Indicador de Nível de Atividade da indústria paulista inicia 3º trimestre em queda de 2,2%

Cristina Carvalho, Agência Indusnet Fiesp

A atividade da indústria paulista iniciou o terceiro trimestre em queda. O Indicador de Nível de Atividade (INA) cedeu -2,2% em julho em relação a junho, na série com ajuste sazonal. A principal influência veio da variável total de vendas reais, que caiu -6,7%, seguida por horas trabalhadas na produção (-0,4%) e o Nível de Utilização da Capacidade Instalada, que avançou (0,2 p.p.). Na série sem ajuste, o indicador também mostrou variação negativa no mês (-1,7%), na comparação com julho do ano anterior (-1,1%), enquanto no acumulado em 12 meses houve alta de 5%. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (30 de agosto) pela Fiesp e pelo Ciesp.

Segundo José Ricardo Roriz, presidente em exercício da Fiesp e do Ciesp, o resultado de julho volta a mostrar a lenta retomada da atividade da indústria paulista, após a forte alta de junho, com o fim da greve dos caminhoneiros. “Retomamos aquele crescimento lento, inferior até ao que imaginávamos no começo do ano, o qual deve ser mantido nos próximos meses. O ambiente de negócios mudou bastante em decorrência de algumas variáveis, como o cenário eleitoral incerto e o dólar em alta, que embora ajude nas exportações, afeta muito as matérias-primas e o custo dos produtos intermediários. No entanto, não sentimos indicação de que vamos ter uma queda da atividade. Há uma estabilização de onde estamos até o final do ano”, avalia Roriz.

O recuo da atividade industrial paulista em julho foi disseminado, alcançando 15 dos 20 segmentos pesquisados, reforçando a fragilidade da recuperação neste ano.

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Sensor

A pesquisa Sensor de agosto, também produzida pelas entidades, marcou 52 pontos, ante os 53,7 pontos em julho, na leitura com ajuste sazonal. A marca mantém o Sensor acima dos 50 pontos pelo 13º mês consecutivo. Leituras acima de 50 pontos sinalizam expectativa de aumento da atividade industrial paulista para o mês.

Dos indicadores que compõem o Sensor, a variável de vendas recuou 7,1 pontos, para 54,2 pontos em agosto. O indicador de estoques caiu 4,1 pontos ante julho (51 pontos), marcando 46,9 pontos no mês de agosto, o que indica que os estoques estão acima do nível desejado.

Para a variável que capta as condições de mercado, o recuo foi de 2,3 pontos, passando de 55,2 pontos em julho para 52,9 pontos no mês de agosto. Por estar acima dos 50,0 pontos, indica expectativa de melhora das condições de mercado.

O indicador de emprego mostrou avanço, passando de 50,3 ponto, para 51,9 pontos no mês, sendo que resultados acima dos 50,0 pontos indicam expectativa de contratações para o mês. Assim também avançou o indicador de investimentos, que passou de 52,1 para 54 pontos.

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Indicador de Nível de Atividade da indústria paulista sobe 12,1% em junho

Cristina Carvalho, Agência Indusnet Fiesp

O Indicador de Nível de Atividade (INA) da indústria de transformação paulista cresceu fortemente em junho (12,1%) em relação a maio, na série com ajuste sazonal. O resultado indica que a atividade industrial paulista recompôs as perdas sofridas em maio (-10,8%) por conta da greve dos caminhoneiros. A principal influência dessa recuperação veio da variável total de vendas reais, que subiu 24,7% após ceder 16,6% em maio, seguida por horas trabalhadas na produção (0,9%), Nível de Utilização da Capacidade Instalada (1,2p.p.) e a projeção para a PIM-SP (15,7%). Na série sem ajuste, o indicador também mostrou variação positiva no mês (7,2%), na comparação com junho do ano anterior (4,2%) e no acumulado em 12 meses (5,5%). Os dados foram divulgados nesta terça-feira (31 de julho) pela Fiesp e pelo Ciesp.

Segundo José Ricardo Roriz Coelho, presidente em exercício da Fiesp e do Ciesp, esse resultado positivo do INA em junho não indica recuperação da atividade da indústria paulista. “O que se verificou foi uma recuperação das perdas do último mês em razão da greve dos caminhoneiros.  Em relação a projeções futuras, nos preocupam ainda as incertezas constantes. Elas afetam os empresários, que ficam receosos para investir. Sem investimento não temos recuperação do emprego, que é fator determinante para recuperação de renda e melhora da situação da capacidade ociosa das empresas, hoje perto de 30%. Estamos longe de começar uma recuperação.”

Entre os setores pesquisados, os destaques ficaram por conta de móveis, cuja atividade cresceu 15,9% em junho no Estado de São Paulo, na série com ajuste sazonal. As horas trabalhadas na produção, o total de vendas reais e o Nuci subiram 0,6%, 11,5% e 0,7p.p., respectivamente.

O INA do setor de produtos farmacêuticos avançou 2,0% no mês. As horas trabalhadas na produção, o total de vendas reais e Nuci subiram 0,7%, 2,4% e 0,2 p.p., respectivamente.

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Sensor

A pesquisa Sensor de julho, também produzida pelas entidades, voltou a mostrar força, marcando 53,8 pontos, ante os 50 pontos em junho. A marca mantém o Sensor acima dos 50 pontos pelo 12º mês consecutivo. Leituras acima de 50 pontos sinalizam expectativa de aumento da atividade industrial paulista para o mês.

Dos indicadores que compõem o Sensor, a variável de vendas avançou 9 pontos, para 60,1 pontos em julho. O indicador de estoques subiu 4,8 pontos ante junho (45,9 pontos), marcando 50,7 pontos no mês de julho; de tal forma, indica que os estoques estão próximos do nível desejado.

Para a variável que capta as condições de mercado, o avanço foi de 4,2 pontos, passando de 51,8 pontos em junho para os 56,1 pontos no mês de julho. Acima dos 50,0 pontos indica expectativa de melhora das condições de mercado.

Apenas o indicador de emprego mostrou recuo, passando de 50,6 pontos para 50,2 pontos no mês, sendo que resultados acima dos 50,0 pontos indicam expectativa de contratações para o mês.

Indicador de Nível de Atividade da indústria cai 10,2% em maio

Cristina Carvalho, Agência Indusnet Fiesp

O Indicador de Nível de Atividade (INA) da indústria de transformação paulista,  medido pela Fiesp e pelo Ciesp, apresentou forte queda (10,2%) em maio em relação a abril, na série com ajuste sazonal. O expressivo recuo foi influenciado pela variável de vendas reais, que cedeu 16% no mês, seguida por horas trabalhadas na produção (-2,3%) e o Nível de Utilização da Capacidade Instalada (NUCI), -1,8 p.p. Já na série sem ajuste, o indicador cedeu 1,1% no mês e 4,2% na comparação com maio do ano anterior. No acumulado do ano, ficou positivo em 3,6% em relação ao mesmo período de 2017. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (29 de junho).

Segundo José Ricardo Roriz Coelho, presidente em exercício da Fiesp e do Ciesp, a greve dos caminhoneiros agravou um pouco mais uma recuperação que já vinha em ritmo lento. “Os resultados de 2018 já vinham bem abaixo do que imaginávamos quando fizemos as projeções em 2017. A greve dos caminhoneiros tornou mais grave a preocupação de crescimento ao longo do ano. Para os próximos três meses, não vemos nenhuma chance de recuperação da atividade da indústria. Provavelmente, vamos ter uma situação pior do que a do primeiro trimestre de 2018”, avalia.

No entanto, Roriz pondera que ainda é preciso analisar os reflexos que essa greve terá sobre as empresas. “As empresas têm seus compromissos financeiros e o fato de terem ficado cerca de20 dias sem vender vai agravar ainda mais a situação de capital de giro, que já era bem difícil. É um momento de muita apreensão e de muita preocupação”, completa.

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Entre os setores pesquisados, os destaques ficaram por conta de metalurgia básica, cuja atividade cedeu -18,3% em maio, na série com ajuste sazonal. As horas trabalhadas na produção, o total de vendas reais e o NUCI recuaram 6,5%, 36,4% e 0,5p.p., respectivamente.

O INA do setor de veículos automotores recuou 6,2% no mês. As horas trabalhadas na produção, o total de vendas reais e o NUCI caíram 8,2%, 30,2% e 2,4 p.p, respectivamente.

Sensor

A pesquisa Sensor de junho, também produzida pelas entidades, cedeu 1,4 ponto, para 50,2 pontos (51,6 pontos em maio), porém se mantém acima dos 50 pontos pelo 17º mês consecutivo. Leituras acima de 50 pontos sinalizam expectativa de aumento da atividade industrial paulista para o mês. No entanto, esse nível não era visto desde julho de 2017.

Dos indicadores que compõem o Sensor, a variável de vendas cedeu 2 pontos, para 51,8 pontos em junho. O indicador de estoques caiu 1,5 ponto ante maio (46,8 pontos), marcando 45,3 pontos no mês de junho, o que indica que os estoques estão acima do nível desejado.

Houve queda também no indicador de emprego (1,5 ponto), que marcou 50,8 pontos no mês, sendo que resultados acima dos 50,0 pontos indicam expectativa de contratações para o mês.

Para a variável que capta as condições de mercado, o recuo foi de 1,7 ponto, passando de 53,3 pontos em maio para os 51,6 pontos no mês de junho. Acima dos 50,0 pontos indica melhora das condições de mercado.

Indicador de Nível de Atividade da indústria de SP fecha o trimestre em alta moderada de 0,4%

Cristina Carvalho, Agência Indusnet Fiesp

O Indicador de Nível de Atividade (INA) da indústria de transformação paulista subiu 0,6% em março ante o mês de fevereiro, na série com ajuste sazonal. No fechamento do 1º trimestre houve elevação de 0,4% em relação ao quarto trimestre de 2017, resultado que mostra desaceleração do ritmo de crescimento da atividade manufatureira paulista se comparado aos dados dos quatro trimestres do ano de 2017 (1ºtri17: 2,7%, 2ºtri17: 1,8%, 3ºtri17: 2,4% e 4ºtri17: 1,5%). Na série sem ajuste, o indicador mostrou alta de 5,2% na variação acumulada no ano e de 2,9% em relação a março de 2017.

A variável de vendas reais (+5,8%) foi a principal responsável por influenciar o INA positivamente no mês, além da projeção para a Produção Industrial Mensal (PIM-SP), de 1,4% de aumento. O Nível de Utilização da Capacidade Instalada (NUCI) permaneceu praticamente estável em 0,1 p.p. e a variável das horas trabalhadas na produção cedeu 0,2% na análise com tratamento sazonal. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira, 27/04, pela Fiesp e pelo Ciesp.

Quanto à trajetória de manutenção da recuperação da atividade econômica brasileira e da indústria de transformação, o 2º vice-presidente da Fiesp, José Ricardo Roriz Coelho, avalia que deve se manter nos próximos meses, embora em ritmo ainda moderado. “Essa retomada gradual e moderada se deve à incerteza quanto ao cenário eleitoral e ao andamento das reformas, como a da previdência. Outro fator que contribui para o crescimento mais lento da atividade econômica são os elevados spreads bancários, limitando o efeito da queda da taxa Selic aos seus patamares mínimos históricos. A redução dos juros não chegou ainda ao consumidor”, afirma Roriz.

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Entre os setores pesquisados, os destaques ficaram por conta de veículos automotores, cuja atividade subiu 4% em março, na série com ajuste sazonal. As horas trabalhadas na produção e o total de vendas reais avançaram 8,8% e 0,9%, respectivamente. Já o NUCI recuou 0,4 p.p.

O INA do setor de móveis subiu 1,9% no mês. As horas trabalhadas na produção, o total de vendas reais e o NUCI avançaram 1,1%, 7,6% e 0,1 p.p, respectivamente.

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Sensor

A pesquisa Sensor de abril, também produzida pelas entidades, apresentou relativa estabilidade ao subir 0,9 pontos, para 53,3 pontos (52,4 pontos em março), mantendo o Sensor acima dos 50 pontos pelo 15º mês consecutivo. Leituras acima de 50 pontos sinalizam expectativa de aumento da atividade industrial paulista para o mês.

Dos indicadores que compõem o Sensor, a variável de vendas foi a que teve a alta mais expressiva, avançando 7,2 pontos, para 61,9 pontos em abril. Já o indicador de estoques cedeu 3,3 pontos ante março (46,8 pontos), marcando 43,5 pontos no mês de abril, de tal forma, indica que os estoques estão acima do nível desejado.

Segundo Roriz, o maior estoque apresentado, “aparentemente, é fruto de importação, já que os níveis de capacidade instalada das indústrias paulistas continuam estáveis e em baixos patamares. O empresariado entrou 2018 com grande expectativa de aumento nas vendas. Mas vale lembrar que essa desvalorização do câmbio, já na casa dos R$ 3,50, pode afetar as importações. Além disso, esse aquecimento nas vendas não deve se manter nos próximos meses”.

Houve avanço também no indicador de emprego, que subiu 1,1 ponto para 53,3 pontos, sendo que resultados acima dos 50,0 pontos indicam expectativa de contratações para o mês.

Para a variável que capta as condições de mercado, o recuo foi de 0,5 ponto, passando de 55,7 pontos em março para os 55,2 pontos no mês de abril. Acima dos 50,0 pontos indica melhora das condições de mercado.

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Indicador de Nível de Atividade da indústria paulista recua 0,9% em janeiro

Cristina Carvalho, Agência Indusnet Fiesp

O Indicador de Nível de Atividade (INA) da indústria paulista, apurado pela Fiesp e pelo Ciesp, recuou 0,9% em janeiro ante dezembro na série com ajuste sazonal. Já na série sem ajuste, o resultado para o mês ficou positivo em 2,6%, enquanto que na variação acumulada no ano, o indicador apresentou a melhor variação positiva nesta base de comparação (7,6%) desde 2013, quando subiu 6,5%. O fator vendas reais manteve-se estável, 0,0% no mês, mas a variável das horas trabalhadas na produção e o Nível de Utilização da Capacidade Instalada (NUCI) recuaram 1,1% e 0,5 ponto percentual (p.p.), respectivamente, na análise com tratamento sazonal. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (7 de março).

“O resultado de queda do INA em janeiro não reverte a tendência de recuperação e do crescimento da indústria para os próximos meses, com a retomada do emprego. Não vamos ter um forte ritmo de crescimento, mas um ritmo de crescimento possível”, argumenta o segundo vice-presidente da Fiesp, José Ricardo Roriz Coelho, lembrando que o INA apresentou crescimento consecutivo nos últimos dois meses, de 0,5% em novembro e 1,8% em dezembro.

Entre os setores pesquisados, os destaques ficaram por conta de celulose, papel e produtos de papel, com queda de 0,3% em janeiro, na série com ajuste sazonal. As horas trabalhadas na produção e o NUCI recuaram 0,5% e 0,2 p.p., respectivamente. Apenas o total de vendas reais teve avanço de 2%.

O INA do setor de bebidas também recuou (-1,9%) no mês. As horas trabalhadas na produção apresentaram leve avanço de 0,2%. Já o total de vendas reais e o NUCI recuaram 7,5% e 1,0 p.p, respectivamente.

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Sensor

A pesquisa Sensor de fevereiro, também produzida pelas entidades, cedeu 2,1 pontos, para 52,1 pontos. Leituras acima de 50 pontos sinalizam expectativa de aumento da atividade industrial para o mês.

Dos indicadores que compõem o Sensor, a variável de vendas recuou, ao variar de 53,7 pontos em janeiro para 50,8 pontos em fevereiro. Houve retração também no indicador de estoques, que cedeu 1,5 ponto ante janeiro, marcando 51,1 pontos. Resultados acima de 50 pontos indicam que os estoques estão abaixo do nível desejado. Para a variável que capta as condições de mercado, houve recuo para 56,7 pontos em fevereiro, frente aos 58,3 pontos de janeiro. Acima dos 50,0 pontos indica melhora das condições de mercado. Por fim, o indicador de emprego também obteve variação negativa, ao cair 0,8 ponto, para 51,9 pontos em fevereiro. Resultados acima dos 50,0 pontos indicam expectativa de contratações para o mês.

Indicador de Nível de Atividade da indústria avança 0,2% em setembro, aponta Fiesp

Cristina Carvalho, Agência Indusnet Fiesp

O Indicador de Nível de Atividade (INA) da indústria paulista avançou 0,2% em setembro ante agosto. Também ficaram positivos os resultados para os trimestres de 2017, na série com ajuste sazonal. No terceiro trimestre, houve elevação de 2,1%. Já na série sem ajuste, o resultado para o mês e o no acumulado em 12 meses ficaram no campo negativo, -2,9% e -0,1%, respectivamente. Porém na comparação anual houve alta de 6,7%.

O resultado positivo para o INA em setembro teve forte influência do total das vendas reais, que subiram 3,4% no período, seguida pelo Nível de Utilização da Capacidade Instalada (Nuci), que avançou 0,3 ponto percentual (p.p) e recuo de 0,2% na variável das horas trabalhadas na produção. Os dados foram divulgados nesta terça-feira (31 de outubro) pelo Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos da Fiesp e do Ciesp (Depecon), responsável pelo levantamento.

Segundo Paulo Francini, diretor titular do Depecon, a recuperação da indústria paulista segue em ritmo lento, porém persistente, com o 3º trimestre apresentando destaque positivo. “Não é um mês de grandes surpresas, mas diante desse cenário elevamos a projeção do INA para o fechamento de 2017, saindo de uma alta de 2,5% para 3%”, afirma Francini.

Entre os setores pesquisados, os destaques ficaram por conta de produtos químicos, com alta de 0,6% em setembro, na série com ajuste sazonal. As horas trabalhadas na produção, o total de vendas reais e o Nuci subiram 0,5%, 0,7% e 0,3 p.p, respectivamente.

O INA de metalurgia básica avançou 3,6% no mês, após ajuste sazonal. As horas trabalhadas na produção, vendas reais e o Nuci também subiram 1,8%, 7,1% e 1,8 p.p, respectivamente. O mesmo cenário otimista também foi verificado no setor de máquinas e equipamentos, com alta de 0,7% em setembro. As horas trabalhadas na produção subiram 2,4%, enquanto o total de vendas reais cedeu 2,3%. Já o Nuci avançou 0,2 p.p.

Sensor

A pesquisa Sensor de outubro, também realizada pelo Depecon, segue pelo nono mês consecutivo acima dos 50 pontos, marcando 51,7 pontos, avanço de 0,6 p.p ante setembro, quando chegou a 51,1 pontos. Leituras acima de 50 pontos sinalizam expectativa de aumento da atividade industrial para o mês.

Dos indicadores que compõem o Sensor, o que capta as condições de mercado subiu para 55 pontos em outubro, ante os 53,6 pontos de setembro. Acima dos 50,0 pontos, indica melhora das condições de mercado.

A variável de vendas também avançou, saindo de 52 pontos para 53 pontos. O indicador de estoque apresentou elevação, marcando 48 pontos, ante os 45,7 pontos do mês anterior, indicando que os estoques estão acima do nível desejado.

Já o indicador de emprego teve variação negativa de 0,4 p.p, para 52 pontos, ante os 52,4 pontos. Resultados acima dos 50,0 pontos indicam expectativa de contratações para o mês.

Indicador de Nível de Atividade da indústria recua 0,6% em agosto, aponta Fiesp

Cristina Carvalho, Agência Indusnet Fiesp

O Indicador de Nível de Atividade (INA) da indústria paulista recuou em agosto 0,6% em relação a julho, na série com ajuste sazonal, interrompendo uma sequência de quatro altas consecutivas. Já na série sem ajuste, o resultado para o mês e o na comparação anual ficam no campo positivo, 3,3% e 1,5%, respectivamente. No acumulado em 12 meses há queda de 1,6%.

O resultado negativo para o INA em agosto teve forte influência de todas as variáveis de conjuntura, que declinaram no período. O total de vendas reais cedeu 1,7%, o Nível de Utilização da Capacidade Instalada (NUCI) caiu 0,5 ponto percentual (p.p.), e as horas trabalhadas na produção ficaram estáveis (0,0%). Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (28 de setembro) pelo Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos da Fiesp e do Ciesp (Depecon).

Segundo Paulo Francini, diretor titular do Depecon, a queda de agosto mostra uma oscilação pontual em torno de uma recuperação ainda lenta da indústria. “Esse resultado negativo não é preocupante. Não significa que a tendência de crescimento não será mantida. Apesar de ainda lenta, a economia está em recuperação”, afirma Francini.

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Entre os setores pesquisados, os destaques ficaram por conta de produtos farmacêuticos, com alta de 1,5% em agosto, na série com ajuste sazonal. As horas trabalhadas na produção ficaram estáveis (0,0%), o total de vendas reais subiu 7,8%, e o NUCI recuou 0,1 p.p.

O INA de veículos automotores também avançou no mês (3,6%). As horas trabalhadas na produção subiram 4,7%, vendas reais, 6,6%, e o NUCI cedeu 0,3 p.p. Já para o setor de celulose, papel e produtos de papel houve retração do INA de 2,1% em agosto. As vendas reais cederam 2,4%, as horas trabalhadas na produção recuaram 1,6%, e o NUCI caiu 0,7 p.p.

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Sensor

A pesquisa Sensor de setembro, também realizada pelo Depecon, seguiu acima dos 50 pontos, marcando 51,0, avanço de 0,4 ponto ante agosto, quando chegou a 50,6 pontos. Leituras acima de 50,0 pontos sinalizam expectativa de aumento da atividade industrial para o mês.

Dos indicadores que compõem o Sensor, o que capta as condições de mercado subiu para 53,3 pontos em setembro, ante os 52,9 pontos de agosto. Acima dos 50,0 pontos, indica melhora das condições de mercado.

O avanço também foi verificado no indicador de emprego, que teve variação positiva de 2,1 pontos, para 52,2 pontos, ante os 50,1 pontos. Resultados acima dos 50,0 pontos indicam expectativa de contratações para o mês. A variável de vendas também avançou, saindo de 50,4 pontos para 51,8 pontos.

Apenas o indicador de estoque apresentou queda, marcando 45,4 pontos, ante os 48,3 pontos do mês anterior, indicando que os estoques estão acima do nível desejado.

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Indicador de Nível de Atividade da indústria paulista, da Fiesp, avança 1% em julho

Cristina Carvalho, Agência Indusnet Fiesp

O Indicador de Nível de Atividade (INA) da indústria paulista avançou 1% em julho ante junho, na série com ajuste sazonal. Na série sem ajuste, o resultado também é positivo para o mês (3,2%) e na comparação anual (0,4%). Porém no acumulado em 12 meses há queda de 3,1%.

Esse avanço registrado para o INA em julho teve forte influência da variável de vendas reais, que subiu 4,3%, seguida por número de horas trabalhadas na produção (0,7%) e o Nível de Utilização da Capacidade Instalada (NUCI), com avanço de 0,6 ponto percentual (pp), na série com ajuste. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (31 de agosto) pelo Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos da Fiesp e do Ciesp (Depecon).

Segundo Paulo Francini, diretor titular do Depecon, o consumo é um dos principais fatores a colaborar para esse resultado. “Para isso, temos uma inflação em queda, o efeito da liberação dos recursos de contas inativas do FGTS, os juros menores, a demanda externa aquecida, que influencia as exportações. Esse conjunto de fatores sinaliza – apesar de pequena e lenta – recuperação da atividade industrial”, argumenta Francini.

O diretor do Depecon lembrou ainda que entre abril e julho a média de crescimento do INA foi de 1%, o que leva a superar a projeção de fechamento do ano, de 1,7% para próximo de 2,5% a 3%.

Dos 20 setores pesquisados, 70% cresceram em julho, resultado que não ocorria desde maio de 2009. Os destaques ficaram por conta de produtos químicos, com alta de 2,2% em julho, na série com ajuste sazonal. As horas trabalhadas na produção avançaram 2,3%, o total de vendas reais 4,7%, e o NUCI, 0,2 p.p.

O INA de minerais não metálicos avançou 0,4% no mês. As horas trabalhadas na produção subiram 0,2%, vendas reais, 1,9%, e o NUCI, 0,1 p.p. Já para o setor de artigos de borracha e plástico houve elevação do INA de 1,2% em julho. As vendas reais avançaram 5,9%, horas trabalhadas na produção 2,2%, e o NUCI, 0,3 p.p.

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Sensor

A pesquisa Sensor de agosto, também produzida pelo Depecon, avançou para 50,5 pontos, ante os 49,8 pontos de julho, mantendo-se estável para o mês. Leituras acima de 50,0 pontos sinalizam aumento da atividade industrial para o mês.

Dos indicadores que compõem o Sensor, o que capta as condições de mercado subiu para 52,5 pontos em agosto, ante os 50,1 pontos de julho. Acima dos 50,0 pontos, indica melhora das condições de mercado.

O avanço também foi verificado no indicador de estoque, que subiu 2 p.p, marcando 48,7 pontos, ante os 46,7 pontos do mês anterior, indicando que os estoques estão acima do nível desejado.

Já o emprego teve variação positiva de 1,0 p.p, para 49,7 pontos. Resultados abaixo dos 50,0 pontos indicam expectativa de demissões para o mês. Apenas a variável de vendas cedeu, saindo de 53,9 pontos para 50,6 pontos.

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Indicador de Nível de Atividade da indústria de SP recua 0,8% em junho, aponta Fiesp

Cristina Carvalho, Agência Indusnet Fiesp

O Indicador de Nível de Atividade (INA) da indústria paulista registrou queda de 0,8% em junho ante maio, na série sem influência sazonal. O resultado negativo do INA para o mês também é mostrado na série sem ajuste, que cedeu 3,8%. No fechamento do primeiro semestre, o recuo ficou próximo da estabilidade (-0,7%), contra -9,9% do mesmo período do ano anterior. Também houve queda nos primeiros semestres de 2015 e 2014, de 3,2% e 7,2%, respectivamente.

Entre as variáveis de conjuntura que compõem o INA, houve recuo no número de horas trabalhadas na produção (-0,2%), no total de vendas reais (-0,2%), com o Nível de Utilização da Capacidade Instalada (Nuci) apresentando pequeno avanço de 0,1 p.p, na série com ajuste. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (27 de julho), pelo Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos da Fiesp e do Ciesp (Depecon).

Em 18 setores divulgados, três tiveram destaque. O de produtos têxteis registrou queda de 1,9% em junho, na série com ajuste sazonal. As horas trabalhadas na produção avançaram 0,7%, o total de vendas reais caiu -3,9%, e o Nuci subiu 0,4 p.p.

O INA de celulose, papel e produtos de papel avançou 0,6% no mês. As horas trabalhadas na produção recuaram 0,8%, vendas reais e o Nuci avançaram 1,5% e 0,3 p.p., respectivamente. Já para o setor de veículos automotores houve elevação do INA de 0,6% em junho. As vendas reais e o Nuci subiram 2,1% e 0,4 p.p, respectivamente. Já o total de horas trabalhadas na produção cedeu 1,2%.

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Sensor

A pesquisa Sensor de julho, também realizada pelo Depecon, sofreu recuo de 1,1 ponto, para 49,9 pontos, na série com ajuste sazonal, o que representa praticamente estabilidade para o mês. Leituras abaixo de 50 pontos sinalizam queda da atividade industrial para o mês.

Dos indicadores que compõem o Sensor, o que capta as condições de mercado caiu 1,7 p.p e passou para 49,7 pontos em julho, ante os 51,6 pontos de junho. Abaixo dos 50,0 pontos, indica piora das condições de mercado.

A queda também foi verificada no indicador de estoque, que cedeu 2 p.p, marcando 46,4 pontos, ante os 48,4 pontos do mês anterior, indicando que os estoques estão acima do nível desejado.

Já o emprego apresentou leve variação positiva de 0,1 p.p, para 48,6 pontos, ante os 48,5 pontos. Resultados abaixo dos 50,0 pontos indicam expectativa de demissões para o mês.

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Atividade da indústria paulista fecha o trimestre com queda de 2,3%

Bernadete de Aquino, Agência Indusnet Fiesp

Imagem relacionada a matéria - Id: 1539903904O Indicador de Nível de Atividade (INA) da indústria paulista fechou o terceiro trimestre do ano em queda de 2,3%, sem os efeito sazonais,  em relação ao trimestre anterior. Em setembro, a redução foi de 0,2%, se comparada ao resultado de agosto. Os dados são da pesquisa do Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos da Fiesp e do Ciesp (Depecon) divulgada nesta sexta-feira (28/10).

Segundo o diretor do Depecon, Paulo Francini, a manutenção do  fraco desempenho do setor altera a projeção do INA para o ano de 2016,  de 6,4% para 9,0% negativos.  “O ano vai terminar pior para a indústria do que 2015. Talvez o PIB não caia tanto quanto no ano passado, mas o comportamento da indústria vai ser pior em 2016”, diz.

Ao lembrar que o INA registrou quedas significativas em  2014 (-6%) e 2015 (-6,2%), Francini afirma que o quadro da atual economia  é recessivo e devastador, comum em países em guerra ou que sofreram por catástrofes naturais.   “Dois anos de queda na economia só encontramos em 1930,  não há situação paralela depois disto.”

Sobre expectativas para 2017, o diretor de Depecon afirma que não enxerga recuperação e lembra que  fatores que estimulariam a demanda, como emprego, e renda também estão em baixa, além do crédito, cada vez mais restritivo. “A economia  brasileira está em uma trajetória difícil. Para nós, 2016 terminou. Agora é torcer para o final do ano chegar logo, criar novas esperanças e ir em frente”, conclui.

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Setores

Em setembro, o INA do setor de máquinas e materiais elétricos apresentou retração de 2,0%, se comparado ao mês anterior sem os efeitos sazonais. No Total de Vendas Reais a queda foi de 2,5%, enquanto nas Horas Trabalhadas na Produção o registro negativo foi de 2,3%. O NUCI (Nível de Utilização da Capacidade Instalada) apresentou ligeira alta de 0,3 p.p.

O setor têxtil também apresentou queda, desta vez de 1,0%, na passagem de agosto para setembro, na série sazonalmente ajustada. Houve retração no Total Vendas Reais (-1,9%) e nas Horas Trabalhadas na Produção (-1,4%). Com resultado estável, a variação do Nuci ficou em 0,1 p.p.

Sensor

A pesquisa Sensor de outubro fechou em 48,1 pontos, na série livre de influências sazonais, número inferior ao de setembro, quando atingiu 48,9 pontos. Como está abaixo dos 50,0 pontos, o sensor sinaliza queda da atividade industrial para o mês.

No mês, os únicos avanços foram das variáveis emprego, que passou de 47,7 pontos no mês anterior para 48,8 pontos, e mercado, que passou de 46,9 para 48,8 pontos, mas os resultados abaixo dos 50,0 pontos ainda indicam expectativas pessimistas para o mês.

Depois de três meses de estoque ajustado, o indicador passou de 52,8 para 48,9 em outubro e, por ser inferior a 50,0 pontos indica que está em nível acima do desejável.

As variáveis vendas e investimentos também registraram queda de pontos no Sensor.

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Indicador de Nível de Atividade da indústria paulista recua 2,3% em agosto

Bernadete de Aquino, Agência Indusnet Fiesp

O Indicador de Nível de Atividade (INA) da indústria paulista em agosto, sem efeitos sazonais, recuou 2,3% em comparação ao mês anterior. A principal influência negativa foi a variável Total de Vendas Reais, com -4,9%, mas Horas Trabalhadas na Produção e o Nível de Utilização da Capacidade Instalada (NUCI) também caíram 1,0% e 0,3 p.p, respectivamente.

Os dados são da pesquisa do Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos da Fiesp e do Ciesp (Depecon) divulgada nesta quinta-feira (29/9).

“Este resultado é uma indicação clara de que a recuperação pretendida e anunciada ainda não chegou para a indústria paulista. Não vemos sinais de retomada efetiva”, afirma o diretor do Depecon, Paulo Francini.

>> Ouça a análise de Paulo Francini

A projeção para o INA é fechar 2016 com retração de cerca de 6,4%, depois de ter registrado -6,2% em 2015 e -6,0% em 2014, mas com o resultado de agosto, Francini afirma que isto pode mudar.

“Começamos a duvidar deste número, a queda pode ser bastante acentuada. Nos últimos oito meses já registramos queda de -9,6% em relação ao mesmo período de 2015”.

Setores

No resultado do INA de agosto, sem influência sazonal, dois setores se destacaram negativamente, entre eles o de veículos automotores, que registrou queda de 5,9%, em comparação ao mês anterior. A queda mais expressiva foi do Total de Horas Trabalhadas na Produção (-6,9%), seguido por Total de Vendas Reais (-5,4%) e pelo NUCI (-0,1 p.p).

O INA do setor de celulose e papel também apresentou queda (-1,6%) em relação ao mês de julho, puxada pela redução nas Horas Trabalhadas na Produção (-2,5%) e pelo NUCI (-0,9 p.p.). Neste caso, o Total de Vendas Reais cresceu 0,8%.

Destaque positivo do INA ficou para o setor de metalurgia, que registrou crescimento de 1,1% na passagem de julho para agosto, já dessazonalizado. Todas as variáveis consideradas na formação do resultado apresentaram alta:   Total de Vendas Reais, com 5,0%; Horas Trabalhadas na Produção com 1,0%; e o NUCI, com aumento de 2,8 p.p.

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Sensor

A pesquisa Sensor de setembro fechou em 49,1 pontos, na série livre de influências sazonais, número inferior ao de agosto, quando atingiu 49,4 pontos. Como está abaixo dos 50,0 pontos sinaliza queda da atividade industrial para o mês. Dos cinco indicadores analisados, Mercado, Vendas e Emprego registraram redução de pontos em agosto, enquanto Nível de Estoque e Investimentos indicam melhores perspectivas (já que o indicador de estoques passou de 50,2 para 52,9 pontos, e o de investimentos, de 51,0 para 50,2 pontos em agosto, permanecendo em terreno otimista).

Há exatos 30 meses a indústria paulista demonstra que não está otimista com relação à atividade industrial, com resultados abaixo dos 50 pontos na pesquisa Sensor. “A percepção do empresário paulista não estava equivocada. O fato é que continuamos não encontrando a retomada em curso ou motivos que a inspirem”, diz Francini.

O diretor explica que o cenário econômico continua difícil, com falta de crédito, taxa básica de juros (Selic) alta e variáveis do INA que demonstram que houve redução de salário do empregado.

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Indicador de Nível de Atividade da Indústria cai 0,6% em julho

Bernadete de Aquino, Agência Indusnet Fiesp

O Indicador de Nível de Atividade (INA) da indústria paulista registrou queda de 0,6% em julho, na comparação com o mês anterior (com ajuste sazonal). Nos últimos sete meses, a retração acumulada ficou em 9,9%, em relação ao mesmo período de 2015.

Os dados são de pesquisa do Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos da Fiesp e do Ciesp (Depecon) divulgada nesta terça-feira (30/8).

O diretor do Depecon, Paulo Francini, prefere não falar em otimismo com o atual cenário, mas em melhora, com uma certa dúvida, por falta de sinais claros de retomada na economia brasileira. “Não há vitalidade para chegarmos no fundo do poço e subir com força e vigor. O que vemos é a possibilidade de um futuro breve mais para a estabilidade do que para o crescimento”, afirma.

>> Ouça a análise de Paulo Francini

A projeção para o INA é fechar 2016 com retração de cerca de 6,4%, depois de ter registrado -6,2% em 2015 e -6,0% em 2014

Setores

Em julho, o INA se destacou negativamente em três setores industriais. Alimentos teve queda de 1,4% em comparação com o mês de junho, na série já dessazonalizada. No Total de Vendas Reais a retração foi de 8,7%, enquanto as Horas Trabalhadas na Produção caíram 0,2%. O NUCI, por sua vez, se expandiu 0,5 p.p.

A retração do setor de químicos foi de 1,6%, na comparação com junho, descontada a sazonalidade. O resultado foi influenciado, principalmente, pelas quedas de 8,4% da variável Total de Vendas Reais e de 0,6 p.p. do NUCI, mas a variável Horas Trabalhadas na Produção registrou leve alta, de 0,2%.

O setor de borracha e material plástico, que são insumos, em especial, para a cadeia automobilística, mais uma vez apresentou retração. Desta vez, a queda do INA foi de 1,5% em julho, na comparação com o mês anterior, sem os efeitos sazonais. A queda das Horas Trabalhadas na Produção foi de 2,8%, e o NUCI registrou a contração de 0,3 p.p.. A variável Total de Vendas Reais, por sua vez, cresceu 2,8%.

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Sensor

A pesquisa Sensor de agosto fechou em 49,1 pontos, sem influências sazonais, com avanço em relação a julho, quando atingiu 48,7 pontos. Como está abaixo dos 50,0 pontos, sinaliza queda da atividade industrial para o mês.

Dos cinco indicadores analisados, três registraram aumento de pontos, e dois mostraram estabilidade. No Emprego, houve avanço, de 47,0 para 48,2 pontos no mês. O número, abaixo dos 50,0 pontos, ainda indica a expectativa de demissões. Registrou avanço também a variável Mercado, que foi de 46,6 para 47,7 pontos no mês, ainda abaixo do nível de 50,0 pontos. E, por fim, a variável Vendas, que subiu de 47,3 para 50,0 pontos, indica estabilidade para as vendas nos mercados interno e externo em agosto.

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Indicador de Nível de Atividade da indústria paulista fecha o semestre com queda de 9,9%

Bernadete de Aquino, Agência Indusnet Fiesp

No primeiro semestre de 2016, o Indicador de Nível de Atividade (INA) da indústria paulista registrou queda de 9,9% em relação ao mesmo período do ano passado, aponta pesquisa do Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos da Fiesp e do Ciesp (Depecon) divulgada nesta quinta-feira (28/7).

“Este ano o INA começou mal, e esperamos que, ao contrário de 2015, o indicador dê uma estabilizada no segundo semestre. Como o ano passado foi péssimo, 2016 vai ser só ruim”, acredita Paulo Francini, diretor do Depecon.

De acordo com o Depecon, em junho o resultado do INA foi positivo: alta de 0,8%, em comparação ao mês anterior na série livre de influências sazonais. O aumento foi alavancado, principalmente, pelo crescimento de 2,6% do Total de Vendas Reais. As Horas Trabalhadas na Produção e o Nível de Utilização da Capacidade Instalada (NUCI) registraram alta de 0,2% e 0,3 ponto percentual (p.p), respectivamente.

Para Francini os dados da pesquisa mostram que o cenário está se acomodando. “Faz muito tempo que não registramos um mês positivo; isso mostra que a queda contínua e crescente parou de existir, e sabemos que não há jeito de subir se não parar de cair”.

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A projeção para o INA é fechar 2016 com retração de cerca de 6%, depois de ter registrado -6,2% em 2015 e -6,0% em 2014

Setores

Em junho, o setor de Móveis registrou alta de 0,4% no INA, se comparado com o mês anterior, sem os efeitos sazonais.  A maior alta dentre as variáveis acompanhadas foi do Total de Vendas Reais, 1,6%, enquanto as Horas Trabalhadas na Produção avançaram 0,3%, e o NUCI subiu 0,3 p.p.

No setor Veículos Automotores, o crescimento do INA foi de 1,3% em junho sem os efeitos sazonais, se comparado com maio.  No período, os resultados positivos do Total de Horas Trabalhadas na Produção, 2,4%, e o Nível de Utilização da Capacidade Instalada (NUCI), 0,4 p.p, contrastaram com a queda de 2,3% do Total de Vendas Reais.

O INA do setor de Celulose e Papel registrou um crescimento de 0,9% em junho na comparação com o mês anterior, na série já dessazonalizada. As Horas Trabalhadas na Produção tiveram alta de 0,8% e (NUCI) cresceu 2,0 p.p., já o Total de Vendas Reais caiu 2,0%.

Sensor

A pesquisa Sensor de julho fechou em 48,4 pontos, na série livre de influências sazonais, contra 48,0 pontos de junho, mantendo-se abaixo dos 50,0 pontos, o que sinaliza queda das expectativas para a atividade industrial paulista no mês.

Os destaques desta vez são para o indicador de investimentos, que passou de 48,0 pontos em junho para 50,8 no mês, o que indica aumento dos investimentos para julho, e estoque, que passou de 46,7 pontos em junho para 49,9 em julho. Neste caso, ao ficar muito próximo de 50 pontos, o indicador mostra que o nível de estoques está dentro do desejado pelos empresários industriais do Estado.

Indicador de Nível de Atividade, medido pela Fiesp, recua 1,7%

Imagem relacionada a matéria - Id: 1539903904Graciliano Toni, Agência Indusnet Fiesp

O Indicador de Nível de Atividade (INA) da indústria paulista voltou a recuar, com uma contração de 1,7% entre janeiro e fevereiro, na série com ajuste sazonal.  A comparação do primeiro bimestre de 2016 com o mesmo período de 2015 mostra queda de 11%, e no acumulado de 12 meses a redução do INA foi de 7,3%.

Os resultados foram divulgados nesta quinta-feira (31/3) pelo Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos da Fiesp e do Ciesp (Depecon), responsável pelo levantamento.

A queda confirma a análise feita pelo Depecon no início de março, de resultados fracos para a atividade industrial, por fatores como a falta de confiança do empresariado. A projeção para o INA é fechar 2016 com uma queda de 5,3%, depois de contração de 6,2% em 2015 e de 6,0% em 2014, mas o recuo pode ser ainda maior. “Quando se está no meio de uma crise da dimensão desta em que estamos, ninguém sabe o que vai acontecer”, diz Paulo Francini, diretor titular do Depecon.

>> Ouça boletim sobre o INA

A queda de 2,7% na variável Horas Trabalhadas na Produção foi a principal contribuição negativa dos indicadores de conjuntura para a queda do INA. O Nível de Utilização da Capacidade Instalada (NUCI) caiu 1,3 ponto percentual, e o Total de Vendas Reais registrou aumento de 1,5%.

Setores

O INA do setor de químicos subiu 0,8% (com ajuste sazonal) em fevereiro na comparação com janeiro. A principal influência no resultado foi o aumento de 4,4% da variável de Total de Vendas Reais. Na variável Horas Trabalhadas na Produção houve queda de 0,3%.

No setor de celulose e papel houve recuo de 3,3% do INA em fevereiro em relação ao mês anterior, na série já dessazonalizada. As vendas reais cresceram 2,2% no período, alavancadas pelas exportações do setor, que atenuaram parcialmente o efeito da queda nas horas trabalhadas na produção (-4,2%) e no nível de utilização da capacidade instalada (-1,8 p.p) sobre o INA do setor.

Sensor

A pesquisa Sensor do mês de março fechou em 43,1 pontos, na série livre de influências sazonais, contra 43,0 pontos de fevereiro, mantendo-se abaixo dos 50,0 pontos, o que sinaliza queda da atividade industrial para o mês.

No item condições de mercado o indicador foi de 41,9 pontos em fevereiro para 44,2 em março. Ainda abaixo dos 50,0 pontos, indica piora das condições de mercado.

Houve recuo de 0,3 ponto (para 47,7 pontos) no indicador de vendas em março. Abaixo dos 50,0 pontos, o indicador aponta redução das vendas para o mês.

O nível de estoque apresentou recuo. Foi de 43,2 pontos em fevereiro para 42,5 em março. Leituras superiores a 50,0 pontos indicam estoque abaixo do desejável, ao passo que inferiores indicam sobrestoque.

O indicador do nível de emprego recuou de 42,9 pontos em fevereiro para 42,8 pontos em março. Resultados abaixo dos 50,0 pontos indicam expectativa de demissões para o mês.

Atividade industrial paulista cai 3,4% no segundo trimestre

Graciliano Toni, Agência Indusnet Fiesp

Imagem relacionada a matéria - Id: 1539903904

Houve queda de 3,4% na atividade industrial paulista na passagem do primeiro trimestre de 2015 para o segundo, de acordo com o Indicador do Nível de Atividade (INA) da  Federação e do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp e Ciesp), divulgado nesta quinta-feira (30/7).

Entre maio e junho, o nível de atividade caiu 1,3%, e na comparação com junho de 2014, o recuo foi de 2,9%. No período de janeiro a junho de 2015, o INA mostra retração de 3,3% em relação ao primeiro semestre de 2014.

A queda na atividade foi praticamente generalizada, atingindo 14 dos 20 setores acompanhados.

O cenário para a indústria de transformação continuará desafiador no segundo semestre. O expressivo aumento dos custos, na esteira da elevação da tarifa de energia elétrica e de tributos, o aperto da política monetária, a elevada incerteza no cenário econômico e o processo de enfraquecimento do mercado de trabalho apontam para a manutenção da fraqueza da indústria nos próximos meses.

“O mais dramático é que ao se olhar nos vários campos – na estrutura econômica, política, jurídica – o que nos aguarda no futuro, percebe-se que vai piorar”, diz Paulo Francini, diretor do Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos (Depecon) da Fiesp e do Ciesp, ao comentar a tendência a estimativas pessimistas dos empresários nos diversos itens pesquisados.

“É um ano terrível”, afirma Francini. “2015 vai ser o pior ano dos últimos anos da economia brasileira”, diz. “A queda prevista é em torno de 2% para o PIB. A indústria de transformação, depois de ter caído 6% no ano passado, cai mais 5%.” Francini comentou também a falta de perspectiva para o ano que vem. “Em 2016, vem aí a recuperação pretendida, esperada, ansiada? Não temos a resposta ainda. Se 2016 vai continuar caindo, isso só o tempo vai responder.”

>>Ouça comentários de Paulo Francini sobre o INA

Setores

O setor de móveis, já descontadas as influências sazonais, registrou queda de 5,1% na passagem de maio para junho. O indicador do Total de Vendas Reais teve contração de 9,6% na passagem mensal.

O resfriamento do mercado de trabalho é em grande medida responsável pelas perdas no setor moveleiro. O aumento do nível de desemprego afeta negativamente a massa salarial do trabalhador, contribuindo para a redução do consumo de bens duráveis.

Na metalurgia, a queda foi de 0,3% na passagem de maio para junho. Segundo o Instituto Brasileiro de Siderurgia, a produção total de aço bruto, laminados e ferro-gusa apresentou retração de 0,8% em junho, na comparação com o mês imediatamente anterior, após ajuste sazonal.  Apesar da alta de 7,6% no Total de Vendas Reais do setor, o recuo do nível de atividade em junho reflete o baixo dinamismo da indústria de transformação, porque o setor de metalurgia fornece insumos para várias cadeias produtivas.

O setor farmacêutico paulista mostrou bom desempenho no sexto mês do ano, com elevação de 2,0% da atividade e crescimento de 5,2% no Total de Vendas Reais, mas as perspectivas para este ano não são boas, devido à constante queda da renda da população. De janeiro a junho deste ano, o INA do setor já acumula queda de 11,2% em relação ao mesmo período do ano passado.

Sensor em julho

A percepção do setor produtivo em relação à atividade industrial, indicada pela pesquisa Sensor, mostrou discreta melhora em julho (47,6 pontos, contra 46,8 pontos em junho). Apesar da alta do indicador, ele continuou abaixo dos 50,0 pontos, sinalizando queda da atividade industrial para o mês.

O indicador das condições de mercado chegou a 48,3 pontos em julho, contra 47,5 em junho. Abaixo dos 50,0 pontos, sinaliza arrefecimento nas condições de mercado. Houve resultado negativo no indicador de vendas, que caiu de 50,7 pontos em junho para 48,6 em julho. Por estar abaixo do patamar de 50,0 pontos, o indicador aponta queda das vendas no mês em evidência.

Ficou praticamente estável o indicador de emprego (de 48,3 em junho para 48,5 em julho). O patamar do índice (abaixo dos 50,0 pontos) indica expectativa de demissões para o mês.

O nível de estoque avançou de 41,8 para 48,0 pontos, ainda em situação de sobrestoque, representada por leituras inferiores a 50,0 pontos.

Atividade industrial de SP tem crescimento de 0,5%, e não recupera perdas anteriores

Alice Assunção, Agência Indusnet Fiesp

A indústria paulista registrou uma ligeira melhora em sua atividade: de 0,5%, com ajuste sazonal, no mês de julho. A variação, no entanto, é “um falso positivo” uma vez que o mês de junho apresentou uma queda muito expressiva e não foi compensada no período seguinte, avalia o diretor de Economia da Federação e do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp e Ciesp), Paulo Francini.

Segundo o levantamento de conjuntura elaborado pelo Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos (Depecon) das entidades, embora tenha apresentado ligeira alta na leitura mensal, o Indicador de Nível de Atividade (INA) de São Paulo registrou queda de 4% em julho comparado com o mesmo mês do ano anterior.

De acordo com Francini, o ganho registrado em julho não recupera as perdas anotadas no mês anterior. “Esperava-se que em julho se devolvesse pelo menos boa parte da perda de junho. Não dá para ter alegria”, diz Francini.

A Fiesp e o Ciesp revisaram a queda do INA de junho contra maio de 2,7% para uma redução de 1,6%. O diretor do Depecon explica, no entanto, que a revisão não indica melhora do cenário, mas é reflexo de uma previsão de queda das entidades para a Produção Industrial Paulista (PIM-SP), medida pelo Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE), que não se concretizou.

“O comportamento da PIM-SP anda muito volúvel. Portanto, acertar está sendo uma tarefa dificílima para todos. A PIM-SP continua sendo o resultado oficial e isso acarreta nesses desacertos em nossa tentativa de acertar o valor, é o que mais explica a nossa revisão”, afirma Francini.

Em junho, a Fiesp e o Ciesp haviam divulgado uma queda de 2,7% do INA. O dado foi revisado para uma contração de 1,6% uma vez que era esperada uma queda de 3,1% da PIM-SP, mas a diminuição foi de 1% naquele mês.

Queda expressiva

O diretor do Depecon reafirmou a projeção da Fiesp e do Ciesp de queda de 5% da atividade industrial paulista em 2014. Em março deste ano, as entidades esperavam declínio de 1,6% este ano.

Francini acredita que mesmo a leitura positiva do INA em julho não pode evitar a trajetória de queda do setor manufatureiro de São Paulo.

“O que se mostra claramente é que o desempenho da indústria no ano de 2014 está muito ruim. Também não achamos que até o final do ano teremos a reversão desse quadro”, explica.

Segundo a pesquisa do INA, no acumulado de janeiro a julho deste ano a indústria registrou uma piora de 6,7% de sua atividade. Com exceção de 2009, ano da crise, quando as perdas do setor neste mesmo período chegaram a 15%, esse resultado é o pior desde 2002, início da série.  “Queremos ver a mudança sem conseguir enxergar quando ela vai ocorrer”.

Indústria em julho

No acumulado de 12 meses, a performance da indústria paulista caiu 4,4%. A variável Nível de Utilização de Capacidade Instalada (NUCI) medida pelo índice da Fiesp e do Ciesp apresentou taxa praticamente estável em 78,8% em julho versus 79% em junho.

A atividade da indústria de máquinas e equipamentos apresentou queda pelo sexto mês consecutivo e fechou em 0,9% negativo em julho contra o mês anterior, com ajuste sazonal. A queda de 3,8% do Total de Vendas Reais foi a principal influência baixista para o desempenho do segmento.

Na contramão das perdas, a indústria de celulose, papel e produtos de papel apresentou crescimento da atividade da ordem de 1,4% na leitura mensal com ajuste sazonal, impulsionado em boa parte pelo Total de Vendas Reais que aumentou 4,4%.

Indústria com forte atividade exportadora, o setor de celulose e papel se vale de expectativas de aumento das exportações este ano. Segundo dados da Fundação Centro de Estudos de Comércio Exterior (Funcex) dessazonalizados pelo Depecon, as exportações do segmento cresceram 10,8% no trimestre findo em julho frente ao trimestre anterior.

Percepção

A percepção geral dos empresários diante do cenário econômico, medida pelo Sensor Fiesp, se mostrou praticamente estável a 45,6 pontos em agosto contra 45,8 pontos em julho.

A variável Mercado também apresentou estabilidade a 48 pontos no mês corrente ante 47,7 pontos no mês anterior. O mesmo aconteceu com o componente Vendas, que ficou em 51,5 pontos em agosto versus 50,3 pontos em julho.

A percepção quanto ao item Emprego, no entanto, apresenta uma leitura preocupante, segundo o diretor Paulo Francini. O Sensor mostrou que a variável caiu mais de dois pontos para 44,1 pontos em agosto ante 46,3 pontos em julho.

“Nos preocupou um pouco nesse Sensor que a expectativa do emprego venha infelizmente confirmar nossa expectativa de uma perda bastante significativa na indústria do estado de São Paulo em 2014”, diz Francini.

A Fiesp e o Ciesp projetam uma perda de pelo menos 100 mil empregos da indústria este ano, o equivalente a um declínio de 4,5% em 2014.

De acordo com o levantamento, o componente Investimento também caiu, para 46,9 pontos em agosto versus 50 pontos em julho.

Já a variável Estoque subiu de 34,5 pontos em julho para 37,7 pontos em agosto, mas ainda indica estoques acima do planejado.

Fiesp e Ciesp divulgam resultados do Indicador de Nível de Atividade Industrial de junho

Agência Indusnet Fiesp 

O diretor-titular do Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos (Depecon) da Federação e do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp e Ciesp), Paulo Francini,  divulgará os resultados do Indicador de Nível de Atividade (INA), referentes ao comportamento da indústria no mês de junho. A coletiva será nesta terça-feira, 31/07, às 11h.

Durante a coletiva será apresentado também, o Sensor e os resultados deste mês, que aponta a percepção dos empresários a respeito das perspectivas econômicas do período.

Serviço

Divulgação do INA – Indicador do Nível de Atividade Industrial e Levantamento de Conjuntura
Data e Hora: 27 de junho de 2013 – 11h
Local: Av. Paulista, 1313 – 10º andar

Fiesp e Ciesp divulgam resultados do Indicador de Nível de Atividade Industrial de maio

Agência Indusnet Fiesp,

O diretor adjunto do Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos (Depecon) da Fiesp e do Ciesp, Walter Sacca,  divulgará os resultados do Indicador de Nível de Atividade (INA), referentes ao comportamento da indústria no mês de maio. A coletiva será nesta quinta-feira, 27 de junho, às 11h.

Durante a coletiva será apresentado também, o Sensor e os resultados deste mês, que aponta a percepção dos empresários a respeito das perspectivas econômicas do período.

Divulgação do INA – Indicador do Nível de Atividade Industrial e Levantamento de Conjuntura
Local: Av. Paulista, 1313 – 10º andar.
Data e Hora: 27 de junho de 2013 – 11h

Fiesp e Ciesp divulgam resultados do Indicador de Atividade Industrial referentes ao mês de abril nesta terça-feira

Agência Indusnet Fiesp 

O diretor do Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos (Depecon) da Federação e do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp e Ciesp), Paulo Francini, divulgará à imprensa os resultados do Indicador de Nível de Atividade (INA), referentes ao comportamento da indústria no mês de abril. A coletiva será nesta terça-feira (28/05), às 11h30.

Na ocasião serão apresentados também os resultados do Sensor deste mês, que aponta a percepção dos empresários a respeito das perspectivas econômicas do período.

Serviço
Divulgação do Indicador do Nível de Atividade Industrial e Levantamento de Conjuntura (INA)
Local: Av. Paulista, 1313
Data e Hora: 28/05/2013 – 11h

Fiesp e Ciesp divulgam Indicador do Nível de Atividade da Indústria com resultados de julho

Agência Indusnet Fiesp

O diretor do Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos (Depecon) da Federação e Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp e Ciesp), Paulo Francini, divulgará às imprensa, nesta quinta-feira (30/08), às 11h, os resultados do Indicador de Nível de Atividade (INA), referentes ao comportamento da indústria no mês de julho.

Durante a coletiva, será apresentado também o Sensor com os resultados do  mês de agosto, que aponta a percepção dos empresários a respeito das perspectivas econômicas do período.

Serviço
Divulgação do INA – Indicador do Nível de Atividade Industrial e Levantamento de Conjuntura / Sensor
Local: Av. Paulista, 1313 – Auditório do 4º andar, São Paulo
Data/horário: 30 de agosto de 2012, às 11h