Executiva Nacional do PMDB defende aprovação da MP 579

Agência Indusnet Fiesp

Em reunião na tarde desta segunda-feira (10/12), em Brasília, a Executiva Nacional do Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB), decidiu recomendar a aprovação da Medida Provisória nº 579, proposta pelo governo federal para antecipar a renovação das concessões no setor elétrico mediante a redução da tarifa de energia.

Paulo Skaf durante encontro com parlamentares do PMDB. Foto: Junior Ruiz

 
 
“A Executiva Nacional do PMDB, hoje reunida na sua sede, decidiu por unanimidade, pela aprovação da medida provisória 579, cujo relator é o senador Renan Calheiros (PMDB-AL) e o relator-revisor é o deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), e recomenda suas bancadas, no Senado Federal e na Câmara dos Deputados, para que votem na íntegra pela aprovação. O PMDB não abre mão da redução do preço da conta de luz de todos os brasileiros”, informou nota do partido logo após a reunião.

Renan Calheiros, José Sarney e Paulo Skaf. Foto: Junior Ruiz

O encontro contou com a presença do presidente da Federação e do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp e Ciesp), Paulo Skaf.

Skaf conversou ainda com o presidente do Senado Federal do Brasil, José Sarney, e com o relator da MP 579, senador Renan Calheiros, que deverá apresentar seu parecer nos próximos dias para que seja a matéria seja discutida e votada na comissão mista do Congresso.

A bancada do PMDB é a maior do Senado, com 20 dos 81 senadores. Na Câmara, o partido conta com 78 dos 513 deputados federais.  As informações são dos sites das duas casas legislativas.

PT também apoia a MP 579

Na última sexta-feira (07/12), o Diretório Nacional do Partido dos Trabalhadores (PT) apoiou a aprovação da MP 579. “A redução do preço da energia, além de reivindicação antiga da indústria, tem grande impacto no custo de vida e na qualidade de vida do povo, principalmente na dos mais pobres. Além disso, energia mais barata significa baixar o custo Brasil, que, para a elite conservadora, é sinônimo apenas de salário, leis trabalhistas e gastos sociais”, disse PT em nota.

De acordo com informações dos sites, o PT tem uma bancada de 10 senadores e de 87 deputados federais.