Fãs de ‘A Madrinha Embriagada’ já sentem saudade e prestigiam final da temporada

Isabela Barros, Agência Indusnet Fiesp

Na noite deste domingo (29/06), a estudante de teatro musical e atendente Priscila Carvalho, de 29 anos, vai ao Teatro do Sesi-SP, na Avenida Paulista, em São Paulo, para ver, pela 80ª vez, seu musical predileto. Fã que é, não poderia ficar de fora da sessão de encerramento da temporada de “A Madrinha Embriagada”, espetáculo montado com o apoio da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e do Serviço Social da Indústria de São Paulo (Sesi-SP). Assim como Priscila, outros admiradores viram o seu amor pelos palcos crescer depois de conhecer a saga de personagens como O Homem da Poltrona, Jane Valadão, o Sr. Iglesias ou Adolpho, apenas para citar alguns.

“‘A Madrinha’ é um espetáculo especial”, diz Priscila. “Primeiro pela entrada gratuita, uma iniciativa ótima da Fiesp e do Sesi-SP, depois pelo elenco e, em terceiro lugar, pelo fato de ser uma comédia muito divertida, capaz de fazer qualquer um esquecer do mundo lá fora”.

Apta a repetir todas as falas e de cantar todas as músicas da peça, a atendente elege “Surpresa Fatal” como a sua canção predileta.

Priscila ao lado de Cleto Bacicc: “A Madrinha é um espetáculo especial”. Foto: Arquivo Pessoal

Priscila ao lado de Cleto Baccic: “A Madrinha é um espetáculo especial”. Foto: Arquivo Pessoal

 

Conhecida de todo o elenco, é cumprimentada pelo nome nos bastidores e já tirou fotos “com todos os atores”. Uma empolgação multiplicada entre os amigos. “Já levei mais de dez pessoas para assistirem o musical”, conta.

Embriagados

Prestes a ver “A Madrinha Embriagada” pela 30ª vez, também neste domingo (29/06), a biomédica Graziela Vieira, de 23 anos, é outra admiradora que levou muita gente para o Teatro do Sesi-SP nos últimos 11 meses. Uma missão que ganhou força depois da criação de uma página sobre o espetáculo na rede social Facebook.

“Tivemos mais de 3 mil curtidas na página e, com isso, formei um grupo de 30 pessoas que estão sempre em contato para ir ao teatro e conversar sobre A Madrinha”, diz. Segundo ela, são todos “embriagados” pelo projeto.

Graziela: “Fui embora para casa com os olhos brilhando e o coração apertado quando vi pela primeira vez”. Foto: Arquivo Pessoal

Graziela: “Fui embora para casa com os olhos brilhando e o coração apertado quando vi pela primeira vez”. Foto: Arquivo Pessoal

As razões de tanto amor? “A peça é emocionante e gratuita, oferecendo oportunidade para todas as pessoas que nunca tinham visto um musical antes”, conta. “Fui embora para casa com os olhos brilhando e o coração apertado quando vi pela primeira vez”.

O elenco, formado pela “nata dos atores” do gênero, também é destacado. “São todos maravilhosos, sem falar nos figurinos criados pelo Fause Haten e na direção do Miguel Falabella”.

Para não morrer de saudade com o fim das apresentações, Graziela já faz planos de comparecer, com a mesma assiduidade, às sessões de “O Homem de La Mancha”, o próximo musical a ser montado com o apoio da Fiesp e do Sesi-SP e direção de Miguel Falabella, com estreia prevista para setembro de 2014. “Nem vi ainda e já digo que sou fã”, garante.