Foto: Paulo Skaf visita feira ‘Reabilitação 2012’ no Anhembi

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Na foto: Paulo Skaf, presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), e Ricardo Oliva, diretor da Divisão de Qualidade de Vida do Sesi-SP. Foto: Junior Ruiz

O presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, visitou no início da tarde desta sexta-feira (17/08), no Anhembi, a 10º Feira Internacional de Produtos, Equipamentos, Serviços e Tecnologia para Reabilitação, Prevenção e Inclusão (‘Reabilitação 2012), evento dedicado a profissionais envolvidos com o ato de reabilitar, integrar e cuidar da saúde de pessoas com deficiências.

Skaf, também presidente do Serviço Social da Indústria de São Paulo (Sesi-SP) e do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial de São Paulo (Senai-SP), passou pelo estande das entidades na feira, onde conheceu produtos e serviços da área e dois labradores do Projeto Cão-Guia do Sesi-SP.

Em seus três dias de programação, a feira reuniu cerca de 150 expositores nacionais e internacionais. Participaram do evento, que incluía um fórum, a unidade “Ítalo Bologna” do Senai-SP, de Itu (SP), e a Divisão de Qualidade de Vida do Sesi-SP.

Projeto Cão-Guia Sesi-SP entrega mais dez filhotes a famílias acolhedoras

Danusa Etcheverria, Agência Indusnet Fiesp

No último domingo (18), o projeto Cão-Guia Sesi-SP entregou mais dez filhotes da raça Labrador para socialização, durante evento no canil e centro de treinamento localizado em Embu das Artes.

A partir dessa adoção temporária, as dez famílias voluntárias serão responsáveis, pelos próximos meses, pela socialização urbana do cão que possui uma missão futura especial: ser os olhos de quem não enxerga. Além disso, a temporada de convívio será marcada por aprendizado m6

Durante a manhã ensolarada de domingo, cerca de 30 pessoas estiveram à espera do primeiro encontro com os cães que ajudarão a socializar. Logo após a abertura do portão do canil, os filhotes correram e rolaram pelo gramado do sítio, encantando crianças e adultos, como o psicólogo Marco Antônio Martins, 43 anos, e seu afilhado, Felipe, 5.

O macho de pelagem chocolate e olhos verdes, batizado Ian, assim que esbarrou em Felipe não saiu mais de perto. O garoto serelepe, de cabelos do mesmo tom, confirmou: “É esse, quero esse!”. O filhote Ian escolheu Felipe e Marco Antônio. “A possibilidade de participar e contribuir com o projeto de inclusão social me motivou. Tenho alguns pacientes com deficiências físicas e a presença do Ian na rotina do consultório irá agregar qualidade aos tratamentos e ao treinamento dele”, disse Martins, que planeja ainda compartilhar a socialização do filhote com Felipe, três vezes na semana em programações infantis.

O presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e do Sesi-SP, Paulo Skaf, destacou a importância do projeto na criação de uma metodologia de treinamento de cães-guia no Brasil e na formação de treinadores e instrutores: “Nossa missão, além da inclusão social e profissional de deficientes visuais, é estimular um efeito multiplicador e a sensibilização da sociedade”.

projeto Cão-Guia foi criado para permitir a inclusão social e profissional de deficientes visuais da indústria paulista. Dividido em três fases – Acolhimento e Socialização, Treinamento e Instrução da Dupla –, tem como parceiros o Instituto Meus Olhos têm Quatro Patas e a Fundação Dorina Nowill. Atualmente, 29 filhotes estão em socialização e mais três serão entregues até o final do ano.

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Saiba mais sobre o Projeto Cão-Guia do Sesi-SP.

Senai Bom Retiro oferece suporte ao Projeto Cão-Guia do Sesi-SP

Edgar Marcel, Agência Indusnet Fiesp

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Maísa Carvalho e Moisés Abreu, do Senai Bom Retiro: "Participar do projeto é gratificante"

Acessório básico para a condução segura da pessoa com deficiência visual, a coleira deve ser confortável para o cão-guia e prática para o manuseio do usuário. E desde que foi criado o Projeto Cão-Guia do Sesi-SP tem sido uma preocupação da Escola Senai Engenheiro José Marchini, especializada em vestuário, localizada no bairro do Bom Retiro.

Parceira no projeto, a unidade assumiu o compromisso de desenvolver uma coleira aperfeiçoada aos filhotes, atualmente em fase de socialização sob os cuidados das famílias acolhedoras.

“As coleiras comuns de cães-guia são de couro, bem acabadas, mas com o tempo pegam cheiro e umidade. A nova peça vai proporcionar mais comodidade e higiene, além de durabilidade”, assegurou Moisés José de Abreu, instrutor de mecânica da instituição, ao apresentar o protótipo feito de aço inoxidável leve, desenhado por ele.

Na nova coleira, também as tiras que envolvem o peitoral do cão-guia ganharão material especial: o tecido em algodão dará lugar às faixas de polipropileno, que garantirão maior vida útil ao conjunto. E estão incluídas ainda melhorias como a substituição das presilhas parafusadas por encaixes de rosca, para facilitar uma possível troca do componente. A conclusão do novo modelo está prevista para setembro próximo.

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Modelo de coleira que será aperfeiçoado e acessórios produzidos pela unidade

Segundo Abreu, a Escola analisa o desenvolvimento de fitas refletivas para a coleira, produzidas pela 3M (fabricante de adesivos industriais). “Este item é importante porque vai proporcionar segurança à pessoa com deficiência visual e ao cão-guia, ao torná-los mais visíveis nos deslocamentos noturnos”, destacou.

Os profissionais da Escola Senai do Bom Retiro não estão focados apenas nas coleiras. Maísa Alves de Carvalho, instrutora de costura e modelagem, cuidou da confecção das bandanas vermelhas para os cães-guia do projeto do Sesi. “Fizemos também o enforcador, o arreio e a guia personalizada. O próximo passo é a criação de uma cama para os animais”, adiantou a instrutora.

Envolvidos neste trabalho desde a concepção do Projeto Cão-Guia do Sesi-SP, Maísa e Moisés expressam o mesmo sentimento pelo trabalho realizado: “Este é um dos projetos mais gratificantes do qual participamos”.

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Conheça o Projeto Cão-Guia do Sesi-SP

Projeto Cão-Guia Sesi-SP entrega mais oito filhotes a famílias acolhedoras

Flávia Dias, Agência Indusnet Fiesp 

Amor à vista. Essa era a reação de pouco mais 20 pessoas, reunidas no canil de Embú das Artes, na manhã do último sábado (30), durante a adoção de mais oito cães do Projeto Cão Guia Sesi-SP. Logo após a abertura do portão, filhotes de labradores corriam alegremente pelo gramado do sítio, encantando crianças e adultos, como Luciano Vannini Vallim Bellocchi, funcionário do Sesi-SP, responsável pela socialização da filhote de Labrador Europe.

“No último ano, enfrentei sérios problemas de saúde. Agora que estou recuperado, tenho certeza que a minha participação no projeto é a melhor forma de agradecer por tudo”, disse Bellocchi, que apesar de ter mais dois cachorros já sabe que sentirá saudades quando chegar a hora de devolver Europe. “Preciso me preparar uns dois meses antes da entrega da Europe. Vou sentir muita falta, mas sei que a missão dela é muito bonita”, acrescentou.

Luiz Alberto Melchert de Carvalho e Silva, presidente do Instituto Meus Olhos têm 4 Patas, parabenizou as famílias acolhedoras pelo ato de solidariedade. “Muita gente fala que não teria coragem de abrir mão do cachorro. Sei que é duro. Mas ao mesmo tempo a família de acolhimento estará em contato com a pessoa que vai usar o animal. É a família voluntária que entrega o arreio para o cego no dia da cerimônia”, afirmou.

Lançado no mês de julho, o projeto recebeu o apoio da sociedade, e conta com uma lista de espera de 102 famílias que aguardam a oportunidade de contribuir com a formação dos futuros cães-guias.

Sabia mais sobre o Projeto Cão Guia Sesi-SP no site e na Fã-page.

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Time de vôlei do Sesi-SP apoia o Projeto Cão Guia

Projeto Cão-Guia Sesi-SP ganha página no Facebook

Flávia Dias, Agência Indusnet Fiesp

A primeira visita ao supermercado, o trajeto de ônibus e/ou metrô e a circulação em lugares públicos são apenas algumas das aventuras vividas por Cazuza, Frontier, Fiona e outros filhotes do Projeto Cão-Guia Sesi-SP, que agora estão disponíveis no Facebook, na Fan Page oficial do projeto.

No espaço, as famílias acolhedoras contarão o dia a dia dos animais, suas travessuras, fotos, curiosidades, dicas e a evolução destes cães que, muito em breve, serão os olhos de dezenas de pessoas com deficiência visual.

Curta e acompanhe essa aventura!

Outras informações estão disponíveis no hotsite do Projeto Cão-Guia Sesi-SP.

Projeto Cão-Guia traz tecnologia para melhorar locomoção de pessoas com deficiência visual

Alice Assunção, Agência Indusnet Fiesp

Projeto Cão-Guia do Sesi-SP vai alcançar mais de 30 pessoas com deficiência visual e a meta para o próximo ano é promover a inclusão social com mais de 100 cachorros treinados, afirmou na manhã desta terça-feira o presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, durante lançamento do programa.

O projeto, que viabiliza o treinamento e doação de cachorros da raça Labrador e Golden Retriever, é o primeiro a ser colocado em prática no País, segundo os organizadores.

“Hoje tem muito pouco (cão-guia), e a maior parte vem lá de fora, não é uma tecnologia brasileira. Então chegamos à conclusão da importância de ter uma tecnologia para isso aqui no Brasil”, afirmou Paulo Skaf em entrevista antes do lançamento. Ele acrescentou que o custo para preparar um cão-guia no estado de São Paulo chega a R$ 28 mil.

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Paulo Skaf (de terno escuro, ao centro), com as famílias acolhedoras e os cães adotados



O plano é entregar 32 cães às famílias selecionadas pelo programa ainda este ano. No lançamento desta terça-feira, foram entregues sete. Mas “para o próximo ano, a nossa meta é triplicar esse número. Temos uma meta de chegar a 100 cãezinhos treinados e doados”, estimou Skaf.

A primeira etapa é conviver com o animal em diversos ambientes sociais até o filhote completar um ano. No segundo momento, o cachorro deixará a família que o acolheu e será encaminhado para o centro de treinamento do Instituto Meus Olhos têm Quatro Patas para adestramento especializado. O treinamento dura de seis a oito meses.

A terceira e última etapa é o período de instrução no qual o cachorro escolhe o seu futuro dono para dar início ao processo de adaptação. Os cães serão doados mediante análise feita pelo Sesi-SP de cada caso dos inscritos no programa.

De acordo com levantamento feito pelo Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE) em 2000, São Paulo é o estado com maior número de pessoas com deficiência visual (23.900). No Brasil exisitiam 148 mil e 2,4 milhões com grande dificuldade de enxergar.

Clique aqui para saber mais sobre o Projeto Cão-Guia.

Maior dificuldade para as famílias do Projeto Cão-Guia é devolver o animal

Alice Assunção, Agência Indusnet Fiesp

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Felipe Romitelli, analista financeiro, e o filhote Elliot no lançamento do Projeto Cão-Guia Sesi-SP

Felipe Romitelli, 33 anos, é analista financeiro e adotou um filhote da raça Labrador do Projeto Cão-Guia do Sesi-SP. Ele tem um cachorro Rottweiler que mora com sua família, mesmo assim, vai sentir falta quando chegar a hora de devolver Elliot.

“Com certeza a parte mais difícil é deixar. Eu já tenho uma Rottweiler. Mas é inevitável não se apegar a ele, mesmo assim o projeto me interessou muito. Eu já conhecia outros programas, mas não foram adiante, provavelmente ainda estão em desenvolvimento”, contou Romitelli enquanto o filhote Elliot brincava com a própria coleira aos pés de seu novo dono provisório.

Durante a cerimônia de lançamento, a estudante de medicina veterinária Bruna Daniels, 22 anos, só tinha olhos para o filhote da raça Golden que adotou. “Eu tenho três cachorros em casa, mas fiquei louca para participar desse projeto. Triste vai ser deixá-lo ir embora, mas aí é só pensar que é para ajudar outra pessoa que fica menos difícil”, disse a estudante.

Sonho

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Luiz Alberto Melchert, presidente do Instituto Meus Olhos têm Quatro Patas, com Paulo Skaf, presidente da Fiesp

Para Luiz Alberto Melchert de Carvalho e Silva, presidente do Instituto Meus Olhos têm Quatro Patas, o programa Cão-Guia é, finalmente, a realização de seu sonho. “Eu sonho com esse dia há 37 anos.”

A entidade assinou o termo de parceria com a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), o Serviço Social da Indústria (Sesi) e a Fundação Dorina Nowill para cooperar com o projeto de preparo dos cães e ficará responsável pelo treinamento dos cachorros durante seis a oito meses.

“A maior diferença do cão [para a bengala] é que o cachorro tem inteligência própria e traz as pessoas para perto da gente, vai nos levando para a sociedade outra vez. As pessoas nos abordam na rua, vêm conversar para saber como é”, afirma Silva ao lado do seu cão-guia, o sereno Ypsilon.

Por outro lado, segundo ele, há uma resistência por parte dos taxistas “porque eles não entendem que estão prestando um serviço público, apesar de serem proprietários do carro”. Mas a avaliação geral de Silva é otimista e ele afirma que “as pessoas estão ficando mais educadas.”

Projeto Cão-Guia vai priorizar trabalhadores da indústria, afirma Skaf

Agência Indusnet Fiesp

Paulo Skaf, presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), afirmou na manhã desta terça-feira (5) que o Projeto Cão Guia do Sesi-SP tem como prioridade beneficiar o trabalhador da indústria na inclusão social.

O projeto, que viabiliza a treinamento e doação de cachorros da raça Labrador e Golden Retriever para deficientes visuais, é o primeiro a ser colocado em prática no País, segundo os organizadores do programa.

“Hoje tem muito pouco (cão-guia), e a maior parte vem lá de fora, não é uma tecnologia brasileira. Então chegamos à conclusão da importância de ter uma tecnologia para isso aqui no Brasil”, afirmou Paulo Skaf em entrevista antes do lançamento. Ele acrescentou que o custo para preparar um cão-guia no estado de São Paulo chega a R$ 24 mil.

O plano inicial é entregar 32 cães às famílias selecionadas pelo programa ainda este ano. No lançamento desta terça-feira, foram entregues sete. Mas “para o próximo ano, a nossa meta é triplicar esse número. Temos uma meta de chegar a 100 cãezinhos treinados e doados”, estimou Skaf.

A primeira etapa é conviver com o animal em diversos ambientes sociais até o filhote completar um ano. No segundo momento, o cachorro deixará a família que o acolheu e será encaminhado para o centro de treinamento do Instituto Meus Olhos têm Quatro Patas para adestramento especializado. O treinamento dura de seis a oito meses.

A terceira e última etapa é o período de instrução no qual o cachorro escolhe o seu futuro dono para dar início ao processo de adaptação. Os cães serão doados aos industriários com deficiência visual cadastrados no programa e selecionados pelo Sesi-SP. “Esses terão prioridade”, afirma Skaf.

De acordo com levantamento feito pelo Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE) em 2000, São Paulo é o estado com maior número de cegos (23.900). No Brasil exisitiam 148 mil pessoas cegas e 2,4 milhões com grande dificuldade de enxergar.

Projeto Cão-Guia do Sesi-SP distribui filhotes para família acolhedora

Flávia Dias, Agência Indusnet Fiesp

Promover a inclusão social e profissional das pessoas com deficiência visual. Esse é o objetivo do Projeto Cão-Guia do Sesi-SP, idealizado pelo presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf.

O programa contará com o apoio de famílias acolhedoras, como a de Silvia Helena Marchi, diretora do Sesi A.E Carvalho, que ajudarão estes filhotes a se transformarem em cães-guias treinados.

“Minha família resolveu assumir a responsabilidade de cuidar deste cão e prepará-lo da melhor forma possível para que ele possa cumprir o seu papel”, afirmou Marchi.

Os cães serão doados a pessoas com deficiência visual, permitindo a sua mobilidade autônoma e segura, em suas atividades diárias.

Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 16.644.842 pessoas apresentam deficiência visual. Destas, 2.638.178 residem na cidade de São Paulo.