Polo Aquático do Sesi-SP fica em 1º no ranking masculino brasileiro

Agência Indusnet Fiesp

O Polo Aquático do Serviço Social da Indústria de São Paulo (Sesi-SP) ficou em 1º lugar no ranking masculino da modalidade, divulgado pela Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos (CBDA). O Sesi-SP somou 354 pontos, 21 pontos a mais do que o Flamengo, segundo colocado.

Na classificação geral, o Sesi-SP ficou em 5º lugar no ranking, com 429 pontos, sendo o Flamengo o 1º no ranking geral, com 631 pontos.

O Projeto Sesi-SP Esporte de Rendimento foi implantado em 2008, com o Polo Aquático como primeira modalidade. O objetivo das equipes principais competitivas, em todos os esportes, é influir de forma positiva no dia a dia de alunos dos programas de formação esportiva e das escolas da rede Sesi-SP, permitindo que eles participem de oficinais, acompanhem jogos e treinamentos e convivam com ídolos esportivos que representam a entidade em competições estaduais e nacionais.

Desde 2008, o Polo Aquático teve uma grande evolução em todos os aspectos: número de alunos praticantes, número de atletas e conquistas importantes. Atualmente, o Polo Aquático do Sesi-SP tem 536 alunos no Programa Atleta do Futuro, 105 alunos no Treinamento Esportivo e 74 atletas no Rendimento Esportivo.

Essa evolução resultou em grandes resultados conquistados em 2013, como o inédito 1º lugar no Campeonato Paulista Adulto Masculino e o 2º lugar na Liga Nacional Adulto Masculino. As equipes de base também conquistaram títulos importantes nos cenários estadual e nacional, o que colaborou para que o Sesi-SP chegasse ao primeiro lugar no ranking.

Produtos importados ainda são nó que falta desatar para competitividade, diz Roriz

Alice Assunção, Agência Indusnet Fiesp

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Ricardo Roriz, diretor-titular do Decomtec/Fiesp. Foto: Julia Moraes

Se um novo modelo econômico de crescimento não privilegiar a competitividade da indústria, o setor manufatureiro não será capaz de aproveitar o aumento da renda no Brasil, avaliou nesta segunda-feira (26/11) José Ricardo Roriz, diretor-titular do Departamento de Competitividade (Decomtec) da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).

“Quando aumenta a renda, o brasileiro quer comprar um carro, uma casa, um celular, uma roupa de melhor qualidade. Se nós não tivermos condição de produzir isso de maneira competitiva, quem vai capturar esse crescimento da nossa renda serão os produtos importados. Então, esse é um grande nó que temos de desatar”, afirmou Roriz ao divulgar um ranking anual da Fiesp sobre competitividade dos países.

De acordo com apurações do Índice de Competitividade da Fiesp (IC-Fiesp 2012), o Brasil subiu uma posição em 2011 para a 37ª colocação em um ranking com 43 países, os quais representam mais de 90% do PIB mundial.

“Em um balanço geral da nossa situação competitiva, nós melhoramos, mas não de uma maneira tão acelerada como a de outros países que concorrem com a gente”, avaliou Roriz sobre países como a China e a Coreia do Sul.

O ranking de competitividade da Fiesp mostra que os Estados Unidos estão em primeiro lugar, com 91,8 pontos, a região chinesa de Hong Kong em segundo, com 75,3 pontos, e a Coreia do Sul, em quinto, com 74,2 pontos.

Crise internacional

Apesar de reconhecer que o cenário internacional não ajuda o Brasil a escoar suas exportações, Roriz acredita que o maior problema é a grande disparidade entre as modestas exportações brasileiras de produto com valor agregado e a robusta importação de produtos manufaturados.

“O problema que aconteceu é que nós aumentamos muito as importações e diminuímos as exportações. Além disso, dentro da nossa matriz de exportações há produtos de baixo valor agregado, e isso pesa desfavoravelmente para o Brasil”, afirmou.

“Alguns países que melhoraram o ranking, embora estejam exportando menos em volume, estão exportando em produtos de maior valor agregado. A China passou a ser o maior exportador de produtos de alta tecnologia. Há dez anos, você nunca imaginaria isso”, analisou o diretor do Decomtec/Fiesp.

Clique aqui e veja ranking na íntegra.

Índice da Fiesp mostra Brasil estagnado em 37º lugar

Cesar Augusto, Agência Indusnet Fiesp

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José Ricardo Roriz Coelho, diretor Decomtec da Fiesp

O Brasil melhorou sua nota no Índice de Competitividade das Nações 2011, mas permaneceu na 37º posição entre os 43 países analisados.

Apresentado nesta quinta-feira (17), pelo diretor do Departamento de Competitividade e Tecnologia (Decomtec) na Fiesp, José Ricardo Roriz Coelho, o índice cruzou 50 mil informações agrupadas em oito fatores determinantes para competitividade.

Atrás de países como Argentina, Grécia, Itália, Polônia, Chile, México e Portugal, o Brasil está no último quadrante, com competitividade considerada baixa. “Nosso país avançou, mas outros países avançaram mais. Mesmo aqueles que estão no centro da crise internacional conseguem se posicionar na frente do Brasil, pois o IC não analisa só conjuntura econômica, mas também infraestrutura social”, explicou Roriz.

Em dez anos o Brasil evoluiu 35% em sua nota, de 18,4 para 24,8: crescimento de 6,4 pontos percentuais. As maiores evoluções no mesmo período foram da China, Coréia do Sul e Rússia. Já as maiores involuções foram do Japão, Venezuela e África, respectivamente. Os primeiros países no IC-2011 da lista são EUA, Suiça, Noruega, Hong Kong, Cingapura e Coreia do Sul. Já os piores são Índia, Indonésia, Venezuela e Colômbia.

Problemas

Os fatores que impedem o aumento da competitividade nacional são velhos conhecidos dos brasileiros: altos juros, carga tributária elevada, crédito caro, baixo nível de poupança interna, baixo investimento, elevados gastos governamentais, pouco estímulo à inovação, spread bancário alto, câmbio desfavorável, infraestrutura deficiente e ineficiência em Saúde e Educação.

“Para se ter uma ideia do quanto ficamos defasados em relação aos países comparáveis com o Brasil, nosso spread é 11,5 vezes maior que o deles e nossos juros para empréstimos são 6,6 vezes maiores”, disse.

Quando o assunto é Educação, a situação não melhora. Na China, 36% dos formados estudaram Engenharia, enquanto, no Brasil, só 7% deles saem engenheiros da universidade.

Soluções

IC-2011 da Fiesp mostra que a participação da Indústria é determinante no desempenho dos países em competitividade. O Brasil pode acelerar seu crescimento se aumentar a participação da Indústria de Transformação no Produto Interno Bruto (PIB). Os países que têm maior participação da indústria no PIB levaram menos tempo para dobrar seu PIB per capta.

“O Brasil dobrou seu PIB per capta em 15 anos, numa época em que a Indústria respondia por 30% de todos os setores. Hoje, a Indústria responde por 15%. Assim, levaria 38 anos para o país dobrar novamente seu PIB per capta”, concluiu Roriz.

O estudo oferece 34 propostas em sete áreas para melhorar a competitividade brasileira:

  • Reduzir o ritmo dos gastos públicos;
  • Reduzir a dívida pública;
  • Elevar o investimento em capital fixo;
  • Aumentar o investimento em tecnologia;
  • Reduzir a carga tributária;
  • Reduzir os juros e estimular o crédito;
  • Melhorar os mecanismos de câmbio e comércio exterior.

Brasil é o 36º em competitividade, afirma Fiesp

Fábio Rocha, Agência Indusnet Fiesp

O Brasil evoluiu seu índice de competitividade entre 2008 e 2009, mas ainda amarga as últimas posições do ranking elaborado pelo Departamento de Competitividade e Tecnologia (Decomtec) da Fiesp.

Imagem relacionada a matéria - Id: 1545051336De acordo com o índice, que mede a competitividade de 43 países que representam 90% do Produto Interno Bruto (PIB) mundial, o País recebeu nota 24.8, que o coloca na 36º colocação. Uma posição acima, em relação a 2008, mas atrás de países vizinhos como Argentina (32º lugar) e Chile (30º lugar).

“O Brasil subiu uma colocação no ranking, mas há muito a ser feito para melhorar a competitividade do País, como a reforma tributária que não saiu do papel. O desafio do Brasil é transformar a competitividade em desenvolvimento humano”, disse o diretor do Decomtec, José Carlos Roriz Coelho, nesta quarta-feira (15), durante a divulgação dos dados.

O estudo da entidade divide o ranking entre quatro grupos: competitividade elevada, satisfatória, média e baixa. O Brasil foi colocado na última categoria, junto com países como México, Venezuela, África do Sul e Índia.

Imagem relacionada a matéria - Id: 1545051336Os Estados Unidos permanecem na liderança e reverteram a tendência de queda de sua nota até 2007. De acordo com o levantamento da Fiesp, o elevado número de patentes, a alta produtividade de todos os setores da economia, os gastos com saúde e a reduzida taxa de juros foram os protagonistas para manter os Estados Unidos no topo da lista.

Os países que mais ganharam competitividade foram:

  • Tailândia – Apesar de manter a mesma posição no ranking (34º lugar), aumentou a nota para 32.7 pontos, ante os 28,4.
  • Cingapura – Aumentou 3.6 pontos, ficando na 9ª posição.
  • Coreia do Sul – Em 8º lugar, com nota 71.3.

O estudo indica que o desempenho da balança comercial, o desemprego da população jovem e as exportações líquidas de manufaturas foram os fatores que elevaram a competitividade desses países.

Imagem relacionada a matéria - Id: 1545051336Já entre os que perderam competitividade estão Venezuela (-4,3 pontos), Japão (-3,8 pontos) e Alemanha (-3,3 pontos). O risco do sistema financeiro, as distorções da balança comercial e a taxas de juros para depósitos foram os responsáveis pela queda desses países.

O levantamento da Fiesp também aponta algumas diretrizes para aumentar a competitividade brasileira. Entre elas: reduzir os gastos do setor público, a dívida pública, a carga tributária e os juros (Selic e Spread), e elevar o investimento em capital fixo e em tecnologia.

“O governo tem que gastar menos para poder investir mais e estimular o investimento privado. Além disso, é preciso desonerar o investimento no País. De cada 100 reais investidos, 25% já são impostos”, explicou o diretor da Fiesp.

Veja aqui o estudo completo.