Sesi-SP homenageia o radialista Salomão Ésper em Santa Rita do Passa Quatro

Agência Indusnet Fiesp

O presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e do Serviço Social da Indústria de São Paulo (Sesi-SP), Paulo Skaf, homenageará, nesta quarta-feira (19/2), em Santa Rita do Passa Quatro, no interior paulista, o jornalista e radialista Salomão Ésper, que comanda o Jornal Gente, da Rádio Bandeirantes, há 36 anos.

A escola do Sesi-SP na cidade, que funcionava em um prédio da prefeitura, ganhou nova sede, no Jardim Itália, em agosto de 2012. E terá Salomão Ésper como patrono. Com a transferência de local, os alunos foram beneficiados não apenas com as modernas instalações, mas passaram a estudar tempo integral, dando continuidade ao projeto do Sesi-SP de oferecer ensino de qualidade o dia todo em todas as suas unidades do estado até 2015. Com essa proposta, os alunos realizam vivências complementares de esporte, arte, cultura e tecnologia e recebem alimentação saudável e balanceada supervisionada por nutricionistas.

A escola do Jardim Itália tem 12 salas de aula, duas áreas de convivência, uma biblioteca escolar com acervo atualizado, laboratório de informática educacional com 37 computadores, um laboratório de ciência e tecnologia, uma sala multidisciplinar, quadra esportiva coberta com vestiários e ambientes administrativos, amplos e confortáveis, para atendimento aos pais e professores.

Ésper e os alunos do Sesi-SP em Santa Rita do Passa Quatro: homenagem. Foto: Ayrton Vignola/Fiesp

Ésper e os alunos do Sesi-SP em Santa Rita do Passa Quatro: homenagem. Foto: Ayrton Vignola/Fiesp

 

O Sesi-SP começou a implantar seu novo modelo educacional em 2007 com o objetivo de oferecer, além do ensino fundamental em tempo integral, ensino médio e a possibilidade de estudar, simultaneamente, em um curso profissionalizante do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial de São Paulo (Senai-SP).

 O  patrono

Salomão Ésper nasceu em Santa Rita do Passa Quatro, em 26 de outubro de 1929. Jornalista e radialista, formado em Direito pela Faculdade de Direito da USP, é um dos nomes mais representativos do radiojornalismo no Brasil.

Uma de suas maiores características é seu português impecável e sua voz grave, com tom sempre firme.

Tendo começado como locutor em 1948, na Rádio Cruzeiro do Sul, ele foi para a Rádio América, que pertencia ao Grupo Bandeirantes, quatro anos depois. Lá, ocupou o cargo de superintendente por vários anos.

Hoje, apresenta o Jornal da Gente ao lado de José Paulo de Andrade e Rafael Colombo, na Rádio Bandeirantes de São Paulo (AM 840-FM 90,09). O programa é sucessor de uma atração famosa, o Trabuco, de Vicente Leporace.

Uma curiosidade: quando menino, Ésper gostava de ficar em uma padaria ouvindo rádio. Não pensava que essa seria sua profissão e nem tão pouco que teria uma carreira de sucesso e tão duradoura. Só na Rádio Bandeirantes, ele está há cinco décadas.

Ésper é viúvo e tem três filhos.

Roda de capoeira

Na mesma solenidade, em Santa Rita do Passa Quatro, o Sesi-SP vai oficializar a prática da capoeira como modalidade esportiva em suas escolas.

Amplamente disseminada no país, a capoeira contribuirá para uma reflexão crítica da história nacional e da valorização da cultura brasileira, bem como o debate político, socializador e promotor da igualdade racial.

Alunos do Sesi-SP em Santa Rita do Passa Quatro em roda de capoeira: cultura brasileira. Foto: Ayrton Vignola/Fiesp

Alunos do Sesi-SP em Santa Rita do Passa Quatro jogam capoeira: cultura brasileira. Foto: Ayrton Vignola/Fiesp

 

Para o Sesi-SP, a prática terá como objetivos valorizar a cultura afro-brasileira, desenvolver habilidades e capacidades motoras e ampliar a prática de diferentes modalidades esportivas.

Nessa fase inicial, serão contempladas as escolas de Americana, Assis, Boituva, Brotas, Ferraz de Vasconcelos, Guararapes, Hortolândia, Itapeva, Itapetininga, Jaboticabal, Jardinópolis, Leme, Lençóis Paulista, Limeira, Mococa, Nova Odessa, Pirassununga, Presidente Epitácio, Presidente Prudente, Salto, Santa Rita do Passa Quatro, Santana de Parnaíba, São Roque, Sumaré, Tambaú, Vinhedo, Votuporanga, e E.E. Carvalho (na capital). A meta é atingir 3.360 estudantes.

Em uma segunda etapa, também serão incorporadas as unidades de Catanduva, Cerquilho, Descalvado, São Carlos, Santo Anastácio, Monte Alto, Mirandópolis e Jundiaí, somando mais 960 praticantes.

 

 

‘Esporte também é educação’, diz presidente da Fiesp em entrevista

Agência Indusnet Fiesp

O presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), do Serviço Social da Indústria de São Paulo (Sesi-SP) e do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial de São Paulo (Senai-SP), Paulo Skaf, foi entrevistado, ao vivo, na noite desta sexta-feira (14/02), pelos apresentadores Beto Hora, Lélio Teixeira e José Paulo da Glória, do programa Na Geral, da Rádio Bandeirantes. A conversa aconteceu no estúdio montado pela emissora na frente do prédio da Fiesp, na Avenida Paulista. E isso com muita gente ao redor, acompanhando tudo, até o final da atração, às 20h.

A jogadora da equipe feminina de vôlei do Sesi-SP Pri Daroit também participou do programa.

Recebido com festa pelos apresentadores, que agradeceram o espaço e a oportunidade de fazer o Na Geral diante dos ouvintes, Skaf destacou que a iniciativa é também um “entretenimento ao vivo na Paulista”.

Skaf  na gravação do Na Geral, ao vivo, no estúdio da Rádio Bandeirantes na Paulista. Foto: Beto Moussalli/Fiesp

Skaf na gravação do Na Geral, ao vivo, no estúdio da Rádio Bandeirantes na Paulista. Foto: Beto Moussalli/Fiesp

 

Em meio às imitações de personalidades como o ex-presidente Lula e o craque Pelé, feitas pelos locutores, Skaf destacou o trabalho desenvolvido pelo Sesi-SP na área. “Temos 20 equipes de rendimento em 16 modalidades”, disse. “Devemos ter 50 atletas formados pelo Sesi-SP nas Olimpíadas de 2016, no Rio de Janeiro”.

Segundo Skaf, a visão da indústria paulista é a de que “esporte também é educação”. “As crianças aprendem na sala de aula e também nas quadras de esporte”, afirmou. “Nos últimos três anos, fizemos 104 quadras cobertas, 50 piscinas aquecidas e 50 campos de grama sintética”.

Perguntado sobre o trabalho do Sesi-SP na área cultural, Skaf convidou a todos para assistir o musical “A Madrinha Embriagada”, de graça, no Teatro do Sesi-SP, também na Avenida Paulista. “É um musical de padrão internacional, dirigido por Miguel Falabella”, explicou.

E tem mais: “Depois que acabar a temporada de “A Madrinha Embriagada”, teremos mais novidades, uma bela surpresa em cartaz no Teatro do Sesi-SP”, revelou.

O exemplo do Sesi-SP

Em sua participação no programa, Pri Daroit explicou que, para que o vôlei avance no país e ganhe mais popularidade, os clubes e instituições deviam fazer o que o Sesi-SP faz. “É preciso começar a investir desde a base, da base para o juvenil e depois para o adulto”, disse. “Tem que ter investimento, que nem o Sesi-SP faz”.

 

Presidente da Fiesp destaca importância de investimentos em mobilidade urbana

Guilherme Abati, Agência Indusnet Fiesp

Presidente da Federação e do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp e Ciesp), Paulo Skaf concedeu entrevista, no fim da tarde desta quinta-feira (23/01), ao jornal Três Tempos, no estúdio da Rádio Bandeirantes instalado na frente do edifício-sede das entidades.

Entre os principais assuntos abordados, Skaf enalteceu a capital paulista, que no próximo sábado (25/01) completa 460 anos de fundação.  “É uma semana especial para uma cidade especial, que abriga tantos povos, das mais diversas origens”, disse.

O dirigente também revelou quais mudanças considera fundamentais para a melhoria da capital paulista. “Precisamos corrigir o que incomoda os paulistanos, precisamos de mais quilômetros de metrô, de ônibus em melhores condições. Não basta ter corredor de ônibus”, afirmou Skaf. “Tem que ter ônibus”.

Skaf durante a entrevista à Rádio Bandeirantes: . “A condição precária dos nossos meios de transporte maltrata os paulistanos”. Foto: Tâmna Waqued/Fiesp

Skaf durante a entrevista à Rádio Bandeirantes: . “A condição precária dos nossos meios de transporte maltrata os paulistanos”. Foto: Tâmna Waqued/Fiesp

 

Para Skaf, a melhoria da mobilidade urbana é crucial para promover a qualidade de vida da população. “A condição precária dos nossos meios de transporte maltrata os paulistanos”.

Quando perguntado sobre que lugar melhor representa São Paulo, Skaf apontou dois locais. “A Avenida Paulista é a verdadeira cara de São Paulo, o local que melhor a representa”, disse. “Outro ponto bastante representativo é o Pátio do Colégio, pois foi onde tudo começou, em 1554”.

Crescimento do Brasil está em função do crescimento das pessoas, afirma Paulo Skaf à Rádio Bandeirantes de Campinas

Agência Indusnet Fiesp

Em entrevista à Rádio Bandeirantes de Campinas, na manhã desta sexta-feira (31/10), o presidente da Federação e do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp e Ciesp), Paulo Skaf, falou sobre o trabalho realizado nas entidades – inclusive o Serviço Social da Indústria de São Paulo (Sesi-SP) e do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial de São Paulo (Senai-SP).

Skaf lembrou que o Sesi-SP e o Senai-SP não atende somente a industriários. “Sessenta por cento dos alunos são filhos dos trabalhadores da indústria, mas 40% são alunos da comunidade. Um milhão de matrículas do Senai-SP são de pessoas da comunidade. Quem vai ser pedreiro, carpinteiro, pintor, armador, mecânico, eletricista, não é filho de rico. Então, nosso trabalho tem como objetivo a valorização e a oportunidade das pessoas”, disse Skaf.

“Por isso [temos] o lema ‘Crescem as pessoas, cresce o Brasil’. Muita gente não entende que o crescimento do Brasil está em função do crescimento das pessoas. Você não pode ter o crescimento de um país, sem investimento em educação de qualidade e oportunidade de formação profissional”, completou o presidente da Fiesp.
Leia trechos da entrevista:

Energia a preço Justo’

“O resultado da campanha ‘Energia a Preço Justo’ foi um desconto no preço médio de todos os brasileiros, não só de São Paulo, não só da Fiesp e do Ciesp, mas de todo o Brasil; em média, de 20%. Isso contrariou interesses, como os das concessionárias de energia, que queriam prorrogar os seus contratos, aos mesmos preços, por mais 30 anos. O preço da energia, como ficou, e como estava, gerou uma economia de R$ 34 bi por ano. Em 30 anos, é quase R$ 1 tri. Então, essa batalha que a sociedade teve em busca de um preço mais justo na energia valeu um trilhão de reais. E é lógico que algumas concessionárias de energia que viram seus interesses contrariados criticam. Mas deixe criticarem. Para mim, não me afetou em nada, porque nós defendemos a bandeira correta e tivemos um bom resultado para todo mundo e melhoramos a competitividade do Brasil. ”

Campanha pela modernização dos portos

“Outra campanha que fizemos recentemente foi pela modernização dos portos brasileiros. O custo portuário do Brasil é três vezes mais caros do que portos eficientes no mundo. Enquanto você exporta uma geladeira por um porto eficiente do mundo custa R$ 50,00 de custos portuários, no Brasil custa em torno de R$ 150,00 – três vezes mais caro. Então, nós fizemos uma grande luta para baixar os preços e aumentar a competitividade dos nossos portos. Foi uma outra campanha em que sobrevoei de helicóptero e mostrei o porto de Santos, onde 150 navios estavam para entrar no canal, pilhas de containers, filas de caminhão…”.

Sesi-SP e Senai-SP

“Muitas vezes a sociedade desconhece que essas entidades são administradas, comandadas, geridas e bancadas pela indústria. E essa campanha [veiculada nas TVs em abril] é para mostrar que o resultado do Sesi-SP e do Senai-SP é um trabalho da indústria de São Paulo.”

“O Senai-SP este ano terá 1 milhão de matrículas em formação profissional e o Sesi-SP, 350 mil matrículas, além dessas escolas que toda semana se inauguram. Isso é o esforço da indústria de São Paulo e é minha obrigação, como presidente da Fiesp, do Ciesp, do Sesi-SP e do Senai-SP, de promover e enfrentar esses desafios.”

CPMF

“Em 2007, há mais tempo, fiz uma campanha nacional para pôr fim à CPMF [Contribuição Provisória sobre a Movimentação ou Transmissão de Valores e de Créditos e Direitos de Natureza Financeira], o imposto do cheque.”

Paulo Skaf: aumento de IPTU é um ‘confisco no bolso das pessoas e das empresas’

Agência Indusnet Fiesp

Em entrevista à Rádio Bandeirantes na manhã desta terça-feira (29/10), o presidente da Federação e do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp e Ciesp), Paulo Skaf, falou sobre o aumento do Imposto Predial Territorial Urbano (IPTU) anunciado recentemente pela prefeitura de São Paulo.

“O aumento do IPTU é um confisco, é meter a mão no bolso da população, da sociedade, das pessoas, das empresas, sem cerimônia”, afirmou.

“Espero que haja um recuo em relação a essa medida. Nós estamos analisando que medidas no campo jurídico possam ser tomadas. Não podemos aceitar quietos um aumento no IPTU que chega a dobrar o imposto e onerar toda a população.”

Skaf disse ainda que, para o ano de 2014, a estimativa da Fiesp é de um crescimento da economia brasileira inferior ao da média mundial. “Para o próximo ano, o que se espera é um crescimento mundial em torno de 2,4%, 2,5%, e o crescimento Brasil abaixo disso. Apesar de a situação mundial não ser de fartura, no Brasil o crescimento é ainda menor”, disse Skaf, defendendo a redução da burocracia.

“Quem quer produzir, quem quer trabalhar, sente muita dificuldade, muita burocracia, muitas pedras no caminho, muitos impostos, 70% do tempo dele [pequeno empresário] perde na burocracia e nas complicações que o governo impõe.”

O presidente da Fiesp e do Ciesp também relembrou campanhas das entidades pela extinção da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF), redução da tarifa de energia, desoneração dos impostos federais dos produtos da cesta básica e a modernização dos portos.

Falou ainda sobre os investimentos em educação. “A gente acredita que o crescimento tem que ter educação. Tenho a honra de presidir o Senai-SP e o Sesi-SP. E todas as semanas inauguramos uma ou duas escolas em algum canto do Estado de São Paulo.”

Skaf disse ainda que o país precisa reduzir os custos para o setor produtivo, de modo que as empresas possam competir no cenário internacional. “O que precisamos é ter competitividade no Brasil, ou seja, a produção no Brasil tem que ser mais barata.”