ele não poderia ser diferente. Para falar do livro “Humor Paulistano – A Experiência da Circo Editorial 1984 – 1995”, lançado pela Sesi-SP Editora no último sábado (26/04), a entrevista teve que ser feita pessoalmente, olho no olho, em vez de usar recursos como e-mail ou telefone.

Toninho Mendes ainda mostra a inquietação do jovem que fundou a legendária Circo Editorial na primeira metade da década de 1980.

Com a Circo Editorial, ele reuniu um time de chargistas e ilustradores de primeira grandeza, como Alcy, Angeli, os irmãos Chico e Paulo Caruso, Glauco, Laerte e Luis Gê. Juntos,moldaram a cara do humor paulistano e, mais do que isso, influenciaram a sociedade brasileira num momento de transição, de um país que se mobilizava pelo fim da ditadura.

Do alto de seus 60 anos de idade, o “pequeno grande homem” de cabelos grisalhos costuma se expressar de forma visual, sempre com muito humor. Em meia hora de conversa, ele mostra que sabe rir de si mesmo e que ainda é capaz de se emocionar e soltar uma piada, um gracejo. Na hora da foto, propõe uma pose irreverente. Afinal, a vida, segundo ele, tem que ter graça e humor, transgredir e ser diferente.

Leia a seguir os principais momentos desse bate-papo com Toninho Mendes:


Um circo para ruptura

“A editora Circo é um produto de um momento específico e importante da história do Brasil. A ditadura não se sustentava mais. O movimento das Diretas foi para as ruas e, literalmente, foi rompendo lacres, amarras, teorias, convicções. E a Circo só poderia nascer nesse momento”.

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O autor e a obra. Foto: Beto Moussali/Fiesp

“As revistas da Circo – como a Chiclete com Banana (do Angeli), Geraldão (do Glauco), Piratas do Tietê (do Laerte) – foram as primeiras que testaram a abertura pra valer. Colocou o Bob Cuspe para Prefeito, uma mulher louca que dá pra um time de futebol, um casal que é libertário mas vive brigando”.

“A Circo representou esse momento de ruptura. O engraçado é que sempre fomos imprensa independente. E esse material, do jeito que a Circo fez, acabou sendo mais importante que o material da grande imprensa. Pois quando a imprensa foi falar, as coisas já estavam andando e a gente já tinha detonado tudo”.

“Laerte, Angeli, Glauco, Luis Gê, mais o Paulo Caruso e o Alcy eram um time muito forte. Nesse momento, a carreira deles estava se consolidando. Esse foi o truque da Circo: colocar as histórias deles em bancas de jornais de todo Brasil. Porque no jornal eles faziam ou tirinha ou charge política. E quando criei a Circo Editorial, eles podiam fazer quadrinhos e não tinha nenhum tipo restrição. A nossa linha era humor e vale-tudo. Com uma vantagem, nós éramos antes do ‘politicamente correto’”.

Questionando o próprio humor

Acho que não existe esse tal de ‘humor politicamente correto’. Para mim, existe humor. E outra coisa que acho discutível: o que é correto? A soma das dessas duas coisas não tem significado nenhum. Humor é uma palavra híbrida”.

“A gente tinha uma coisa mais séria do que frescura. Porque todo mundo foi criado nos tempos da ditadura. Então, o desenho era censurado, não saía, não era publicado. E esses artistas da Circo foram testando essa barreira”.

“Na Circo, o conteúdo é muito forte. Hoje, o pessoal do humor está voltado para o próprio umbigo. As piadas são engraçadas só pra eles e para a namorada deles e o pessoal do prédio. Isso aqui atinge todo mundo. Não é voltado para o próprio umbigo. Você fala de você, mas você reflete o mundo”.

Prazer de transgredir

“A gente não fazia para provocar, mas porque era engraçado. Você imagina há 30 anos um moleque ver na banca um cara espiando na fechadura e dizer ‘Amar é ver a mãe tomar banho’. Se hoje, as pessoas dizem: ‘Nossa!’, você imagina isso há 30 anos. Na realidade, nós, eu e todos esses desenhistas e chargistas, tivemos uma formação como homem muito libertária, pra frente, com as mente abertas, pulando os muros”.

“Naquela época [início dos anos 1980] todo mundo estava voltado para a política. Mesmos esses artistas tinham tudo isso na cabeça, mas não tinham onde publicar. Essa foi a chave da Circo. Imagina você pegar uma revista como a ‘Chiclete com Banana’ e falar: ‘Angeli, vamos fazer o que quiser’”.

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Edição da Revsita Circo. Foto: Reprodução

“Nenhuma publicação da Circo teve posição política nenhuma vez. Nós somos anarquistas ou transgressores pela própria índole. Não era uma revista para falar bem dos comunistas, esquerdistas ou de Che Guevara.”

Falar mal de si mesmo

“A gente incomodou muito. O Angeli tinha personagem que falava muito mal do rock. E aí o pessoal falava: ‘Pô, tá falando mal do rock’. Aí o outro falava: ‘Pô, tá falando mal dos comunistas’. E eu dizia: ‘Onde vocês estão com a cabeça? Isso aqui é uma revista de humor, pô’.”

“Nós estávamos falando de nós mesmos. Numa linha em que um autor que se autoironiza em vários momentos da revista, por que ele vai respeitar outras coisas?”


Genialidade dos artistas e dos personagens

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No cartoon "Swing", Glauco e Angeli se autoironizam. Foto: Reprodução

“Imagina um cronista do porte do Angeli: hoje, ele é um cronista e tem 30 personagens com a mesma importância de personagens do Jô Soares e do Chico Anísio. A Rê Bordosa todo mundo sabe quem é, mesmo quem nunca ouviu falar. E também o Bob Cuspe. E o Casal Neuras, do Glauco, então… Aliás, a expressão ‘Ricardão’, por exemplo, foi criada na Circo. Era uma piada do Glauco. Depois é que os publicitários pegaram.

“Para entender melhor o tamanho dessa loucura olha esse cartum que saiu na Chiclete com Banana. É uma obra prima! O quanto essa piada é grossa, escrota e maravilhosa! Aqui é o Angeli com a mulher dele e o Glauco com a mulher dele, fazendo suingue. E aí começa aquele papo ‘Vai pintar o trauma…’. E isso é o que realmente acontece. Agora vê no final da piada qual é o Trauma. Isso é uma esculhambação com o autor, com a mulher do autor e com o próprio papo de querer ser livre ou não. Esse cartum é um clássico. Esse tipo de coisa tem aos quilos na revista”. 

Amizade com Angeli

“Eu e o Angeli somos amigos de infância. Quando nos conhecemos eu tinha 12 anos e ele tinha 10. Se bem que nós dois temos teorias diferentes de como nos conhecemos. Para mim, o meu irmão Levi me apresentou o Dinho (que é o Angeli). Mas, para o Angeli, nos conhecemos na feira de gibi do Manelão. E tinha esses gibis . Mas penso que as duas versões são compatíveis”

“Quando a gente foi fazer a Circo eu estava perto de 30 anos e o Angeli com 28. Sempre tivemos uma relação muito boa. O Angeli começou a carreira de cartunista e eu sempre fui criado na imprensa independente. O Angeli começou com 14 anos, participou do Festival de Humor de Piracicaba, e foi contratado pela  Folha [de S. Paulo] aos 17 anos de idade”.

Eterno transgressor

“Fiz os jornais independentes ‘Versus’ e ‘Movimento’. Há uma palavra que é diferente de anarquista, que é transgressor. Nasci para transgredir. O preço que paguei foi caro, bem caro. Mas passei a minha vida inteira transgredindo. E esses artistas todos eu conheci nessa rota.

“E por aqui você pode entender a pessoa que sou. Esta é a 3ª edição do livro ‘Confissões para o Tietê’, que estamos encartando junto com o livro ‘Humor Paulistano’. Eu escrevi esse livro de poemas dos meus 16 aos 23 anos de idade. A editora é tão louca que colocou isso na banca. A primeira edição saiu em 1980, a segunda edição em 1992 e a terceira agora.”

Humor tipicamente paulistano – as origens

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Laerte, Angeli e Glauco protagonizam Los Três Amigos. Foto: Reprodução

“Eu e o Angeli somos suburbanos. Sou um caipira que vim para São Paulo com seis anos de idade. Meu pai era motorista de ônibus e o pai do Angeli era funileiro. O Paulo e o Chico Caruso são os  filhos gêmeos de um vendedor de carro, que era um homem miúdo casado com uma italiana com fama de brava. O Laerte é filho de um dos maiores cientistas do Brasil, o professor Coutinho da USP, que é uma sumidade em Geologia. O Laerte tem uma formação sólida, fala inglês, toca piano, tanto que deu no que deu … (risos). Ele tem uma cultura assombrosa e uma curiosidade absurda. O Luis Gê vem de uma família tranquila, o pai dele era uma pessoa organizada, um cara superinteligente. Ele fez arquitetura. Ah, e o Glauco veio de fora e foi embora antes da hora. Era de uma família do interior. Seu pai era bancário e faleceu muito cedo, aliás com a mesma idade do filho, mas de forma não tão trágica”.

“Todos eles eram apaixonados por quadrinhos e eu os conheci no ‘Movimento’ e no ‘Versus’. Estabeleci uma relação muito positiva com essas pessoas nessa época. E aí nasceu tudo isso. A gente passa a ser amigo, a ser irmão e isso vai replicar na Circo, que funcionou de 1984 a 1995”.

O Toninho sem a Circo

“A Circo acabou em 1995. Fiquei cinco anos longe disso, mas continuei trabalhando no Bank Boston, na Editora Moderna e em um monte de lugar. Voltei a editar com a Editora Devir e fiz mais de 28 livros por lá. Com a LPM também fiz 26 livros. Hoje, dirijo o selo editorial Peixe Grande, que tem a proposta de editar a histórias da pornografia, dos quadrinhos, da censura e da imprensa. Até agora já editamos os ‘Quadrinhos Sacanas’, ‘Maria Erótica’, ‘Vira Lata”, ‘A história da revista Grilo’ e o livro “E depois a maluca sou eu”, da Marisa”.

Começo, meio, mas não o fim

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O gibi original Almanaque do Fantasma, de 1963, é o início da história de Toninho Mendes. Foto: Reprodução

“Esse aqui foi o primeiro gibi original que comprei na banca, pois antes só comprava gibi velho. Esse ‘Almanaque do Fantasma’, de 1963, abre a minha história. E esse livro “Humor Paulistano”, que organizei pela Sesi-SP Editora,  fecha essa parte da minha história.”

“O meu plano era chegar nesse livro. Aliás, a meta da Editora Peixe Grande era contar essa historia da Circo Editorial e estamos fazendo nesse livro ‘Humor Paulistano’, que está sendo lançado pela Sesi-SP Editora.”

“Este livro representa a documentação do Toninho Mendes como profissional. Percebo nele o que editei, o que fiz, o jeito com que lidei com as pessoas, a paciência que tive. Eu acho que editei melhor os livros do que a minha vida.”

“O livro é um fim de um ciclo. Mas não que eu vá parar de trabalhar. Tem muita coisa que não está no livro. Tem dois desdobramentos dele que eu estou atrás: uma exposição e um documentário em vídeo.”

Humor transformador

“Aqui tem uma teoria do humor paulistano e a coisa mais importante é isso. No capítulo 6, que encerra e dá título ao livro, escrito em parceria com o professor Roberto Elísio dos Santos, defendemos a tese de que o humor paulistano mudou a cara de toda a cultura brasileira. Todo o humor antes da Circo era muito banquinho  e violão, mulher, praia… A coisa do light, da turminha, não só o Rio de Janeiro, mas do Brasil pandeiro, das montanhas de Minas e do regionalismo dos Gaúchos.  E a Circo veio e deu uma porrada,, no sentido que é um humor muito forte. E os caras são muito bons. É difícil montar um time desses”.

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Toninho Mendes. Foto: Beto Moussali/Fiesp

Circo mágico

“A Circo é como os Beatles. Estão prontos num porão de Liverpool ou num bairro de uma cidade como São Paulo. É essa a magia. Todos nós continuamos amigos.

Outra magia é que ele é um livro chapa-preta. Porque falo mal de mim mesmo aqui. Eu me dei esse direito. Já me ligaram e disseram: ‘Pô, você deixou publicar?’. E eu respondo: ‘Eu quis que publicasse’. Esse livro é chapa-preta porque os defeitos também estão aqui. Meus, principalmente, pois sou o autor e organizador.”

Sesi-SP Editora lança ‘Humor paulistano’, livro com trabalho de cartunistas consagrados

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A trajetória dos 30 anos da Circo Editorial, editora de histórias em quadrinhos que consagrou nomes como Angeli, Laerte, Chico e Paulo Caruso, Glauco e Luis Gê é o tema do livro ”Humor paulistano”, de Toninho Mendes – novidade da editora do Serviço Social da Indústria de São Paulo, a Sesi-SP Editora. O livro será lançado neste sábado (26/04), às 18h30, na Livraria Cultura do Conjunto Nacional.

Lançada no anos 1980, a Circo Editorial ganhou reconhecimento com publicações em que despontaram personagens marcantes dos quadrinhos: o militante de esquerda, o machista inveterado, o roqueiro drogado, o punk contestador, o casal neurótico, a secretária ninfomaníaca, os homens solitários.

Com 432 páginas, a obra – parte da Coleção Memória e Sociedade – traz amostragens de histórias em quadrinhos, tiras e cartuns marcados pela sátira social.

Serviço

Evento: lançamento de “Humor paulistano”, de Toninho Mendes
Data e horário: 26/05, 18h30
Local: Conjunto Nacional – Piso do Teatro (Avenida Paulista, 2073).

Sesi-SP Editora lança dois livros infanto-juvenis: ‘Mãos Mágicas’ e ‘Vítor e o invisível’

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Arte japonesa de dobrar papel inspirou autora de “Mãos Mágicas”. Imagem: Divulgação.

A editora do Serviço Social da Indústria de São Paulo, a Sesi-SP Editora, tem mais dois lançamentos programados para este mês: os do livros “Mãos Mágicas” e “Vítor e o invisível”, ambos da “Coleção Quem lê sabe por quê” .

A tarde de autógrafos de ambos os livros acontece no último sábado deste mês (29/03), das 15h às 18h, na Livraria da Vila (na Rua Fradique Coutinho, 915 – Vila Madalena – São Paulo-SP).

Ambos integram a coleção “Quem lê sabe por quê”, que visa a promover o estímulo à leitura e o desenvolvimento de acervos, melhorando o desempenho escolar. É composta por livros paradidáticos voltados a crianças e jovens, além de livros sobre temas relacionados à leitura e à formação de um público leitor.

Saiba mais sobre os livros

Em “Mãos Mágicas”, de Tereza Yamashita e ilustrações de Suppa, a milenar arte japonesa de dobrar papel, que encanta crianças e adultos, serviu de inspiração para a autora.

Na estória, a aventureira Quadradinha de Papel sai em uma viagem de autoconhecimento em busca de seu irmão desaparecido.

O livro de 32 páginas tem preço sugerido de R$ 26,00

Já em “Vítor e o invisível”, de Luiz Bras, o protagonista de apenas 7 anos é o herói que um dia abriu os olhos e começou a ver o invisível: o minúsculo, feito de moléculas e átomos; e o maiúsculo, de estrelas e galáxias. Ao entrar em contato com o mistério que é o universo, Vítor passou a viver a maior revolução em sua vida.

A obra, repleta de ilustrações elaboradas e coloridas, convida o leitor a viajar junto com o protagonista pelo invisível e explorar o infinito.

Também com 32 páginas, a obra tem preço sugerido de R$ 34,00.

Sesi-SP Editora lança livro ‘Garoto – O Gênio das cordas’ no dia 15/03

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Imagem relacionada a matéria - Id: 1545141435A editora do Serviço Social da Indústria de São Paulo (Sesi-SP), a Sesi-SP Editora,  lança no dia 15/03, em São Paulo, o livro “Garoto – O Gênio das cordas”.

Com 120 páginas, a obra conta trajetória de Aníbal Augusto Sardinha, o Garoto (1915-1955), instrumentista autodidata que gravou seu primeiro disco aos 15 anos. Tudo vem acompanhado por um CD com nove canções.  O preço sugerido é de R$ 67,00.

Parte integrante da Coleção Memória e Sociedade, da Sesi-SP Editora, o livro foi idealizado e organizado por Mário Albanese, maestro, professor de música, advogado, jornalista e membro catedrático da Academia Internacional de Música (AIM), entre outras instituições.

Serviço

Lançamento do livro “Garoto – O Gênio das cordas”
Data: 15/03
Horário: 10h30
Local: Sala das Artes Paulistanas, no Instituto Geográfico de São Paulo (Rua Benjamin Constant, 158 – 4º andar – São Paulo


Sesi-SP Editora lançou o livro infantil “Não, Sim, Talvez”, de Raquel Matsushita

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Livro explora o universo das perguntas das crianças

As crianças adoram fazer perguntas e nem sempre se contentam com as primeiras respostas. Para relatar esse mundo de perguntas e respostas que envolve filhos, pais, responsáveis e educadores, a editora do Serviço Social da Indústria de São Paulo, a Sesi-SP Editora, lançou, no última sábado (8/3), a o livro “Não, Sim, Talvez“, da escritora Raquel Matsushita, com ilustrações de Ionit Zilberman.

Raquel Matsushita apresenta a história de um garoto que dialoga com a mãe e a irmã mais velha. O objetivo é reforçar que a troca de informações entre as crianças e os mais velhos gera um aprendizado qualificado.

A ilustradora Ionit Zilberman completa essa aventura de descobertas por meio de uma linguagem visual que se intensifica ao longo da história, de acordo com a complexidade das perguntas do personagem.

O livro faz parte da coleção “Quem lê sabe por quê” visa a promover o estímulo à leitura e o desenvolvimento de acervos, melhorando o desempenho escolar. É composta por livros paradidáticos voltados a crianças e jovens, além de livros sobre temas relacionados à leitura e à formação de um público leitor.

O evento de lançamento contou com a presença de Gizele Panza e Alba Brito, contadoras de histórias, narrando causos, com direito a interação e brincadeiras.