Rodada de Negócios movimenta sede da Fiesp/Ciesp

Odair Souza, Agência Indusnet Fiesp

O modelo de rodadas de negócios do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp) pode ser considerado de referência para fornecedores e compradores de produtos e serviços. Esta avaliação foi feita pelo diretor de Produtos e Serviços da entidade industrial, José Henrique Toledo Corrêa, logo após abrir o evento que está sendo realizado nesta terça-feira (30) na sede da Fiesp/Ciesp.

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Rodada desta 3ª feira deve movimentar até R$ 4 mi em oportunidades às companhias participantes. Neste ano, as rodadas de negócios Ciesp já atraíram cerca de 3 mil empresas em 18 cidades paulistas. Foto: Helcio Nagamine

“Temos a melhor ferramenta, a melhor técnica e experiência na cultura de negócios. O Ciesp, além de representatividade e prestação de serviços, agora está ficando forte como indutor de negócios”, considerou Toledo.

Em 2011 foram 16 edições, com 2.391 participantes, 22 mil reuniões comerciais e contratos futuros da ordem de R$ 42 milhões.

Neste ano, a Área de Produtos, Serviços e Negócios do Ciesp reuniu cerca de 3 mil empresas em rodadas de negócios realizadas em 18 cidades paulistas. Foram mais quase 25 mil reuniões no período, com volume esperado de R$ 53 milhões em negócios futuros.

Entre 2009 e 2012, as rodadas de negócios – sempre com patrocínio da Caixa Econômica Federal – atraíram mais de 7 mil empresas, que juntas realizaram cerca de 70 mil reuniões, com um volume de negócios que ultrapassa R$ 160 milhões.

A Rodada de desta terça deve movimentar até R$ 4 milhões em oportunidades às companhias participantes.

Opinião

No modelo desenvolvido pelo Ciesp, empresas de pequeno e médio porte podem agendar reuniões com grandes compradoras. Os contatos com reais possibilidades de fechar negócio passam dos 90%, segundo pesquisas de satisfação da entidade.

As grandes empresas compradoras – denominadas âncoras – participam das rodadas dispostas a divulgar sua lista de compras e conseguir novos fornecedores. Entre as 45 âncoras que participam da rodada de hoje estão: Armco do Brasil, Dimep, Granvale Logística, Itautec, Lorenzetti, Saint-Gobain, Solvay, Suzano Papel e Celulose, Votarantim Metais e até o Exército Brasileiro.

Na rodada, cada empresa poderá agendar mais de 20 reuniões de 10 minutos em um período de quatro horas.

As Rodadas de Negócios do Ciesp ganham força a cada ano. Criado em 2009, com objetivo de apoiar pequenas empresas diante da crise mundial, o modelo diferente de fazer negócios faz parte da cultura de um grande número de empresas paulistas.

“As rodadas estão caindo no gosto do empresário, que encontrou um espaço organizado com um bom custo benefício. As grandes compradoras também descobriram que o momento é bom para identificar novos fornecedores”, avalia José Henrique Toledo Corrêa, diretor de Produtos e Serviços do Ciesp.

Mais informações: www.ciesp.com.br/rodadas

Serviço:
Rodada de Negócios – Ciesp
Data e horário: 30 de outubro, das 13 h às 18 h
Local: Avenida Paulista, 1313

Seminário de Tecnologia em Segurança: dirigentes alemães apresentam suas empresas na Fiesp

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Alemães apresentaram suas empresas. Foto: Everton Amaro.

Edgar Marcel, Agência Indusnet Fiesp

Durante o “Seminário de Tecnologia em Segurança Brasil e Alemanha”, realizado na manhã desta segunda-feira (10/09), na sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), integrantes da missão alemã de tecnologia em segurança apresentaram suas empresas e produtos a empresários brasileiros. O Brasil é o parceiro comercial mais importante da Alemanha na América Latina.

Com inovações tecnológicas e serviços específicos em segurança para empresas, como armazenamento e tráfego seguro de dados, tecnologia de software e hardware, além de inspeção de obras de construção, as empresas alemãs buscam conhecer as demandas do mercado nacional e estabelecer possíveis parcerias.

A seguir, um resumo das apresentações das empresas e seus produtos e serviços disponíveis para o setor no Brasil.

Carl Wittkopp GmbH

A empresa fundada em 1957 na cidade alemã de Velbert, a Carl Wittkopp GmbH fabricava fechaduras e se especializou na eletronificação de seus produtos. A partir daí, as fechaduras eletrônicas de segurança deram o diferencial para a empresa, que conta com 50 funcionários altamente qualificados.

Todos os produtos da Wittkopp são certificados: fechaduras de caixas eletrônicos, cofres de alta tecnologia, cadeados e sistemas de segurança eletrônicos. De acordo com Wolfgang Brede, diretor da empresa, a meta é atuar no mercado brasileiro. “Isso só vai ser viável com um ou mais parceiros do Brasil adequados nesse grande mercado”, anotou Brede.

MSM Net Meissner GmbH

Há quatro anos no mercado, a MSM Net Meissner GmbH atua na tecnologia de redes e atende a empresas de qualquer porte. Com serviços de informações transferidos de forma segura, a companhia aplica a combinação de empresas com várias localizações e cliente s móveis, com acesso remoto a informações.

“Fazemos conexões logicas de uma empresa utilizando a internet como meio de transporte. Para aumentar a segurança, os processos são registrados em logs, com rede de dados que registra toda a situação ou interferências, inclusive para comprovação de ocorrências”, explicou Manfred Meissner, gerente geral da empresa, ao revelar que a empresa alemã quer saber quais são os interesses e o que pode ser implementado no Brasil. “Estamos abertos ao que pode ser feito em colaboração”, completou.

Transit GmbH

Fundada em 1998, a empresa de consultoria oferece software em tempo real. A partir de 2008, se especializou em tecnologia da informação e consultoria em três áreas: software, informação e comunicação.

A especificidade da empresa, apesar de pequena, é estar em uma região que é caracterizada por muitas empresas inovadoras em software, e o contato destas com universidades. “Essa é a nossa marca, de proporcionar soluções rapidamente. Temos contatos com outras empresas no Brasil e vamos oferecer e aliar nosso know how”, afirmou Ivo Reitzenstein, diretor da Transit GmbH.

Plath GmbH

Desde 1837 a Plath oferece soluções na área de inteligência de comunicação. É um grupo que desenvolve produtos em toda a cadeia de reconhecimento e inteligência de comunicações, oferecendo soluções individuais. Produz softwares e hardwares de UHF e VHF, faz análises de comunicação e monitoramento do conteúdo.

“Nossos clientes são autoridades governamentais, unidades de polícia locais, forças armadas e serviços de notícias”, detalhou Roland Behmenburg, gerente internacional de vendas da Plath. Ele revelou que todos os processos da empresa tem o certificado ISO 9001, classificados com a chancela do governo alemão. “Estamos habituados a trabalhar com dados sigilosos, que são guardados com segurança e segue as normas europeias”, adicionou.

ISA GmbH

Atuando na fase de preparação, controle e inspeção de obras de construção, a ISA faz estudos, pareceres e perícias. “Os serviços nos oferecemos tem como pano de fundo 20 anos de experiência e  know how, e trabalhamos com prazos curtos”, apresentou Gerd Förster, diretor da Isa GmbH.

De acordo com Förster, o trabalho da ISA pode ser dividido em duas áreas: projetos/desenhos e estudos. Os trabalhos estão baseados em tecnologias de diagnósticos, medição de trincas e fissuras, análise do concreto de carga, proteção contra incêndios, entre outros.

“Viemos conhecer o mercado brasileiro e podemos transpor as barreiras do idioma, vamos ver como pode funcionar a cooperação com os brasileiros e quais produtos podem demandar”, assinalou.

Dermalog Identification Systems GmbH

Biometria, id-cards (cartões de identificação), bio payment (pagamento por meio de leitura biométrica) e fabricação de scanners é o que a Dermalog oferece desde 1995. A empresa atende órgãos governamentais, bancos e rede varejista.

“No Brasil somos pioneiros, o governo do Rio de Janeiro usa o sistema AFIS (Automated Fingerprint Identification System), sistema informatizado de identificação da Dermalog há 13 anos”, declarou Oliver von Treuenfels, diretor da Dermalog. A tecnologia que assegura identidades únicas evita, em média, segundo o diretor, 15 mil tentativas de fraudes anuais em setores de imigração em aeroportos e controle de fronteiras em vários países.

“Todos os dias cerca de 300 a 500 pessoas com passaportes ou identidades duplicadas são localizadas pelo sistema AFIS, com tempo de resposta de menos de 1 segundo”, explicou Treuenfels. Em supermercados, o sistema biométrico reduz pela metade o tempo de pagamento e dispensa o cartão do banco, entre outras vantagens.

Fiesp realiza ciclo de palestras e sala de crédito na Fispal 2012

Edgar Marcel, Agência Indusnet Fiesp

Na Fispal, Fiesp promove ciclo de palestras e sala de crédito

Na Fispal, Fiesp promove palestras e sala de crédito

Com o objetivo de levar capacitação e informação atualizada a empresas e facilitar o acesso ao crédito com atendimento exclusivo, a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), por meio de seu Departamento da Micro, Pequena e Média Indústria (Dempi), realiza ciclo de palestras e sala de crédito na Feira Internacional de Produtos e Serviços para a Alimentação Fora do Lar (Fispal 2012).

A Fispal, que acontece até o dia 28 de junho no Expo Center Norte em São Paulo, é uma das principais feiras voltada à promoção de negócios para os segmentos que operam o food service e, simultaneamente, os setores hoteleiro, cafeeiro e de tecnologia para indústria de sorvetes. Durante a feira, profissionais de todos os segmentos deste mercado se encontram para conhecer as novidades do setor e participar de eventos de qualificação profissional.

O ciclo de palestras da Fiesp aborda técnicas de conservação de alimentos, atendimento ao cliente e gestão da produção nas micro, pequenas e médias empresas, além de outros temas. Já a sala de crédito oferece oportunidades para compra de máquinas e equipamentos, construção ou reforma de instalações, entre diferentes serviços.

Para consultar a programação, clique aqui.

Serviço:
Feira Internacional de Produtos e Serviços para a Alimentação Fora do Lar
Ciclo de Palestras e Sala de Crédito
Local: Expo Center Norte – Estande da Fiesp
Data: de 25 a 28 de junho de 2012
Horário: das 13h às 21h
Rua José Bernardo Pinto, 333, Vila Guilherme, São Paulo-SP
Estandes: Rua F, nº118 e Rua G, nº123

Fiesp/Ciesp: corte na Selic é bem-vindo, mas é preciso reduzir outros custos de produção

Federação e Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp/Ciesp)

A Federação e o Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp/Ciesp) receberam bem o corte adicional de 0,5 p.p. na Selic, que levou a taxa básica de juros para 8,5% a.a., o menor nível da história. As entidades, no entanto, destacam que o Brasil precisa recuperar a sua competitividade por meio de medidas adicionais, que ajudem a reduzir os custos de produção no país.

“A queda nos juros e o equilíbrio cambial são positivos, mas não podem ser as únicas iniciativas em prol da competitividade brasileira. Produzir no Brasil é mais caro do que nos EUA, em muitos países da Europa e nos nossos vizinhos da América do Sul. Para corrigir essa distorção, são necessárias ações efetivas que reduzam a carga tributária, diminuam o custo da energia elétrica e do gás, melhorem a infraestrutura e a logística e eliminem o excesso de burocracia”, declarou Paulo Skaf, presidente da Fiesp e do Ciesp.


Vice-presidente da IBM analisa investimentos e tecnologia nos países emergentes

Agência Indusnet Fiesp

Nesta terça-feira (1º/09), o Conselho Superior de Tecnologia e Competitividade (Contec) da Fiesp recebe em sua reunião mensal o vice-presidente-executivo de Inovação e Tecnologia da IBM, Nicholas M. Donofrio. Ele irá analisar os investimentos e a capacidade produtiva dos países emergentes no setor, assim como a competitividade internacional destes produtos.

Durante a palestra “Tecnologia e Inovação nos países emergentes”, Donofrio esclarecerá a importância dos países em ascensão apostarem em produtos de ponta, bem como suas condições para este tipo de investimento no contexto econômico atual.

Um levantamento do Departamento de Competitividade e Tecnologia (Decomtec) da Fiesp aponta alguns números a respeito:

Investimentos nacionais em Pesquisa e Desenvolvimento, em relação ao PIB:

  • Brasil (2007): 1,11
  • China (2007): 1,49%
  • Rússia (2007): 1,12%
  • Índia (2004): 0,69%

Distribuição percentual dos investimentos em Pesquisa e Desenvolvimento, de acordo com o setor de financiamento:

Ano 2007

  • Brasil: 53% governo, 47% empresas
  • China: 24,6% governo, 70,4% empresas
  • Rússia: 62,6% governo, 29,5% empresas