No dia 13 “sociedade vai pôr pra fora o que está no coração”, diz Skaf na Rádio Capital

Agência Indusnet Fiesp

Durante entrevista nesta quarta-feira (9 de março) na Rádio Capital, o presidente da Fiesp e do Ciesp, Paulo Skaf, explicou a importância das manifestações marcadas para este domingo (dia 13), pela saída da presidente Dilma Rousseff e a favor da operação Lava Jato e da punição dos corruptos.

Skaf relatou reunião feita na Fiesp nesta segunda-feira (7/3) à qual compareceram representantes do setor produtivo e dos principais e movimentos organizadores dos protestos e na qual ficou definido o apoio total aos atos de domingo. Skaf frisou que o movimento é “pura prática de cidadania”.  O movimento é legal, correto e pacífico, explicou. “É importante isso porque a sociedade vai pôr pra fora aquilo que já está no coração, está na alma, está sentindo. É uma forma de chacoalhar um pouco o nosso Congresso Nacional” em relação ao processo de impeachment.

Retomada

Sem ver como o governo possa se recuperar, Skaf defendeu mudanças rápidas. “O que precisa é sairmos desta enrascada em que nós estamos graças a esta confusão na área política”, disse. “Por mais esforço que se faça na economia, é insuficiente se não houver uma mudança no cenário político.”

Sanada a crise política, a recuperação deve ser rápida, explicou, lembrando que há dinheiro disponível para investimentos e há interesse no Brasil.

“Muda a pessoa e mudam os ânimos, muda a esperança, a autoestima”, disse Skaf, comentando a situação da Argentina depois da posse de Mauricio Macri. “Veja, o Obama está indo para a Argentina, até o presidente dos Estados Unidos se interessou por um novo cenário que se apresenta lá.”

Skaf afirma que é possível fazer muito com o muito que se arrecada em impostos

Agência Indusnet Fiesp

Em entrevista a Paulo Lopes, na Rádio Capital AM, o presidente da Fiesp e do Ciesp, Paulo Skaf, disse nesta sexta-feira (19/2) que é possível fazer muito com o valor arrecadado todo ano em impostos. “Não é pouco não. O muito é muito”, afirmou. “R$ 2 trilhões. Como é que pode faltar dinheiro?”, perguntou, criticando a ladainha dos Governos (Federal, de Estados e municípios), que alegam falta de recursos como desculpa para não oferecer educação de qualidade para as crianças, atendimento decente na saúde, transporte público adequado, segurança pública.

Em sua opinião, o que falta é eficiência e seriedade. “Por essa razão não podemos aceitar o aumento de impostos. Temos que ser contra a CPMF, qualquer aumento de impostos, como o ICMS em São Paulo“, afirmou. “Quanto mais impostos nós dermos para os Governos, mais desperdício, mais falta de controle vai haver nas coisas. Tem que segurar a mesada, fazer que os Governos ofereçam qualidade nos serviços à população.”

Skaf lembrou que a sociedade paga uma barbaridade de impostos. “Quando a gente vê os escândalos dos governos a conclusão é que falta vergonha na cara, falta gestão, governança. Chega num ponto de haver problemas na merenda escolar, em remédios. Se o Brasil não fosse um grande país, se São Paulo não fosse um grande Estado, não aguentaria toda essa falta de eficiência, somada à falta de seriedade e desperdícios.”

Em entrevista à Rádio Capital, Skaf reforça importância da campanha “Não Vou Pagar o Pato”

Agência Indusnet Fiesp,

O presidente da Federação e do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp e Ciesp), Paulo Skaf, concedeu nesta quinta-feira (24/9) uma longa entrevista ao comunicador Paulo Lopes, da Rádio Capital.

Na entrevista, Skaf comentou que os empresários esperavam “um plano a favor do Brasil” quando o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, e o do Planejamento, Nelson Barbosa, anunciaram medidas do ajuste fiscal. “Um anúncio de corte de despesas públicas.”

Clique na seta para ouvir cada trecho:

>> Empresários esperavam “um plano a favor do Brasil”

>> Sobre a CPMF, Skaf disse que é um imposto que “todo mundo paga”:

>>”Se nós impedirmos que o governo aumente mais impostos, ele será obrigado a reduzir suas despesas. Por essa razão que é importante essa campanha”:

>>Segundo o presidente da Fiesp, até a manhã desta quinta-feira, o manifesto “Não Vou Pagar o Pato” contava com mais de 170 mil assinaturas em três dias:

>>Skaf disse ainda que o objetivo da Fiesp é levar esse manifesto ao Congresso Nacional:

>>“Essa crise política tira a credibilidade e confiança e não há investimentos quando não se tem confiança”:

>>Ele reiterou que o governo precisa reduzir seus desperdícios:

>>Paulo Skaf pediu mais uma vez para a população assinar o manifesto que será entregue em Brasília:

Ainda não há convergência em como fazer ajuste fiscal, afirma Skaf à Rádio Capital

Agência Indusnet Fiesp

A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) recebeu o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, e o ministro da Fazenda, Joaquim Levy na segunda-feira. E a principal agenda dos encontros foi como encontrar meios para realizar o ajuste fiscal proposto pelo governo na economia, informou o presidente da federação, Paulo Skaf, em entrevista à Rádio Capital nesta terça-feira (17/3).

“Foi uma agenda muito focada no ajuste fiscal. Não há convergência de como fazer esse ajuste fiscal por enquanto”, afirmou Skaf ao programa Show do Paulo Lopes. Ele também comentou as manifestações ocorridas em todo o país no último final de semana.

Ouça na íntegra declaração do presidente da Fiesp

Skaf diz que faltaram providências para evitar crise no abastecimento de água em SP

Agência Indusnet Fiesp

Paulo Skaf na Rádio Capital. Foto: Divulgação

O presidente da Federação e do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp e Ciesp), Paulo Skaf, participou, na manhã desta sexta-feira (23/01), do “Programa do Paulo Lopes”.

Skaf falou sobre um dos temas em debate na emissora, a crise hídrica. Estamos iniciando 2015 com dificuldade tremenda no abastecimento de água e, no caso do Estado de São Paulo, o pior está para vir. Houve, de um certo lado, falta de chuvas. Mas você toma providências, faz obras quando falta chuva”, disse o presidente das entidades, acrescentando que mesmo em regiões desérticas, como Israel e Las Vegas (EUA), uma gestão adequada permite o fornecimento do recurso natural.

“Na verdade, houve um certo relaxamento: as obras não aconteceram, o aumento da captação não aconteceu, o combate ao desperdício não aconteceu. E em uma época de tão poucas chuvas, o reflexo é muito grave na falta de água. E vai se agravar mais.”

Skaf recordou ter alertado para o problema desde abril de 2014 – ocasião em que teve um artigo publicado no jornal Folha de S. Paulo sob o título “São Pedro é Inocente“.

“Agora, é uma situação de bomba estourada, tem que correr atrás, perfurar poços, aumentar reúso, aproveitar água de chuva, fazer pequenas estações de tratamento. (…) É um salve-se quem puder.”

O presidente da Fiesp e do Ciesp mencionou outros problemas no país. “Além da água e da energia, estamos com a economia parada, estamos com um problema do emprego”, disse Skaf, afirmando ainda que o Brasil vai perder o bonde se não buscar a eficiência na gestão pública.

Presidente da Fiesp destaca educação em entrevistas para rádios

Agência Indusnet Fiesp

O presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), do Serviço Social da Indústria de São Paulo (Sesi-SP) e do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial de São Paulo (Senai-SP), Paulo Skaf, foi entrevistado, na manhã desta segunda-feira (27/01), por duas emissoras de rádio de São Paulo, a Super Rádio Tupi AM e a Rádio Capital.

Convidado do Manhã Super Rádio, da Super Rádio Tupi AM, Skaf foi entrevistado por Ricardo Leite, que elogiou modelo de ensino do Sesi-SP e as escolas da rede, “vistas como referência”. O trabalho da indústria paulista no que se refere à educação, aliás, foi o tema mais debatido na entrevista.

De acordo com Skaf, o bom trabalho desenvolvido pela rede Sesi-SP se deve ao fato de que a “indústria priorizou a educação”. “Nada é mais importante para um país do que a educação”, explicou. “É isso que dá oportunidades de bom emprego, de empreendedorismo, de futuro, de autoestima”, disse.

Nessa linha, o modelo de ensino integral oferecido aos alunos da instituição foi destacado. “As nossas crianças ficam na escola das 8h às 17h, estudam, se alimentam bem, fazem esporte”, afirmou. “Aos 18 anos, esse jovem será um bom brasileiro, terá boa saúde. Se déssemos as mesmas oportunidades que damos às crianças do Sesi-SP para todas as crianças do Brasil, em 12 anos estaríamos fechando penitenciárias no Brasil”.

Questionado por Ricardo Leite sobre se as escolas de São Paulo não deveriam se referência para os outros estados brasileiros, Skaf lembrou que os problemas no ensino estadual não estão ligados à falta de recursos. “Temos uma arrecadação semelhante a da Argentina, não se pode falar em falta de dinheiro, é gestão”, disse. “Temos dinheiro desperdiçado por falta de uma gestão adequada, é necessário que o governo funcione e que as escolas públicas sejam de boa qualidade. Não só na educação, como em todas as atividades do governo”.

Esporte

Na entrevista, Skaf lembrou ainda que “esporte também é educação e saúde” ao citar as ações do Sesi-SP na área. “Investimos fortemente no esporte, temos 20 equipes de rendimento na instituição”, afirmou. “Vamos colocar dezenas de atletas com a camisa do Brasil nas Olimpíadas do Rio de Janeiro, em 2016. Atletas formados pela indústria de São Paulo”.  Para o presidente da Fiesp, a importância desse investimento também está “no exemplo que é dado às crianças”.

Cultura

A montagem do musical “A Madrinha Embriagada” com o patrocínio da Fiesp e do Sesi-SP também foi citada pelo apresentador Ricardo Leite. “Temos vários teatros espalhados pelo estado e “A Madrinha Embriagada” está em cartaz no nosso teatro na Paulista, o Teatro do Sesi-SP”, contou. “É um espetáculo de padrão internacional e de graça. Todo mundo que foi ver fala muito bem. As apresentações vão até agosto, uma temporada de 11 meses na qual 150 mil pessoas vão ter a oportunidade de ver um musical gratuito”.

Segundo Skaf, “educação completa também é cultura”. “É assim que você educa o povo e transforma a sociedade”.

Na Rádio Capital

Em sua participação no Programa do Paulo Lopes, da Rádio Capital, também na manhã desta segunda-feira (27/01), Skaf seguiu falando de temas como educação e gestão.

Durante a entrevista, Skaf citou os trabalhos da Fiesp, do Sesi-SP e do Senai-SP, entidades que dirige há nove anos. “Meu grande orgulho é que teremos, em 2014, 1 milhão de matriculas no Senai-SP e 500 mil no Sesi-SP”, disse.

Para ele, “com educação, resolvemos problemas de segurança, de saúde, e damos a oportunidade de criar uma geração trabalhadora e eficiente”.

Segundo Skaf, a sociedade “está cansada de projetos que não se concretizam”. “O tempo passa e os problemas com o transporte público, saúde e segurança persistem”, disse. “É necessária uma gestão eficiente, honesta e com compromisso com resultados”, explicou. “A falta de qualidade na gestão dá espaço para corrupção, desvios e serviços péssimos, que não condizem com a qualidade da nossa população”, analisou.